O imprevisível e medíocre Brasileirão

Edmo Sinedino,

Duvido que alguém consiga fazer uma previsão segura do que vai acontecer numa partida de futebol de nossa elite. Se isso normalmente já é missão quase impossível, imaginem agora com esse show de mediocridade.

Esses treinadores mereciam a prisão. Perdoem o exagero, diria a geladeira. Depois do jogão contra o Galo, o Maionese voltou com Fred (que ficou até o final da partida), Nenê e depois Ganso. Resultado, conseguiu empatar aos 45 minutos do segundo tempo. Podem esperar, ainda vão dar o mérito ao ex-Fred por ter dado o passe ao Danilo Barcelos.

O Santos, quinto colocado agora, que deve perder o venezuelano Soteldo, e parece que não tem mais nenhum menino para jogar, bateu o Coritiba de 2 a 1. Kaio Jorge e Soteldo, de pênalti marcaram para o Peixe, Giovanne Augusto, que o dia brilhou no ABC,  descontou.

Os dois atléticos empataram, o Dragão goiano vinha de ótimos resultados, e não deixa de ser um tropeço por ter jogado em casa., 1 a 1. O ex-time de Mancini teve dois jogadores expulsos no primeiro tempo, William Maranhão, aos 18, e Éber, aos 36, e mesmo assim conseguiu abrir o placar com Zé Roberto. Leo Citadini empatou no segundo tempo.

Nas redes sociais a torcida do Furacão chiou. Petraglia, o presidente, que se acha deus, dono e faz tudo, chiou feio acusando a torcida de nada fazer. Todos iguais. Ele disparou: "o que fizeram, além de encher o saco"?

Por fim, um jogo fraco de dois times que se esperam mais. São Paulo e Grêmio empataram sem gols e, diria, sem futebol, no Morumbi. No final, para variar, reclamações de Renato Gaúcho.


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