Suspeito por morte de namorada aparece segurando mão da vítima em hospital

Renata Ranyelle morreu nesta sexta-feira, seis dias após ser baleada no rosto dentro de loja.

Da redação,

O ex-namorado da vendedora Renata Ranyelle Almeida, principal suspeito pela morte da jovem, visitou a vítima no hospital depois de atirar no rosto dela no último sábado (23), o atirador simulou um roubo para disparar contra a mulher.

Circula nas redes sociais uma fotografia onde aparece o ex-namorado da jovem, Paulo Roberto da Silva, ao lado de Renata e segurando na mão dela dentro do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró. Ao visualizar a imagem, o delegado Júlio Costa, um dos responsáveis pelas investigações acerca da morte da jovem, confirmou que o rapaz que o homem da foto é mesmo o suspeito pelo crime – que está foragido.

O caso

Renata Ranyelle Maciel de Almeida foi baleada no último sábado (23) dentro da loja em que trabalha no centro da cidade de São Miguel, na região Oeste do Estado. Baleada no rosto, a vítima foi levada para um hospital local em estado grave. E, em seguida foi encaminhada para o Hospital Regional de Pau dos Ferros. Por falta de estrutura nas duas unidades de saúde, ela foi transferida para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

Morte no hospital

A vendedora Renata Ranyelle Maciel de Almeida, de 23 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu na noite dessa sexta-feira (30), seis dias após ser atingida por um tiro no rosto dentro da loja em que trabalhava no município de São Miguel, durante uma suposta tentativa de roubo.

Suspeito pelo crime, ex-namorado está foragido

A Polícia Civil está atrás do ex-namorado da vendedora Renata Ranyelle Maciel de Almeida, de 23 anos, baleada no rosto no último sábado (23), em uma loja em São Miguel, durante uma suposta tentativa de roubo. Segundo o delegado Cristiano Zadrozny, responsável pelo caso, o homem, identificado como Paulo Roberto da Silva, é o principal suspeito de atirar contra a vendedora. 

Em depoimento à polícia, o ex-companheiro da vítima disse que estava no trabalho no momento do crime. Contudo, a Polícia Civil confrontou informações e constatou que ele havia mentido, pois no momento em que a jovem foi baleada ele não estava no local do trabalho, de acordo com testemunhas. 

O delegado revelou ainda que o relacionamento entre Renata e o suspeito havia terminado uma semana antes da data do crime e que o homem não aceitava o término. Embora não tenha feito ameaças à vítima, testemunhas contaram que ele mantinha uma postura ríspida com a jovem mesmo durante a relação.

Em posse do mandado de prisão expedido pela Justiça, policiais civis foram até a casa do suspeito no início da manhã desta quinta-feira (28) para efetuar a prisão. Porém, ele não foi encontrado em casa e vizinhos disseram que ele sequer dormiu na residência na última noite. 

Tags: Polícia
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