Juíza deixa caso de menina estuprada que foi impedida de abortar em SC

Tribunal de Justiça decidiu na última quarta-feira por uma promoção "por merecimento" para a Magistrada Joana Ribeiro Zimmer.

Da redação,
Solon Soares/Agência ALESC
Magistrada é autora da decisão que negou à criança o procedimento para interromper a gestação.

A juíza Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso da menina de 11 anos que foi mantida em um abrigo para evitar que fizesse aborto autorizado em Santa Catarina. A magistrada é autora da decisão que negou à criança o procedimento para interromper a gestação.

Zimmer informou que foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí. Ela aceitou uma promoção e o convite, segundo ela, foi feito antes da repercussão do caso. O órgão especial do Tribunal de Justiça decidiu na última quarta-feira (15) por uma promoção "por merecimento".

Na manhã de hoje (21), a Justiça determinou que a menina voltasse a morar com a mãe. A advogada de defesa da família não deu detalhes sobre qual será decisão em relação ao aborto. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que está apurando a conduta da magistrada no processo.

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Tags: 11 anos aborto estupro estupro de vulnerável Joana Ribeiro Zimmer magistrada Santa Catarina
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