As "ervas daninhas" do jornalismo esportivo e seus erros grosseiros

Edmo Sinedino,

A gente torce para que o futebol se livre dos maus elementos, sejam eles dirigentes, técnicos, jornalistas, radialistas, enfim, mas isso é impossível de acontecer. Sempre vai ter uma mão suja para alimentar esse tipo de profissional, se é que podemos chamá-los assim. Pensei e estava tendo a certeza, pelo que vejo, conveso e convivo, a coisa melhorou demais nos últimos tempos, mas sempre aparece uma "peça perdida", como diria meu pai.

O mais antigo vocês já conhecem, já se queimou de todas as maneiras e hoje amarga o ostracismo, mesmo ainda tentando econtrar espaço para suas falcatruas e maldades. O "novo", que infelizmente esteve até no meu time, se armou de inveja contra meu colega, competente, Mállyk Nagib, claro, saiu perdendo. Essa semana voltou à cena e se deu muito mal ao se esquecer, de novo, o papel de jornalista, para dar uma de torcedor fanático e preconizar, como uma "Mãe Diná" a queda do ABC. A Frasqueira riu de sua cara e caiu de pau.

Ele, além da armação invejosa contra Mállyk, achando que meu colega cometia algum ilícito ao trabalhar na tevê legislativa teve que engolir sua doença. Era ele, ano passado, que sempre se adiantava, como nessa partida da Copa do Brasil, pregando contra o treinador Diá quando o mesmo dirigiu o ABC. O doente, que nada sabe de futebol, precisa aprender, teve que engolir o professor ser campeão invicto dirigindo o clube que ele odeia.

Que tipo de jornalista esse cara, ainda novo, está saindo? O pior é que sua má fama se espalha. Infelizmente, esse povo não aprende.


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