Istoé e Carta Capital destacam o número de 100 mil mortos por covid-19

Revista Veja ressalta nova 'guerra fria' entre Estados Unidos e China.

Da redação,

ISTOEIstoé

A tragédia brasileira - 100 mil mortos

O Brasil ultrapassou neste sábado (8), a marca de 100 mil mortes na pandemia do novo coronavírus, desconsiderando a subnotificação que caracteriza a crise sanitária no país. De acordo com levantamento nos sites das secretarias estaduais de Saúde, o Brasil acumula pelo menos 100.096 pessoas que não poderão mais “tocar a vida” em função da mais grave pandemia no mundo em um século.

Ainda sem conseguir controlar a crise, o país também soma quase 3 milhões de casos (2.986.447). São Paulo é o estado com mais contágios (621.731) e mortes (25.016) em termos absolutos, enquanto Roraima lidera em números relativos, com 5.932 infecções e 90 óbitos para cada 100 mil habitantes.

O Brasil tem incidência de 1.419 casos para cada 100 mil habitantes, valor inferior apenas aos de Chile (1.981/100 mil), EUA (1.517/100 mil) e Peru (1.450/100 mil) entre países com mais de 10 milhões de pessoas, segundo dados do monitoramento da Universidade Johns Hopkins.

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CARTACarta capital

100 mil oficiais

Ainda é muito difícil para Rita Íris Pereira Silva mexer em suas memórias recentes. Há três meses ela perdeu mãe e irmã para a covid-19, em um intervalo de quatro dias. Marieta Pereira da Silva, sua mãe, faleceu no dia das Mães, 10 de maio, aos 87 anos, após ser intubada e não resistir às complicações da doença. No dia 14 do mesmo mês, Rosalina Maria Pereira Chaves, sua irmã, veio a óbito aos 64 anos, também depois de ser intubada. As duas estavam internadas em uma unidade de pronto atendimento na cidade de Caxias, no Maranhão.

Rita ainda tenta elaborar o seu luto e enfrenta diariamente o fantasma da depressão com acompanhamento psicológico. “O mais difícil pra mim foi não poder vê-las e nem velá-las”, conta com a voz embargada. No dia em que Rita conversou com a reportagem de CartaCapital, 6 de agosto, seria o aniversário de sua mãe.

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VEJAVeja

A nova guerra fria

A se julgar pelas declarações contundentes de parte a parte nas últimas semanas, China e Estados Unidos, as duas maiores economias do planeta, estão a um passo de sair no tapa. Mas na verdade o bate-cabeça, seguido de afagos, atropelados por outro bate-cabeça, é o novo normal, para usar um termo da moda, nas relações entre os dois países. A queda de braço em diversas áreas — tecnologia, comércio, defesa, combate à pandemia, até postagem de vídeos engraçadinhos no aplicativo TikTok — faz lembrar os tempos da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética que rachou o mundo em dois durante décadas. “O mundo livre tem que se erguer contra esta nova tirania”, bradou o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, tomando emprestada a linguagem daqueles tempos. “A política dos Estados Unidos para a China se baseia em uma estratégia desinformada e equivocada e está repleta de comoção, capricho e intolerância macartista”, rebateu no mesmo tom o ministro das Relações Exteriores chinês Wang Yi.

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EPOCAÉpoca

O remédio de 12 milhões

A bebê Marina Moraes de Souza Roda, de 1 ano e 11 meses, diagnosticada com AME (atrofia muscular espinhal) — uma doença genética rara, neurodegenerativa e que pode levar à morte antes dos 2 anos de idade — será a primeira criança a receber no Brasil o medicamento mais caro do mundo: US$ 2,125 milhões (cerca de R$ 12 milhões). Marina arrecadou o dinheiro em dez meses por meio de uma campanha nas redes sociais. Além dela, pelo menos outras 24 crianças brasileiras estão em busca de ajuda na internet para angariar fundos para comprar a medicação.

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