Polícia Federal começa a investigar origem do lixo nas praias do RN

Idem vem monitorando os locais afetados pelo acúmulo de resíduos sólidos.

Da redação,
Divulgação
Sesap emitiu recomendações gerais e específicas sobre as medidas e condutas a serem adotadas no tratamento do lixo na orla potiguar.

Depois de o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) do Rio Grande do Norte ter solicitado à Polícia Federal a abertura de um inquérito para apurar a chegada de mais de 3,5 toneladas de lixo nas praias do litoral potiguar pelo mar, a PF atendeu ao pedido e deu início às investigações sobre a origem do material encontrado.

Entre os resíduos sólidos que se acumulam em algumas praias do RN estão garrafas com rótulos em idiomas asiáticos, materiais escolares de Pernambuco e até lixo hospitalar, como seringas, ampolas e utensílios sujos de sangue. Até o momento, três tartarugas apareceram mortas nas praias atingidas, apesar de ainda não se saber se há alguma ligação das mortes com o lixo encontrado.

No Rio Grande do Norte, o aparecimento do lixo começou na quarta-feira (21), nas cidades de Baía Formosa, Canguaretama, Nísia Floresta, Maxaranguape e Tibau do Sul, onde fica a praia da Pipa. No sábado (24), a área atingida já se expandiu até a praia de Pirabuzios, entre as cidades de Nísia Floresta e Parnamirim, onde fica o maior cajueiro do mundo.

A origem do lixo, no entanto, ainda é desconhecida. O Idema vem monitorando os locais afetados.

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