EUA flexibilizam recomendações de viagens a 61 países; Brasil ainda é considerado de "alto risco"

Governo aconselha que americanos só venham ao País em casos de força maior ou se estiverem vacinados.

Da redação, Estadão Conteúdo,
Reuters
Estados Unidos flexibilizaram recomendações de viagens para cidadãos americanos a 61 países; Brasil continua com risco alto.

SELO-CORONA-100Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos flexibilizou na terça-feira (8) suas recomendações de viagens para cidadãos americanos a 61 países até então considerados de "risco muito alto" em meio à pandemia de covid-19, sem alterar, no entanto, o status do Brasil.

Segundo a classificação do CDC, esses países passaram do nível 4, de risco "muito alto" - pelo qual só são aconselhadas viagens em casos de força maior e para pessoas vacinadas - para o nível 3, de risco "alto", em que não há uma recomendação expressa de que não se deve viajar para esses destinos, embora mesmo assim seja aconselhada a vacinação antes do embarque.

Entre os países que passaram ao nível 3, estão Espanha, Alemanha, França, Itália, Portugal, Grécia, Áustria, Dinamarca, Polônia, Hungria, Chipre, México, Equador e Honduras. Ao lado do Brasil, permaneceram no nível 4 Peru, Turquia e África do Sul, entre outros.

Mais de 30 países estão alocados no nível 1, de baixo risco, incluindo Israel, Islândia, Coreia do Sul e Malta. E alguns foram colocados em uma categoria de situação "desconhecida", como Irlanda, Sudão e Afeganistão - o CDC recomenda que americanos não viajem a esses destinos.

A classificação dos níveis de risco de viagem do CDC é diferente da do Departamento de Estado, que além dos fatores ligados a saúde envolve outros, como segurança.

Tags: covid-19 EUA flexibilização novo coronavírus pandemia recomendações a viajantes risco muito alto
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