A decadência de Vasco e Botafogo

Edmo Sinedino,

Yaya Touré é um símbolo da decadência de Botafogo e Vasco. A manchete de uma potagem de Paulo Vinícius Coelho, comentarista e blogueiro da Globo.  Ele acrescenta:  não é de veteranos ausentes do futebol de alto nível há quase dois anos que os gigantes do Rio precisam. É de descobertas de novos talentos, como sempre fizeram.

Sem dúvida. Sempre preguei isso por aqui desde que me tornei jornalista esportivo. E sempre combati um antigo narrador esportivo, que já não está mais entre nós nesse plano, que vivia de defender suas "contratações bombásticas" para encher os estádios.

O Botafogo queria Yaya Touré, primeiro, o Vasco se meteu depois e, por intermédio de um candidato, saiu ganhando na disputa. O Vasco que, useiro e vezeiro de ex-jogadores em atividade em sua equipe, assim como tantos clubes do Brasil.

O Botafogo falou na contratação de Roben, holandês que, inclusive, já pendurou as chuteiras. Enfim, são os nossos dirigentes, os mesmos que contrataram Honda achando que ele vaai obrar milagres para o time da Estrela Solitária. Do japonês, pelo menos, como já demonstrou, teremos lições de profissionalismo e decência, coisa que os jogadores brasileiro tanto precisam aprender.

Tudo, segundo eles, cartolas, em nome do marketing. E encerrou essa postagem concordando com outra afirmação do PVC: o que leva torcida aos estádios, lotando-os, são os resultados, não grandes nomes. O Touré, por exemplo, 37 anos, não joga há seis meses.


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