Veja desvenda como Lula escapou de ser apontado chefe do mensalão

Segundo a revista, o PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério.

Da redação,

lula_veja_370A edição da revista Veja desta semana desvenda como Lula escapou do risco de ser apontado como o chefe do mensalão e de responder a um processo de impeachment durante a CPI dos Correios. 

O sucesso da blindagem ao ex-­presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. 

O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele - às vésperas da conclusão da CPI dos Correios - avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. 

Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. 

Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. 

Veja também destaca que durante décadas, alimentos como o ovo foram tratados ora como vilões, ora como mocinhos. Pesquisas recentes põem fim a essa gangorra - a mais conhecida (e condenada) das gorduras não faz mal quando é levada ao organismo por meio da alimentação.

Leia mais em Veja.


Época

epocaÉpoca joga luz no debate sobre a maioridade penal. Como tratar menores infratores? 

A revista apresenta sete propostas para você votar e definir a sua opinião.

Em outra reportagem, Época informa que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cogita anular a delação premiada de Júlio Camargo.

Leia também: A Polícia Federal investiga uma turma de golpistas, entre eles um político petista, que inventou uma autarquia, deu prejuízo a investidores e enganou até o ex-presidente da Câmara dos EUA.

Outra: Como atuava Milton Pascowitch, lobista que operava para o PT na Petrobras. A consultoria Jamp, de Pascowitch, que não tinha funcionários, movimentava milhões e repassava dinheiro a petistas.

Notícias do Planalto: O novo tripé da economia brasileira: Levy, Cunha e Renan.

Contas a pagar: O brasileiro terá de assumir uma fatura bilionária para salvar o país.

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Istoé

classe_media_370A revista Istoé aborda a penúria da classe média nesses tempos de crise: Produtos e serviços com elevação de preços maior que a inflação oficial destroem o poder de compra e obrigam milhões de brasileiros a mudar os hábitos de consumo.

"Entre janeiro e abril, as mensalidades escolares subiram, em média, 10%. No supermercado, alguns alimentos ficaram, neste ano, 40% mais caros. O preço da gasolina acelerou 9%. Nos cursos de idiomas, a alta superou 11%. Tudo isso para uma inflação oficial de 4,56% nos quatro primeiros meses de 2015. Está caro demais viver no Brasil – e, se o governo não agir com tenacidade, vai ficar ainda mais", relata Istoé.

O petrolão nas estradas: Enquanto a CGU e o MP avaliam se as empreiteiras envolvidas na Lava Jato deveriam continuar a firmar contratos com o poder público, essas mesmas construtoras são beneficiadas pelo governo federal com reajustes em contratos de obras em rodovias.

Lava Jato se aproxima de Dirceu: Lobista preso na última semana seria o elo entre o petista e a Engevix. Para Sérgio Moro, dinheiro para consultorias do ex-ministro era propina do Petrolão.

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Carta Capital

DIL_chines_370A visita ao Brasil do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, com a intenção de investir cerca de 53 bilhões de dólares no País eleva as relações entre Brasília e Pequim a um novo patamar e pode ampliar a presença dos chineses no país, relata a Carta Capital nesta semana.

Antes centrada na compra de commodities brasileiras e na pequena participação de empresas chinesas na exploração do megacampo de petróleo Libra, no pré-sal, agora os chineses pretendem investir de forma maciça em infraestrutura: ferrovias, portos, aeroportos, rodovias e hidrelétricas.

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Tags: Carta Capital Época Istoé Veja
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