A quem interessa a queda de Temmer?

Alexandre Cavalcanti,

As pessoas que cobram celeridade do TSE no julgamento de inelegibilidade de Dilma e cassação do mandato do presidente Michel Temmer, deveriam ter feito essa mesma cobrança antes do início do segundo mandato da então presidente Dilma.

O processo do PSDB data justamente desta época, não se trata de nenhuma novidade.

E não venham dizer que não sabiam que o dinheiro das construtoras e dos bancos abastecia os caixas das campanhas presidenciais. Não, ninguém nunca cobrou pressa em julgamento nenhum.

Parece até que a queda de Temmer resolverá os graves problemas nacionais. E não falo só na corrupção.

Há um grupo - sempre houve - que defende a tese do quanto pior, melhor. Ora, tem gente doidinho para voltar ao Poder.



Delator cita familiares de ex-ministro

Alexandre Cavalcanti,

Familiares do ex-ministro Alfredo Nascimento, dos transportes, são citados na delação premiada de Gledson Maia, sobrinho do ex-deputado João Maia e da deputada federal Zenaide Maia.

Embora sem dizer nomes, Gledson afirma, em sua delação, que um sobrinho do então ministro Alfredo Nascimento recebia o pagamento mensal de 15 mil reais.

Como o ex-ministro Alfredo Nascimento é do PR, alguns de seus familiares exercem funções em comissão na Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, principal reduto político-eleitoral do Partido da República, no Estado do Rio Grande do Norte.


TSE suspende julgamento

Alexandre Cavalcanti,
Plox
Tribunal Superior Eleitoral acolheu solicitação da defesa de Dilma que pediu mais tempo.

Sem nenhuma surpresa, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou suspendendo o julgamento do processo de cassação do presidente Michel Temmer (PMDB) e de inelegibilidade dá ex-presidente Dilma Rousseff(PT).

O TSE acolheu solicitação da defesa de Dilma que pediu mais tempo. E, ainda, reabriu a fase de instrução do processo ao permitir a oitiva de novas testemunhas: O ex-ministro Guido Mantega, o publicitário João Santana, sua mulher Mônica Moura, e André Moura, citados na delação dá Odebrecht.

Não existe data para o reinício dos trabalhos. O ministro Gilmar Mendes, presidente da Corte, viaja ao exterior e só estará de volta um pouco antes do final deste mês.


TSE reabre processo Dilma/Temmer

Alexandre Cavalcanti,

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu reabrir a fase de instrução do processo da chapa Dilma/Temmer e vai ouvir, num prazo de cinco dias, novas testemunhas.

São elas, o ex-ministro Guido Mantega, o marqueteiro João Santana, sua mulher Mônica Moura, e André Moura.


João Maia nega favorecimento

Alexandre Cavalcanti,

O ex-deputado João Maia, presidente Estadual do PR, distribuiu nota à imprensa, onde afirma que a verdade prevalecerá sobre a mentira.

A nota é em resposta as notícias sobre a delação​ premiada do sobrinho, Gledson Maia, acusando-o de ter recebido recursos ilícitos, oriundos de corrupção no Departamento Nacional de Infraestrutura e Trânsito (Dnit).

João acrescenta que a verdade surgirá ao final das investigações, sob a responsabilidade da Polícia Federal.


TSE inicia julgamento

Alexandre Cavalcanti,

Começa daqui a pouco o julgamento da chapa Dilma/Temmer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

É a primeira vez que o TSE julga o presidente da República.

A expectativa é que haja pedido de vistas e o julgamento seja suspenso.


Delator entrega João Maia

Alexandre Cavalcanti,

joaoegleidson-mMatéria da TNOnline, assinada pelo editor Júlio Pinheiro, informa que o ex-diretor do Dnit, Gledson Maia, sobrinho dos irmãos Maia, - deputada federal Zenaide Maia e ex-deputado João Maia -,  apontou o tio, presidente Estadual do PR, como o principal beneficiário no esquema de corrupção dentro do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito.

O Dnit é alvo da operação Via Ápia, deflagrada em 2010. O processo corre em segredo de justiça na 2ª e 14ª Varas Federais de Natal. A homologação da delação premiada ocorreu em 14 de março último.

Em sua delação, Gledson conta a orígem dos recursos e como eram distribuídos aos beneficiários.

Segundo o delator, os recursos ilícitos teriam financiado campanhas do Partido da República. Do total fraudado, 70% eram destinados a João Maia, 15% para Fernando Rocha, e 15% para Gledson.

Além deles, havia, também, um pagamento mensal de 15 mil reais a um familiar do ministro Alfredo Nascimento.

Ainda, segundo Gledson, no período eleitoral, todo o dinheiro arrecadado ilicitamente era destinado ao presidente Estadual do PR.


Irmãos Maia fecham entendimento

Alexandre Cavalcanti,

Os irmãos Maia parecem ter chegado a um entendimento: a deputada Zenaide Maia, suspensa pelo PR, vai deixar o partido e ser candidata ao Senado.

Nesse cenário, abre vaga para o irmão João Maia, presidente Estadual do PR, voltar à Câmara Federal.

Bem próxima ao PT, - Zenaide votou contra o impeachment-, a deputada não escolheu, ainda, seu novo partido.

Com a candidatura de Zenaide ao Senado e de João à Câmara Federal, fica faltando o lugar do ex-prefeito Jaime Calado.

Jaime, segundo pessoas próximas, pode fechar uma chapa como candidato a vice-governador.


TSE julga chapa Dilma/Temmer

Alexandre Cavalcanti,

Há muita especulação sobre o resultado do julgamento de amanhã, no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.

O TESE vai decidir sobre a possibilidade de divisibilidade da chapa Dilma/Temmer.

A maioria dos ministros já se posicionaram contra a divisão de chapas majoritárias. Mas é a primeira vez, na história do TSE, que entra em julgamento um presidente da República.

Há quem aposte em pedidos de vistas e o consequente atraso no resultado do julgamento.


Robinson procura um articulador

Alexandre Cavalcanti,

O governo Robinson Faria(PSD) está sentindo a falta de um interlocutor confiável, alguém para fazer o primeiro contato com as forças políticas que possam vir a participar do seu projeto de reeleição.

Na Assembléia Legislativa, o governador não tem um nome capaz de fazer esse trabalho. Entre os secretários, também, não. 

Daí, o próprio governador ter assumido o comando das articulações políticas. Esse processo não é fácil e, muitas vezes, desgastante.


Abuso de autoridade

Alexandre Cavalcanti,

O relatório do senador Roberto Requião sobre abuso de autoridade só deve ser votado na primeira quinzena de abril. O instrumento criminaliza qualquer autoridade que se utilize da função em detrimento de terceiros. 

Justo, muito justo.

Alguém sabe explicar porque setores do judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal são contrários a aprovação da lei?



O entendimento é possível

Alexandre Cavalcanti,

A única reação negativa a um possível entendimento com o governador Robinson Faria (PSD) parte, sem dúvida alguma, do presidente Estadual do PMDB, Henrique Eduardo Alves.

O senador Garibaldi Alves e o seu filho, deputado federal Walter Alves, ambos do PMDB, circulam com desenvoltura no governo do PSD.

O senador José Agripino, presidente Nacional do DEM e o seu filho, deputado federal Felipe Maia, do mesmo partido, nunca fizeram oposição sistemática ao governo Robinson Faria.

Para alguns analistas políticos não será difícil convencer Henrique a abraçar uma tese de união estadual. Até porque, no passado, ele fez acordos considerados mais complicados. Um deles com a ex-governadora Wilma de Faria, contrariando o seu pai e líder político, Aluízio Alves.



Salvação Estadual

Alexandre Cavalcanti,

O tumultuado ambiente político, pressionado, principalmente pela Lava Jato e outras operações menos cotadas, começa a tirar o apetite pelas grandes disputas eleitorais.

Não é de hoje, mas principalmente hoje, valem mais as estratégias do que as contendas.

Pensando nisso, já tem gente trabalhando na montagem de um ambiente político para evitar a guerra eleitoral.

Comece a pensar numa chapa encabeçada pelo governador Robinson Faria(PSD), tendo como candidatos ao Senado, Garibaldi Filho(PMDB) e José Agripino(DEM). E, ainda, um vice da Capital do Oeste, Mossoró.

Os estrategistas entendem que seria um governo de salvação estadual. Todas as forças políticas olhando apenas em uma direção.


Emendas financiam campanhas

Alexandre Cavalcanti,

As emendas parlamentares ganham força como moeda eleitoral. Antes do orçamento impositivo, elas já faziam parte da estrutura do deputado federal e do senador, candidato à reeleição. Mas faltava a certeza de que seria executada. Seu peso era menor.

Agora, as emendas se valorizaram e funcionam como instrumento de "fazer" votos. Cada deputado, ou senador, tem, pelo menos, 40 milhões de reais, em quatro anos, para destinar aos municípios que compõem a sua base eleitoral.

Essa é uma das barreiras que impedem o surgimento de novas candidaturas.

E ainda tem gente que fala em implantar o financiamento público de campanha. Grande novidade.


Que Rei Sou Eu?

Alexandre Cavalcanti,

A Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, lançou um Termo de Referência com o “objetivo de Registro de Preços para aquisição de veículos novos, zero quilômetros, ano 2017".

O que chamou a atenção não foram os valores praticados, perto de 600 mil reais, para aquisição de três carros. Mas sim, a justificativa dada:  “O Poder Público carece estar bem aparelhado para atender os súditos com dignidade”....

O homem endoidou, ou perdeu o bonde da história.

alexandre


Agripino e Garibaldi vão para o último mandato

Alexandre Cavalcanti,
FD/Política
Agripino e Garibaldi, adversários durante algum tempo, se parecem em quase tudo.

Os dois senadores do Rio Grande do Norte que terminam o mandato em janeiro de 2019, José Agripino(DEM) e Garibaldi Filho(PMDB), chegam as eleições do próximo ano, com 73 e 71 anos de idade, respectivamente.

Agripino e Garibaldi, adversários durante algum tempo, se parecem em quase tudo. Os dois foram prefeito de Natal, duas vezes governador do Estado, e senador da República. JÁ está concluindo o quarto mandato de Senador e Gari, o terceiro. A diferença é que antes, no início de sua carreira política, Garibaldi foi deputado Estadual.

O sucessor de José Agripino é o seu filho, deputado federal, Felipe Maia. O de Garibaldi, também é o filho: deputado federal Walter Alves.


Mais impostos

Alexandre Cavalcanti,

Reoneração é a palavra da moda lançada nos últimos dias pelo Governo Brasileiro. A reoneração  tem um significado bem objetivo: acabar com  a desoneração. Para quem não entendeu nada, é muito simples: as empresas terão que pagar mais impostos.

O governo tem que cortar algo em torno de 58 bilhões de reais para manter a meta do deficit de 138 bilhões de reais. E espera arrecadar perto de 8 bi com a reoneração.


Terceirizados sem décimo-terceiro

Alexandre Cavalcanti,

Na onda das terceirizações, uma informação que merece reflexão: os servidores terceirizados da Prefeitura Municipal de São Gonçalo reclamam a falta do pagamento do décimo-terceiro salário, referente, ainda, a 2015.

Segundo eles, a gratificação natalina de 2016 só foi paga a uma parte dos terceirizados.



Jaime defende um novo projeto

Alexandre Cavalcanti,
Divulgação
Segundo Kelps, que estará com Jaime e com a deputada Zenaide, até terça-feira, o casal será candidato no próximo ano.

-Nem Alves(PMDB), nem Maia(DEM) e nem o governador Robinson Faria(PSD)". Assim, o ex-prefeito Jaime Calado resumiu, ao deputado Kelps Lima, presidente Estadual do Solidariedade, com quem não pretende fazer política no futuro.

Segundo Kelps, que estará com Jaime e com a deputada Zenaide, até terça-feira, o casal será candidato no próximo ano. Um a deputado federal e o outro abraçará uma candidatura majoritária.

Ao lado de quem? Essa é a pergunta chave, segundo Kelps Lima. "Não necessariamente ao lado de Fátima Bezerra(PT), mas pode ser. "Vamos continuar conversando".


Nome fora das oligarquias

Alexandre Cavalcanti,
Nominuto/Arquivo
O crescimento de Cláudio acontece, justamente, no momento em que o nome de Carlos Eduardo Alves (PDT) sofre restrições por carregar o sobrenome da família.

O nome do desembargador Cláudio Santos, ainda sem partido, ganha força como possível candidato a governador, nas eleições de 2018.

O crescimento de Cláudio acontece, justamente, no momento em que o nome de Carlos Eduardo Alves (PDT) sofre restrições por carregar o sobrenome da família que já tem três outros candidatos: Garibaldi Alves, senador; Henrique e Walter Alves, deputado federal.

Cláudio Santos, mesmo fora das articulações políticas, - ainda está na ativa como desembargador -, vem conquistando espaços, especialmente, pelas suas credenciais: foi um bom secretário de Segurança, mostrou ser um bom gestor como presidente do Tribunal de Justiça e não representa nenhuma das famílias tradicionais.

1341-1360 de 1403