No América, na gestão de Leonardo Bezerra, a situação inversa a do ABC

Edmo Sinedino,

leonardo123_09Na mesma entrevista concedida ao jornalista Mállyk Nagib, o juiz do TRT, Michael Knabben, ao contrário do ABC, elogiou a postura da diretoria do América. O clube segue à risca o cumprimento de seus compromissos e num curto espaço de tempo, garantiu, estará livre de ações na Justiça do Trabalho.

Falei por telefone, com o presidente do América, Leonardo Bezerra, que confirmou a informação, grande boa nova para a torcida. "Procurei tomar pé da situação de nossas dívidas trabalhistas, juntei todo mundo, conseguimos fazer um acordo e num prazo máximo de dez meses o América estará livre de toda e qualquer dívida trabalhista, completamente livre", comemorou.

Era pensamento do presidente rubro fazer, com o dinheiro extra da Copa do Brasil, um novo acordo, claro, com a intenção de reduzir a dívida, com o pagamento de uma vez ou de menos parcelas, pelo menos de 30 a 40%, mas infelizmente, surgiu o imprevisto do coronavírus e ele teve que segurar o dinheiro para cobrir esse período de incertezas.

O presidente do América conseguiu liberar o bloqueio da Timemania e vem pagando as parcelas das dívidas trabalhistas com a renda da academia.

O América, hoje, no Brasil, talvez, seja um dos poucos clubes em que funcionários, comissão técnica e atletas estão com os salários depositados em suas contas. Ao mesmo tempo que fazemos uma postagem super negativa sobre o ABC, mostramos a inversa e ótima situação do coirmão.Devo dizer que tudo, tudo gira em torno de gestão. 

O que o ABC estão passando hoje se dá pela somatória de erros de um passado recente, excetuando-se unicamente o período de Judas Tadeu que sempre primou pelo cumprimento de suas promessas e pagamento de dívidas. E foi justamente ele que, vivendo uma crise da qual não tinha culpa, foi praticamente posto para fora.

Com relação ao América, à gestão de Leonardo Bezerra, desde o começo ele vem dando lições de como se deve gerir, com transparência, lisura, prestando contas aos torcedores, sócios e conselheiros, do que está fazendo. Mesmo com toda a crise, mesmo com um José Vanildo na presidência da FNF, o dirigente mostra que é possível fazer futebol no Brasil.


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