Polícia Penal realiza revista estrutural na Penitenciária de Alcaçuz

"Pente fino" tem o objetivo de identificar ilícitos e qualquer violação na estrutura física das celas.

Da redação, Seap,
Assecom/Seap
Ação contou com a participação de policiais penais dos grupos especializados e, ao fim da busca, nenhum ilícito foi detectado.

A Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), dando continuidade às operações de revista de final de ano nas unidades prisionais do Estado, realizou nesta sexta-feira (18) um “pente fino” nas celas, estruturas de uso dos internos e na área externa da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta. A ação contou com a participação de policiais penais dos grupos especializados e, ao fim da busca, nenhum ilícito foi detectado.

Policiais de plantão, com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e Grupo Penitenciário de Operações com Cães (GPOC), sob o comando do Departamento de Operações Táticas (DOT), retiraram os privados de liberdade das celas e os levaram ao pátio. Um a um, os internos foram vistoriados e, com as celas vazias, foi realizada a revista estrutural.

O secretário da Administração Penitenciária, Pedro Florêncio, disse que as revistas têm o objetivo, também, de identificar qualquer violação na estrutura física das celas para inibir princípios de rebeliões ou motins. “Verificasse se os presos estão danificando as estruturas das celas para usar como arma contundente”, explicou. 

O diretor de Alcaçuz, Flávio Lúcio, contou que as revistas são uma rotina na unidade e com o reforço dos grupos especializados é possível uma ação mais detalhada e minuciosa. “Esse apoio da Seap é importante porque a revista estrutural é bastante complexa”, disse. A cadela “Lola”, treinada para detecção de drogas, percorreu todas as celas. Depois, policiais penais adentraram para vistoria de objetos pessoais, colchões, pias, vasos sanitários e até paredes em busca de ilícitos.

Nada de ilegal foi localizado nas celas, confirmando que as revistas diárias feitas pelos servidores de plantão e o uso de novas tecnologias, como o scanner corporal, tem sido eficientes para garantir a segurança dos presídios. Todas as unidades com presos do RN possuem o equipamento que escaneia os visitantes com Raios-X de baixa dosagem. O equipamento permite localizar objetos escondidos e identificou, no ano passado, uma tentativa de entrada de um aparelho celular dentro do estômago.

O subsecretário da Administração Penitenciária, Natanael Avelino, acompanhou a operação de perto. “A revista minuciosa é uma intervenção que se soma a rotina carcerária para manter a ordem, a disciplina e o padrão operacional dentro das unidades. Essas ações são corriqueiras no sistema prisional do Rio Grande do Norte e ajudam a manter o sistema mais seguro para a sociedade”, disse.  


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