Reino Unido libera entrada de turistas brasileiros vacinados sem passar por quarentena

Estrangeiros de outros 46 países que foram retirados da lista de restrições de viagens em razão da pandemia de covid-19 também se beneficiam da medida.

Da redação, Estadão Conteúdo ,
AFP
Aviso direciona passageiros para local de testes de covid-19 no Terminal 5 do aeroporto de Heathrow, em Londres.

O Reino Unido retirou nesta quinta-feira (7) 47 dos 54 países de sua lista vermelha de restrições a viagens internacionais em razão da pandemia de covid-19. Com isso, a partir do dia 11 deste mês as pessoas desses 47 países, entre eles o Brasil, podem viajar ao Reino Unido sem obrigação de ficar em quarentena, desde que estejam vacinadas.

Aqueles que não estão vacinados, ou tenham recebido a vacina por meio de um programa nacional não reconhecido pelo Reino Unido, continuam tendo de cumprir a quarentena e apresentar os dois testes PCR negativos. 

Apenas sete países continuam na lista vermelha de restrições, todos localizados na América Latina: Colômbia, Equador, Haiti, República Dominicana, Panamá, Peru e Venezuela. Apenas cidadãos britânicos ou residentes podem deixar esses países em direção ao Reino Unido sem passar pela quarentena obrigatória de 10 dias.

Os brasileiros, até a decisão desta quinta, também precisavam cumprir 10 dias de quarentena em hotéis designados pelo governo britânico e pagavam as estadias por conta própria, valor de cerca de US$ 2.400. 

“Estamos facilitando o reencontro de famílias e entes queridos ao reduzir significamente o número de destinos na lista vermelha, graças, em parte, ao aumento dos esforços de vacinação em todo o mundo”, afirmou o ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps.

A partir de segunda, além de não precisarem mais de quarentena, os brasileiros e outros estrangeiros totalmente imunizados vindos dos países liberados não precisarão apresentar um teste negativo de covid-19 nem realizar testes PCR na chegada ao Reino Unido. No lugar disso, terão de apresentar um teste de antígenos no segundo dia de estadia.

Os setores turístico e aéreo britânicos sofreram muito com a pandemia e vinham pressionando Londres para aliviar as medidas com relação a viagens internacionais. / AFP

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