Em dezembro: "Encontros Fest Bossa & Jazz" em Natal

Nicolau Frederico,

O ano ainda não acabou e, em 2020, a forma de conectar música ficou diferente e sempre buscando um jeito de aproximar. Entre vozes e ressoar de instrumentos, é sabido que o Rio Grande do Norte- RN é terra de gente talentosa. Vem aí o ENCONTROS FEST BOSSA & JAZZ, que propõe unir artistas do Estado em um show que vai entrar para a história da música potiguar.

Sob a direção musical e os arranjos de Eduardo Taufic, conhecido também por ter tocado ao lado de grandes nomes da MPB, como Elza Soares e Wilson Simonal, artistas já consagrados se unem a novos talentos para cantar o RN. Uma oportunidade para promover o intercâmbio musical entre as gerações e proporcionar renda para o segmento cultural de Natal.

Com o patrocínio do Governo Federal através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, Prefeitura Municipal do Natal e realização Juçara Figueiredo Produções, Encontros Fest Bossa & Jazz acontece no dia 10 de dezembro, na capital potiguar, e em formato híbrido: com presença do público, respeitando todas as normas de segurança para o combate a Covid-19, e transmissão simultânea pelo canal do Festival, no YouTube (www.youtube.com/FestBossaJazz), o que proporciona a expansão da arte norte-riograndense para além das fronteiras.

Com shows solo e em conjunto, intérpretes do Estado dividirão o palco por três horas, com uma banda exclusiva para o “Encontros”.

Em breve, mais informações!



Agora o Fest Bossa & Jazz vai de drive-in show na praia da Pipa

Evento é gratuito, com apresentações ao vivo em palco, transmitidas por frequência de rádio e simultaneamente pela web

Nicolau Frederico,

Em 2020 tudo se renova, se repensa para diminuir a saudade de alguns eventos e com o Fest Bossa & Jazz não é diferente. Nem deu para avaliar o sucesso do II Fest Bossa & Jazz Jam Session dos dias 2 e 3 de outubro passados, a produtora Juçara Figueiredo bota sua equipe de novo  em campo e anuncia   o Fest Bossa & Jazz Drive In Show, nos dias 30 e 31 de outubro.

Segundo Juçara, "pensando em estar próximo ao público e respeitando todas as normas de segurança que o momento pede, após duas edições do Home Sessions, uma em abril em alusão ao International Jazz Day, com todos os shows on-line e a segunda no início de outubro em formato híbrido em Natal-RN, agora é a vez da Praia da Pipa-RN". Ou seja, é como o velho ditado "o filho sempre à casa volta!".   

Idealizado e produzido por Juçara Figueiredo Produções, com o patrocínio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Lei Câmara Cascudo e Coca-Cola. Apoio Sympla, EVS Solar Energy, Michelle Tour, Luck Receptivo, G7 Comunicação, Cortez Online e VivePipa.com, o evento será em formato drive-in,tendo palco montado no local e som transmitido por frequência de rádio para os veículos e também exibido ao vivo pelos canais oficiais do Fest Bossa & Jazz, no YouTube e Facebook.

O público poderá curtir gratuitamente e com toda segurança dentro de seus carros, sendo permitido até quatro pessoas por veículo (incluindo o motorista), atrações como: Ana Canñas (SP), Sandra de Sá (RJ), Funkeria (PB), Mad Dogs (RN), Khrystal (RN), Liz Rosa (RN), Samara Alves (RN), Dudu Galvão (RN) e ainda um DJ convidado.

Como todo evento drive-in, não será permitido pedestres, bicicletas, motocicletas, veículos conversíveis ou com pessoas na parte externa, tendo que manter a distância de 2m entre as vagas. Para acessar a arena de shows, o carro será obrigatoriamente sanitizado, com medição de temperatura dos ocupantes no acesso ao local, onde haverá entrega de kits de segurança (máscaras descartáveis e sachês de álcool gel) personalizados pelo Festival. Toda a equipe de sinalização e atendimento estará uniformizada com EPIs. Será permitido sair do veículo somente para utilização do banheiro, usando máscara e mediante agendamento por aplicativo. O evento disponibiliza de cardápio via web e a entrega de bebidas e comidas é realizada no carro.

II Fest Bossa & Jazz Jam Session

A convite de Juçara e Luciano, produtores responsáveis pelo evento presencial/virtual realizado nos dias 2 e 3 deste mês, no Hotel Barreira Roxa, na Via Costeira, marquei presença e fiquei impressionado pelas apresentações presenciais no palco de Sérgio Groove (violão) e de Liz Rosa (voz). Ambos deram um verdadeiro show. Serginho, quando apresentou sua nova criação "João de Barro" ou "Barrinhos", como ele mesmo diz. Liz deu um verdadeiro show com sua voz suave e sua "mis-en-cene"!

Mais informações em breve! Siga nossas redes sociais:  Facebook | @festbossaejazz e Instagram | @festbossajazz



Juçara Figueiredo Produções convida você para este fim de semana de bossa & jazz

Nicolau Frederico,

A produtora Juçara Figueiredo repete a dose e convida você para um programa mais que especial neste primeiro fim de semana de outubro. 
É o 2º Fest Bossa & Jazz - Home Sessions 2020. Está com uma programação imperdível: a sexta (2) e o sábado (3) prometem garantir boa música a partir das 20h pelo YouTube/BandNatal. 
Confira a programação completa com link direto para o canal de transmissão.
Campanha de arrecadação de fundos voltada para o projeto Ilha de Música, idealizado e coordenado pelo trombonista Gilberto Cabral, na comunidade da África, localizada na zona norte da cidade.
Fest Bossa & Jazz - Home Sessions 
Conectando o Mundo Através da Música


Segundo 'Fest Bossa & Jazz - Home Sessions' começa na sexta-feira

Nicolau Frederico,

Com o sucesso do novo formato promovido no último mês de abril e a impossibilidade da realização do festival em seu formato totalmente presencial, a segunda edição do “Home Sessions” será realizada nos dias 2 e 3 de outubro (sexta  sábado desta semana), em formato híbrido, com apresentações ao vivo via Web e com presença de público convidado no Hotel Barreira Roxa, Via Costeira, em Natal. 

Aprovado pelo programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura da Cidade do Natal, o projeto conta com patrocínio da Unimed Natal, apoio cultural do SENAC RN e apoio da Beju Produções. O festival terá transmissão pelo canal oficial da Band RN no YouTube e apresentará 8 “lives” de artistas locais, nacionais e internacionais. Uma realização da Juçara Figueiredo Produções.

O 2º Fest Bossa & Jazz - Home Sessions está com uma programação recheada de grandes artistas, como Ed Motta, Sergio Groove e o encontro inédito de Dudu Galvão & Samara Alves entre outros que serão divulgados nos próximos dias, juntamente com a programação completa do festival.

Na sua primeira edição em abril, em comunhão com o evento, lançamos uma campanha de arrecadação de fundos para o Instituto Juvino Barreto, junto aos seguidores do festival e ao público e artistas participantes do evento, mantendo na versão online a preocupação com o impacto social do projeto, especialmente em um momento onde os idosos eram os principais atingidos pela pandemia.

Mantendo a mesma filosofia, porém ampliada para o impacto social da música na população de Natal, estaremos realizando campanha de arrecadação de fundos para o projeto Ilha de Música, idealizado e coordenado pelo trombonista Gilberto Cabral na comunidade da África na zona norte da cidade.

Acompanhe as mídias sociais e fique por dentro de tudo: Fest Bossa & Jazz Twitter Fest Bossa & Jazz  Facebook Fest Bossa & Jazz

Fonte: G7 Comunicação e Juçara Figueiredo Produções



Roberto Menescal, um arquiteto musical: entrevista com Cláudia Menescal

Nicolau Frederico,
Divulgação
Claudinha concedeu uma entrevista exclusiva a este Espaço MPB no Nominuto.com.

O terceiro livro sobre o músico, compositor e produtor Roberto Menescal já está à venda, mesmo nesta época de pandemia. A autora é sua sobrinha, Cláudia Menescal, pesquisadora e historiadora.

Claudinha concedeu uma entrevista exclusiva a este Espaço MPB no Nominuto.com, que segue abaixo, com as respectivas perguntas e suas respostas em podcast. 

Espaço MPB: Cláudia, como você soube de seu parentesco com o músico, compositor e produtor musical Roberto Menescal?

Espaço MPB: Conte um pouco sobre sua história de vida, de profissão e de sua ligação com a MPB!

Espaço MPB: Como historiadora e pesquisadora, o que te levou ao projeto do livro "Roberto Menescal, um arquiteto musical"?

Espaço MPB: Pelo que conheço do mestre, amigo e incentivador deste "Espaço MPB", Menescal não é muito afeito a pesquisas e estudos sobre sua vida. Entretanto, conheço e acompanhei os dois livros da jornalista paulista Bruna Fonte em co-autoria com ele. No caso de seu livro, como chegou ao acesso de seu acervo e das histórias de sua carreira musical, em especial na Bossa Nova? O que você encontrou de novo e de interessante? Soube que você teve de alterar seus planos no lançamento de seu livro, em decorrência da pandemia sanitária.


Nominuto e Espaço MPB na entrevista “live” com Roberto Menescal

Nicolau Frederico,

Iniciamos nesta semana uma série de entrevistas “live” com artistas da MPB que iniciaram a modalidade da Bossa Nova (1958) e depois de 62 anos ainda mantém e divulgam no Brasil e no exterior.

O primeiro entrevistado dessa série de live” é o músico, compositor e produtor musical Roberto Menescal.

Autor e produtor musical requisitado por artistas musicais nacionais e internacionais, Menescal conversa com o jornalista Nicolau Frederico, editor do blog “Espaço MPB” no portal NoMinuto.com, comentando sobre a estratégia de “lives” utilizadas pelos diversos artistas, em substituição aos shows presenciais, durante esta quarentena em prevenção ao CoronaVirus da COVID-19.


Confira a entrevista:



Tatty Lacerda, uma baianinha que canta e encanta na MPB

Nicolau Frederico,

Seu nome é Tatiane Lacerda Santana e nas redes sociais se apresenta como Tatty Lacerda. É baiana, natural da cidade de Barreiras, tem 32 anos e se diz apaixonada pela música.

Descobri esta baianinha em minhas navegações pelas mídias e redes sociais, um de meus principais hobbies, depois de leituras, fotografia e ouvir músicas de qualidade em meus bolachões, CDs e Spotify.

De imediato, ouvi com atenção suas gravações e sua voz me chamou atenção pela afinidade, entonação e domínio da melodia. Repassei para o mestre Roberto Menescal que conferiu a mesma conclusão minha: “Ela é ótima!” Também encaminhei para o amigo e expert potiguar, o empresário e produtor musical João Santana (o Joãozinho), que me perguntou: “Amigo, de onde é esta menina? Você a conhece?”.

Assim, não tive dúvidas. Entrei em contato com Tatty Lacerda que, gentilmente concedeu esta entrevista exclusiva ao Espaço MPB neste portal potiguar Nominuto.com  

1. Tatty, é uma grande satisfação conhecê-la e abrir este Espaço MPB para sua carreira. Agradeço sua gentileza e gostaria de saber como e quando você começou sua vida artística pessoal na música? Houve alguma influência de alguém da família ou de amigos?

Eu cresci ouvindo meu pai (in memoriam) tocando violão e minha mãe cantando nas horas vagas, em casa. Nada profissional. Então o gosto pela música vem de berço.

2. Qual foi sua primeira música que lhe encantou e que você soltou a voz!

Sampa de Caetano Veloso. Recordo que na minha adolescência meu irmão tocava violão e eu o acompanhava cantando Sampa. Nos versos finais que diz “Panaméricas de Áfricas utópicas, túmulo do samba mais possível, novo quilombo de Zumbi” me faltava fôlego (rsrs), mas eu gostava tanto e insistia. Essa foi realmente uma das canções que me encantou e me fez soltar a voz.

3. Parece-me que você recebeu algum treinamento para sua voz ser tão bem postada e posicionada nas canções que você canta. Há uma leve empostação e adequação nas melodias! Não é isso mesmo?

Não. Nunca tive aula de canto ou algo parecido. Meu contato com música foi somente em casa. Acredito que essa empostação ao qual se refere se deve ao fato de tanto ouvir música.

E quanto à interpretação eu procuro entender o que o compositor quis expressar, daí vem as minhas caras e bocas e entonação da voz.

4. Há quanto tempo você canta! Compõe e toca algum instrumento musical?

Eu canto desde criança. Comecei no coral da igreja católica e ainda hoje continuo. Faço parte também da Roda dos Amantes do Samba aqui na cidade. Essa Roda é um evento promovido pelo Instituto de Arte e Cultura que tem por objetivo fortalecer o samba na região e contribuir com projetos sociais.

Não componho e nem toco nenhum instrumento. Até o momento não. Meu irmão me presenteou com um ukulelê que ele mesmo fez. Sempre que possível assisto a vídeo-aulas e arrisco alguns acordes, mas ainda não aprendi tocar. Me falta um pouquinho de paciência e perseverança. (rsrs) Um dia eu chego lá.. Assim espero..

5. Participa de festivais musicais, de tournées aqui no Brasil ou no estrangeiro? Gostaria de participar?

Participei de dois grandes festivais de música aqui na Bahia. O primeiro em Bom Jesus da Lapa e o segundo em Ibotirama. Nesses dois festivais defendi as músicas do meu amigo poeta Clerbet Luiz. No primeiro não fui classificada. Já no segundo, alcancei a 4ª premiação na companhia de dois grandes artistas aqui da minha cidade: Ramon Arievilo e Bella Cruz. Já recebi convites para festivais futuros e pretendo participar.

6. Tem algum long-play, CD ou « streaming » gravado! Algum contrato firmado? Já foi procurada ou teve alguma proposta neste sentido.

Tive a honra de participar de um cd regional, composições do amigo poeta que citei acima. Sobre contratos e propostas nada firmado no momento.

7. Tem preferência por alguma modalidade de música ou por algum compositor(a) ou cantor(a)?

A MPB me encanta. Dentro da MPB eu diria que as duas modalidades que mais me fascina é a bossa e o samba. Ouço muito Caetano, Bethânia, Beth Carvalho,  Tom Jobim, João Gilberto, Elis Regina, Chico Buarque e muitos outros grandes da MPB.

8. Fale um pouco sobre seus projetos para o ano que se inicia?

Nunca pretendi cantar profissionalmente, Nicolau. Sempre pensei na música como uma diversão, distração, sabe!?

Minha família e meus amigos sempre me deram o maior incentivo. Confesso que nunca dei crédito para os elogios recebidos, pois me enxergo de uma forma diferente. Percebo sim que sou afinada, mas não me vejo da forma que eles me enxergam. Então acho que é esse o motivo de não ter tido o interesse de ingressar na música de forma profissional.

Esse ano eu pretendo deixar rolar. Se caso surgir algo que me leve a crescer na música, eu estou aqui. Vou me deixar guiar pelo que vier de bom da música. Esse é o meu plano para 2020.

Agradeço a oportunidade de poder contar um pouquinho da minha história aqui no ESPAÇO MPB e aproveito para desejar um bom início de ano a toda equipe do portal NOMINUTO.COM e todos os internautas que acompanham esse jornal virtual. Um abraço.

Esta é a nossa baianinha que descobri na Web. Um carvãozinho que esconde uma preciosidade em nossa MPB. Disso não tenho dúvidas! Confira você mesmo neste seu vídeo. Clique aqui e constate! 

Com informações e fotos cedidas por Tatty Lacerda

Maria Luiza Jobim saúda a todos e apresenta seu primeiro álbum "Casa Branca"

Nicolau Frederico,

Abro este espaço para o pesquisador musical Sérgio Brasil saudar e apresentar a mais nova intérprete de nossa MPB. E ela vem com sangue e tradição forte de seu pai, mestre, maestro, músico e compositor.... diga lá, Sérgio Brasil:   

"Bom dia minha Gente "culta"....
Essa linda "menina" é MARIA LUIZA JOBIM, á filha mais jovem do "saudoso" Maestro Soberano A.C.JOBIM e que agora vem com esse disco "CASA BRANCA" pra mostrar o seu talento......

Filha de Tom Jobim, Maria Luiza Jobim lançou o primeiro álbum solo da carreira nesta sexta-feira (25). 
Casa Branca traz 8 faixas que abordam as memórias da cantora de 32 anos de idade, o amor contemporâneo e a maternidade em uma mistura de gêneros que vai do eletrônico a bossa nova.
"Foi uma escolha muito natural gravar meu pai nesse trabalho porque foi onde a música começou pra mim. Ele tocando, os ensaios que aconteciam em casa, nós dois cantarolando... Meditation entrava nesse repertório e é uma referência pra mim", explica Maria Luiza. Confira o disco aqui!
Para ela, o disco tem essa referência à casa que morou, mas simboliza também espaço interno. Casa Branca é onde tudo começou. É uma carta de agradecimento ao meu passado, à minha infância e todo amor que recebi", conta ela, que começou a compor o disco grávida da primeira filha. "A maternidade me fez dar esse mergulho na minha infância. Depois naturalmente fiz uma música para minha filha", lembra mencionando a faixa Antônia, que encerra o álbum."

Sérgio Brasil


Ricardo Baya, Diogo das Virgens e Los Charkys na 1ª noite do Fest Bossa & Jazz em Gostoso

Nicolau Frederico,

“Ricardo Baya convida Diogo das Virgens” abriu ontem a sequência dos quatro dias desta semana – quinta (10), sexta (11), sábado (12) e domingo (13) – do Fest Bossa & Jazz 2019 – 10 anos na praia de São Miguel do Gostoso, que a Juçara Figueiredo Produções leva aos palcos dos pólos Maceió e Xêpa, como apoio de diversos parceiros.

Ricardo Baya

Ricardo Baya é potiguar, músico, guitarrista, arranjador, compositor e produtor musical com 20 anos de carreira. Já participou de diversos shows com artistas locais e internacionais e se considera um etnomusicista a procura sempre de valorizar a música brasileira.

O primeiro curso de música foi aos 10 anos de idade, quando decidiu aprender a tocar bateria na Escola de Música Waldemar de Almeida, no bairro Petrópolis de Natal. Nessa época também ingressou em sua primeira banda, onde tocava rock. Foi quando ganhou um violão da avó que passou a se interessar pelo mundo das cordas.

Entre outras colaborações, Ricardo Baya já tocou, gravou e participou de inúmeros trabalhos pelo Brasil, América do Sul e Europa. Colaborou com artistas como: Benito de Paula, Lane Cardoso, Walquiria Santos, Antônio de Padua, Sérgio Groove, Darlan Marley, Khrystal, Sueldo Soares, Jair Rodrigues, Rogério Pitomba, Valéria Oliveira, Rosa de Pedra, Xangai, Cátia de França, Pedro Mendes, Maíra Salles, Camila Masiso, Eduardo Taufic, e tantos outros.

Com uma marca consolidada, Baya busca sempre impor sua personalidade por onde passa contribuindo com sua criatividade e versatilidade, sendo um dos maiores destaques entre os guitarristas do país.

Diogo das Virgens

Filho do jornalista Petit das Virgens e de Iracema, o convidado de Baya para abrir o Fest Bossa & Jazz 2019 em São Miguel do Gostoso, o músico, cantor e publicitário Diogo das Virgens, carrega em suas veias o som da música popular brasileira desde criança. Ele concedeu uma entrevista exclusiva ao “Espaço MPB” neste “Nominuto.com”, que segue aqui em “podcast” ....




Los Charkys

O grupo Los Chaskys foi criado em meados de 2005 e é formado por músicos Peruanos que acabaram fixando-se na Pipa. Formado por Ricardo Reyes Marin (voz e violão), Elman Reyes Marin (guitarra e vocais), Santiago Scandel e Gabriel Ceballos (percussão e vocais), o grupo levou ao palco do Fest Bossa & Jazz 2019 – 10 anos, no polo Praia de Maceió, o frescor e suingue de ritmos latinos como Salsa, Cumbia, Merengues e Boleros.

Programa desta sexta

Nesta sexta-feira (11), pela manhã e tarde, no Centro Cultural de Gostoso acontecem oficinas de “Percussão corporal”, com André Renan e “O que é esse tal de Jazz”, por Luciano Prates. 

A partir das 19h30 o cortejo da “Bossa & Jazz Street Band” arrasta o público pelas ruas e praias parahttps://youtu.be/0gcBxL0aUxY o grandioso na Praia da Xêpa, onde serão realizados três grandes shows: Sesi Big Band convida Duo Tauffic (20 horas), Ricardo Silveira - RJ (21h30), Funkeria – PB (23 horas). Às 23h50 haverá uma Jam Session no  Bar Trem das Onze, encerrando a segunda noite do Festival.

Sons de jazz, bossa e blues inundam a praia de Gostoso esta semana

Nicolau Frederico,

As águas mornas, os ventos fortes, a extensa faixa de areia e o acolhimento nas pousadas e hotéis vão se somar aos sons do jazz, bossa e blues . Esse é o cenário do Fest Bossa & Jazz 2019 que acontece de 10 a 13 de outubro, em São Miguel do Gostoso-RN. No line-up, um verdadeiro intercâmbio musical com bandas locais, nacionais e internacionais, somando 12 shows gratuitos. Com um grande palco na Praia da Xêpa, para shows noturnos, três polos diurnos, e as tradicionais Jam Sessions, realizadas ao final das noites.

Atrações como Ricardo Baya Trio convida Diogo das Virgens (RN), Los Chaskys (Peru), Bossa & Jazz Street Band (RN), Sesi Big Band convida Duo Taufic (RN), Ricardo Silveira (RJ), Funkeria (PB), Erickson Grillo (RN), Melly (BA/RN), Filarmônica Monsenhor Honório (RN), Khrystal (RN) e  Blues Beatles (SP) movimentarão as ruas e praias do município durante quatro dias. Por ser uma pequena vila de pescadores, com aproximadamente 80 pousadas, o turismo de massa não é presente na região. Segundo Umberto Montalto, presidente da Associação dos Empresários de Gostoso, quem visita o lugar receberá um atendimento personalizado, o que, segundo ele é o diferencial da região.

Juçara Figueiredo, produtora cultural e responsável pelo Fest Bossa & Jazz explica o novo formato: "Era um formato fechado, feito em uma casa de shows na Via Costeira de Natal, para 600 pessoas, algo intimista. Eram quatro dias também, mas em outro formato, todo mundo sentado em mesa. O primeiro foi em abril de 2010", narra. Em Pipa, a primeira vez foi em 2011, gratuito, mas apenas em um dia, quando a idealizadora ainda tateava as possibilidades. A partir de 2012, o festival migrou para Pipa e por lá permanece até hoje.

Programa musical 

A abertura da parte musical fica por conta de Ricardo Baya Trio convida Diogo das Virgens (RN), a partir das 20h, no Polo Maceió. Em seguida, às 21h30, o grupo Los Chaskys (Peru) leva todo o suingue de ritmos latinos. Para finalizar a primeira noite, Jam Session, no Palmira Restaurante.

Na sexta (11.10), a Bossa & Jazz Street Band sai em cortejo pelas ruas, às 19h30 rumo a Praia da Xêpa, onde a Sesi Big Band convida Duo Taufic (RN) sobem ao palco, a partir das 20h. O carioca Ricardo Silveira, que traz um repertório baseado em toda sua carreira toca as 21h30 e a big band, Funkeria (PB), que promete colocar todo mundo para dançar, às 23h. Depois, Jam Session, no Bar Trem das Onze.

No sábado (12.10), a musicalidade desperta já a partir das 14h30 com cortejo da Bossa & Jazz Street Band, partindo para o Polo Idílico com shows de Erickson Grillo (RN) e Melly (BA/RN). A noite, a Filarmônica Monsenhor Honório (RN) transforma as areias da Praia da Xêpa em um verdadeiro espetáculo a céu aberto, sob a regência de Damião Senna às 20h. Em seguida, a potiguar Khrystal canta Elis em apresentação exclusiva, e finalizando a noite nos palcos, o grupo Blues Beatles (SP), que vem conquistando fãs no mundo todo pelo encontro da sonoridade vocal dos Beatles e ritmo contagiante do blues. E as 23h50, o Spaço Mix recebe Jam Session. No último dia (13.10) de Festival, a programação é toda diurna, com cortejo às 13h30 e shows de Melly e Funkeria, no Polo Jack Sparrows.

O Fest Bossa & Jazz é realizado com o apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte - SETUR, com recursos oriundos do projeto Governo Cidadão, parceria do SESI/RN e realização da Juçara Figueiredo Produções. Conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de São Miguel do Gostoso, e com o apoio da AE Gostoso – Associação dos Empreendedores de São Miguel do Gostoso e Região, do Mantra Residence Gostoso, Café Santa Clara, Vital Supermercado, Michelle Tour, G7 Comunicação, Cooperativa Gostoso Recicla, Besouro Branco - Pipa Fotos, Natal Groove; Cerveja Oficial Raffe.

Oficinas e Workshops

O Festival também propaga valores culturais e sociais em diversos âmbitos, através das oficinas e workshops. No primeiro dia (10.10), tem oficina para alunos da rede pública de 06 a 12 anos, sobre a “Construção de Instrumentos com Material Reciclado”, ministrada pela artista plástica, Cristina Lunardi.

Na sexta (11.10), o arte-educador, André Renan, trabalha questões ambientais com o “Tocando e Preservando”, através de palestra e prática de percussão corporal. Também na sexta (11.10 – para alunos de 06 a 12 anos), o produtor Luciano Prates conversa sobre “O que é esse tal de Jazz”.

E,excepcionalmente em São Miguel do Gostoso, a oficina terá uma edição aberta ao público, adulto e infantil, no domingo (13.10). No sábado (12.10), workshop musical, com o compositor, cantor e guitarrista, Gabriel Yang, na oficina “Construção de Guitarras Artesanais ‘Cigar Box’” para guitarristas e entusiastas (inscrições através do [email protected]). Todas essas atividades acontecem no Centro de Cultura de Gostoso.

Fest Bossa & Jazz – 10 Anos

Consolidado no calendário potiguar, o Fest Bossa & Jazz, realizado por Juçara Figueiredo Produções, surgiu em 2010 e já realizou 19 edições em quatro cidades do Rio Grande do Norte (Natal, Pipa, São do Miguel do Gostoso e Mossoró), somando mais de 170 atrações nacionais e internacionais do jazz, bossa e blues.  Uma mistura de ritmos que já reuniu um público estimado em quase meio milhão de pessoas ao longo das edições.

Nesses 10 anos, passaram pelos palcos do Festival, artistas internacionais como J.J. Jackson, Willie Walker, Donny Nichillo, Jose James, Galactic, Erica Falls, Stanley Jordan, Indiana Noma, Jai Malano, Grana Louise, Eric Gales, Larry MacCray, Glen David de Andrews, Alabama Myke, Raphael Wressnig, The Cinelli Brothers, Indiana Nomma e muitos outros. Na lista de nacionais, nomes como Ivan Lins, Ed Motta, Lenine, Leny Andrade, Yamandu Costa, Roberta Sá, Marcos Valle, Wanda Sá, Mauro Senise, Leila Pinheiro, Osmar Milito, Roberto Menescal, Mestrinho, Sandra de Sá, João Donato, Lan Lanh, Blues Beatles, Taryn Szpilman, Banda Terráquea e Cacá Magalhães e muito mais.

O evento também promove o intercâmbio musical entre nomes já consagrados e novos expoentes da música e atua no incentivo, aprimoramento e formação de músicos do Estado, além de propagar valores culturais e sociais em diversos âmbitos na oferta de oficinas gratuitas destinada aos jovens da rede pública de ensino e workshops para estudantes, curiosos e amantes da música.

Veja a programação completa aqui: www.festbossajazz.com.br 


Tudo pronto para o Fest Bossa & Jazz em São Miguel do Gostoso

Nicolau Frederico,

Na esquina da América do Sul, onde o vento faz a curva e com extensa faixa de areia. Esse cenário é em São Miguel do Gostoso-RN, local para a segunda edição do Fest Bossa & Jazz 2019, que acontece de 10 a 13 de outubro.Realizado por Juçara Figueiredo Produções, o festival está no município pela terceira vez e é gratuito.

Após sucesso na praia de Pipa-RN, em agosto, o Fest agora se prepara para levar os sopros do jazz para o outro paraíso potiguar. Com formato alicerçado às características de São Miguel do Gostoso, a estrutura terá um grande palco na Praia da Xêpa, com shows noturnos,e polos diurnos em outras praias do município. A abertura do Festival acontece na quinta-feira (10.10), às 20h, no Polo Praia de Maceió. E, como não poderia ser diferente, também tem oficinas socioambientais e workshops musicais.

Oficinas para comunidade e visitantes

Já no primeiro dia (10.10), tem oficina para alunos da rede pública de 06 a 12 anos, sobre a “Construção de Instrumentos com Material Reciclado”, ministrada pela artista plástica, Cristina Lunardi. Na sexta (11.10), o arte-educador, André Renan, trabalha questões ambientais com o “Tocando e Preservando”, através de palestra e prática de percussão corporal. Também na sexta (11.10 – para alunos de 06 a 12 anos), o produtor Luciano Prates conversa sobre “O que é esse tal de Jazz”. E,excepcionalmente em São Miguel do Gostoso, a oficina terá uma edição aberta ao público, adulto e infantil, no domingo (13.10). No sábado (12.10), workshop musical, com o compositor, cantor e guitarrista, Gabriel Yang, na oficina “Construção de Guitarras Artesanais ‘Cigar Box’” para guitarristas e entusiastas (inscrições através do [email protected]). Todas essas atividades acontecem no Centro de Cultura de Gostoso.

Atrações musicais regionais, nacionais e internacionais

No setor das atrações musicais, no line-up a Blues Beatles (SP) é presença confirmada. Recém-chegados de uma turnê nos Estados Unidos, a banda vem conquistando fãs no mundo todo pelo encontro da sonoridade vocal dos Beatles e com ritmo contagiante do blues, fazendo uma música poderosa e ao mesmo tempo agradável. Formada por Marcos Viana na voz principal, Flávio Naves no Hammond B3 e piano, Igor Prado na guitarra, Bruno Falcão no baixo e backing vocal, Fred Barley na bateria e backing vocal. O resultado é um show inovador. https://www.youtube.com/watch?v=xaDsbnhK2CQ

O baterista autodidata, Erickson Grillo (RN), também faz parte da programação. Em maio deste ano lançou seu primeiro trabalho solo “Trilhando”, com composições próprias e parcerias no universo da música instrumental. No disco, participações de nomes, como: Jubileu Filho, André Neiva, Antônio de Pádua, Diego Brasil, Ricardo Bava e outros. https://www.youtube.com/watch?v=osxNP2jqMyM

O grupo Los Chaskys, formado pelos músicos peruanos, Ricardo Reyes Marin (voz e violão), Elman Reyes Marin (guitarra e vocais), Santiago Scandel e Gabriel Ceballos (percussão e vocais) são fixados na Praia da Pipa e levam todo o frescor e suingue de ritmos latinos como Salsa, Cumbia, Merengues e Boleros para São Miguel do Gostoso. https://www.youtube.com/watch?v=dOB-Cj35xmg

E a Filarmônica Monsenhor Honório, de Macau-RN, fundada em 1910 pelo Padre Joaquim Honório da Silveira, atualmente conta com 50 integrantes e está sob a regência de Damião Senna leva toda sua experiência ao Festival. https://www.youtube.com/watch?v=ji-4PWDL82s

O Fest Bossa & Jazz é realizado com o apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte - SETUR, com recursos oriundos do projeto Governo Cidadão, e realização da Juçara Figueiredo Produções. Conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de São Miguel do Gostoso, e com o apoio da AE Gostoso – Associação dos Empreendedores de São Miguel do Gostoso e Região, e do Mantra Residence Gostoso.

Fest Bossa & Jazz – 10 Anos

Consolidado no calendário potiguar, o Fest Bossa & Jazz, realizado por Juçara Figueiredo Produções, surgiu em 2010 e já realizou 19 edições em quatro cidades do Rio Grande do Norte (Natal, Pipa, São do Miguel do Gostoso e Mossoró), somando mais de 150 atrações nacionais e internacionais do jazz, bossa e blues.  Uma mistura de ritmos que já reuniu um público estimado em quase meio milhão de pessoas ao longo das edições.

Nesses 10 anos, passaram pelos palcos do Festival, artistas internacionais como J.J. Jackson, Willie Walker, Donny Nichillo, Jose James, Galactic, Erica Falls, Stanley Jordan, Indiana Noma, Jai Malano, Grana Louise, Eric Gales, Larry MacCray, Glen David de Andrews, Alabama Myke, Raphael Wressnig, The Cinelli Brothers, Indiana Nomma e muitos outros. Na lista de nacionais, nomes como Ivan Lins, Ed Motta, Lenine, Leny Andrade, Yamandu Costa, Roberta Sá, Marcos Valle, Wanda Sá, Mauro Senise, Leila Pinheiro, Osmar Milito, Roberto Menescal, Mestrinho, Sandra de Sá, João Donato, Lan Lanh, Blues Beatles, Taryn Szpilman, Banda Terráquea e Cacá Magalhães e muito mais.

O evento também promove o intercâmbio musical entre nomes já consagrados e novos expoentes da música e atua no incentivo, aprimoramento e formação de músicos do Estado, além de propagar valores culturais e sociais em diversos âmbitos na oferta de oficinas gratuitas destinada aos jovens da rede pública de ensino e workshops para estudantes, curiosos e amantes da música.

Mais Informações no site www.festbossajazz.com.br |



Fest Bossa & Jazz divulga programação completa da edição 2019 na Praia de Pipa

Nicolau Frederico,

nicolau-mUm dos maiores festivais no segmento de jazz, blues do Brasil, o Fest Bossa & Jazz, comemora 10 anos em 2019 e, para celebrar, deu início aos festejos no Mirante Sunset Bar, no último sábado (13), onde divulgou a programação completa do evento, que acontece de 15 a 18 de agosto, na Praia de Pipa-RN.

O evento é realizado com o apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Norte - SETUR, com recursos oriundos do projeto Governo Cidadão, e Juçara Figueiredo Produções. Conta com o patrocínio da Prefeitura de Tibau do Sul, Movimento Preserve Pipa, parceria Café Santa Clara, através da Lei Câmara Cascudo do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O Fest Bossa & Jazz repete o sucesso da última edição e segue com a proposta de deixar o público mais próximo dos artistas, no melhor estilo de News Orleans (EUA).

O formato permite espalhar música aos quatro cantos de Pipa e gerar contato intimista através dos pockets shows gratuitos entre ruas, galerias e praças no período noturno, distribuídos em cinco polos ao longo da avenida principal, a Baia dos Golfinhos. Já à tarde, os shows acontecem em três restaurantes na praia do centro. No total, são 22 bandas, em 48 apresentações durante os quatro dias de evento, além das Jam Sessions, realizadas ao final da noite, quando músicos e público sem unem para improvisar e cantar.

Entre atrações locais, nacionais e internacionais, a edição reúne nomes como Lan Lanh (BA/RJ), que está há mais de 30 anos na estrada, fazendo vibrar o som em ritmos que pulsam em corda, couro e madeira. A percussionista é referência no meio e pioneira do Cajón (instrumento) no Brasil. Acompanhada pelo violão seis/sete cordas de Guto Menezes e o cavaquinho cinco cordas de João Felippe, Lan Lanh traz para o Fest um show com o DNA de uma artista que navega por todos os mares do afro, seja ele num baião, nos sambas de roda, num arranjo flamenco para o chorinho "Santa Morena", de Jacob do Bandolim, ou nas batidas para "Taiane", frevo de Osmar Macedo, o criador do Trio Elétrico”. https://www.youtube.com/watch?v=eAqwYG2qGz4

A banda The Cinelli Brothers (Inglaterra), consagrados por suas expressivas apresentações na capital inglesa, é formada pelos irmãos Marco (guitarra, voz e composição) e Alessandro (bateria, voz e arranjos) que interpretam clássicos como Back Door Man, de Willian Dixon, e até mesmo Kiss, de Prince. Os irmãos prometem contagiar com o blues, soul e r&b. https://www.youtube.com/watch?v=i8WEvlhVoF4

Moraes, Mathisen e Zimring Trio, formada pelo paraibano Gabriel Moraes (guitarrista, arranjador e diretor musical), o norueguês Per Mathisen (baixista) e o israelense Utsi Zimring (baterista e compositor) vêm em primeira apresentação no país, trazendo o novo trabalho com composições inéditas, fruto da conexão entre Brasil, Noruega e Israel. Para a vinda do baterista Utsi, o festival contou com a parceria da Embaixada de Israel no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=YkqFoHfnZ_o

Esse time de artistas se juntam a mais 19 atrações, Banda Terráquea & Cacá Magalhães (BA), Brazuka Jazz (RN), Indiana Nomma (Honduras e RJ) e Duetto Cabroso (RN), Darlan Marley Quarteto (RN), Gabriel Yang (CE), Arthur Philipe & Quintessence (PE), Chico Bethoven & Regional Choro do Elefante (RN), Macumbia (PB), Clara Menezes (RN), Duo Rock Cello & Piano (RN), Gumbo Blues (CE), Duo Jubileu Filho & Cacá Velloso (RN), Jammin” (RN), Blues Sinners (PE/RN), Pablo Osta (ARG), Fernanda Fialho (CE), Quarteto da Pipa (URU/ SP/CE/ BA), Bossa & Jazz Street Band (RN).

Muito além da música, o Fest Bossa & Jazz atua também em ações socioambientais com palestras, caminhadas ecológicas, oficinas e workshops musicais. Já na quinta e sexta-feira (15 e 16 de agosto) tem palestra musical para crianças da comunidade, com Luciano Prates em ‘O que é esse tal de Jazz’; no sábado (17 de agosto), o músico brasileiro Gabriel Yang ministra o workshop musical para guitarristas e entusiastas, durante quatro horas, com a ‘Construção de Guitarras Artesanais “Cigar Box’’; no domingo (18 de agosto), uma roda de conversa para músicos locais sobre ‘Viver da Música: Realidade e Desafios’, com a cantora e compositora hondurenha, Indiana Nomma.

Após passagem por Tibau do Sul, o evento segue para Mossoró, de 19 a 21 de setembro e, por fim, São Miguel do Gostoso, de 10 a 13 de outubro.

Fest Bossa & Jazz – 10 Anos

Consolidado no calendário potiguar, o Fest Bossa & Jazz, realizado por Juçara Figueiredo Produções, surgiu em 2010 e já realizou 18 edições em quatro cidades do Rio Grande do Norte (Natal, Pipa, São do Miguel do Gostoso e Mossoró), somando mais de 150 atrações nacionais e internacionais do jazz, bossa e blues.  Uma mistura de ritmos que já reuniu um público estimado em mais de 300 mil pessoas ao longo das edições.

Nesses 10 anos, passaram pelos palcos do Festival, artistas internacionais como J.J. Jackson, Willie Walker, Donny Nichillo, Jose James, Galactic, Erica  Falls, Stanley Jordan, Indiana Noma, Jai Malano, Grana Louise, Eric Gales, Larry MacCray, Glen David de Andrews, Alabama Myke, Raphael Wressnig e muitos outros. Na lista de nacionais, nomes como Ivan Lins, Ed Motta, Lenine, Leny Andrade, Yamandu Costa, Roberta Sá, Marcos Valle, Wanda Sá, Mauro Senise, Leila Pinheiro, Osmar Milito, Roberto Menescal, Mestrinho, Sandra de Sá, João Donato, Blues Beatles, Taryn Szpilman e muito mais.

O evento também promove o intercâmbio musical entre nomes já consagrados e novos expoentes da música e atua no incentivo, aprimoramento e formação de músicos do Estado, além de propagar valores culturais e sociais em diversos âmbitos na oferta de oficinas gratuitas destinada aos jovens da rede pública de ensino e workshops para estudantes, curiosos e amantes da música.

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Encontro com João Gilberto

Nicolau Frederico,

Um dos criadores do novo gênero musical que surgiu em fins da década de 50 no Brasil acaba de nos deixar neste sábado (6). Poucos sabem que ela era natural da Bahia, terra de grandes artistas, compositores e músicos de nossa MPB. João Gilberto, que chegara nessa época ao Rio de Janeiro, trouxe na batida de seu violão aquele toque mágico que permanece nesses 61 anos da Bossa Nova

Uma jornalista carioca que por anos integrou a equipe de editoria do Jornal do Brasil, Maria Lúcia Rangel, filha de outro jornalista que marcou época e história, Lúcio Rangel, e casada com o jornalista e escritor Sérgio Augusto, relembra o seu histórico encontro com João Gilberto.   

"Foi em novembro de 1962 que vi João Gilberto pela primeira vez. Andava com meu pai num final de tarde pela Visconde de Pirajá quando um táxi parou e dele saiu correndo, em nossa direção, ninguém menos que João Gilberto. Fiquei atônita quando ele abraçou meu pai e disse: “Lucio, estou indo fazer um show no Carnegie Hall. Reza pra mim”. Voltou correndo em direção ao aeroporto e ao sucesso.

Anos depois, em Nova York, fui com Tunga à casa de um diplomata que não saía do telefone. Depois de muito tempo perguntei baixinho com quem ele estava falando: “Com João Gilberto”, sussurrou. Pedi o telefone e ele me avisou que João não falava com ninguém: “Diz que é a filha do Lucio Rangel”. Imediatamente começamos a conversar. E como conversamos. Sempre ao telefone. No dia seguinte ele me acordou. Voltei para o Brasil e ele me ligava toda madrugada, tipo meia-noite, e falávamos até 3, 4 da manhã. Até que tive que dispensar nosso divertimento. Trabalhava num jornal matinal televisivo e não dei conta do cansaço.

No dia 14 de maio de 1988 consegui vê-lo no Carnegie Hall. Privilégio. Vi outras duas vezes: o show gravado e dirigido por Daniel Filho e, maravilha, João e Tom no Municipal. A última vez que nos falamos, ele no Brasil e eu na casa de Bebel em Nova York, foi por insistência de sua filha: “Fala com papai. Ele gosta tanto de você que vai gostar de saber que eu estou bem”.

Nos últimos tempos sabia dele por Miúcha. Muitas vezes ela interrompia nosso papo porque João estava ligando. Agora estão juntos. Que céu musical neste dia tão triste pra nós que ficamos."

Com a cortesia da jornalista Maria Lúcia Rangel


Gravadoras brasileiras: resumo da ópera

Nicolau Frederico,

O jornalista e escritor carioca Ruy Castro, biógrafo de personalidades como o saudoso bicampeão mundial Garrincha, a cantora Carmen Miranda e o jornalista, escritor e cronista Nelson Rodrigues, publica em sua dominical de hoje (30), na Folha de São Paulo, um interessante artigo.

Ruy, também pesquisador e historiador de nossa Música Popular Brasileira (MPB), faz um "resumo da ópera" sobre as gravadoras de discos brasileiras desde o inicio do século XX (1902) até os seus finais (1999). E chega a uma conclusão que nos mostra o motivo pelo qual nossa MPB vem perdendo terreno para outros gêneros musicais. E olha que a Bossa Nova chega aos seus 61 anos de criação!

Vale conferir aqui

       


Os Bossa Nova

Nicolau Frederico,

Obrigado, amigo. Faremos o possível para realizar um show à altura de nossos amigos amantes de nossa música”, foi a mensagem que recebi do amigo, músico, compositor e produtor musical capixaba, mas de coração carioca, Roberto Menescal, ao responder minha mensagem de sucesso na comemoração dos 60 anos da Bossa Nova, neste final de semana (sábado, 22 e domingo, 23), no Blue Note, na cidade do Rio de Janeiro.

E a notícia é esta mesmo! Quatro compositores fundamentais do movimento musical que floresceu no final da década de 50 e ganhou o mundo a partir do célebre concerto no Carnegie Hall, em 62, se reúnem para celebrar os 60 anos da batida diferente com uma série de shows e o relançamento do CD “Os Bossa Nova”, originalmente editado em 2008 pela Biscoito Fino, com João Donato (voz e piano), Marcos Valle (voz e piano), Carlos Lyra (voz e violão) e Roberto Menescal(voz e violão).

“A bossa nova nasceu na zona sul do Rio de Janeiro em encontros de jovens compositores que, antes de Tom Jobim, Vinicius de Moraes e João Gilberto entrarem em cena, já se encontravam para trocar ideias musicais nos bares, apartamentos e praias cariocas, em busca de uma música que os representasse. Ouvintes de jazz, bolero, música francesa e dos impressionistas, a geração da bossa foi diretamente influenciada melódica e harmonicamente por esses ritmos, buscando retratar o cotidiano da juventude que crescia em Brasil próspero.”, afirma o release da gravadora.

E continua esclarecendo que “em uma das primeiras apresentações de Carlos Lyra, Sylvia Telles, Roberto Menescal e Luiz Eça, o diretor do Clube Hebraica, por não saber como chama-los, saiu-se com o nome de Os Bossa Nova. Eles gostaram e começaram a chamar de bossa nova a música que faziam. Carlos Lyra, carioca de Copacabana, frequentava o Bar do Plaza, onde encontrava João Donato, acreano que vinha da Tijuca para ouvir Johnny Alf e as harmonias sofisticadas que fizeram dele o precursor da bossa.”

Em Copacabana, acrescenta que “morava o capixaba Roberto Menescal, que frequentava o mesmo colégio de Lyra e se aproximou do carioca quando soube que ele já tinha uma música gravada. Os dois começaram a tocar juntos e Menescal, estimulado por Carlos Lyra, passou a fazer solos inspirados em Barney Kessel, seu ídolo da época.”

Também registra que “o então menino Marcos Valle, carioca filho de paraenses e descendente de alemães, também vivia no bairro e juntou-se ao grupo para criar o estilo musical que segue influenciando gerações de músicos, em todo o mundo.”

Assim, informa que “reunidos em 2008 para gravar o álbum "Os Bossa Nova", João Donato, Roberto Menescal, Carlos Lyra e Marcos Valle retomaram alguns de seus clássicos, como “Vagamente”, “Até quem sabe”, “Samba do carioca”, “Balansamba” e “Gente”. “

Finaliza, lembrando que “a reedição que chega agora às plataformas digitais e lojas físicas, traz duas novas faixas bônus: “Último aviso” (João Donato e Marcos Valle), e “Sambeando” (Roberto Menescal e Carlos Lyra). Além do relançamento do álbum, os quatro têm promovido encontros nos palcos, em um show batizado com o nome do projeto.”

A produtora carioca Regina Oeiro é a responsável pela realização dos dois shows deste final de semana, na boite Blue Note, com todos os ingressos da bilheteria esgotados deste o início desta semana, como informa em sua página na rede social do Facebook.

Salve os 60 anos da Bossa Nova!

(com informações da gravadora Biscoito Fino)  

FAIXAS

01. SAMBA DO CARIOCA

Intérprete: Carlos Lyra / Marcos Valle / Roberto Menescal / João Donato
Autoria: Carlos Lyra / Vinícius de Moraes 
Editora: MCK / Tonga (Universal MGB)

02. TEREZA DA PRAIA

Intérprete: Roberto Menescal / João Donato
Autoria: Tom Jobim / Billy Blanco
Editora: Cap Music

03. ATÉ O FIM

Intérprete: Carlos Lyra / Marcos Valle
Autoria: Carlos Lyra / Marcos Valle
Editora: MCK / Tapajós (Sony/Atv)

04. DE UM JEITO DIFERENTE (IVONE)

Intérprete: João Donato
Autoria: João Donato / Lysias Enio
Editora: Acre Musical (Copyrigths) / Nowa

05. SEXTANTE

Intérprete: Carlos Lyra / João Donato
Autoria: Carlos Lyra
Editora: MCK

06. GENTE

Intérprete: Marcos Valle / Carlos Lyra
Autoria: Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle
Editora: Tapajós (Sony/Atv)

07. VAGAMENTE

Intérprete: Roberto Menescal
Autoria: Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli 
Editora: Irmãos Vitale

08. A CARA DO RIO

Intérprete: Roberto Menescal / João Donato
Autoria: Roberto Menescal / João Donato
Editora: Albatroz (Nowa) / Acre Musical (Copyrigths)

09. BEWITCHED / ESTE SEU OLHAR / SÓ EM TEUS BRAÇOS (INCIDENTAL)

Intérprete: Carlos Lyra e Marcos Valle
Autoria: (Richard Rodgers / Lorenz Hart) (Tom Jobim) (Tom Jobim)
Editora: (Warner Chappell) (Fermata do Brasil / Editora Musical Arapuã) (Jobim Music)

10. CIÚME

Intérprete: Carlos Lyra
Autoria: Carlos Lyra
Editora: Indus (Peermusic do Brasil)

11. ENTARDECENDO

Intérprete: Marcos Valle / João Donato
Autoria: Marcos Valle / João Donato
Editora: Conecta (Costa&Valle) / Acre Musical (Copyrigths)

12. BALANSAMBA

Intérprete: Roberto Menescal / Carlos Lyra
Autoria: Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli 
Editora: Warner Chappell

13. ATÉ QUEM SABE

Intérprete: Marcos Valle
Autoria: João Donato / Lysias Enio
Editora: Warner Chappell

14. BOSSA ENTRE AMIGOS

Intérprete: Carlos Lyra / Marcos Valle / Roberto Menescal / João Donato
Autoria: Roberto Menescal/Marcos Valle 
Editora: Albatroz (Nowa) / Tapajós (Sony/Atv)

15. ÚLTIMO AVISO

Intérprete: João Donato / Marcos Valle
Autoria: João Donato / Marcos Valle
Editora: Acre Musical (Copyrigths) / Conecta (Costa&Valle)

16. SAMBEANDO

Intérprete: Roberto Menescal / Carlos Lyra
Autoria: Roberto Menescal / Carlos Lyra
Editora: Albatroz (Nowa) / MCK



MPB em terras de Camões

O jornalista Nicolau Frederico reproduz artigo de seu colega, jornalista, cronista e escritor Woden Madruga que fala sobre sua leitura dos jornais de Portugal com destaque para os compositores e artistas da MPB que visitam e estão sempre por lá apresentando-se em seus shows. Nicolau também lembra sobre a cantora e compositora portuguesa e fadista Mariza e seu convidado especial, o maestro e violoncelista brasileiro Jaques Morelembaum.

Nicolau Frederico,

MPB em terras de Camões

Em sua coluna na TN (09/08/2018), o jornalista, professor e escritor Woden Madruga, como sempre generoso com este seu colega e amigo de 40 anos, registrou: “Nicolau Frederico, que andou por Portugal no correr de julho, me presenteia com alguns jornais que trouxe de lá  proporcionando um fim de semana de gostosas leituras nos alpendres das Queimadas. Nicolau é do ramo, jornalista, professor aposentado na área da comunicação social. Sabe das coisas. No seu roteiro português, de Porto a Lisboa, deu uma parada em Fátima para acender velas, rezar e abrir caminhos para algumas pesquisas. E foi juntando jornais em sua sacola. Exemplares de “Público”, “Correio da Manhã”, “Jornal i”, os três de Lisboa, e o “Jornal de Notícias”, do Porto.

O Brasil sempre é notícia nos jornais portugueses, sejam políticas ou da área cultural. Nossos artistas, principalmente cantores, aparecem com destaque em suas páginas.  No suplemento “Vidas”, do “Correio da Manhã (edição de sábado, 28 de julho), estão lá Caetano Veloso (ocupando página inteira) e Vanessa da Mata (quatro páginas). 

A matéria como Vanessa é uma entrevista. Título: “Vanessa da Mata – A cantora brasileira regressa ao país com um novo disco e a experiência de brincar com ritmos diferentes.” Muito boa a entrevista.  A notícia sobre Caetano: “Caetano Veloso: em palco com os filhos”, começa assim: “O verão de Caetano Veloso promete surpreender. O artista brasileiro, de 75 anos, está de volta a Portugal e com um espetáculo que tem todos os ingredientes para enternecer o público. É que o cantor não vai estar sozinho em palco, fazendo-se acompanhar pelos três filhos: Moreno, Zeca e Tom.”

Mas eu digo e acrescento, que além de degustar os doces de Aveiro (Ovos Moles), o Pastel de Nata (em Lisboa) e o Vinho do Porto (nas adegas maravilhosas das quintas de Pinhão, às margens do Rio Douro) e o famoso queijo de Lamego, me encantei com as músicas do Fado Moderno de Mariza (foto de Carlos Ramos), uma cantora e compositora lisboeta que espalha a sua voz e seu encantamento pelos diversos cantos do mundo.

A mais internacional artista portuguesa apresenta o sétimo álbum de sua jovem carreira em primeira mão nos Coliseus de Lisboa e Porto. Em poucos anos, Mariza passou de uma musicista local quase desconhecida, apoiada e incentivada apenas por um pequeno círculo de admiradores portugueses, para uma das mais aplaudidas estrelas mundiais, pelo seu carisma, simpatia e uma voz incrível!

Reconhecida pela imprensa internacional como uma das melhores vozes de todos os tempos, Mariza tem conquistado as plateias do público nas principais capitais europeias, asiáticas e nos Estados Unidos, bem como indicações aos mais importantes prêmios internacionais. No próximo mes de setembro, apresenta em primeira mão ao público português o seu mais recente CD “Mundo” (2018)

Até mesmo com nossos artistas de renome internacional como o maestro e violoncelista brasileiro Jaques Morelembaum nesta sensacional interpretação de “Ó gente da minha terra”, que deixo aqui para você, internauta, curtir esta semana.

<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/xlrQ3AqdnPc" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe>

https://youtu.be/xlrQ3AqdnPc

Até a próxima!  


Bossa Nova, 60 anos

Nicolau Frederico,

Desde 2008 venho neste “Espaço MPB” comentando e divulgando um dos movimentos históricos que marcaram nossa Música Popular Brasileira. De uma batida de violão diferente da época do samba canção e de melodias que falam de amor, beleza, do dia-a-dia do brasileiro, da natureza, da mulher brasileira, do romance e de tantas outras coisas desse imenso Brasil, hoje tão esquecido neste mundo conectado.

Há 60 anos ela surgia como uma nuvem desconhecida no violão de um baiano que estava chegando no Rio de Janeiro e revolucionaria toda a história de nossa MPB. Tudo começou durante uma gravação de um disco de 78 rotações, na época “um compacto duplo” (gravações de duas músicas de cada lado).

Quem conta esta história neste “Espaço MPB” é o jornalista, cronista e escritor natalense Woden Madruga, colega e amigo há mais de quatro décadas, em sua coluna diária no jornal Tribuna do Norte. Com sua autorização, transcrevo seu comentário “Chega de Saudade” na edição do dia 10 de julho de 2018 (terça-feira):  

“Chega de Saudade

A Bossa Nova chega hoje, neste 10 de julho, aos 60 anos, sem envelhecer, mas anda sendo tocada e cantada pouco nos palcos brasileiros. Sou seu fã e, por uma deliciosa coincidência, passei o final da semana em Queimadas ouvindo João Gilberto em alguns cds, sem saber que era véspera das 60 primaveras do grande movimento cultural brasileiro. Sim, sou do tempo ainda dos cds, João cantando bossa nova e outros sambas, samba canção.

Aliás, dizem os mestres, que a bossa nova sucedeu ao samba canção com um tempero de jazz, essas bossas e tais. João Gilberto, um dos gênios da música brasileira, está fora de cena e longe dos refletores, com a saúde muito debilitada e atravessando “absoluta penúria financeira”, como li recentemente. Foi ele que marcou o início da bossa nova gravando “Chega de Saudade”, de Vinicius de Morais e Tom Jobim nos idos de 1958.
Vim saber desse aniversário, lendo, ontem, Ruy Castro, na Folha de S. Paulo: “Gravação de ‘Chega de Saudade’ foi um parto, mas elevou à eternidade som sem nome” e, a partir daí, conta essa história toda temperada com um pouco de futebol”:

- Onze dias antes, 29/6, o Brasil fora campeão do mundo pela primeira vez, na Copa da Suécia. Em condições normais, o baiano João Gilberto, 27, louco por futebol e torcedor do Vasco (o qual tinha três titulares na seleção: Vavá, Orlando e o capitão Bellini), ainda estaria saboreando aquela conquista. Mas era pouco provável que, ao subir ao quarto andar do edifício São Borja, no centro do Rio, naquele dia 10 de julho de 1958, João Gilberto pensasse em outra coisa que não fosse o disco que estava gravando. ”

Era nesse edifício São Borja que funcionava o estúdio da Odeon onde “Chega de Saudade” foi gravado. Ruy Castro conta mais:

- A gravação do 78 estava se constituindo numa batalha. O perfeccionismo do artista ameaçava enlouquecer os técnicos e o próprio Tom. Nada parecia satisfazê-lo. Mas Tom segurou a barra, em nome de algo que já suspeitava maior do que ele ou do que João Gilberto – um novo conceito, um novo ritmo, uma nova música. E só então, em alguma hora do dia, produziu-se a versão que João Gilberto consideraria perfeita, definitiva. Com “Chega de Saudade”, de um lado, e “Bim-Bom, do outro, aquela música, sem nome – só meses depois seria chamado de bossa nova – decolava para a eternidade. ”

Tem um norte-riograndense no restrito time dos percussores da bossa nova: o compositor Hianto de Almeida. Em seu livro “Chega de Saudade – A História e as Histórias da Bossa Nova” (Companhia das Letras, 1990), Ruy Castro, narrando os primeiros passos de João Gilberto, destaca:

- Para a sua grande estreia João Gilberto escolheu dois sambas-canção fresco do forno: “Quando ela sai”, de Alberto Jesus e Roberto Penteado, e “Meia Luz”, de Hianto de Almeida e João Luiz, - todos eles jovens compositores que circulavam na Murray”

Se o leitor quiser saber mais sobre Hianto de Almeida leia o “Dicionário da Música do Rio Grande do Norte”, de Leide Câmara. Ficará sabendo, também, que ele foi parceiro de Chico Anísio em inúmeras composições e também de Veríssimo de Melo (“Caju nasceu prá cachaça”).

Para festejar os 60 anos de “Chega de Saudade” nada melhor do que uma cachacinha acompanhada de caju, ouvindo João Gilberto. Claro. ”

Mas, com a licença do mestre Woden, eu não poderia de deixar de registar algo de um daqueles músicos que ainda hoje promovem e divulgam a Bossa Nova neste momento tão precioso, assim como o fiz nos 50 anos comemorados em 2008.

Daquela turma dos bossanovistas ele, ao lado de Carlinhos Lyra, João Donato e Marcos Vale, continuam produzindo, compondo, cantando e divulgando. Aos seus mais de oitenta anos e sessenta de carreira artística, o músico, compositor e produtor Roberto Menescal manda aqui o seu recado: 



Liz Rosa e “A Violeira”

Nicolau Frederico,

Abro o “Espaço MPB” esta semana para uma artista potiguar e mulher guerreira em nossa MPB. Cantora do primeiro naipe, sempre buscou na música a sua realização pessoal e profissional. Esta é Liz Rosa Gomes, que aqui conta a sua história de vida, postada em seu perfil no Facebook e devidamente autorizada a mim a divulgá-la aqui.  

LizRosa Gomes 

"Desde menina, caprichosa e nordestina

Que eu sabia, a minha sina era no Rio vir morar"

Eu tinha 18 anos e queria fazer minha primeira viagem sozinha. Nesta época minha grande amiga Lia Hollanda estava morando no Rio, então decidi lhe fazer uma visita e conhecer o Rio de Janeiro.

Lembro-me como se fosse hoje quando de manhã cedo o piloto avisara que estávamos próximos de pousar. Abri a Janela e dei de cara com um visual deslumbrante. Montanhas, mar e de longe ainda via a Igreja da Penha, linda e imponente.

Com a ansiedade que me é peculiar peguei meu táxi e fui para Copacabana. Eu nunca havia estado numa cidade grande antes. Tudo me encantava. A orla, o calçadão, os prédios enormes. Lembro que atravessar Nossa Senhora de Copacabana pra mim era um barato (rsrs).

Bastaram duas semanas no Rio para que eu me apaixonasse pela cidade. Depois dessa primeira viagem visitei o Rio pelo menos mais umas 4 vezes, e em 2007 aos 21 anos, me mudei prá cá de mala e cuia.

O primeiro apê que aluguei era ali na Rua Jangadeiros, pertinho da Praça General Osório, em Ipanema. Naquela época não era caro morar em Ipanema. Eu demorei anos até conseguir cantar no Rio. Eram poucas as casas que abriam suas portas prá que eu pelo menos desse uma canja... Sem shows, sozinha e sem grana, fui trabalhar como recepcionista numa academia de musculação perto de casa.

Todos os dias antes de ir trabalhar eu fazia a mesma coisa, andava até a praia contemplava o mar, chorava e pedia pra que Deus me desse força pra não desistir e que o Rio abrisse os braços pra mim. Anos se passaram até que eu conseguisse meu primeiro show e ainda mais anos até conquistar o respeito e o espaço que minha música merecia.

Foram 10 anos de Rio de Janeiro, 10 anos de muita luta, muito choro, muitas angústias, mas muitas conquistas e uma infinidade de amigos que tanto amo.

Há pouco mais de um ano me mudei pra NYC prá uma nova jornada. Novos amigos, novas provações, novas dores e novas conquistas.

Toda vez que me sinto sozinha ou angustiada eu ouço "A Violeira" (Tom Jobim/Chico Buarque) e lembro-me com orgulho da minha história, da saga da “Violeira” que tanto se confunde com a minha.


O samba na Marques da Sapucaí 2018: de críticas às homenagens

Nicolau Frederico,

As 13 Escolas de Samba do Grupo Especial da Liga das Escolas de Samba (Liesa) do Rio de Janeiro já definiram seus enredos para 2018 e as Alas de Compositores já estão esquentando os tamborins para o desfile na Marques da Sapucaí, no próximo fim de semana. As finais dos concursos de sambas-de-enredo aconteceram em setembro e outubro de 2017.

Este ano os compositores reservaram enredos em suas escolas que vão de críticas (Beija-Flor, Mangueira e Paraíso do Tuiuti) às homenagens e elegias (Grande Rio, Imperatriz Leopoldinense, Império Serrano, Mocidade Independente de Padre Miguel, Portela, Salgueiro, São Clemente, União da Ilha do Governador, Unidos da Tijuca e Vila Isabel).

Em 2018, 13 escolas vão se apresentar em dois dias de desfile, já que por conta dos acidentes ocorridos nas apresentações da Unidos da Tijuca e da Paraíso do Tuiuti nenhuma agremiação foi rebaixada para Série A do Grupo de Acesso. Eis uma sinopse dos sambas enredos do Carnaval Rio 2018:

BEIJA-FLOR crítica social-política e religiosa à desconfiança, falta de respeito e de amor à diversidade

Última escola da divulgar seu enredo, a Beija-Flor vai fazer uma crítica social-político-religiosa no carnaval deste ano, fazendo um paralelo entre a situação vivida pelo país atualmente e a história de “Frankenstein”, obra de Mary Shelley, que completa de 200 anos em 2018. E vai levar para a Sapucaí Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”. A escola vai criticar a desconfiança e a falta de respeito e de amor ao que é diferente.

"Oh pátria amada, por onde andarás

Seus filhos já não aguentam mais!

Você que não soube cuidar

Você que negou o amor

Vem aprender na Beija-Flor"

MANGUEIRAcrítica humorada à crise econômica

O carnavalesco Leandro Vieira promete fazer uma crítica bem humorada a quem se aproveita da crise econômica para acabar com a alegria da maior festa popular, o carnaval. Para isso a Estação Primeira de Mangueira vem com o enredo “Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco”, inspirado na frase da marchinha “Eu brinco”, de 1944.

A verde e rosa vai destacar a importância do carnaval como um traço da cultura popular, desde o tempo em que os foliões usavam polvilho na cara e limão de cheiro. Tem também os tambores de Zé Pereira, os cordões, as grandes sociedades, os bailes de máscara, os blocos e as batucadas nos bares. E propõe repensar do carnaval atual, que de tão luxuoso está se afastando do povo.

Eu sou Mangueira meu senhor, não me leve a mal
Pecado é não brincar o carnaval!
Eu sou Mangueira meu senhor, não me leve a mal
Pecado é não brincar o carnaval!”

PARAÍSO DO TUIUTIcrítica à escravidão no Brasil e África

A Paraíso do Tuiuti também não perdeu tempo em escolher seu enredo. “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, de Jack Vasconcelos vai falar sobre os 130 anos da assinatura da Lei Áurea. Mas com um olhar crítico, lembra que não houve preparo para a libertação dos escravos. E que isso não trouxe mais cidadania nem igualdade de direitos para os ex-escravos. A escola também vai mostrar como foi a escravidão no norte da África, que era bom negócio para chefes negros, que escravizavam povos eslavos.

O samba-enredo da Tuiuti foi encomendado a Cláudio Russo, Moacyr Luz, Dona Zezé, Jurandir e Aníbal.

Não sou escravo de nenhum senhor
Meu Paraíso é meu bastião
Meu Tuiuti o quilombo da favela
É sentinela da libertação”

GRANDE RIO homenagem ao centenário de Chacrinha, o Velho Guerreiro

Após homenagear Ivete Sangalo, a Grande Rio fará um tributo ao centenário de Abelardo Barbosa, o Chacrinha, que foi celebrado no dia 30 de setembro último. O enredo será “Vai para o trono ou não vai?”. Os carnavalescos Renato Lage e Márcia Lage trabalharam no tema sobre o popular comunicador, que completaria 100 anos em 2017 se estivesse vivo. Márcia e Renato Lage, que estão estreando na escola de Duque de Caxias, vão lembrar os figurinos coloridos e espalhafatosos, pioneiro da Tropicália, a energia dos programas de calouros, as brincadeiras com o auditório e os artistas que ganharam destaque no cenário musical e os sucessos que marcaram o programa “Cassino do Chacrinha”, na rádio e na TV.

"Vem mulata o bumbum rebolar

Eu vou brilhar na TV ouvir de novo dizer

“Oh Terezinha! Oh Terezinha”

“Vai começar mais um Cassino do Chacrinha”

“Oh Terezinha! Oh Terezinha”

“A Grande Rio é o Cassino do Chacrinha”

IMPERATRIZ LEOPOLDINENSEhomenagem ao Museu Nacional

Com o enredo “Uma noite real no Museu Nacional”, a Imperatriz Leopoldinense quer proporcionar ao público uma viagem fantástica pelo palácio que foi morada de reis e rainhas e depois abriu suas portas para a ciência. Como bem destaca o carnavalesco Cahê Rodrigues, é preciso destacar a importância da mais antiga instituição científica do país, que está completando 200 anos. O Nacional é também o maior museu de história natural e antropologia da América Latina.

IMPÉRIO SERRANO homenagem à China e a história da rota da seda

A Império Serrano vai fazer de tudo para se manter no grupo de elite com o enredo que fala da rota da seda. “O império do samba na rota da China”, que vai ser desenvolvido pelo carnavalesco Fábio Ricardo, uma viagem pela cultura, pelo universo de tradições, heranças e invenções e pelos mistérios da China milenar. A escola vai contar com contará com os pesquisadores Helenise Guimarães e Roberto Vilaronga para o desenvolvimento do tema.

MOCIDADE INDEPENDENTE DE PADRE MIGUELhomenagem à Índia

Na luta pelo bicampeonato, a Mocidade Independente de Padre Miguel apresentou a sinopse de seu enredo para o carnaval 2018. "Namastê... A essência que habita em mim saúda a que existe em você" tem como carnavalesco e autor Alexandre Louzada e teve a sinopse escrita pelo jornalista e escritor – biógrafo da agremiação – Fabio Fabato. A proposta, segundos os dois, é promover uma espécie de casamento entre Brasil e Índia, mostrando que boa parte de nossa identidade historicamente consagrada tem origem justamente em terras indianas.

Fabato, que não integra a comissão de carnaval da escola, ficou feliz com o convite: "Louzada é o único carnavalesco que ganhou em quatro escolas grandes diferentes. Nem Joãosinho Trinta fez isso. Ou seja, ele buscou entender o estilo da Mocidade e foi muito especial trocarmos ideias sobre como agradar o coração do torcedor - conta ele, que é autor de “As Três Irmãs – como um trio de penetras ‘arrombou a festa’”, primeira biografia da Estrela Guia da Zona Oeste.

PORTELA história da saga dos imigrantes europeus no Nordeste

A carnavalesca Rosa Magalhães, que está chegando numa Portela orgulhosa do título conquistado em 2017, vem com o enredo “De repente de lá pra cá e dirrepente de cá pra lá…”, que vai contar a saga de imigrantes em busca de liberdade e paz, mostrando como judeus fugidos da Europa no século XVII, com destino ao Nordeste do Brasil, tiveram papel fundamental na formação da cidade de Nova York.

A azul e branco de Madureira quer passar uma mensagem humanitária contra a discriminação, a perseguição religiosa e à intolerância à diversidade dos povos.

SALGUEIROelegia à força da mulher negra

A Acadêmicos do Salgueiro vai mais uma vez investir num tema que agrada muito sua comunidade. Com o enredo “Senhoras do ventre do mundo”, de autoria de Júlio Tavares, do centro de estudos africanos, Instituto Hoju, o carnavalesco vai destacar a importância e a força da mulher negra.

“É um apanhado geral desde o princípio feminino da criação que passa pelo lado espiritual, místico e até científico encontrados na África. E que tem tudo a ver com o Salgueiro, que há 50 anos celebrou esse tema com o desfile ‘De escravizada à rainha’”, definiu Alex de Souza, que vai celebrar grandes personalidades femininas como Rainha de Sabá, deusas egípcias, Hypátia de Alexandria, a primeira cientista mulher da Antiguidade, até as matriarcas negras brasileiras.

SÃO CLEMENTE - homenagem à Escola de Belas Artes

A São Clemente também vai prestar uma homenagem a outra instituição bicentenária: a Escola de Belas Artes. E o carnavalesco estreante, Jorge Luiz Silveira, com o enredo “Academicamente popular”, quer mostrar a união do clássico com o popular.

Para isto, vai contar desde a chegada da missão artística ao Brasil, nos anos 1800, a criação da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios para o ensino nobre das artes, os traços do pintor que melhor retratou o povo e seus costumes tão diversos do europeu, como Debret até chegar ao carnaval. Ou seja, quando a academia, pelas mãos de Fernando Pamplona, chega às escolas de samba.

UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADORhomenagem à culinária nacional

Uma das últimas a anunciar o enredo para 2018, a União da Ilha do Governador, vai de “Brasil bom de boca”, de Severo Luzardo que vai convidar os foliões para um banquete sobre a culinária nacional, nascida da miscigenação do povo. No caldeirão, cores, história, sabores, irmandades, cultura, sons. Tudo misturado com uma pitada da energia insulana. Luzardo que surpreendeu com um show de cores e textura em sua estreia em 2017 promete apimentar ainda mais o carnaval carioca 2018. 

UNIDOS DA TIJUCA – homenagem ao ator, diretor e carnavalesco Miguel Fallabela

A Unidos da Tijuca vai prestar uma homenagem ao ator, autor e diretor Miguel Fallabela. O enredo “Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”, os carnavalescos Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo vão contar a trajetória do artista, que entre outras coisas foi destaque, carnavalesco e dirigente de escola de samba.

Além de ter desfilado várias vezes, inclusive na Unidos da Tijuca, Falabella foi carnavalesco por quatro anos no Império da Tijuca – de 1993 a 1996. É autor também do enredo "A viagem fantástica do Zé Carioca à Disney", que marcou a estreia da Acadêmicos da Rocinha no Grupo Especial em 1997. A escola promete relembrar personagens e passagens dos quase 30 anos de carreira da vida do artista, com muita graça, irreverência e samba.

VILA ISABELhomenagem aos inventores e descobridores

Depois de acabar com o jejum de 33 anos da Portela com o campeonato de 2017, o carnavalesco Paulo Barros partir para voos mais altos e mais distantes e pousou na Unidos de Vila Isabel. Com o enredo “Corra que o futuro vem aí”, ele pretende mostrar tudo o que foi criado pelo homem e que contribuiu para os avanços da sociedade. Gênios, como Albert Einstein, Santos Dumont, Graham Bell, Thomas Edson, entre outros serão lembrados. “A Vila Isabel quer traçar uma trajetória de descobertas e invenções que nos trouxeram até aqui. E que podem nos levar ainda mais longe”, disse Paulo Barros na sinopse do enredo e que espera levar a escola a mais um campeonato neste carnaval.

Clique aqui e acesse os textos das letras dos enredos distribuídos à imprensa:

Com informações da Liga das Escolas de Samba (Liesa) do Rio de Janeiro e portal G-


Ao mestre, com carinho nos seus 80 anos

Nicolau Frederico,

nicolau-mEste 25 de outubro será comemorado com muita festa. Apesar dessas comemorações terem se iniciado há meses. Marca a data histórica dos 80 anos de um mestre, da música, da composição, da MPB, da Bossa Nova: Roberto Menescal.

Quem priva de sua amizade, o admira pela sua lealdade, fraternidade, simplicidade, tenacidade, conhecimento e vivência musical. Menesca, como é mais conhecido entre seus amigos, consegue transmitir momentos positivos e alegres em um bate-papo rápido ou em seus shows nos palcos pelo Brasil afora e nos diversos países que circula anualmente. Este ano ele reservou para comemorar seus 80 anos em diversas capitais brasileiras com o Projeto “Dia de luz, festa de sol”.

Diversos vídeos foram gravados, assim como entrevistas publicadas em revistas e jornais e divulgadas em programas de rádio e televisão. Mas um programa especial foi gravado e levado ao ar pelo Canal Brasil sobre os 60 anos da Bossa Nova.

Um livro contando sua vida e carreira artística será brevemente lançado e editado pelo selo Descobertas (Sonora Editora).  "Roberto Menescal — Um arquiteto musical" foi escrito pela prima do compositor, Claudia Menescal, e reúne fotos e histórias inéditas sobre a vida e a trajetória profissional do artista. Será lançado ainda em outubro na Livraria da Travessa, com a presença do biografado e uma surpresa para seus fãs.

nicolau-m2Fiz várias entrevistas e divulgo com o maior prazer e satisfação este grande brasileiro, compositor, músico e produtor Roberto Menescal. Sempre me recebeu e atendeu com cordialidade e presteza, além de ter concedido sua amizade. Tenho admiração e respeito pelo seu trabalho na MPB que ele leva não só em todos os recantos do Brasil, mas nos diversos continentes, como as Américas, a Europa e a Ásia, principalmente Japão e China.

Menescal, vai daqui o meu abraço, as felicitações pelo seus 80 anos bem vividos e a certeza de vê-lo feliz e com saúde nos seus 90 anos, ao lado de sua musa Yara, filhos e netos.

A bênção, Bossa Nova e viva Menesca! 

https://www.youtube.com/results?search_query=roberto+menescal

https://oglobo.globo.com/rio/bairros/roberto-menescal-prepara-shows-discos-para-comemorar-os-80-anos-21943243

http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/artistas-celebram-os-80-anos-de-vida-de-menescal-em-gravacao-no-rio.html

http://canalbrasil.globo.com/programas/faixa-musical/materias/roberto-menescal-celebra-aniversario-no-palco-ao-lado-de-icones-da-mpb.htm

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