Veja destaca o alerta mundial para enfrentar o coronavírus

Revista mostra os reais riscos de propagação do vírus asiático que provoca pânico no planeta.

Da redação,

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O vírus do medo
A propagação do coronavírus se acelera e o número de mortes cresce, provocando pânico em todo o planeta. Mas o mundo está bem preparado para combater uma nova epidemia.

Em pleno século XXI, com o progresso tecnológico abrindo portas e mais portas para o futuro, a humanidade está, de novo, diante do avanço de um inimigo antiquíssimo e recorrente: um micr­organismo capaz de se propagar rapidamente pelo planeta, deixando um rastro de enfermidade e morte por onde passa. Originária da China, nesta sua nova e altamente contagiosa versão, uma cepa mutante do coronavírus da pneumonia desencadeou em dose maciça a contrapartida natural desse tipo de ameaça: o medo do vírus, na forma de queda nas principais bolsas de valores, comboios aéreos para remover estrangeiros das áreas de maior risco, regiões em quarentena total, cancelamento de voos para cidades chinesas e máscaras, máscaras por toda parte — inclusive no Aeroporto de Guarulhos, cobrindo o rosto de quem chegava da Ásia. Na quinta-feira 30, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência internacional. Havia mais de 8 000 pessoas infectadas em vinte países e 170 mortos, todos em território chinês.

Apesar do alto nível de preocupação mundial com o 2019-nCoV, eis o nome do vírus, as perspectivas de controle, combate e prevenção de doenças hoje estão anos-luz à frente da reação diante das mais mortíferas pestes da era contemporânea, como a gripe espanhola, que dizimou 50 milhões em 1918, ou o ebola, responsável pela dolorosa morte de 11 310 pessoas entre 2014 e 2016.

O plano para afastar Sérgio Moro da disputa presidencial
Deputados e senadores articulam na surdina uma estratégia que deixaria o ministro da Justiça longe das eleições até, no mínimo, o ano de 2028.

Brexit: o que virá depois do divórcio
O Reino Unido, enfim, deixa a União Europeia. Mas as duas partes têm até o fim de 2020 para negociar e redesenhar seu novo relacionamento.

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istoeIstoé

Pânico global: coronavírus se alastra e causa forte impacto econômico e social
Surto de nova doença respiratória causada pelo coronavírus 2019-nCoV começa na China, se alastra pelo mundo, coloca autoridades sanitárias de prontidão, inclusive no Brasil, e causa forte impacto econômico e social.

A expectativa do surgimento de uma pandemia causada por um vírus poderoso e incontrolável circula em algumas mentes apocalípticas. E, infelizmente, não se trata de preocupação infundada. Mais uma vez surge uma ameaça microscópica capaz de atingir milhões de pessoas e causar mortes em massa.

O surto do novo coronavírus, chamado de 2019-nCoV, que começou num mercado de carnes na cidade de Wuhan, na China, vem causando pânico global, derrubado bolsas de valores em todo o mundo e provocado perdas econômicas expressivas. A curva da epidemia é ascendente e, até quinta-feira 30, 7711 pessoas haviam sido infectadas e 170 morreram. A doença foi detectada em pelo menos 20 países e se espalha rapidamente. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, há nove pessoas suspeitas de terem contraído o vírus. Embora se perceba uma reação rápida e vigorosa das autoridades sanitárias de todos os países, coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o problema é seríssimo e exige reforço das barreiras de controle e aumento da vigilância do transporte internacional de passageiros para evitar que o 2019-nCoV se alastre. Idosos, crianças, gestantes, pessoas com males crônicos como diabetes ou alguma cardiopatia, são especialmente vulneráveis e correm mais risco de serem atingidas de forma severa pela doença.

A caixa-preta furada
Auditoria milionária vira escândalo e bota em maus lençóis o presidente do BNDES. Depois de prometer devassa, Gustavo Montezano diz que não houve nada irregular nos empréstimos para o Grupo J&F.

A abertura da “caixa-preta do BNDES” foi uma das principais bandeiras de Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial. Desde o início do seu mandato ele declarou que finalmente a população conheceria as irregularidades cometidas no banco de fomento durantes as gestões petistas. Por causa disso, forçou a demissão de um dos maiores quadros do seu governo, o ex-presidente do BNDES Joaquim Levy, acusado de não se empenhar com a transparência da instituição — o que sempre foi negado pelas evidências e por ex-dirigentes do banco. Na última semana, quase três anos depois do início de uma ampla auditoria interna para investigar os negócios com o Grupo J&F, o BNDES precisou anunciar que nenhuma irregularidade tinha sido encontrada. Como diz o provérbio latino, a montanha pariu um rato. Pior: a própria análise se tornou um escândalo, já que foram consumidos nada menos que R$ 48 milhões em uma investigação que não deu em nada.

Mourão dá a volta por cima
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, andava à margem do centro do poder. Agora retoma um ativismo sem precedentes e vai coordenar as ações do governo para resolver a crise ambiental na Amazônia.

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epocaÉpoca

A nova face de Moro
O ministro da Justiça já analisa pesquisas que o colocam como candidato em 2022.

Sergio Moro recebe há seis meses pesquisas eleitorais feitas por um instituto e não divulgadas publicamente, em que seu nome é colocado como uma opção para concorrer à Presidência da República em 2022. A sondagem é composta das chamadas “perguntas estimuladas”, em que os pesquisadores citam para o entrevistado quais são as opções de resposta.

Desde o primeiro levantamento recebido pelo ministro, ele já aparecia muito bem colocado, com mais de 15% de intenções de voto. Moro passou a se debruçar sobre a análise mensal de seu potencial eleitoral, buscando entender os dados dos que, apresentados a uma lista que inclui Jair Bolsonaro, afirmaram que votariam nele para ser o novo inquilino do Planalto.

O passo, ainda que sutil, é o mais recente de uma série de episódios que revelam o desgaste entre o Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça.

Quem é o juiz responsável pelos processos de Flávio Bolsonaro
Flávio Itabaiana é titular da 27ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio e atua ainda no atentado à produtora de vídeos Porta dos Fundos.

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cartaCartaCapital

Os reis da devastação
Quem são os agropecuaristas e as empresas mais multadas por desmatamento na Amazônia.

Normalidade à brasileira
O fim do recesso parlamentar e judicial reatiça as rusgas, disputas e vendetas entre os poderes, tudo movido por uma obsessão, as eleições presidenciais de 2022.

Mino Carta
O Brasil é o único país onde a lei do mais forte sempre prevaleceu.

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