Todo cuidado para que novos ovos de serpentes não brotem nestas eleições

Carlos Alberto,

A ex-presidente Dilma Ruosseff foi cirúrgica ao dizer que Jair Bolsonaro (PL) é resultado de um “ovo da serpente chocado durante o impeachment” de 2016. Para Dilma, a eleição de Bolsonaro e a sua campanha à reeleição são frutos de uma aliança entre o neoliberalismo e o neofacismo.

De fato, é o que se tem observado na política brasileira com palanques formados por neoliberalistas e neofascistas, com discursos de ódio e retrocesso. “É este o preço cobrado pelos neoliberais para manter algum suporte ao neofascismo”, afirmou Dilma Ruosseff, citando a Reforma Trabalhista e o teto de gastos, reforçando que “a política neoliberal, junto com o neofascismo, constituem os grandes responsáveis pela catástrofe humanitária hoje existente no Brasil” .

O retrocesso nos remete também a Collor de Mello, hoje aliado de Bolsonaro, com o seu discurso de "bateu levou", não aceitando críticas da imprensa e dos adversários e até as costumeiras palavras chulas saídas da boca do presidente Jair Bolsonaro para agredir jornalistas e políticos que não sejam seus aliados são copiadas e reproduzidas.

O modelo, parece, como já disse no início deste texto, será replicado nos palanques estaduais nestas eleições. Sem discursos ou programas de governo para apresentarem, os candidatos neoliberais com o suporte do neofacismo, usam de palavriado pouco republicano para tentar descontruir adversários. Muitos deles já conhecidos da velha política.

Como não têm projetos políticos-administrativos para apresentarem aos eleitores (as), os candidatos majoritários neoliberais com suporte do neofacismo, apelam as mentiras para iludir o povo. Mas basta recorrer ao currículo deles para desmascará-los.

Portanto, caro leitor, cara leitora, não se deixem iludir. Tomemos todo cuidado para que novos ovos de serpentes não brotem nestas eleições. O resultado já conhecemos.

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