Golpista Eduardo Cunha quer voltar para as luzes da ribalta

Carlos Alberto,

Liberado da prisão domiciliar o golpista Eduardo Cunha quer voltar para as luzes da ribalta.

Ainda que esteja proibido de participar das eleições de 2022, diz que quer fortalecer o seu MDB, já tão desgastado.

Cunha quer ter influência na composição de palanques e articula a recomposição do partido na Câmara.

Cunha, que atuou nos bastidores para eleger o engavetador Arthur Lira, presidente da Câmara, quer dar a "governabilidade" que Jair Bolsonaro tanto precisa para se manter no Poder.

Não à toa o golpista Eduardo Cunha quer manter a "governabilidade" de Jair Bolsonaro.

Segundo O Estadão em reportagem neste domingo (9), o rolo compressor de Bolsonaro para comprar apoio de deputados, diga-se, Centrão, envolve recursos da ordem de R$ 3 bilhões do Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta essa comandada pelo potiguar Rogério Marinho.

De acordo com o jornal, Bolsonaro montou, no final de 2020, um orçamento secreto e paralelo em emendas parlamentares.

Boa parte do dinheiro era para à compra de tratores por valores até 259% acima da referência.

Num país sério isso levaria ao impedimento do presidente.

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A soberba e o preconceito de Paulo Guedes é o retrato do governo Bolsonaro

Carlos Alberto,

O ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, sem saber que uma reunião fechada em que participava estava sendo gravada, depois levada as redes socias mostrou toda a sua soberba e preconceito ao reclamar o acesso dos mais pobres à universidade por meio do Fies, citando como exemplo filho de porteiro.

Paulo Guedes e o governo Bolsonaro sim, é que são incompetentes porque com ele a frente da economia o Brasil bateu recorde de desempregados, 14, 4 milhões de brasileiros

Mas Paulo Guedes, não custa lembrar, é neoliberal e representa a elite brasileira que detesta pobre, assim como o seu patrão, Jair Bolsonaro.

O país em que o ministro da Economia fala que filho de porteiro não pode ter acesso à universidade, está fadado a decadência. Filho de porteiro, pobre, negro, também tem direito a um lugar ao sol. Imbecis são os que pensam diferente.

Mas a resposta veio imediata:

Professor universitário formado em Química, com mestrado e doutorado, André Senna, filho de um porteiro, que também foi “vendedor ambulante, vigilante, um monte de coisa”, fez um relato emocionante em entrevista à TV 247 na noite da última sexta-feira (30) ao comentar a declaração preconceituosa do ministro da Economia, Paulo Guedes, que reclamou o acesso dos mais pobres à universidade por meio do Fies.

Para Senna, Guedes é “insignificante” e não conhece o Brasil e os brasileiros. “Esse senhor não conhece nosso país, não conhece o nosso povo e não conhece pessoas como eu. Aliás, como eu existem milhares de pessoas, que conseguiram ir lá na universidade e mudar a história de uma família inteira. Então esse senhor não conhece nosso país, e é simplesmente lastimável uma pessoa dessa ocupando um cargo tão importante, que é a Economia, e ele simplesmente falar um absurdo desse. Só que, sinceramente, isso me dá mais força”.

Paulo Guedes podia ter dormido sem essa!

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Bolsonaro despreza a ciência; não é novidade é fato

Carlos Alberto,

O presidente Jair Bolsonaro ao vetar do Orçamento 2021 R$ 200 milhões destinados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, dá provas mais uma vez do seu desprezo pela ciência.

Com a capação dos recursos, o programa de produção de uma vacina genuinamente brasileira contra o coronavírus que está sendo desenvolvido pela pasta, pode e deve ficar prejudicado.

O corte veio um dia após o ministro Marcos Pontes ter participado da live do presidente, na última quinta-feira (22), para falar sobre o imunizante que o seu ministério estava produzindo.

Por outro lado, Bolsonaro determinou meses atrás que o Laboratório do Exército produzisse 3,2 milhões de comprimidos de cloroquina que fez o governo gastar mais de R$ 1 milhão em recursos públicos.

Muitos dirão que R$ 1 milhão não é nada frente aos R$ 200 milhões que seriam para a produção de vacina. Mas o problema está exatamente aí: Bolsonaro priorizou a fabricação de um medicamento já comprovado cientificamente não ser eficaz contra o coronavírus. Ou seja, mesmo pífio em relação aos R$ 200 milhões, o R$ 1 milhão foi dinheiro público torrado a troco de nada.

É lamentável que quando o país se aproxima de 400 mil mortes por covid-19, o presidente da República ainda insista no negativismo e contra a ciência.

Daí o ex-primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, ter batido duro em Jair Bolsonaro pelo negacionismo da pandemia. De acordo com o político português, "Bolsonaro deve ser o único presidente no mundo que não apenas negou a doença, mas desvalorizou a ciência e a vacina".

Espera-se que a CPI da Pandemia não acabe em pizza e venha a esclarecer muita coisa.

A conferir!

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O desprezo aos que cultivam os germes do ódio!

Carlos Alberto,

Quem acompanha o meu Blog e a minha coluna no portal Nominuto.com sabe que prezo pela Democracia e a Liberdade de Expressão.

Mas desde o golpe sofrido pela ex-presidente Dilma se instalou neste país um clima de ódio e mentiras.

Com a eleição de Bolsonaro esse clima se acentuou mais ainda, porque quem apoia ele segue cegamente o seu pensamento como se fosse uma seita.

Bolsonaro não aceita o contraditório, da mesma forma que seus ministros e apoiadores.

É preciso entender que a essência da Democracia é a convivência dos contrários, mas parece que essa essência não está no dicionário do presidente Jair Bolsonaro e dos bolsonaristas.

Infelizmente o Brasil vive essa realidade.

Aqui mesmo no Rio Grande do Norte, temos a vivência de quão é visível este ódio com a esquerda, sobretudo, com o PT. Dois ministros do governo Bolsonaro, Fábio Faria e Rogério Marinho, ambos do Rio Grande do Norte, vivem a plantar mentiras nas redes sociais e em sites sem a menor credibilidade contra o governo petista da professora Fátima Bezerra.

No espaço BB News TV criado no blogdobarbosa e no meu Canal no Youtube, faço essa narrativa. Clique aqui para ver e ouvir

Portanto, o desprezo aos que cultivam os germes do ódio!

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Lamentável as inverdades do presidente contra a governadora

Carlos Alberto,

Lamentável que um presidente da República, usando do seu cargo, plante inverdades contra uma governadora de Estado apenas porque ela é sua adversária política. Falo das fake news usadas pelo presidente Jair Bolsonaro, quando disse a um grupo de apoiadores que o Governo Fátima teria usado verbas federais destinadas ao combate à pandemia para pagamento do funcionalismo público.

Jair Bolsonaro poupou o nome do site em que se baseou para destilar as fake news, mas nem precisava, o site tem endereço em Mossoró, e todos sabemos de quem se tratar. Mas, não custa dizer que o ministro das Comunicações, Fábio Faria, já havia dito a mesma coisa dias atrás. Portanto, temos tudo pra crer que as acusações contra o governo Fátima Bezerra, do PT, sem qualquer lastro fático ou que se assemelhe à verdade, tem também as digitais do ministro das Comunicações, filho do ex-governador Robinson Faria, que deixou os salários do funcionalismo atrasado, inclusive 13º, e genro do dono do SBT, empresário Silvio Santos, que recebe gordas verbas federais.

"Mas nosso governo não tem o que temer. Agimos dentro dos princípios da Constituição, com seriedade e honestidade. Tanto que nosso jurídico já foi acionado e está encaminhando o devido processo legal para reposição da verdade", disse a governadora Fátima Bezerra nas redes sociais.

O presidente Bolsonaro e seus asseclas continuam agindo como se a campanha para 2022 já tivesse começado plantando mentiras para ludibriar incautos e ingênuos. Gente que acredita que comunista come criancinha.

Fato é que emparedado com a possível instalação de uma CPI da Pandemia no Senado, Bolsonaro quer dividir a conta da crise sanitária que está sendo conduzida de forma equivocada pelo seu governo, com os governadores. Aí se utiliza de inverdades plantadas por sites bolsonaristas para tentar desqualificar adversários políticos e desviar o foco da questão, que é a crise sanitária que cada vez mais se agrava no país, sem sequer ter o cuidado de checar a informação.

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"Sou hoje coautora de crimes dolosos, por ter sido autora de um crime culposo em 2018"

Carlos Alberto,

O desabafo acima é da advogada e dramaturga Becky S. Korich que fez um mea culpa público, em artigo publicado na Folha de S. Paulo, por ter votado em Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2018.

“Aconteceu em outubro de 2018. Vai ver que mudando, as coisas melhoram, pensei. Constrangimento. Vontade de mudar de assunto. Todavia, me apoio na minha dignidade para ter a coragem de prosseguir com a assunção do meu erro, talvez assim eu durma melhor esta noite”, escreveu a advogada.

É real e notório o descontentamento de alguns que votaram no capitão Jair Messias Bolsonaro para presidente da República. As pesquisas de opinião pública têm retratado isso. A imprensa, da mesma forma, começa a publicar editoriais pedindo o impeachment de Jair Bolsonaro. Até Washington Post, um dos jornais mais influentes dos Estados Unidos, pediu em editorial o impedimento de Bolsonaro.

“O Brasil de Bolsonaro não conseguiu impedir a covid-19. Agora ele pode estar visando a democracia”, diz o texto de um dos mais importantes jornais do mundo, pedido o seu afastamento.

A crise sanitária sem precedentes e sem controle que o país enfrenta, somado a crise política, diria até institucional, e o descontrole da economia com a inflação subindo e o desemprego em massa, além da insatisfação do maior PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil representado pela poderosa Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), não deixam dúvidas que o presidente já começa a ficar sozinho, com o centrão - partidos políticos que apoiam o governo - também dando sinais de insatisfação.

A meu ver a saída não seria o impeachment, até porque o processo demanda demanda tempo e no meio de uma pandemia isso agravaria ainda mais a crise pela qual passa o país.

Bom seria que o presidente Jair Bolsonaro tivesse o mínimo de hombridade e renunciasse ao cargo. Bom para ele e, claro, para os brasileiros (as).

A conferir!

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Na guerra das vaidades políticas quem ganha é a sociedade

Carlos Alberto,

Na guerra das vaidades políticas entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Dória, quem ganha é o povo, ao menos quanto a imunização contra o covid-19.

No dia em que o governador de São Paulo anunciou a vacina do Instituto Butantã, a ButanVac, contra o coronavírus, o presidente da República, seu desafeto, poucas horas depois, determinou ao ministro da Ciência, Marcos Pontes, anunciar que o governo estava produzindo três vacinas.

A diferença é que o Butantã já deverá iniciar os ensaios clínicos das fases 1 e 2 com 1.800 pessoas. Já o governo Bolsonaro, não sabe quando os testes serão iniciados.

Menos mal! Sabemos que nem Bolsonaro nem Doria tem compromisso com a verdade, não tem mocinho neste duelo, mas, o importante é que o Brasil caiu na real, o pelo menos, espero, e precisa também produzir suas próprias vacinas.

Agora é aguardar os resultados e torcer para que todos os brasileiros (as) sejam imunizados (as), independente da natureza da vacina e que a guerra das vaidades políticas possam trazer mais benefícios à sociedade como esta.

A conferir!

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É preciso dividir a conta da pandemia com parlamentares da base aliada. Eles têm medo de perder o voto

Carlos Alberto,

O jornalista Xico Sá fez uma provocação em sua conta no twitter de que é preciso começar a mostrar (politicamente) cada um deputado e senador da base aliada como sócios da carnificina na crise sanitária que o Brasil enfrenta. "Quem apoia genocida também tem sangue nas mãos, escreveu", Xico Sá.

De fato o jornalista tem razão. Se o país está na situação em que está, com quase 300 mil pessoas mortas por covid-19 a culpa não é única e exclusivamente do presidente Bolsonaro. A conta tem que ser divida com a sua base de apoio no Congresso Nacional.

Um exemplo disso é que a maior parte dos nossos parlamentares votaram contra o auxílio emergencial que é pra ser dado pelo governo federal, apoiando a micropolítica do ministro Paulo Guedes. Quem é aqui do Rio Grande do Norte da bancada federal que tá fazendo o "genocídio" acontecer? Quais são os parlamentares que apoiam ou concordam com o que Bolsonaro prega? Uma pergunta que não quer calar e não é difícil responder.

O que ocorre é que o Parlamento é visto como "patinho feio" da República, e sempre uma nuvem negra paira sobre o Congresso Nacional, mas o parlamentar ou parlamentares não, porque o sistema é feito pra dar invisibilidade e poder a estes indivíduos que fazem da política um mercantilismo e, porquanto, continuar a fazer o toma lá da cá.

É preciso entender que estes políticos mercantilistas que fazem parte da base aliada do governo Bolsonaro, muitos deles do centrão, só pensam em ganhar dinheiro, mas tem medo de perder o voto, no entanto.

Portanto, é preciso focar nestes parlamentares e dizer que eles são corresponsáveis direto pelo o que Bolsonaro faz ou prega. Se não se fizer isso, estes parlamentares da base governista vão continuar assinando embaixo do que o presidente da República diz sobre a crise sanitária que o Brasil enfrenta.

A conferir!

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Cuidado com as falsas notícias e os falsos messias

Carlos Alberto,

Parece que a possibilidade do Lula sair candidato novamente à Presidência da República fez com que as noticias falsas - pra não ter que americanizar a coisa e chamar de fake news - voltassem a proliferar com força total. O Facebook e o Instagran estão mandado ver. Alguns acusam até o governo Fátima Bezerra (PT) de tá por trás dessa "censura". Seria muita influencia do governo junto as redes sociais. Acredito que Fátima Bezerra não tenha tanta força assim, mas há os que acham, evidentemente.

Fato é que o ódio a Lula, a Fátima, e ao PT, é porque diferentemente da direita conservadora e reacionária a esquerda tem um pensamento humanista voltado para o bem-estar das pessoas. Isso incomoda porque esse pensamento humanista beneficia também as classes menos favorecidas. Daí as falsas notícias contra os governos de esquerda.

Aliás, em artigo publicado no jornal Tribuna do Norte sob o título "Um ano em defesa da vida, da ciência e da saúde", a governadora disse que não descansará enquanto todo o povo potiguar não estiver vacinado, não sossegará enquanto pacientes estiverem à espera de leitos de UTI e não terá paz enquanto o povo chora a partida dos seus entes queridos.

Isso certamente incomoda e muito os negativistas que pensam em cifrões em detrimento da saúde e da vida das pessoas. É preciso entender que já não temos pessoas em risco, mas uma Nação em risco.

Foi, sobretudo, por plantarem notícias falsas na última campanha presidencial que hoje temos um presidente da República que nega a ciência. Não podemos permitir que ocorra mais isso, sob pena de vivermos um País de mentiras.

A filósofa e psicanalista Cynthia Fleury, em sua obra intitulado La fin du courage nos provoca à reflexão sobre os modos de converter o desânimo em reivindicar o futuro, pois as democracias e, consequentemente, os cidadãos não podem sucumbir nesse desamparo. Ou seja, se, de um lado, todos são afetados por essa degradação moral e política, de outro, trata-se de transpor o caos e encontrar formas de se opor à entropia democrática a partir da ética da coragem como virtude para a manutenção da democracia, a proteção do sujeito e a transformação.

Fleury nos remete a coragem, inclusive, "para desobedecer, pois, ao se seguir um outro de forma servil, alienada e suicida, quais serão os efeitos disso para a democracia? Quais são as consequências quando as pessoas seguem alguém cujo mandamento em plena pandemia é o de não usar máscaras, tampouco tomar vacinas, e sim se aglomerar, fingir nada estar ocorrendo, colocando a vida de milhares em risco".

Portanto, digo e repito, não se deixem enganar por falsas notícias. Elas contaminam a sociedade e levam a descrença das coisas sérias. Esse artifício de plantar fake news em blogs, sites e redes sociais cabe a quem tem ódio a esquerda, e tão somente. 

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Sem mimimi e sem frescura Capitão!

Carlos Alberto,

Sem mimimi e sem frescura a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, do PT, com determinação e responsabilidade está adotando todas as medidas necessárias para conter o avanço da pandemia no estado, conforme já disse no novo espaço criado no blogdobarbosa, o BB News TV. Clique aqui para ver e ouvir.

Não faz tanto tempo assim, a governadora utilizou a sua conta nas redes sociais para afirmar que o seu objetivo como governadora é proteger a vida e a saúde do povo. "Não se pode, de maneira nenhuma, deixar que qualquer divergência de natureza política, ideológica ou eleitoral, tire o nosso foco que é cuidar da saúde da população”, um recado direto ao presidente Jair Bolsonaro que é radicalmente contra as medidas que vêm sendo adotadas pelos governadores contra a pandemia do coronavírus.

"Se precisar endurecer mais as medidas, faremos, mas lockdown sem proteção social não se sustenta", disse a governadora Fátima Bezerra, tranquilizando os mais pessimistas que acham que o governo Fátima adota estas medidas por bel prazer. Não, Srs, o governo também deixa de arrecadar impostos quando o comércio fecha mais cedo, quando bares e restaurantes têm seus horários de atendimento reduzidos e quando shoppings deixam de funcionar. Enfim, o prejuízo na economia também bate na conta do governo, é preciso deixar isso bem claro principalmente para os negacionistas de plantão.

No entanto, o governo Fátima Bezerra, é bom ressaltar mais uma vez , preza pela saúde e vida da população acima de tudo. Tanto é assim que quando surgiram os primeiros casos de Covid-19 no Brasil, em janeiro de 2020, o Rio Grande do Norte foi o primeiro estado a lançar mão de um Protocolo Sanitário. O documento fala sobre como diagnosticar, os critérios de internação e precauções de contato. Também foi criado o Portal da Transparência Covid, para que a sociedade saiba como estão sendo aplicados os recursos destinados a pandemia com acompanhamento, inclusive, do Ministério Público Estadual.

Quanto a cobrança de que o governo não instalou um hospital de campanha, é bom esclarecer que o governo do estado chegou a promover uma chamada pública, salvo engano, republicada em três ou quatro ocasiões, mas que pelas propostas das empresas que se apresentaram, com valores acima da realidade, o governo optou por fazer um contrato com a Liga-Norteriograndense contra o Câncer que é uma unidade hospitalar filantrópica.

Além disso, ao invés do Hospital de Campanha a ser instalado em Natal e que só iria atender a demanda da Região Metropolitana, a governadora optou por instalar leitos de UTIs para tratamento de Covid na rede pública hospitalar do estado, totalizando hoje mais de 600 leitos, que se não fosse isso a saúde, tanto pública quanto privada, no Rio Grande do Norte já estaria totalmente colapsada.

Portanto, é bom que os negacionistas tipo o Capitão deixem de mimimi e frescura e colaborem para que os decretos governamentais sejam cumpridos para proteger a saúde deles, dos familiares, dos amigos e, claro, de todos nós.

A conferir!

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Jornalões fazem funeral, ainda que tardio, sobre farsa da Lava Jato

Carlos Alberto,

Primeiro foi o colunista Merval Pereira, do jornal O Globo, e que lutou pelo golpe de 2016 contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, e pela prisão política do ex-presidente Lula, que jogou a toalha e já não acredita mais na manutenção das sentenças do ex-juiz Sérgio Moro contra o petista.

Depois a Folha que em editorial do fim de semana publicou:
“Desde que vieram a público, em junho de 2019, os primeiros vazamentos de conversas entre investigadores da Lava Jato e o então juiz Sergio Moro, ficou evidente que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve um julgamento imparcial no caso do famigerado apartamento de Guarujá (SP). As gravações mostraram uma proximidade inaceitável entre magistrado e acusadores, o que é razão suficiente para a suspeição”.

Nesta segunda-feira (1), O Estadão também não deixou por menos.
O jornal Estado de S. Paulo, que em 2018 disse ser “muito difícil” optar entre o social-democrata Fernando Haddad e o protofascista Jair Bolsonaro, hoje diz que os eleitores do atual governante foram traídos.

“O abandono de qualquer imagem de governo reformista se dá num momento em que a aprovação de Jair Bolsonaro caiu para 44%, uma queda de oito pontos em quatro meses, de acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com o Instituto MDA. No período, também diminuiu a avaliação positiva do governo (ótimo e bom) de 41% para 33%. Por diferentes motivos – a irresponsável atuação do governo federal na pandemia é apenas um deles –, mesmo os crédulos que confiaram nas promessas liberais e modernizantes de Bolsonaro começam a suspeitar, ora vejam, que foram enganados”, finaliza o editorial.

Não fiquemos só aí. O jornal  The New York Times, o mais influente do mundo, diz que o ex-juiz Sérgio Moro é responsável direto pelo caos no Brasil, por ter corrompido o sistema de justiça no País. “O Brasil vive várias crises ao mesmo tempo – a situação catastrófica da saúde, a economia frágil e a polarização política extrema. Agora podemos adicionar a corrupção do sistema judicial à lista. Não precisava ser assim. Os brasileiros tinham grandes esperanças há sete anos, quando um jovem magistrado chamado Sérgio Moro lançou uma operação anticorrupção chamada Lava Jato, ou Operação Lava Jato”, diz o artigo assinado pelo jornalista Gaspard Estrada.

Como se observa, a farsa da Lava Jato que alçou à Presidência da República o ultadireitista Jair Bolsonaro, está levando a mídia conservadora nacional e estrangeira a reconhecer que cometeram um erro de avaliação e a promover o seu funeral.

Em seu conceituado manual de estilo o tradicional jornal português O Público definiu muito bem o deslize jornalístico, comparando com outras dignas profissões de alta responsabilidade: “Os médicos enterram os seus erros, os advogados enforcam os seus, enquanto os jornalistas publicam os erros que cometem”.

De fato a mídia conservadora, através dos jornalistas que a fazem, publicaram os erros que cometeram e promoveram com a ampla cobertura da Lava Jato, o impeachment da presidenta Dilma Ruosseff, a prisão do ex-presidente Lula, e a eleição do capitão Jair Bolsonaro, um desastre nacional que está levando o Brasil ao fundo do poço sobre todos os aspectos, político, social e econômico.

Daí repetir o que já dissera tempos atrás em artigo: O Estado deve desculpas a Luiz Inácio Lula da Silva. Clique aqui para ler

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Sucupira é aqui

Carlos Alberto,

O prefeito de Sucupira, Odorico Paraguaçu, personagem de telenovela
interpretado pelo saudoso Paulo Gracindo, perde feio frente ao prefeito de
Natal, médico Álvaro Dias, que tal qual o presidente Jair Bolsonaro mantém um discurso negacionista e volta a defender tratamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19.

Falar mal da Ivermectina deve ser obra da esquerda
comunista, marronzista e badernenta, diria Odorico Paraguaçu, mormentemente igual ao alcaíde Álvaro Dias e o Capitão Bolsonaro.

Prefeito Álvaro Dias, apenasmente caia na real. A farmacêutica Merck,
fabricante da ivermectina afirmou em comunicado, dias atrás, que não há
“nenhuma evidência significativa” de eficácia clínica no uso do medicamente para tratamento da Covid-19.

No comunicado, a farmacêutica ainda pontuou que há uma
preocupante ausência de dados sobre segurança da substância nesse contexto na maior parte dos estudos.

Mas vamos botar de lado os entretanto e partir logo pros finalmente.
No último sábado (20), o Diário Oficial do Estado publicou Decreto nº 30.379, recomendando medidas temporárias para restringir o horário de funcionamento de bares, restaurantes e congêneres até as 22 horas, suspendendo a realização de eeventos promovidos por entidades públicas ou privadas e suspendendo a comercialização e o consumo de bebidas em locais públicos após às 22 horas por um período de 14 dias. Na reunião que discutiu o decreto governamental nasexta-feira (19), o único prefeito da  Região Metropolitana que não compareceu foi exatamente o prefeito de Natal, Álvaro Dias. Obviamente contrário as medidas.

"As medidas preventivas são essenciais neste momento. O quadro se
agravou nos últimos dias. Ou a gente se dá conta da necessidade dessas medidas mais restritivas ou teremos dificuldades, porque só abrir novos leitos não vai resolver o problema", disse a governadora Fátima Bezerra, chamando atenção para a gravidade do momento e lamentando o ritmo lento de vacinação em todo o Brasil.

Em artigo publicado na Agência Saiba Mais o médico Íon Andrade
chama a atenção de que os números da região metropolitana da capital potiguar recomendam endurecimento. De acordo com Ion Andrade, "a região metropolitana vem apresentando uma taxa de ocupação de leitos críticos (UTI) superior a 80%, mais exatamente, a taxa tem flutuado nos últimos dias em 90% de ocupação e um dos parâmetros utilizados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para a recomendação do lockdown é a ultrapassagem dos 80% de ocupação de leitos".

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Fátima Bezerra, a governadora da saúde

Carlos Alberto,

Pode parecer um clichê o que vou dizer, mas a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, do PT, está se notabilizando como a governadora da saúde pelo seu empenho em fazer com que a saúde pública no estado funcione efetivamente, sobretudo, no combate a pandemia da Covid-19.

Fátima Bezerra, assim como outros governadores cancelou o ponto facultativo do carnaval, mesmo contrariando o setor hoteleiro e de bares e restaurantes, para preservar a saúde do povo potiguar. Fátima Bezerra não tomou uma decisão deliberada, ela ouviu o Comitê Científico que a alertou sobre os riscos de adotando o ponto facultativo as aglomerações serem bem maiores dos que as que ocorreram na praia da Pipa, por exemplo, no último final de semana.

Por isso, e por determinação da governadora Fatima Bezerra uma equipe das forças de segurança do Rio Grande do Norte seguiu para Pipa, no município de Tibau do Sul, com uma missão: coibir aglomeração e evitar cenas “lamentáveis” como as que foram registradas.

“Naturalmente, pregamos o diálogo, mas onde houver omissão municipal, o governo vai agir porque o que está em jogo é a vida das pessoas. “Espero que haja bom senso, empatia, solidariedade, que haja o sentimento de amor ao próximo,” disse Fátima Bezerra.

Está certa a governadora! No momento em que há um recrudescimento da pandemia em todo o mundo, a governadora do Rio Grande do Norte mostra a sua preocupação e o seu dever como gestora de zelar pela saúde da população.

“Estamos aguardando a audiência do ministro Eduardo Pazuello. Já faz 15 dias que o fórum dos governadores pediu essa audiência. A pauta central é vacina, vacina, vacina”, pontuou a governadora em entrevista ao programa Boa Noite 247, da TV Brasil 247, colocando que “nós precisamos tratar do cronograma de distribuição dessas vacinas. Nós precisamos de segurança nas datas que estão previstas as entregas para os estados”.

A governadora não mede esforços quando o assunto é saúde pública, já tendo conseguido aprovar na Assembleia Legislativa a lei que cria os Consórcios Intermunicipais de Saúde, que quando implantados irão beneficiar, sobretudo, a população do interior do estado, e equipado UTIs em vários hospitais da rede pública estadual de saúde, ao invés de investir num hospital de campanha para tratamento da Covid, que só iria beneficiar pacientes de Natal e da Grande Natal. A governadora neste caso pensou no macro da assistência à saúde e não no micro.

Aliás, a governadora Fátima Bezerra não se cansa de trabalhar em prol da saúde do povo. Como parte das ações de fortalecimento dos hospitais regionais do Estado, a governadora inaugurou a reforma do Pronto Socorro do Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu, no Agreste potiguar.

O hospital, referência no atendimento obstétrico na região, recebeu um investimento de R$ 3,6 milhões – recursos viabilizados pelo Governo Cidadão, via empréstimo junto ao Banco Mundial –  para as obras e aquisição de equipamentos da maternidade e da porta de urgência e emergência.

Como bem disse o cientista político Daniel Cara, do Psol, que foi o grande articulador para a aprovação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), "Fátima Bezerra é a melhor governadora do Brasil". Veja vídeo clicando aqui

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E agora ministro? TRE declara inegibilidade do Sr seu pai, Robinson Faria

Carlos Alberto,

Por coincidência no mesmo dia em que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte declarou a inelegibilidade do ex-governador Robinson Faria pela prática de abuso de poder econômico e político nas eleições de 2018, a governadora Fátima Bezerra, do PT, destacou a transparência das informações e a qualidade do atendimento ao público como um dos principais pilares da sua gestão. O apontamento foi feito durante o VII Fórum da Rede SIC RN, promovido pela Controladoria Geral do Estado.

“Na condição de governadora, esse relatório tem um significado muito importante para mim. Ele traduz a essência, a alma desta gestão: o compromisso irrenunciável com o diálogo, com a participação popular e com a transparência”, afirmou a petista Fátima Bezerra .  

Destaque-se que dentre as estatísticas apontadas pelo documento, quando comparado ao ano de 2019, tiveram melhor resultado: o aumento dos pedidos de informação que elevaram em 61,8%; e a satisfação do usuário que passou a 77,42% no mês setembro de 2020. Outro resultado apontado no relatório – como resultados satisfatórios – foi a cooperação firmada e fortalecida com órgãos do Governo (Sesap, SET, Seap, Assecom, GAC, Sead e Sethas) para atendimento das demandas de diversas Organizações Não Governamentais (ONGs).

Pois é Fábio Faria, ministro das Comunicações que vive a divulgar Fake News dizendo que quem governa o Rio Grande do Norte é o seu patrão, Jair Bolsonaro. Não ministro, o Rio Grande do Norte tem uma governadora que preza pela transparência e probidade no jeito de governar, ao contrário do Sr seu pai, Robinson Faria, que agora enfrenta uma inelegibilidade acusado pela justiça eleitoral por prática de abuso de poder econômico e político nas eleições de 2018.

Não vou entrar aqui nem no fato de que o Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou dois ex-presidentes da Assembleia Legislativa potiguar, entre eles o Sr seu pai, Robinson Faria, um advogado e outras três pessoas pelo crime de peculato. O esquema fraudulento que eles esquematizaram desviou pelo menos R$ 1.144.529,45 entre os meses fevereiro de 2006 e março de 2016 do Legislativo estadual. Duas outras pessoas também foram denunciadas por falso testemunho.

O ministro das Comunicações do governo Bolsonaro, filho do ex-governador Robinson Faria, que deixou os salários dos servidores públicos atrasados e ainda foi denunciado pelo MP por crime de peculato quando era presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte deveria se portar como um ministro de Estado e não como um produtor de Fake News.

Aliás, seria de todo bom agora, que o ministro Fábio Faria antes de espalhar suas Fake News, pensasse melhor, se é que tem esse dom, para não ter que justificar os deslizes administrativos cometidos por seu pai, Robinson Faria, como presidente da Assembleia e governador do Rio Grande do Norte, porque as denúncias que se tem contra ele, estas sim, não são Fake News, e sim fatos verídicos e comprovados.

A conferir!

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O problema não é só Bolsonaro, é também quem acredita nele

Carlos Alberto,

Faço minhas as palavras do jornalista Xico Sá, que postou a seguinte mensagem nas redes sociais: "O problema nunca foi o Bolsonaro. Político sincerão, incompetente e ordinário por 30 anos. Quem representa o atraso e a destruição do Brasil é quem acredita nele".

Tem razão Xico Sá, mas ressalto apenas que o problema não é só Bolsonaro. Ele foi, é, e será um problema se não houver impedimento dele continuar desgovernando o país. Reú confesso da sua incompetência quando chegou a afirmar que não nasceu pra ser presidente, e sim militar, Jair Bolsonaro, sequer, tem competência para montar um ministério, que aliás, seu corpo de auxiliares é tão igual quanto a ele.

Repito o que já disse em outro editorial: até quando as instituições se acovardarão para impedir Jair Bolsonaro de governar, o que tem sido uma praxe, permitindo que a família Bolsonaro continue ameaçando a nossa frágil democracia ao mesmo tempo em que incentiva o genocídio, ao menosprezar o combate ao vírus que já matou e vem matando um número infinito de brasileiros. Até quando se omitirão?

O jornalista Jânio de Freitas, um dos mais conceituados profissionais da imprensa brasileira escreveu: “a visão de que o impeachment não tem base pública peca por superficialidade excessiva. As evidências disponíveis já são bem nítidas”.

É verdade! Bolsonaro com seus arroubos representa o espectro do ditador capaz de desafiar as instituições democráticas custe o que custar. O pior disso tudo é que o discurso de Bolsonaro se sustenta no apoio das elites e da classe média metida a besta, que não tem, sequer, uma maçã na geladeira, mas tem dois carros importados na garagem pra mostrar aos amigos.

Com medo da classe menos favorecida da sociedade ser feliz novamente,
a elite brasileira, que articulou o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2016, e a prisão política do ex-presidente Lula, em 2018, para usurpar a Presidência da República e aplicar um choque neoliberal, retirando direitos dos trabalhadores, liquidando a soberania nacional e ampliando a miséria, tem um novo projeto. O plano consiste em aceitar a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, diante das provas de sua parcialidade, mas não devolver os direitos políticos ao ex-presidente Lula, mantendo o Brasil sem democracia.

E por que esse medo das classes dominantes tupiniquim? Porque sabem que se Lula recuperar seus direitos políticos, retirados todos sabem como, Lula ganharia novamente, se candidato, a eleição presidencial em 2022. Mas querem novamente tirá-lo do caminho.

Como disse uma manifestante neste domingo (31) em Brasília, "pelo Brasil, pela vida de seu povo: impeachment já".

E eu completo: Lula lá em 2022!

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Não, não é só Pazuello que a PGR tem que investigar. Bolsonaro também

Carlos Alberto,

Curioso, muito curioso e até intrigante o fato do procurador-geral da República, Augusto Aras, ter pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF), abertura de inquérito para investigar tão somente a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no enfrentamento da pandemia em Manaus (AM), que registrou falta de oxigênio medicinal em hospitais dias atrás.

Por que o pedido de investigação somente para o ministro da Saúde, quando o ministro do STF, Ricardo Lewandowski, já havia encaminhado na 6ª feira (22) ao procurador-geral da República notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello por supostos atos omissivos e comissivos na adoção de medidas para o combate à pandemia do coronavírus, cabendo ao procurador-geral decidir o que fazer com a notícia crime proposta pelo ministro do STF, pois apenas ele pode oferecer denúncia pela prática de crime comum contra o presidente da República e o ministro de Estado.

Contudo, o procurador-geral da República, Augusto Aras, optou por solicitar um pedido ao Supremo de abertura de inquérito para investigar a conduta apenas do ministro da Saúde. E a notícia-crime contra Jair Bolsonaro encaminhada pelo ministro Lewandowski será engavetada?

A petição foi protocolada no STF por 8 deputados federais do PCdoB. Eles argumentam que o “descompromisso” de Bolsonaro e de Pazuello com o enfrentamento da pandemia deixou gestores locais “à deriva”.

O PGR [Augusto Aras]pediu ao STJ [Superior Tribunal de Justiça] investigação contra o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o prefeito de Manaus, David Almeida, por colapso no sistema de saúde. Nós entendemos que o governo federal também tem responsabilidade nessa crise. Bolsonaro e Pazuello devem ser responsabilizados pelo crime de omissão. A ação da bancada do PCdoB é para que o presidente e o ministro também sejam investigados”, explica a líder da legenda, deputada Perpétua Almeida (AC), em Nota.

Na petição, os congressistas afirmam que o governo teria sido omisso, por exemplo, ao não tomar providências para evitar a falta de oxigênio hospitalar no sistema de saúde do Amazonas, especialmente em Manaus, mesmo tendo sido comunicado da iminência do colapso uma semana antes.

Segundo os deputados, Bolsonaro e Pazuello podem ter cometido o crime tipificado no artigo 132 do Código Penal (expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente ao propagar a utilização de medicamentos que não têm eficácia científica).

A conferir!

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No RN o governo é um só, e do PT, e cumpre com seus deveres

Carlos Alberto,

Como bem disse a governadora Fátima Bezerra, do PT, “aqui nós fizemos o dever de casa. Estamos preparados para a imunização. E nesse contexto, sem qualquer falsa modéstia, o Rio Grande do Norte assumiu papel de protagonista no Brasil.”

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, diz que o presidente Bolsonaro é quem é o governador do Rio Grande do Norte, espalha isso aos quatro cantos do estado, como fake news para parecer verdade, só porque a União destina verba federal, o que está na Constituição. Não faz nenhum favor.

Mas, diferentemente das mentiras que prega nas redes sociais o ministro Fábio Faria, que foi indicado para o cargo em troca do apoio do SBT, do empresário e apresentador de TV, Sílvio Santos, seu sogro, o governo da petista Fátima Bezerra trabalha e cumpre com seus compromissos. Prova maior disso é que já montou uma logística junto com a UFRN (Universidade Federal do RN) para a aplicação da vacina contra a Covid-19, aguardando apenas as indecisões do governo Bolsonaro, como sempre, de quando as vacinas serão distribuídas aos estados.

Fábio Faria deveria dizer que o presidente Bolsonaro governa também o Amazonas que sofre um colapso na saúde com falta até de oxigênio. Antes as pessoas estavam morrendo por Covid, agora até por falta de oxigênio porque o "governador Bolsonaro" não tomou as providências solicitadas pelo governador, de direito, do Amazonas.

A governadora Fátima Bezerra, do PT, e não o "governador do RN Jair Bolsonaro", como o ministro das Comunicações Fábio Faria costuma dizer, se antecipou aos fatos e cuidou de tomar as providências cabíveis para vacinar o povo do Rio Grande do Norte. Como diz o refrão da música "Pra não dizer que não falei de Flores", de Geraldo Vandré, hino da resistência à ditadura militar, "quem sabe faz a hora não espera acontecer". É isso que a governadora Fátima Bezerra, do PT, e não o falso governador do RN Jair Bolsonaro, está fazendo, Sr ministro Fábio Faria. Aliás, o sobrenome do Sr é bem sugestivo, "Faria".

Volto a repetir o que disse a governadora Fátima Bezerra, do PT: "O Rio Grande do Norte é um estado pequeno, mas que dispõe de um governo sério, compromissado, de parceiros fundamentais como o LAIS/UFRN, empresários e trabalhadores, de bravos e abnegados profissionais que atuam nas áreas da Saúde e da Segurança, sem falar no papel dos Ministérios Públicos, que cumprem com toda a competência o papel que lhes cabe: de fiscalização e guardiões da sociedade".

Diferentemente do que pensa "o governador do Rio Grande do Norte, Jair Bolsonaro", nomeado por livre e espontânea vontade pelo ministro das Comunicações, a governadora eleita pelo povo potiguar, Fátima Bezerra, do PT, governa o estado e pensa na saúde da população, e não considera a Covid-19 apenas uma "gripezinha".

Aliás, é bom que o ministro das Comunicações Fábio Faria e o "governador Jair Bolsonaro", nomeado por ele - o ministro do SBT - saibam que o Rio Grande do Norte não foi somente o primeiro estado a apresentar um plano de vacinação contra a Covid-19, mas o único do Brasil a adquirir, via parceria LAIS/UFRN, um sistema exclusivo e pioneiro de transparência e monitoramento do processo de imunização, ao qual essa plataforma foi denominada de RN+Vacina. Certamente o ministro do STB sabe disso, mas faz questão de ignorar, por razões óbvias.

Aliás, o ministro das Comunicações/STB, Fabio Faria, deveria cobrar do "governador do Rio Grande do Norte Jair Bolsonaro", nomeado por ele - Fábio Faria - os atrasados que o seu pai, então governador de fato e de direito do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, deixou para o funcionalismo do estado, que a governadora Fátima Bezerra, do PT, já está pagando com recursos próprios do Tesouro Estadual, sem nenhum centavo do governo federal pra não falar asneira nas redes sociais.

Tenho dito!

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Maia prevarica ao deixar de analisar pedidos de impeachment contra Bolsonaro

Carlos Alberto,

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem que acabar com a retórica do discurso nas críticas a Jair Bolsonaro e partir para a prática e começar a analisar os mais de 50 pedidos de impeachment contra o presidente da República.

Rodrigo Maia e Jair Bolsonaro estão cometendo crimes contra a Nação. O primeiro por prevaricar e engavetar os pedidos de impedimento do presidente da República. O segundo, por razões óbvias que todos já conhecem. Um dos crimes cometidos por Jair Bolsonaro é o de agir de forma totalmente irresponsável diante da pandemia. É impossível imaginar o que falta ainda para a única providência que salve vidas da sanha mortífera de Jair Bolsonaro, ou seja, a vacinação em massa do povo brasileiro.

Contudo, a sanha mortífera de Jair Bolsonaro não fica só aí. Um presidente da República que tem como ídolo o coronel Brilhante Ustra, maior torturador da ditadura militar, e faz questão de alardear isso, uma verdadeira apologia a tortura, e que quer solapar as instituições democráticas em nome de um populismo autoritário cujo objetivo claro é destruir a democracia não pode mais permanecer como presidente do Brasil. A ameaça antidemocrática tem sido constante e será contínua nos próximos dois anos se nada for feito para detê-lo.

A responsabilidade maior recai agora sobre os ombros do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, que tem até fevereiro, antes de deixar a presidência da Casa, para colocar na pauta ao menos um dos pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Conhecido como "engavetador" - Rodrigo Maia engavetou 25 pedidos de impeachment protocolados na Câmara contra o então presidente Michel Temer (PMDB) - agora, já são mais de 50 pedidos de impeachment contra Bolsonaro sobre a mesa e ao que parece está contando com a cumplicidade do presidente da Câmara.

Como bem disse o jornalista Jânio de Freitas em artigo publicado em dezembro na Folha, Rodrigo Maia age com “nítido abuso de poder, nessa recusa a priori. É dever do presidente da Câmara o exame de tais requerimentos, daí resultando o envio justificado para arquivamento ou para discussão em comissões técnicas. Rodrigo Maia jamais explicou sua atitude”, escreveu Freitas.

O fato é que Rodrigo Maia está perdendo o bonde da história e poderá sair da presidência da Câmara com a pecha de "engavetador", o que poderá certamente frustrar seus planos de chegar à Presidência da República em 2022.

Um fato curioso é que em seu livro-bomba “Tchau Querida, o Diário do Impeachment”, o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ), que está preso, afirma que Rodrigo Maia, hoje na Presidência da Câmara , “era um personagem desesperado pelos holofotes do impeachment de Dilma”.

De acordo com o livro, Maia queria a relatoria da Comissão Especial do Impeachment, mas o emedebista vetou por acreditar que ele não teria forças para a tarefa.

Ou seja, contra o PT tudo, contra o fascismo de Bolsonaro e o golpismo de Temer, nada!

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Quando detratores são levados à vala comum do bolsonarismo o caminho é a humilhação pela retratação

Carlos Alberto,

Pois foi exatamente isso que Lenice Moreira de Moura, que se diz advogada e professora de Direito Tributário da UNI-RN fez após postar uma publicação na sua página no Facebook, com foto montada da governadora Fátima Bezerra, do vice-governador, Antenor Roberto, do prefeito de Natal Álvaro Dias e do secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia. Lenice, após repercussão negativa da sua postagem, no último dia 30, se retratou publicamente. Reconhecimento pelo erro não. Pressão pela repercussão negativa.

Como quem baixa a guarda, a "advogada" bolsonarista Lenice Moreira de Moura publicou a seguinte retratação pública:

RETRATAÇÃO, PEDIDO DE DESCULPAS AO GOVERNO DO ESTADO E À SOCIEDADE NORTE RIO-GRANDENSE
Venho por INTERMÉDIO DA PRESENTE PUBLICAÇÃO ME RETRATAR A RESPEITO de Matéria que Publiquei em MINHA CONTA no FACEBOOK, quanto a uma FOTO da GOVERNADORA em uma MESA BRANCA. Recebi a foto como se fosse ORIGINAL, SENDO que MESMA, JÁ ADULTERADA, ESTAVA CIRCULANDO NA INTERNET antes mesmo da minha postagem. NÃO conferi adequadamente a FONTE. A Postagem permaneceu por ALGUMAS HORAS em MINHA CONTA do FACEBOOK, até que um AMIGO me ENVIOU a FOTO ORIGINAL, de MODO que CONSTATEI o EQUÍVOCO COMETIDO na POSTAGEM. Prontamente APAGUEI a FOTO e a POSTAGEM. Peço DESCULPAS pelo OCORRIDO, de FORMA ESPECIAL, à GOVERNADORA FÁTIMA BEZERRA e DEMAIS INTEGRANTES PRESENTES NA MESA, INCLUÍDOS NA REFERIDA FOTO. Abaixo, a FOTO ORIGINAL, que recebi do amigo.

Um abraço fraterno a todos!

Lenice Moreira de Moura
Professora Universitária-UNI-RN
Doutora em Ciências Sociais-UFRN

Poderia ter evitado o vexame não fosse a insensatez que está levando a "advogada" à vala comum do bolsonarismo. Pega mal uma "advogada" e professora universitária postar Fakes em sua página pessoal no Facebook. Qual exemplo está dando aos seus alunos?

Além do fato de difamar a  governadora, a "advogada" Lenice Moreira de Moura, como professora de Direito Tributário, parece ter total desconhecimento sobre a verba que o governo Bolsonaro liberou para os estados para o combate a pandemia. Em vídeo postado também na sua conta no Facebook, Lenice Moreira de Moura disse que a União transferiu para o Rio Grande do Norte R$ 432 milhões, quando na verdade até o dia 17 de dezembro, foram transferidos R$ 42 milhões. Bom que se diga que de todos os estados do Nordeste o RN foi o que recebeu menos recursos para o combate a pandemia.

Sobre as transferências constitucionais, isso é obrigação do governo federal para todos os estados que fazem parte da União. Lenice Moreira de Moura, como professora da cadeira de Direito Tributário tem obrigação de saber disso e não ficar jogando pra plateia para não ter que passar vexame como o que passou.

Detalhe: estou colocando a palavra advogada aspiada porque de acordo com a Agência de Notícias Saiba Mais,  "a professora bolsonarista não tem registro na OAB".

A professora de Direito Tributário da UNI-RN Lenice Moreira de Moura não possui registro na OAB do Rio Grande do Norte. Por isso, a assessoria de comunicação da OAB-RN informou que “está acompanhando o caso e que não irá se posicionar sobre o tema, pois a referida pessoa não possui registro nos quadro da Seccional Potiguar”, disse.

Certamente Lenise Moreira de Moura é apenas bacharel em Direito, mas se não é registrada na OAB é porque não prestou exame da Ordem para ter o título de advogada. Ou prestou e não foi aprovada. Uma hipótese!

Fato é que o ocorrido sirva de exemplo, não só à Lenice Moreira de Moura, mas a todos (as) que se acham no direito de denegrir as pessoas ou instituições achando que não haverá consequências.

Fazer oposição ou ter opinião contrária faz parte da democracia, afinal, democracia é a convivência dos contrários. O que não pode e não deve haver é agressão a pessoas ou instituições, sejam elas representativas ou não. Agredir uma governadora de Estado, a "advogada" e professora, Lenice Moreira de Moura deveria saber que é grave. Que fique a lição e que ela não tenha que passar mais um vexame por cair na vala comum do bolsonarismo.

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Num ano que se deve esquecer, o RN fica mal na foto na esfera federal

Carlos Alberto,

O ano de 2020 deve ser esquecido pelo mundo e por todos os brasileiros, onde fomos afetados por uma crise sanitária e uma crise econômica sem precedentes devido a pandemia do coronavírus. Como bem disse a ex-presidenta Dilma Ruosseff, em entrevista ao canal Opera Mundi,
“os golpistas criaram a crise econômica e a crise política no país”, o que tornou o Brasil instável para investimentos, agravados ainda mais com a crise sanitária e um governo de gente incompetente a começar pelo presidente.

Neste cenário aterrorizador e devastador, diria, temos na esfera federal dois ministros que não merecem estar onde estão, salvo pelo governo que representam. Falo do ministro das Comunicações, Fabio Faria, filho do ex-governador do estado, Robinson Faria, que deixou os salários dos servidores atrasados e genro do apresentador de televisão, Silvio Santos, e do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que troca de legenda como quem troca de camisa para se acomodar as situações. Veja por quantos partidos Rogério Marinho já passou, até "socialista" ele foi um dia, abandonando a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) simplesmente por não ter sido escolhido por ela, certa vez, pra ser candidato a prefeito de Natal, saindo então do PSB vomitando fagulhas contra sua ex-líder. A história retrata isso.

Mas, nos detemos aos predicados dos dois ministros: Fábio Faria, como já disse, foi escolhido ministro das Comunicações em situação atípica ao regime republicano. Não bastasse, para agradar a Bolsonaro, em meio a pandemia que assola o país, não resistiu a um convite do patrão e junto com o apresentador do STB, Ratinho, e mais o empresário Luciano Hang, se reuniu para uma pescaria e um jantar em São Francisco do Sul, litoral norte de Santa Catarina, na última segunda (21) e terça-feira (22). O jantar foi no Forte Marechal Luz, que faz parte das dependências do Exército brasileiro.

Rogério Marinho, todos conhecem, foi deputado federal do RN que não conseguiu se reeleger porque traiu a classe trabalhadora, mas acabou recebendo de presente de Bolsonaro um ministério. Marinho, bom que se diga, foi nomeado inicialmente para a Secretaria Especial de Previdência Social, por ser um ferrenho defensor das reformas que retiraram direitos da classe trabalhadora. E depois foi relator ainda como deputado da reforma previdenciária, se tornando um "verdugo" dos idosos.

Marinho foi escolhido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para comandar a Previdência por sua experiência como relator e maior defensor da reforma Trabalhista que extinguiu mais de 100 itens da CLT e legalizou formas precárias de trabalho, como o contrato intermitente.

Hoje, Rogério Marinho é um desafeto de Guedes e conhecido na área econômica do governo como "fura-teto".

Na Esplanada dos Ministérios, Marinho sempre atuou em favor da austeridade fiscal. Tanto que ele possui como legado as articulações políticas em prol da reforma da Previdência e, quando era deputado federal trabalhou em favor de outras pautas liberais como o teto de gastos, aprovado no governo Michel Temer (MDB). Agora, ao defender a flexibilização de gastos dentro do governo, para agradar ao patrão, Marinho mudou sua postura.

Como se observa, caro leitor, o Rio Grande do Norte apesar de contar com dois ministros no governo Bolsonaro, o que não é nada para ser lisonjeado, tendo em vista o governo retrógrado que Jair Bolsonaro representa, está mal na foto com estes representantes.

Diante de tudo isso, 2020 é um ano que se deve esquecer sob todos os aspectos.

Tenho dito!

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1-20 de 1995