Rio Grande do Norte gera 3,7 mil empregos formais em 2019

Contudo, mês de dezembro registrou perda de cerca de 3 mil postos com carteira assinada.

Rafael Araújo, Caged,
Arquivo/Governo do Estado
Setor da agropecuária foi o terceiro maior gerador de empregos com carteira assinada no Rio Grande do Norte no ano passado.
O Rio Grande do Norte criou 3,7 mil empregos com carteira assinada durante o ano de 2019, é o que aponta um levantamento divulgado nesta sexta-feira (24) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ainda de acordo com dados do Ministério do Trabalho, apesar do saldo positivo no ano passado, o mês de dezembro no Estado sofreu a perda de 3.133 postos de trabalhos formais.

Os setores que mais empregaram e consequentemente contribuíram para o saldo positivo na criação de empregos, foram os de serviço (+2.161), construção civil (+951) e agropecuária (384).

Em contrapartida, os setores de administração pública (-39), indústria da transformação (-35) e extrativa mineral (-7) registraram perda dos postos de trabalho e impediram um crescimento ainda maior na criação de empregos.

EmpregosformaisnoRioGrandedoNorte

Estados e regiões

As cinco regiões fecharam o ano com saldo positivo. O melhor resultado absoluto foi o da região Sudeste, com a criação de 318.219 vagas. Na região Sul, houve abertura de 143.273 postos; no Nordeste, 76.561; no Centro-Oeste, 73.450; e no Norte, 32.576. Considerando a variação relativa do estoque de empregos, as regiões com melhores desempenhos foram Centro-Oeste, que cresceu 2,30%; Sul (+2,01%); Norte (+1,82%); Sudeste (+1,59%) e Nordeste (+1,21%).

Em 2019, o saldo também foi positivo para todas as unidades da federação, com destaque para São Paulo com a geração de 184.133 novos postos, Minas Gerais, com 97.720, e Santa Catarina, com 71.406.

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