O dia a dia dos atletas do clubes menores de nosso Estado

Edmo Sinedino,

 Meu Deus! Como será que está sendo o dia a dia dos jogadores profissionais de nossos clubes pequenos e sem receita? Como será que está se virando a rapaziada do Palmeira, Globo, Potiguar de Mossoró e Assu?

E o Força e Luz? Os empresários que adquiriram o clube junto a Ranilson Cristino estão bancando o pagamento, café, almoço e jantar, contas de água, luz, telefone, feira, colégio dos meninos?

Se a situação do ABC, clube centenário, tradicional, de maior torcida do Estado, é calamitosa, de dívidas se acumulando, sem luz no fim do túnel, imagine os coirmãos. A gente nem sabe, parece que não existe animação nem mesmo para cobrar.

Me parece que, neste momento, América e Santa Cruz, clube-empresa, talvez, não é certeza, mesmo dentro do quadro caótico que vivemos, estejam conseguindo manter seus compromissos.

Clubes pelo Brasil estão fechando as portas. O Guarany de Sobral, me parece, encerrou atividades. Até o poderoso Santo André, de São Paulo, que faz boa campanha no Paulistão, não sabe o que fazer...

Espero que surja uma luz no fim desse túnel do futebol potiguar e possamos terminar o nosso campeonato.

Enquanto isso, sabe quem não está preocupado nenhum um pouco? José Vanildo da Silva, presidente da FNF. Afinal, com ou sem coronavírus o seu pagamento chega, não tenho nenhuma dúvida.

Para a sorte de todos os seus "colaboradores".


Tags: abc america assu forca e luz palmeira
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