Prisão de Queiroz tira sono da família Bolsonaro

Veja ressalta que o filho 01 é um problema para Jair Bolsonaro desde a campanha eleitoral.

Da redação,

istoe2Istoé

Laranja de Flávio Bolsonaro

No pedido de prisão de Fabrício Queiroz, o Ministério Público do Rio aponta cinco vezes Flávio Bolsonaro como “líder de uma organização criminosa”. É uma menção devastadora para Jair Bolsonaro.

Nunca a família de um presidente da República teve envolvimento com o crime organizado. A prisão de Queiroz é a ponta do iceberg do maior escândalo que envolve o presidente desde que tomou posse.

Já o filho 01 é um problema desde a campanha eleitoral do pai, quando era investigado por um suposto esquema de rachadinhas na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O envolvimento com milícias cariocas, que veio à tona, são o dado mais explosivo.

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veja2Veja

"Fiz para proteger o presidente"

Em entrevista exclusiva, o advogado Frederick Wassel conta que abriugou Fabrício Queiroz porque havia uma trama para assassinar o ex-policial e culpar Jair Bolsonaro.

Desde a prisão do policial aposentado Fabrício Queiroz, no último dia 18, o advogado Frederick Wassef perdeu o sono. Dono da casa em Atibaia onde o amigo de Jair Bolsonaro e faz-tudo do senador Flávio Bolsonaro foi detido, Wassef passa as noites em claro, trocando mensagens de texto por meio de dois aparelhos celulares dos quais não desgruda por nada.

Durante o dia, alterna lampejos de euforia com mergulhos em momentos de depressão, nos quais sua verborragia incontida dá lugar a rápidas pausas — dramáticas, quase cênicas — para respiração. “Entrei em modo guerra. Quando isso acontece, viro o diabo”, disse ao receber VEJA na quarta-feira 24.

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epoca2Época

O anjo do problema

A janela do escritório do consultor técnico Sandro — ele prefere não revelar o sobrenome — fica de frente para o quintal do imóvel de Frederick Wassef em Atibaia. Nos últimos seis meses, e principalmente durante a pandemia de Covid-19, seu filho, de 14 anos, passou horas estudando na escrivaninha colada à vidraça, com vista para o muro que separa os imóveis.

Ele contou ter visto um homem careca circulando na casa vizinha por mais de uma ocasião. Depois da Operação Anjo, Sandro e seu filho descobriram se tratar de Fabrício Queiroz, o PM aposentado que assessorou o clã liderado pelo presidente Jair Bolsonaro, de quem Queiroz é amigo desde 1984.

“Meu filho disse que viu o Queiroz várias vezes lá, sentado na mureta, às vezes tomando cerveja”, afirmou.

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carta2Carta Capital


A grande família

Enquanto o Brasil se torna o epicentro da pandemia, Flávio depende de Queiroz, que se esconde no sítio de Wassef, que frequenta o Pálacio da Alvorada e protege o clã.

Revista traz ainda uma conversa entre o ex-senador Roberto Requião e o diretor de redação de CartaCapital, Mino Carta, sobre os rumos do Brasil.⠀


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