SESI Escola SGA: Lousa Digital Interativa eleva interesse de alunos para aprender

Equipamento, instalado neste semestre em todas as salas do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, transforma salas de aula comuns em espaços mais criativos.

Da redação, Sesi,
Divulgação/Sesi
O ambiente tornou-se mais colaborativo, explica o gerente da unidade, Anderson Vieira, tanto para professores quanto para alunos.

A SESI Escola de São Gonçalo do Amarante é modelo e referência para todo o Brasil no uso de tecnologias educacionais, entre elas a lousa digital interativa. O equipamento, instalado neste semestre em todas as salas do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, transforma salas de aula comuns em espaços mais criativos e participativos com uso de tecnologia.

O ambiente tornou-se mais colaborativo, explica o gerente da unidade, Anderson Vieira, tanto para professores quanto para alunos. “A qualidade das aulas elevou o interesse em participar”.

Para os estudantes, explica Vieira, o uso da lousa com projeção de imagens, sonoridade, apresentação tridimensionais, a partir de softwares que rodam na plataforma, promovem uma experiência que motivam os alunos a questionar e interagir durante as aulas.

“Muitos dos nossos alunos são nativos digitais e já estão adaptados a maior conectividade, uso de tecnologias. O aluno sai do lugar habitual para outro em que pode observar, na prática, como se dão diversos processos, no ensino das mais variadas disciplinas, podendo ir ao quadro e interagir com conteúdo, manipular as cores primárias, por exemplo, e verificar como é o resultado ao olho humano”, afirma o gerente.

Por outro lado, explica ele, os professores saem ganhando ao atrair, com mais facilidade, a atenção dos alunos, exemplificando uma gama de conteúdos, de forma mais real, e que podem ser acessados por meio do aparelho. Para isso, os docentes da SESI Escola SGA foram capacitados com certificado internacional.

“São muitas as possibilidades de desenvolver o conteúdo, o que faz do professor um mediador do conhecimento e o aluno, um protagonista”, disse Anderson Vieira.

“Isso tudo nos prepara para o futuro”

A aluna Eloá Queirós, de 11 anos, do 6º ano do ensino fundamental, conta que o uso do dispositivo torna as aulas mais interessantes e atrativas, estimulando o envolvimento maior de todos os alunos, inclusive dos que não costumavam participar das aulas.

“A minha geração é muito conectada às tecnologias. Isso ajuda bastante, pois com a lousa digital a gente pode aprender ouvindo áudios, vendo vídeos, fazendo apresentação de trabalho e pesquisa, mexendo mais. Isso tudo nos prepara para o futuro, porque em breve esse será o modelo de quadro do futuro”, afirma a estudante.

Além disso, ela conta que os alunos da SESI Escola têm acesso a disciplina exclusiva da rede, como Oficinas Tecnológicas. “É incrível ver como o uso de todos esses recursos fazem com que a aula seja mais participativa e todos aproveitam mais e melhor”, destaca Eloá.

No Brasil apenas 1,2% das salas de aula possuem lousa digital. Enquanto que em países com maior desenvolvimento social, como Cingapura e Finlândia o equipamento está presente em 27% e 22%, respectivamente, das salas de aula.

Estudos, como a pirâmide de aprendizagem mostram que os alunos assimilam 10% do conteúdo ao ler, 20% ouvindo e 30% por meio da observação. Com a lousa digital interativa, que reúne todos esses métodos, o aprendizado varia entre 50% a 70%.

Professores avaliam ganhos para o ensino-aprendizagem com uso de dispositivo

Para o professor Smith de Oliveira Torres, de Matemática e Oficinas Tecnológicas, o equipamento digital surge como uma proposta que visa reverter o desinteresse, proporcionando uma maior autonomia, colaboração e, sobretudo, interação.

“Na contemporaneidade estamos inseridos em mundo altamente tecnológico, entretanto, a educação ainda utiliza de recursos ultrapassados através de metodologias monótonas. A abordagem dos conhecimentos com a lousa digital se torna mais dinâmica, pois possibilita novas formas de aprender e ensinar”, disse.

A ferramenta digital oferece uma série de possibilidades ao ensino, principalmente ao de Matemática, explica o professor, que é considerada uma matéria para poucos. “Com a interatividade oferecida pela lousa os alunos se sentem mais motivados a participar, tornando o aprendizado mais dinâmico e, sobretudo, o enriquecendo no campo da geometria espacial, álgebra, probabilidade e estatística, operações aritméticas e dentre outros”, observa. “Essa ferramenta enriquece tanto a aula, como a interação professor-aluno”, conclui.

Sheila Alves Pinheiro Lopes, professora de Ciências da Natureza, afirma que a lousa digital interativa vem contribuindo muito no processo de ensino-aprendizagem dos alunos durante as aulas de ciências. “Com o uso, as aulas tornaram-se mais dinâmicas, os alunos mais participativos, motivados e engajados.

A professora pontua que a introdução da nova tecnologia nas aulas possibilitou o desenvolvimento de atividades colaborativas com manipulação de processos biológicos como, por exemplo, a realização do processo da fotossíntese, que são realizados pelos próprios alunos no dispositivo e visualizado em 3D.

“Estudar genética, fotossíntese e anatomia animal, conteúdos de difícil compreensão entre os estudantes, foi sensacional!  Os alunos conseguiram observar estruturas, identificar e descrever processos bioquímicos e solucionar situações-problema propostas em sala de aula tornando o aluno um sujeito ativo no processo de aprendizagem. Nas aulas de ciências, nota-se um melhor rendimento em relação a aprendizagem conceitual dos alunos”, conta.

A utilização de gamificação no aparelho, acrescenta a professora, também demonstra que os alunos estão mais atentos às explicações dadas em sala de aula e compreendendo melhor o tema ao realizar a atividade de forma correta. “Essa nova tecnologia possibilita novas formas de ensinar e aprender de modo dinâmico, inovador e motivacional. Além de possibilitar uma melhor interação entre professor e alunos favorecendo, assim, uma construção coletiva do conhecimento”, destacou Sheila.

Tags: educação escola sesi
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