O português Luís Miguel é o primeiro treinador a cair no Campeonato Potiguar

Edmo Sinedino,

Eu nem comentei quando o Potiguar de Mossoró anunciou o treinador português Luís Miguel. Cansei dessas bobagens dos dirigentes que, entra ano e sai ano, inventam nomes desconhecidos, alguns até aventureiros para treinar o time no campeonato, enchendo o plantel de jogadores fracos para, depois, ficar endividado.

O Luís Miguel o ilustre desconhcido, afinal nunca fez um trabalho de resultado reconhecido, foi contratado, então por quê trazê-lo? Ademais, a mesma pergunta me faço quanto à formação da equipe, jogadores de fora que não jogam nada e trazem mais problemas. Claro, a diretoria não cumpre o que promete e eles saem atirando nas redes sociais, o que é péssimo para o clube e a cidade.

Chega de maluquice. No estágio atual de nosso futebol o Potiguar deveria apostar em um treinador da terra - Onezimar Carneiro, Cìcero Ramalho, Odilon de Almeida, Romildo "Mão de Pilão", Edinho Cardoso - entre outros, ou todos juntos, formando uma comissão permanente que iniciasse um trabalho com antecedência descobrindo valores jovens nos bairros e distritos de Mossoró, quem sabe até mesmo em toda a região.

Gastaria muito menos, manteria esse trabalho por meses, anos, e certamente, em pouco tempo estaria livre das vergonhas que o futebol de Mossoró tem passado e que, inclusive, provocou o licenciamento do Baraúnas, força de nosso futebol. ASs coisas são tão simples de resolver, mas eles preferem atirar no escuro. O resultado é sempre o mesmo.

Pelas redes sociais, o português anunciou sua saída dizendo que o "trabalho não estava fluindo e por não concorda com algumas questões desportivas", certamente relacionadas com a condição de trabalho. Já haviam saído o goleiro Renato, Teles e Lucas, alas, André Beleza e Fabiano, meias e o Matteus Gaúcho, também ala, que fez insinuações sobre "vagabundos sem caráter, que se vendem..."


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