Veja destaca os "sinais de paz" do Governo Jair Bolsonaro

Revista destaca que presidente decidiu mudar estratégia política.

Da redação,

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Sinais de paz

Desde a sua posse na Presidência da República, Jair Bolsonaro adota a estratégia de radicalizar e recuar, de forma sistemática, a fim de testar os seus limites e os das instituições. Essa aposta na tensão permanente resultou em ameaças do presidente e de seus aliados ao Congresso, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à imprensa. De quebra, dispersou energia que o governo deveria gastar no enfrentamento de emergências nacionais, da pandemia de Covid-19 à recessão econômica. As provocações são conhecidas. “Não teremos outro dia como ontem.

Chega”, bradou o presidente, na saída do Palácio da Alvorada, após o STF autorizar uma ação policial contra empresários e blogueiros bolsonaristas. Em entrevista a VEJA, o general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria de Governo, reforçou o coro. “O próprio presidente nunca pregou o golpe. Agora, o outro lado tem de entender também o seguinte: não estica a corda.” Esses rompantes não surtiram o efeito esperado, e os problemas de Bolsonaro só aumentaram. Diante de tanta instabilidade desnecessária e poucos resultados práticos, o presidente finalmente decidiu mudar de estratégia.

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Pobre, negro e sem ar

Aos 67 anos, diabético, Adelson José da Silva continuava dando expediente no trabalho do qual sempre se orgulhou, apesar da pandemia. Era motorista socorrista do Samu, em Cubatão, São Paulo, e sentia que cumpria a missão de sua vida ao ajudar a transportar pessoas em risco de morte até o hospital municipal da cidade. Logo na chegada do novo coronavírus ao país, em março, perdera seu melhor amigo para a doença. Isso fez com que sua família se preocupasse com sua saúde e requeresse seu recolhimento, por ser considerado do grupo de risco. Mas o Samu não podia prescindir de seu trabalho num período de tamanha demanda.

Sem saber que estava com a doença, Adelson Silva chegou a trabalhar infectado, quando os sintomas ainda eram leves. Deu entrada no pronto-socorro em 16 de abril, com tosse e dificuldade para respirar. Em mais de 40 anos como socorrista, foi sua terceira falta. Ficou 19 dias internado. Catorze, em decorrência da Covid-19. Os últimos cinco, para tratar-se da pneumonia que contraiu no hospital. Despediu-se em 5 de maio, 17 dias antes de seu aniversário.

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istoeIstoé


STOP Acuado - Pare Bolsonaro

Para salvar seu governo, Jair Bolsonaro conteve a ala ideológica, passou a ser tutelado pelos militares e tenta se conciliar com o STF e o Congresso.

A nova estratégia inclui uma agenda de inaugurações e a transformação do Bolsa Família em uma marca própria. A mudança vem após vários reveses: a prisão de Queiroz, os inquéritos no STF que ameaçam sua família, a pandemia e a recessão.

Eles fortalecem movimentos pró-democracia, como o Stop Bolsonaro, que aconteceu no dia 28 em cerca de 60 cidades e 26 países e mobilizou as redes sociais.

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cartaCarta Capital


O protetor e o mistificador

A capa da revista Carta Capital desta semana traz dois personagens que marcaram os últimos dais no mundo da política brasileira: o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, e o ex-ministro da Educação, Carlos Decotelli.

A publicação traz ainda uma conversa entre o ex-senador Lindbergh Farias e o diretor de redação de CartaCapital, Mino Carta.

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