Carta Capital destaca as manifestações populares que ocorrem no mundo

Publicação fala sobre protestos no Chile, Honduras, Líbano, Catalunha e Reino Unido.

Da redação,

carta1Carta Capital


O povo nas ruas, menos no Brasil


A capa da revista Carta Capital desta semana aborda as manifestações que estão ocorrendo em todo o mundo. A publicação destaca os protestos no Chile, Honduras, Líbano, Catalunha e Reino Unido. E, ainda ressalta que, embora o povo brasileiro também tenha motivos, não está fazendo manifestações nas últimas semanas.


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epoca1Época

O futuro do Bolsonarismo

A indicação de Eduardo Bolsonaro para a Embaixada do Brasil em Washington, enterrada nesta semana, é um dos últimos capítulos de um plano mais amplo do presidente Jair Bolsonaro para seu filho. No início do ano, sem consultar os limites da Constituição, o presidente via no filho uma chance de continuidade para 2022, se resolvesse cumprir a promessa feita em campanha de não tentar a reeleição. Ex-ministros e pelo menos dois diplomatas confirmam que a hipótese chegou a ser aventada no primeiro semestre deste ano. A ideia não foi adiante por um conjunto de razões. Há uma trava constitucional que veda a familiares de um presidente se candidatarem durante o mandato, exceto para cargos que já ocupem. Além disso, houve a própria mudança de planos do pai, cada vez mais candidato a tentar continuar na cadeira ele mesmo por mais quatro anos. Eduardo tentou, então, ir por outro caminho. Iria para Washington, se beneficiaria do prestígio de estar próximo da família Trump e de Steve Bannon — um ex-assessor do presidente americano com ambições de liderar a extrema-direita global — e voltaria ao país alçado a outro patamar político.

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veja1VEJA

Passado explosivo

No fim da década de 90, o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza começou a construir uma carreira que transformaria radicalmente sua vida e a de muitos políticos brasileiros nas duas décadas seguintes. Ele aprimorou um método que permitia a governantes desviar recursos públicos para alimentar caixas eleitorais sem deixar rastros muito visíveis. Ao assumir a Presidência da República, em 2003, o PT assumiu a patente do esquema. Propina, pagamentos e recebimentos ilegais, gastos secretos e até despesas pessoais do ex-presidente Lula — tudo passava pela mão e pelo caixa do empresário. Durante anos, o partido subornou parlamentares no Congresso com dinheiro subtraído do Banco do Brasil, o que deu origem ao escândalo que ficou conhecido como mensalão e levou catorze figurões para a cadeia, incluindo o próprio Marcos Valério.

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istoe3Istoé

O que eles fizeram no verão passado

A teia de interesses e arranjos que move o governo Bolsonaro ficou exposta em meio à brigalhada que o presidente, pessoalmente, seus filhos e partidários armaram em público nos últimos dias – houve trocas de acusações, xingamentos e chantagens, que, em alguns momentos, beiraram a infantilidade de alunos de jardim de infância. De lado a lado, existiu de tudo. Gravações em situações no mínimo constrangedoras. Numa delas, o presidente Jair Bolsonaro foi pilhado em flagrante pedindo a um parlamentar do PSL que apoiasse o nome do filho à liderança do partido. Do contrário, tal parlamentar sentiria a vingança presidencial, puro estelionato: “Assina, senão é meu inimigo”.

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