Istoé destaca que 2016 é o ano para agir contra a crise que assombrou 2015

Revista mostra que o Brasil precisa avançar, com ou sem impeachment da presidente Dilma.

Da redação,

istoIstoé

2016 não pode passar em branco

A revista arrisca em previsões para o ano que se inicia. Com otimismo, a expectativa é que 2016 seja melhor do que o ano que se passou. Líderes de todo o planeta deverão se empenhar no combate ao terrorismo promovido pelo Estado Islâmico. Além de coibir as atrocidades promovida pelo grupo radical, existe a necessidade de resolver o problema das imigrações, que surpreenderam a Europa com a grande quantidade refugiados se deslocando para o Velho Continente.

No Brasil, o difícil ano gerado pela crise política e econômica, não pode se repetir. Para isso, diversos grupos da sociedade - empresários, políticos de diversos partidos, sindicatos e a sociedade em geral - sabem que o país precisa retomar o rumo do crescimento. Para que isso seja possível é preciso uma definição no Poder. Com ou sem Dilma Rousseff na presidência, já se discute medidas para sair da estagnação.

A hora da leniência

Acordos fechados para abrandar a pena de empresas suspeitas de corrupção são cada vez mais utilizados no Brasil. Mas para chegar ao patamar de outros países, a legislação ainda precisa evoluir.

Na semana passada, o governo editou uma medida provisória que permite a participação do Ministério Público nos acordos de leniência firmados com empresas privadas acusadas de corrupção e dá às elas o direito de continuar participando de contratos com a administração pública. Segundo a presidente Dilma Rousseff, o objetivo é dar celeridade aos acordos sem destruir empresas ou fragilizar a economia. É um bom começo, mas a legislação ainda vai precisar avançar nesse tema.


EPOCAÉpoca

Guia de sobrevivência 2016

O custo de vida vai subir, o desemprego vai aumentar, o japonês da Polícia Federal vai acordar os poderosos e os brasileiros continuarão a brigar em redes sociais. A Época mostra como vencer a batalha do novo ano.

O Brasil aperta a tecla “pause”

O recesso parlamentar congela a política até o mês de fevereiro. Enquanto isso, a economia busca um freio para não rolar ladeira abaixo.


VEJAVeja

O Rio no pronto-socorro

O colapso no sistema de saúde do Estado ameaça o brilho da Olimpíada. O inegável charme da capital da Olimpíada de 2016, globalmente celebrado, convive com a inépcia do poder público, atalho para a dramática crise financeira que fechou hospitais controlados pelo estado.

Ao todo foram fechados total ou parcialmente sete hospitais e 17 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) após o governo estadual revelar uma dívida de R$ 1,4 bilhão de reais com fornecedores da área da saúde.

Lula e o tríplex

Revista afirma que, apesar do ex-presidente da República tentar afastar sua ligação com o imóvel construído pela OAS, as investigações do Ministério Público de São Paulo tem colhido depoimentos de testemunhas que relacionam Lula à empreiteira envolvida no escândalo do Petrolão, descoberto pela operação Lava Jato.


CARTA-PCartaCapital

Rir para não chorar

A revista traz uma retrospectiva de 2015 com fatos negativos, conforme considera “memórias e imagens de um ano que nem devia ter começado”. Além disso, os colunistas e blogueiros da publicação falam de suas expectativas em seu campo de atuação para o novo ano que está apenas começando.

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