Veja destaca as consequências da alta do dólar

Revista também ressalta a postura do ministro da economia diante da situação.

Da redação,

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O dólar nas alturas

Uma máxima entre os especialistas em finanças diz que ministro da área econômica não opina sobre dois assuntos: câmbio e taxa básica de juros. A resposta à quebra dessa regra draconiana vem pela mão pesada do mercado, que entra em ação para lembrar que não existe um pronunciamento correto nesse assunto — o correto é não falar. O ministro da Economia, Paulo Guedes, na segunda-feira 25, deu um recado aos brasileiros preocupados com a recente alta do dólar. Em resposta a um jornalista em Washington, Guedes disse: “É bom se acostumar com câmbio mais alto e juro mais baixo por um bom tempo”. Imediatamente, a moeda brasileira encolheu quase 2% e o dólar fechou em 4,24 reais, o maior valor nominal desde 1994. No dia seguinte, a moeda americana abriu o mercado em 4,27 reais, encolheu um pouco de valor e fechou na quarta em 4,26 reais, cravando outro recorde nos 25 anos de existência da moeda brasileira. Tal oscilação é alarmante para todos os brasileiros que pretendem viajar para o exterior ou que fizeram compras em moeda americana em seus cartões de crédito.

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EPOCAÉpoca

Bastidores supremos

Os bastidores do que pensam os ministros da Corte em meio às críticas a suas decisões

Nos últimos meses, uma série de julgamentos de alto impacto político e manifestações de grupos ligados ao bolsonarismo colocaram mais uma vez nos holofotes a atuação do Supremo Tribunal Federal. A votação que derrubou a prisão após decisão de segunda instância, os protestos do último dia 17 e a liminar do presidente da Corte, Dias Toffoli, que limitou o uso dos dados do Coaf — derrubada na quinta-feira, 28 — são alguns exemplos de situações que elevaram a pressão sobre a Corte.

O ministro Gilmar Mendes passou o domingo 17 em sua casa, no Setor de Mansões, em Brasília. Na Avenida Paulista, em São Paulo, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Esplanada dos Ministérios, na capital federal, sua face era estampada em cartazes, faixas e bonecos infláveis, e seu nome era objeto de palavras de ordem entoadas em carros de som. Nas redes sociais, hashtags contra o magistrado atingiam os trending topics e algumas delas pediam seu impeachment. Na Paulista, o senador Major Olimpio, aliado do presidente Jair Bolsonaro, esbravejava em um carro de som: “Só vai acontecer um impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal se houver mobilização e muita pressão”, disse. Os movimentos que pilotavam as manifestações — como Nas Ruas, Conservador e Brasil Conservador — também são apoiadores do presidente.

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istoeIstoé

Brasileiros do ano

Rodrigo Maia, o pacificador do Congresso

O ano foi excepcionalmente tenso no Congresso, com o presidente da República recém-empossado acusando os parlamentares de desejarem a continuidade da política do toma lá dá cá de seus antecessores e até insinuando que desejavam cargos e benesses para apoiar o governo e as reformas indispensáveis. Mas, depois de alguns meses de caneladas, os dois poderes se entenderam e as mudanças puderam, finalmente, deslanchar. A Reforma da Previdência foi a que mobilizou a Câmara desde o início de 2019 e foi aí que se firmou a liderança do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Casa. Reeleito para o cargo em fevereiro, o deputado de 49 anos, com seis legislaturas na Câmara (24 anos ininterruptos), tomou as rédeas do processo de transformação da legislação das aposentadorias — um assunto espinhoso e com soluções impopulares — e conseguiu formar uma maioria esmagadora para a aprovação do projeto.

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CARTACarta capital

O general Guedes e a tentação autoritário

A edição desta semana de Carta Capital destaca o auxílio do ministro da Economia, Paulo Guedes, nos ‘ataques’ do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao que resta de ‘liberdade’ no país. A publicação traz também uma reportagem sobre a possibilidade de uma aliança progressista, além de textos de Mino Carta, Walfrido Warde Jr, Esther Solano e Guilherme Boulos. Já disponível em todas as plataformas.

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