Definitivamente, estádio deixou de ser lugar de "geraldino"

Edmo Sinedino,

Foto: Arquivo

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O novo Maracanã não tem mais desdentados, apaixonados, pintados...acabou o espetáculo da geral.

O novo Maracanã não tem lugar para “geraldinos”, não tem espaço para ingressos baratos que caibam no bolso das camadas mais pobres da população.

Futebol perdeu muito de sua graça, ou quase tudo de sua graça.

As tevês, os dirigentes de clubes, de federações tiraram os torcedores mais humildes dos estádios.

Ingressos caríssimos, mensalidades para sócios fora da realidade de assalariados obrigam o povão a ficar diante das tevês.

Nos bares, de carona, nas mesas de amigos, tomando, no máximo, uma pinguinha.

Nos estádios hoje, só bacanas, gente bonita, dentição perfeita,  com cartazes estilizados, ou tablets, ipods, ifones e sei lá mais o que tem de tecnologia moderna.

Campo de futebol, e principalmente na Copa das Confederações e Copa do Mundo, agora é lugar da elite...

Da elite que reclama, de barriga cheia...



As notas dos jogadores brasileiros na final

Edmo Sinedino,

As notas do time do Brasil.

Júlio César – Foi bem, não espetacular. Nota 7.

Daniel Alves – nem ala nem lateral, como sempre. Nota 5.

Thiago Silva – Seguro e sério. Nota 8.

David Luiz – Gigante em campo. Nota 9.

Marcelo – bem na ala, péssimo na lateral e ainda cometeu um pênati infantil. Nota 6.

Luiz Gustavo – Sua melhor partida na competição. Marcou muito bem. Nota 8.

Paulinho – Bem na sua função de desarme e ligação. Hoje um pouco mais preso. Nota 7,5.

Oscar – Boa partida. A sua melhor. Mas a sua função exige mais. Nota 7,5.

Hulk – Guerreiro, participativo, mesmo engrossando algumas vezes. Nota 7.

Fred – Dois gols e muita presença de área. Nota 8,5.

Neymar – Genial. Nota 9.



Aprovados e reprovados...

Edmo Sinedino,

Continuo sem confiar em Júlio César.

Não acho que ele tenha feito, neste torneio, nenhuma defesa que o credencie a ser titular. Nem mesmo o pênalti muito mal batido por Forlán.

Ainda acho que o Brasil precisa de uma meia de qualidade para dar qualidade de passe na ligação com o ataque.

Continuo irredutível sobre o péssimo futebol apresentado durante toda a Copa das Confederações, e antes, do Daniel Alves.

Luiz Gustavo me convenceu na última partida, a final. E se escolheu um jogo grande para ser destaque é porque sabe jogar.

Marcelo é um ótimo ala, mas um péssimo lateral.

Como disse que o Brasil precisa achar um meia de ligação, estou afirmando que Oscar não me convenceu.

Hulk mereceu elogios meus já no jogo passado, mas ainda não seria titular do meu time.

Fred se mexeu e calou minhas críticas.

Apesar de não mais adepto de centroavante fixo, o Fred fez ganhos e atacante vive de gols.

Acho que é isso.

Só espero que a Globo, como faz sempre, não coloque a perder um time que precisa de muito pouco para ser, de verdade, candidato a campeão do mundo.

Essa é só minha opinião.



O Brasil desbancou a seleção "doce de coco"

Edmo Sinedino,

Recebi um monte de e-mails quando critiquei a “chatice” do futebol espanhol.

Só eu e Zé Carlos, amigos de infância, falávamos que, adiantando a marcação, uma marcação bem feita, anularia o time da Espanha.

A Itália, já escrevi, foi a primeira.

Pois bem, esse Tic-Tac agora digo com mais força: é muito chato.

Quem estava acostumado com Garrincha, Pelé,  Zico, Joãozinho, Romário e o Robinho (que não mais existe) não gosta desse jogo chato.

Ninguém dá risada, nem se surpreende, ou grita empolgado, vejo somente gente abrindo a boca para bocejar...

É como doce de coco, enjoa. Todas as vezes a mesma coisa.

Quem cai na teia, se desespera, perde.

E olha, não estou escrevendo depois da derrota para o Brasil, não.

Escrevi mesmo antes do jogo-pista para Felipão, aquele contra a Itália.

É uma grande seleção? É. Mas nem de longe é a melhor de todos os tempos, absurdo falado pelo ex-jogador Beletti.

É evidente, não sou cego, a seleção espanhola continua merecendo o respeito de todos, e também é justo que permaneça listada entre as melhores, a melhor...

No entanto, vamos parar, agora eles vão parar, de supervalorizar de a transformar em coisa do outro mundo.

Assim, mais ou menos como fazem com Messi.

Quem sabe a lição deste domingo no Maracanã sirva para melhorar o futebol praticado no Brasil.

Onde quase todo mundo tem medo de arriscar, de ser vertical e mais feliz.



Neymar com todos os méritos

Edmo Sinedino,

Foto: Getty Images

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Campeão no Maracanã e com uma vitória maiúscula, com grande atuação e gol sobre a melhor seleção do mundo. Ou ex.

Depois, escolhido, merecidamente, o craque de todo o torneio.

Será que ainda duvidam de Neymar (foto)?

Será que ainda vão zombar quando eu escrever e disser que o acho muito melhor que Cristiano Ronaldo, por exemplo?

Quando afirmar que, se o tirarem do lado do campo, como aconteceu no segundo tempo da decisão, ele pode ser até melhor que Messi?

Encerrado seu ciclo como “jogador do Brasil”, bem sei que muitos ainda devem duvidar e esperar que ele brilhe na Europa para se renderem.

Eu sou do time que acha que craque já nasce feito, e a Espanha, a Europa nada tem a contribuir ao Neymar.

E morro de medo que o transformem num Kaká, num Robinho ou que o “aleijem” como fizeram com Ronaldo Fenômeno.

Oro a Deus para que as pernas de Neymar não engrossem tanto quanto as de Ronaldinho Gaúcho.

Não sou fã de lutador de UFC.

Neymar nosso de todos os dias ganhou quatro vezes o troféu de melhor da partida nessa Copa das Confederações.

Desembarca com muita moral na Espanha.

Quando iniciou a competição Neymar completaria seu décimo jogo sem marcar.

Agiu com mais maturidade, e até reagiu duro contra uma imprensa que exagera, sempre, seja nos elogios ou nas críticas.

Esse é Neymar.

Um craque de bola sempre vítima de um povo, teleguiado por imprensa mal preparada, que supervaloriza tudo que vem de fora.

Imprensa que chama de craque qualquer jogador estrangeiro.

Neymar ganhou a Copa das Confederações e, definitivamente, o respeito do mundo.

Sim, e tem outra coisa: a camisa 10 do Brasil tem dono de novo.



O Brasil com todos os méritos

Edmo Sinedino,

Engraçado, somem os adoradores da Espanha “espetacular”.

O relógio parou.

Mas temos que sermos justos e dizer que nem o mais otimista dos brasileiros esperava 3 a 0.

A receita nos foi passada pela Itália, no jogo semifinal. Itália que, pelo primeiro tempo que fez merecia melhor sorte.

Mas a missão estava resguardada para o Brasil.

O time de Felipão aprendeu a lição e contou com fatores determinantes numa partida de futebol.

Um deles foi o gol logo no início.

Isso, mesmo para uma Espanha, tem um efeito devastador.

E aos poucos, o time brasileiro foi tendo a certeza de que, definitivamente, não existe “bicho papão” no futebol de hoje.

Se tinha, o último caiu hoje.

A marcação do Brasil funcionou e quando tinha a bola, quando acionava Neymar, Oscar, Fred e Hulk, era muito mais objetivo e perigoso.

Além do primeiro gol cedo, o Brasil não tomou o empate que poderia mudar a história do jogo. Desta vez brilhou a estrela de David Luis.

De novo, em momento absolutamente bem-vindo, o terceiro. No final do primeiro tempo.

A coroação de uma marcação bem feita, de uma saída rápida para o ataque.

O derrubar de vez de uma cisma besta de quem não conhece futebol, daqueles que acham que Neymar não brilha em jogos grandes.

Neymar já nasceu craque. E essa é a diferença. Jogue ele no Brasil, na Espanha ou na Groelândia.

No segundo tempo, veio o terceiro gol de novo logo no comecinho. E mais uma punição para os críticos de Neymar.

Marcelo para Hulk, Hulk na intenção de Neymar...

Ele poderia ter tentado dominar, forçar a barra, mas não, com sua visão periférica fantástica viu Fred livre e fez o corta-luz digno de Falcão em 1982, digno de Rivaldo em 2002, e gol de Fred.

Depois, ainda havia tempo para um susto. Um pênalti bobo de Marcelo em Jesus Navas. A sorte de um goleiro, a sorte de um time que está predestinado a ganhar.

Sérgio Ramos que dificilmente erra pênaltis, jogou para fora.

Parecia um jogo decidido, e estava.

O Brasil ainda teve chances de marcar.

A Espanha ainda continuou mostrando seu futebol eficiente, a torcida fez festa, gritou olé, e fim.

Brasil tetracampeão.

A empolgação agora será exagerada, como foi na copa passada, no tempo de Dunga.

Acho, no entanto, que essa seleção de Felipão, que tanto critiquei, e ainda acho vulnerável em alguns setores, é melhor, mais segura, e evoluiu mais.

Foi campeã da Copa das Confederações sem passar sufoco e ganhando de 3 a 0 de uma Espanha.

Mas é sempre bom lembrar que Copa do Mundo é uma coisa bem diferente.



Momentos tumultuados no ABC

Edmo Sinedino,

Momentos tumultuados no ABC.

O presidente Rubens Guilherme entrou com  processos contra um torcedor e um torcedor/conselheiro do clube.

Ele acusa os dois querelados por calúnia, difamação e injúria, entre outras coisas.

Os interpelados são Amarildo Ezequiel Lucena e Idamylton Garcia Cunha.

Existe também uma notificação extrajudicial feita pel Ecocil, empresa do vice-presidente Silvio Bezerra, contra o conselheiro e ex-presidente Leonardo Arruda.

Nessas horas, acho, não se tem outra coisa a fazer do que torcer pelo entendimento e suspensão das querelas.

No fundo, todos querem o bem do ABC.

Claro, respeitando as decisões de cada um, esperamos que a paz possa voltar a reinar no alvinegro.



América vence o Alecrim, fica na frente, mas perde e é vice da Taça Ecohouse

Edmo Sinedino,

O América venceu o clássico contra o Alecrim por 2 a 1 e terminou a Taça Ecohouse com o melhor aproveitamento. A partida foi válida pela terceira e última rodada da competição que acabou tendo o ABC como campeão.

O time rubro perdeu para o regulamento modificado, pois acabou com seis pontos ganhos, marcou cinco gols e tomou três, com saldo positivo de 3, na frente de todos os concorrentes.

O América jogou e venceu com Andrey; Cléber (Zé Antônio), Edson Rocha e Edvânio (Mazinho); Chiquinho, Márcio Passos, Daniel (Daniel Rezende), Vinícius Pacheco (Vaninho) e Renatinho Potiguar; Ebinho (Jimmy) e Alex (Rodrigo Pimpão).

Na próxima terça (02), o América volta campo, desta vez pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Bragantino e América jogam às 21h, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista-SP.

PS: na minha opinião o América seria legalmente que ser declarado campeão.



Que regulamento foi esse minha gente?

Edmo Sinedino,

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Essa foi de arrepiar.

O regulamento da Taça Ecohouse contrariou tudo que eu já vi em competições (foto).

Eu nunca tinha visto um regulamento igual a esse, mas foi assim.

Parece até coisa de “Chico”, personagem de Ariano Suassuna, no Alto da Compadecida.

O ABC foi campeão e “só sei que foi assim” e pronto, está decidido.

Dirigentes não leram o regulamento? Não leram. Tenho certeza que poucos concordariam com isso.

O América foi melhor nos itens que decidem todos os torneios, mas ficou como vice.

Uma pena.

Mas, tirando o chororó exagerado de alguns, acho que o torneio valeu sim, o torcedor comparece (estava concorrendo com Copa das Confederações e festas juninas em todos os lugares).

Espero que tenha servido para os técnicos Roberto Fernandes e Waldemar Lemos tirarem conclusões positivas.



Presidente Alex Padang nega a vinda de Nenê Bonilha

Edmo Sinedino,

Nenê Bonilha, contratado pelo Corinthians junto ao Paulista, de Jundiaí, em 2011, teve seu nome divulgado como reforço do América.

A notícia está publicada no GloboEsporte de São Paulo.

O jovem volante valor passou por Avaí, Catanduvense e Audax sem nenhum brilho.

O Presidente Alex Padang nega a negociação, e confirma que apesar do atleta ser um bom jogador e ter qualidade, no momento o clube não está negociando com ninguém.

Vamos esperar e ver.



ABC perde para o Náutico mas leva o Troféu Marinho Chagas

Edmo Sinedino,

Parabéns e o Troféu Marinho Chagas de campeão da Taça Ecohouse no dia em que festejou seus 98 anos.

Foi assim a noite deste sábado de São Pedro para o ABC. Mesmo perdendo para o Náutico de 2 a 1, o time alvinegro saiu de campo festejando mais uma conquista.

Ao Náutico cabia a luta para não voltar para Recife desmoralizado e sem nenhuma vitória na competição.

Zé Teodoro, de cargo ameaçado, escalou seus melhores jogadores e inclusive os últimos reforços -  Magrão e Ângelo Pena.

E foram justamente os dois jogadores a marcarem os gols da vitória do Timbu.

Pelo lado do ABC, de novo, brilhou a estrela do menino Felipe Alves, que descontou marcando mais um belo gol.

O Náutico agora foca seu retorno ao Brasileiro da Série A, e vai ter que melhorar muito e mostrar isso já no jogo contra a Ponte Preta, sábado que vem, na Arena Pernanbuco.

O ABC tem compromisso pela terceira fase da Copa do Brasil na próxima quarta-feira, diante do Goiás, no Estádio Serra Dourada.

Será que deu para Waldemar Lemos tirar suas conclusões?



Roberto Fernandes não terá Cascata contra o Alecrim

Edmo Sinedino,

A contrário do que divulguei, baseado em informações do América, Cascata não vai para o jogo contra o Alecrim.

O meia ainda não está totalmente recuperado e será, de novo, poupado.

Também estão fora os atacantes Júnior, sentindo dores no joelho. Tiago Adan, um incômodo na coxa.

O time que começou o coletivo desta sexta-feira foi o seguinte: Andrey; Chiquinho, Cléber, Edson Rocha e Renatinho Potiguar; Márcio Passos, Daniel Amora, Vaninho e Vinícius Pacheco; Ebinho e Alex.

Neste sábado América e Alecrim abrem a terceira e última rodada da Taça Ecohouse.

Visando esta partida, o treinador Roberto Fernandes relacionou 18 atletas.

Confira a lista:

Goleiros: Andrey e Rodrigão

Laterais: Chiquinho e Renatinho Potiguar

Zagueiros: Zé Antônio, Cléber, Edson Rocha e Edvânio

Volantes: Márcio Passos, Daniel Amora, Mazinho e Daniel Rezende

Meias: Vaninho e Vinícius Pacheco

Atacantes: Ebinho, Rodrigo Pimpão, Alex e Jimmy.



Diretoria do ABC não cumpre acordo com o ex-jogador Ivan

Edmo Sinedino,

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A diretoria do ABC não respeitou acordo que fez com um dos grande nomes de sua história. Um jogador que mora no coração da Frasqueira.

Ivan, “O Terrível”, “O Filho do Vento” vem sendo enganado pela diretoria do clube pelo qual dedicou uma vida.

Recebi uma ligação de Ivan narrando um fato que, parece, está se tornando corriqueiro na atual administração do ABC.

Ivan e ABC fizeram um acordo amigo. Ele não vinha sendo aproveitado na base do clube e por isso não tinha sentido continuar trabalhando.

Entendendo a situação do clube, o ex-craque parcelou o valor da rescisão que tinha direito com uma pequena entrada e parcelas a vencer nos dias 24 dos meses seguintes.

E acreditem, ninguém faz isso: ele ainda comprou uma cadeira cativa para ajudar o clube e abater da rescisão.

Deixou claro que não queria confusão, não ameaçou Justiça, não exigiu pagamento integral, nada, nada e fez tudo para continuar amigo do clube.

A cadeira cativa lhe custou de R$ 4,5 mil para abater no acordo parcelado.

E mesmo assim, é verdade, mesmo assim, faz dois meses que a direção do ABC nada paga ao jogador.

Fica, segundo afirmou ele entristecido, no jogo do empurra.

A mesma velha tática que já está se tornando conhecida na administração Rubens Guilherme e Paiva Torres.

Ligações não atendidas, viagens perdidas, gastando com gasolina, ouvindo desculpas e mais desculpas.

No bom português: uma sacanagem com quem deu tantas alegrias aos torcedores do ABC.

Se fossem parcelas muito altas, e sabendo a crise do clube, eu entenderia, mas são parcelas que equivalem  20% do salário de um jogador mediano.

Uma parcela de R$ 3.600,00, duas de R$ 5.000.00 e uma de pouco mais de dois mil reais.

O jogador, é claro, cansou de ser humilhado.

Ele espera que os verdadeiros dirigentes do clube, que acreditam serem homens íntegros, possam cumprir o que acertaram.

Ou será que eles querem que o Ivan seja o trigésimo, quadragésimo, sei lá, a acionar o ABC na Justiça?

PS: estão meu poder cópia do documento assinado pelas partes (acima a primeira parte).



Zé Teodoro na "corda bamba"

Edmo Sinedino,

O ABC tem a chance de “punir” Zé Teodoro por sua falta de palavra, vamos dizer assim.

Acho que, dificilmente, o treinador de mantém no cargo se não vencer o clube alvinegro neste domingo.

O Náutico veio para Natal com o mesmo objetivo de ABC e América: fazer uma “remontagem” para voltar bem ao Campeonato Brasileiro.

Só que o Timbu disputa a Série A.

Até agora, foram dois jogos e duas derrotas acachapantes: 3 a 0 para o América e 2 a 0 para o Alecrim.

Zé Teodoro está, sem dúvida, na “corda bamba”, se eu conheço bem o orgulho dos pernambucanos.



O documento do acerto não cumprido pela direção do ABC

Edmo Sinedino,

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Ao lado (foto), uma segunda parte do documento assinado por Ivan e  o ABC.

O acordo, como explico na postagem anterior, foi para quitar o acerto rescisório pelo tempo de trabalho de Ivan no ABC.

Tem dois meses desse acerto, e o ex-atleta ainda não recebeu nada.

Somente muitos "dribles" da diretoria do ABC.


Cascata deve ser escalado contra o Alecrim

Edmo Sinedino,

Notícias do América após a derrota para o ABC.

Normalidade, claro. Não é o fim do mundo. Vida que segue.

Treinos regenerativos no CT.

Tranqüilizadoras notícias sobre Edson Rocha que saiu sentido...mas foram câimbras.

E a boa, a nova para o jogo contra o Alecrim: Cascata deve retomar o comando na criação de jogadas no meio-campo.



Itália reforça minha teoria sobre a qualidade da Espanha

Edmo Sinedino,

Foto: Getty Images

navas_09A Espanha não jogou bem.

E até passou por sufocos. A Itália merecia ter feito gol ou gols, sem exagero, no primeiro tempo.

A Itália gastou quase tudo que tinha no primeiro tempo. Conseguiu sim marcar a Itália, parou Iniesta, Xavi e Cia.

No segundo tempo, passando por alguns apertos, ainda se segurou, e também na prorrogação.

Aí, diria, foi incompetência dos atacantes de Del Bosque, sim, e de Iniesta, Xavi e até Piquet.

As chances se sucederam e eles não souberam matar o jogo. E se desgastaram mais ainda.

Nos pênaltis, 7 a 6. E fim.

Tem Brasil e  Espanha na final. A decisão que todos, todos queriam...

Espero que Felipão tenha visto a Itália do primeiro tempo. E não se mire no exemplo da Azurra do segundo.

O Brasil tem mesmo condição de parar os espanhóis.

Tenho uma teoria só minha que a Espanha joga muito porque seus adversários têm medo, se encolhem.

E, não sei, vendo a Itália, a do primeiro tempo, achei que a minha teoria, só minha, foi reforçada.

Espero que o Brasil de Felipão não faça o que fez o Santos de Muricy Ramalho.

Se fizer assim, toma de três ou quatro...



Waldemar Lemos gostou da atuação, mas cobra melhora

Edmo Sinedino,

O ABC venceu o América de 1 a 0, e o treinador Waldemar Lemos gostou da apresentação da equipe.

Veja o que ele disse ao site do clube:

“Acredito que em um todo fizemos uma partida muito boa. Fomos melhores no primeiro tempo e acho que o segundo tempo foi mais igual. O bom é que a equipe teve tranquilidade, criou as oportunidades e soube aproveitar bem as chances. Foi um resultado importante para o nosso planejamento e pelo início de trabalho”.

A melhorar

“Estamos no caminho certo e sei que temos muito o que evoluir. Temos trabalhado forte, observado bem todos os jogadores e vamos seguir assim pois temos uma Copa do Brasil e Série B pela frente e precisamos melhorar o nosso desempenho”.

Nota do blog

Espero que Waldemar Lemos continue dando chances ao Felipe Alves, ao Rafinha e não tenha receio de manter Edson, titular da equipe.

Sempre disse que o ABC não precisava de tanto para se arrumar. Tanto é verdade que sem jogadores importantes como Thiaguinho, Renato, Rodrigo Silva, Alvinho e Jean Carioca (entrou depois), o time foi muito bem.



Edson foi o nome do clássico

Edmo Sinedino,

Edson.

Para mim, o nome do jogo.

Eu gosto do talento de Felipe Alves, mas admiro a dedicação, a luta, a garra e e poder de marcação de um jogador.

E Edson personificou esse jogador.



Rodrigo Pimpão decpeciona; Erick Flores não empolga...

Edmo Sinedino,

As estreias.

América e ABC apresentaram caras novas no clássico de ontem à noite no Frasqueirão.

Os mais esperados Erick Flores e Rodrigo Pimpão entraram na partida.

Erick Flores entrou quando ABC estava ganhando, sua primeira jogada foi de marcação e início de jogada de ataque.

A torcida, como sempre acontece nesses casos com jogadores de fora, foi ao delírio.

Mas Erick Flores ficou nisso.

Até achei muito parecido o jeito do Erick Flores jogar com o de Erivélton.

Rodrigo Pimpão. Entrou com o América perdendo, e isso conta. Foi um desastre.

O rapaz não mostrou cacoete de atacante, não mostrou habilidade, não finalizou e deixou péssima impressão.

Má impressão logo no clássico não é nada bom.

De quem mais posso falar?

Andrey no clássico. Bem, mas falhou no gol de falta.

Raulen? Pode mandar embora. Mael, bem, mas claro ainda não está pronto para ser titular do ABC.

Vinícius Pacheco nada fez.

Acho que é isso.


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