Organizadas do Brasil se unem para combater o fascismo

Edmo Sinedino,

O movimento recebeu a inspiração dos protesto de corintianos, palmeirenses, são-paulinos e santistas no último domingo na Av. Paulista.

É importante que militantes de esquerda engrossem esse "disputar as ruas" com os apoiadores do presidente e seu projeto golpista e genocida para o Brasil.

Entendo que não é o momento de aglomeração, mas também acho que a minoria ensandecia que defende Bolsonaro precisa saber que a oposição não está acuada. Caro, espero que não haja confronto e violência.

É bem capaz de apoiadores do presidente terem o direito de portarem bastões de beisebol, enquanto armas são apontadas para a cabeça de jovens negros, normalmente, que protestam pacificamente.

Também é preciso tomar precauções especiais para que grupos extremistas de direita, que já deram o "ar da graça" em manifestações contra Dilma Roussef e o PT voltem a agir nas ruas para sacudir a culpa nas organizadas.

Manifestações puxadas ou apoiadas por esses coletivos já estão confirmadas no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Salvador. Em Porto Alegre, atos desse tipo têm acontecido há ao menos três semanas. 

"Já há atos confirmados na maioria dos estados do Nordeste, as torcidas estão fechando apenas os detalhes", afirmou o contador Bruno Tito, de 33 anos, do "Bahia Antifa". Uma manifestação conjunta com outros cinco coletivos de futebol está marcada para o farol da Barra, no domingo.


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