Caso João Regis: polícia, OAB e MP investigam assassinato

Delegado Raimundo Rolim, três advogados e o promotor Edevaldo Alves Barbosa vão trabalhar conjuntamente para tentar elucidar execução.

Fred Carvalho,
Fred Carvalho
Raimundo Rolim já ouviu familiares sobre o caso
O delegado Raimundo Rolim terá o auxílio direto de três advogados designados pela secção RN da Ordem dos Advogados do Brasil e de um promotor público para tentar desvendar o assassinato do advogado trabalhista João Regis Cortês de Lima.

O presidente da OAB/RN, Paulo Teixeira, designou uma comissão composta pelos advogados José de Ribamar de Aguiar, José Maria Bezerra e João Cabral para acompanhar o delegado nas investigação. Pelo Ministério Público, o indicado foi Edevaldo Alves Barbosa.

O advogado João Regis Cortês de Lima foi executado com um tiro na nuca na noite de sábado (9), na casa dele, em Petrópolis. Segundo dados da polícia e do ITEP, um homem entrou na casa do advogado por volta das 19h30 e disparou o tiro. O caso foi registrado na delegacia de plantão da zona Sul.

O delegado Raimundo Rolim de Albuquerque Filho já começou a investigar o assassinato. Na manhã desta terça-feira (12), ele colheu os depoimentos de um irmão e de um filho de João Regis. “Mas tudo é muito preliminar. Ainda é cedo para falar qualquer coisa sobre o caso”, falou.
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