Projeto arquitetônico para criação de complexo turístico como colaboração chega a Prefeitura do Natal

Airton Bulhões,

 

  O mandato do vereador Sueldo Medeiros (PROS) mandou elaborar um projeto arquitetônico como colaboração a Prefeitura de Natal de um complexo de lazer e turismo para melhor aproveitamento de um trecho da Praia de Ponta Negra localizado entre a orla e a Avenida Engenheiro Roberto Freire.

  De acordo com a proposta, o complexo terá três pisos e será construído à margem da Roberto Freire. No piso rente à avenida, haverá um mirante, uma academia ao ar livre e um calçadão.

  O piso intermediário, por sua vez, contemplará bares e restaurantes. Já o inferior, será utilizado como estacionamento.

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  Segundo Sueldo Medeiros, a ideia respeita o regramento urbanístico local e pode ser executada pela Prefeitura com parcerias privadas.

“Tudo foi pensado para dar uma nova cara ao nosso cartão postal mais famoso, melhorando o seu aproveitamento tanto pelos natalenses quanto pelos turistas”, defende o parlamentar.

 São ações desse porte dos vereadores que a cidade precisa muito mais do que passar a legislatura  concedendo títulos de cidadania, alguns justos outros quem sabe. 

  O prefeito Alvaro Dias deveria considerar e mandar sua equipe de planejamento avaliar porque Ponta Negra é joia do turismo natalense, mas não se faz nada, continua do mesmo jeito desde o século passado, só cresceram os números de hotéis e pousadas, projetos urbanísticos nonada.

   A cidade agradece tudo que é bom para Natal merece um obrigado.  

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Praia Shopping garante movimento comercial durante distanciamento social utilizando “Drive Thru”

Airton Bulhões,

 O Praia Shopping segue fechado para receber clientes mediante decreto do governo do Estado que suspendeu as atividades presenciais do comércio em meio à pandemia de coronavírus e diante dessas circunstâncias os empresários estão  adaptando as novas formas de atender seus clientes durante este período com o sistema “Drive Thru”.

 Associação dos Lojistas vem desenvolvendo ações como o delivery, que já existia desde antes da pandemia, e agora seu mais novo serviço “Drive Thru” uma novidade no setor de shopping centers da cidade.

  Segundo explica Danielle Leal, gerente geral do Praia Shopping, funciona da seguinte forma: o cliente entra em contato com a loja da sua preferência, escolhe o produto e forma de pagamento, e marca o horário da entrega diretamente com o lojista. O ponto de encontro é uma vaga específica no estacionamento em frente ao mall, que está sinalizada por uma placa do “Drive Thru”.

A primeira loja a participar do serviço foi a Lacrosse, que iniciou uma produção de máscaras de tecido para proteção ao vírus.

  Através da divulgação em redes sociais, os clientes tomaram conhecimento e seguiram o passo a passo estabelecido para fazer a aquisição dos itens.

  Monalyza Avelino, lojista da Lacrosse, conta que a experiência não poderia ter sido melhor: "Nossas máscaras tem um valor muito baixo, custam apenas R$ 5,00, então para o cliente vale mais a pena vir buscar do que mandar entregar. E realmente foi super positivo, com boa praticidade".

A presidente da Associação dos Lojistas, Lidiane Azevedo, afirma que tanto o “Drive Thru” como o delivery são serviços essenciais para esse momento. "O delivery do Praia Shopping foi lançado em março de 2019, como pioneiro no Nordeste”.

   Com as operações físicas fechadas está sendo intensificando trabalho nas redes virtuais e a implementação do “Drive Thru”, com o objetivo de atender todas as demandas dos seus clientes.

"Estamos vivendo um cenário muito difícil, em todos os aspectos. É um fato que precisamos nos preservar, pelo bem da saúde de todos, mas diariamente temos que atender às necessidades do consumidor e procurar formas de fazer girar a economia. Por isso que pensamos em alternativas como essa, para auxiliar nossos lojistas e colaboradores, bem como facilitar a vida dos clientes sem colocá-los em risco. Reforçamos nosso compromisso com a população natalense e com a colaboração para a erradicação do covid-19", conclui a gerente do mall, Danielle Leal.

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Demanda de voos domésticos e ofertas de assentos em queda

Airton Bulhões,

   A demanda por viagens aéreas domésticas registrou queda de 32,84% em março, em relação ao mesmo mês de 2019. Nesse sentido, a oferta de assentos também teve retração acentuada, de 24,58% na mesma comparação.

 Em termos de volume, os dois indicadores são os menores registrados em um mês de março desde 2009, refletindo o impacto da pandemia do novo coronavírus na aviação comercial.

Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e foram compilados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR). Incluem as operações de suas associadas (GOL, LATAM, MAP, TWOFLEX e VOEPASS) e trazem números agregados das demais empresas atuantes no mercado nacional.

O volume de passageiros transportados em voos domésticos recuou 35,46% em março, diante de igual período do ano passado. Ao todo, foram transportados 4,9 milhões de pessoas, a menor quantidade para um mês de março desde 2009.

  O total de decolagens registrou retração de 28,35%, para 47,1 mil, o pior resultado desde março de 2005.

O aproveitamento das aeronaves também registrou números negativos, baixando 8,86 pontos percentuais a 72,07% de ocupação, resultado mais fraco desde março de 2013.

SAIBA MAIS

A demanda por viagens aéreas internacionais entre as companhias aéreas nacionais recuou 45,38%, na comparação com o mesmo mês de 2019. Foi o menor volume de demanda para março desde 2010.

  A oferta de assentos diminuiu 34,42% – mais baixo patamar desde março de 2014. No total, foram transportados 438,7 mil passageiros, uma queda de 45,22%, a menor quantidade desde março de 2010.

  O aproveitamento dos aviões teve redução de 13,59 pontos percentuais, levando a ocupação dos voos a 67,79%, pior desempenho desde março de 2009.

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Assaí abre mil vagas de emprego em todo País e processo seletivo será online

Airton Bulhões,

 Nem tudo está perdido quando o grande problema da Covid-19 é o desemprego, o  Assaí Atacadista está selecionando profissionais nas cinco regiões do País para reforçar seu quadro de colaboradores durante a pandemia do novo coronavírus.

   São cerca de mil vagas, entre efetivas e temporárias, para os cargos de operador de caixa, operador de loja, operador de Centro de Distribuição e auxiliar de refeitório.

   É necessário ter Ensino Médio completo e ser maior de 18 anos para concorrer a uma das vagas. Como medida de prevenção contra a Covid-19, o processo seletivo foi adaptado para ser realizado online. Apenas a última etapa pode ser realizada presencialmente.

  Negócio de atacado de autosserviço do GPA, um dos maiores grupos varejistas do País, o Assaí atende pequenos e médios comerciantes e consumidores em geral que buscam economia em compras de grande volume.

  Atacadista que mais cresce no Brasil, a rede está presente nas cinco regiões do País, com 167 lojas distribuídas em 20 estados e no Distrito Federal. Conta com uma plataforma própria de serviços financeiros, o Passaí, composta por cartão próprio e uma maquininha de cartão de crédito e débito.

  Anualmente, o Assaí recebe mais de 250 milhões clientes em suas unidades. Em 2019, foi eleito o atacadista mais admirado do País pelo ranking IBEVAR-FIA.

SAIBA MAIS

 Os interessados podem se cadastrar no site da empresa, o www.assai.com.br/trabalhe-conosco, clicando na opção Banco de Talentos.

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Microempresas ganham fôlego com redução juros e acesso ao crédito junto a bancos privados

Airton Bulhões,

  A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 1282/20, de autoria do Senador Jorginho Mello, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

 A proposta, aprovada com mudanças significativas, concede crédito mais acessível ao setor e contribuirá para reduzir as dificuldades do acesso a crédito junto aos bancos privados. 

O PL 1282/20, na proposta original do Senado, criava um programa especial de crédito no valor total de R$ 10,9 bilhões para fortalecer as micro e pequenas empresas em meio à crise econômica e à pandemia de Covid-19.

  O relatório da deputada Joyce Hasselmann (PSL-SP) ampliou o aporte de crédito da União para R$ 15,9 bilhões, em acordo costurado com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

  Outra mudança relevante foi tornar o Pronampe em uma política permanente de estado no apoio do segmento e, não mais, um programa emergencial. Outra alteração importante introduzida pela relatora foi a substituição do BNDEs pelo Banco do Brasil, 

  O texto final também traz novos benefícios às micro e pequenas empresas com a diminuição da taxa de juros.

  De acordo com a proposta, a taxa será de 1,25% ao ano, mais a taxa Selic e tende a ser decrescente e deve estar “entre 1,75% e 2,5%”, até o final do ano.

  A carência também foi ampliada, de 6 para 8 meses. Esse é o menor spread. Se não tiver ele não roda já que não se pode obrigar os bancos a dar o empréstimo.

  Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles foi mais uma vitória para os pequenos negócios. “O Sebrae, em diversas parcerias, fez uma grande mobilização para montar uma estratégica rede de proteção emergencial a todo segmento”.pudL4T5.jpg

SAIBA MAIS 

A importância estratégica das MPE para a economia nacional. Segundo dados fornecidos pelo Sebrae, a pequena empresa compreende 99% do total de negócios no país; 44% da massa salarial e 40,8% das empresas exportadoras.

  As micro foram responsáveis ainda pela geração de 13,5 milhões de empregos desde a edição da Lei do Simples Nacional – Lei Complementar n. 123/2006, perfazendo um total de 14,8 milhões de optantes por esse regime tributário simplificado.

  São responsáveis por 59% dos valores homologados nas compras públicas federais em 2019. Paralelamente, a força e a importância da atividade econômica dos pequenos negócios também se fazem sentir no peso que desempenham na arrecadação tributária, que chegou ao montante de R$ 105,9 bi, considerados os tributos de competência dos três níveis da Federação.



BNB promete liberar nova linha de crédito para setores produtivos com juros de 2,5 ao ano

Airton Bulhões,

    O Banco do Nordeste comunica que disponibilizará novo crédito com juros de 2,5% ao ano, com carência máxima e prazo até 31 de dezembro deste ano. Além disso, vai liberar a renegociação de dívidas e empresas só voltarão a pagar parcelas em 2021.

O anúncio foi feito pelo superintendente do BNB no RN, Thiago Dantas e Silva em conferência on line para cerca de 80 empresários de diversos setores empresariais no Estado, através da  LIDE RN formada por lideranças de vários setores da economia.

“Todo o nosso corpo funcional e técnico está empenhado em prestar o melhor serviço aos clientes e parceiros. Aguardamos as novas diretrizes, mas independente disso já temos condições muito atrativas e diferenciadas disponíveis”, destacou Thiago Dantas.

A linha de crédito especial FNE Emergencial vai ser operacionalizada com exclusividade pelo Banco do Nordeste BNB que dispõe de R$ 3 bilhões oriundos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

  O crédito vai atender os setores produtivos industrial, comercial e de serviços em municípios que estiverem em estado de calamidade pública em decorrência da pandemia (por isso a necessidade do reconhecimento do decreto pelo Governo Federal).

SAIBA MAIS

  O crédito emergencial destina-se a capital de giro isolado e a investimentos, incluindo capital de giro associado. Para capital de giro, são financiáveis todas despesas de custeio, manutenção e formação de estoques, inclusive despesas de salários e contribuições de despesas, com limite de até R$ 100 mil por beneficiário.

No caso de investimentos, incluído capital de giro associado ao investimento, o limite de financiamento é de até um terço da operação, correspondendo até R$ 200 mil por beneficiário. As operações terão juros de 2,5% ao ano, com carência máxima e prazo até 31 de dezembro deste ano.

A linha de crédito especial está prevista na Resolução do Banco Central, nº 4.798, publicada no dia 6 de abril, e também suspende as parcelas até 31 de dezembro deste ano, com eventual acréscimo ao vencimento final da operação, para as operações não rurais adimplentes ou com atraso de até 90 dias na data de hoje.

Para começar a valer, as operações de crédito novo e renegociação anunciada pelo BNB para o RN aguardam apenas o reconhecimento do Governo Federal do decreto emergencial do Estado sobre a pandemia do coronavírus.DDmNCEt.jpg

  O debate contou com participação do secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca do RN, Guilherme Saldanha, jornalista de economia Jean Valério que presidente a LIDE; empresário  da LIDE presidente do COEX, Luiz Roberto Barcelos, associado LIDE Glauber Gentil (Gentil Negócios); presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha e o empresário Leandro Vasconcelos LIDE (Constel Empreendimentos), entre outros líderes empresariais.

Turismo brasileiro levará 12 meses para voltar a crescer segundo a Fundação Getúlio Vargas

Airton Bulhões,

 Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) as atividades de turismo no Brasil devem sofrer um forte baque neste ano. O PIB do setor, que em 2019 chegou a R﹩ 270,8 bilhões, deve cair para R﹩ 165,5 bilhões em 2020, indicando redução de 38,9% no faturamento. 

  Toda essa frustração está no inserido no estudo "Impacto Econômico da COVID-19 e Propostas para o Turismo Brasileiro.".

  Segundo o levantamento, em 2021, os ganhos com o turismo devem alcançar R$ 259,4 bilhões, valor 4,2% inferior ao patamar de 2019.

  A perda total do setor turístico brasileiro será de R﹩ 116,7 bilhões no biênio 2020-2021.

  Para cobrir essa lacuna, será necessário que o setor cresça em média 16,95% ao ano em 2022 e em 2023, com PIB de, respectivamente, R﹩303 bilhões e R﹩ 355 bilhões.

  O mercado de viagens é um dos setores mais afetados, pois as medidas de contenção ao contágio pela Covid-19 impactam diretamente sua dinâmica econômica.

   Segundo análise do PewResearch Center, hoje, 93% da população mundial vivem em países que adotaram algum tipo de medida de restrição de viagem e três bilhões de pessoas ao redor do mundo vivem em países que fecharam totalmente suas fronteiras para estrangeiros.

  No Brasil, o enxugamento dessa área traz consequências significativas, já que o turismo é uma atividade fortemente geradora de empregos em todas as faixas de renda. As atividades dessa natureza envolvem principalmente, e em grande escala, as áreas de menor grau de especialização.

  Segundo o IBGE, o setor de turismo responde por 3,71% do PIB do país, e sua dinâmica é composta por diferentes atividades que serão diferentemente afetadas com o isolamento social.

  São elas: hotéis e pousadas; bares e restaurantes; transporte rodoviário; transporte aéreo; outros transportes e serviços auxiliares dos transportes; atividades de agências e organizadores de viagens; aluguel de bens móveis; e atividades recreativas, culturais e desportivas.

  Neste estudo, a FGV Projetos considerou um período de "lockdown" de três meses. Passado esse período, deverá ter início o processo de reequilíbrio dos negócios (estabilização) no Brasil, que deve se estender por aproximadamente 12 meses, uma vez que a saúde financeira dos negócios e das famílias estará comprometida. No caso do turismo internacional, o período de recuperação poderá chegar a 18 meses.


  Como alternativas para mitigar os efeitos da crise, o gerente executivo da FGV Projetos, Luiz Gustavo Barbosa, sugere um conjunto de medidas urgentes a serem tomadas para que o setor esteja ainda saudável para o período de estabilização e de recuperação, aliviando a pressão operacional e salvando empregos.

  Segundo o especialista em turismo, os tópicos prioritários seriam auxílios públicos, principalmente para o setor aéreo, que é o coração da atividade; reequilíbrio dos contratos de concessão − como aeroportos, centros de eventos e atrativos turísticos − e crédito facilitado, diferimento de tributos e flexibilização dos contratos de trabalho para micro e pequenas empresas.

O gerente executivo da FGV Projetos também ressalta a importância do incentivo a eventos coorporativos e de lazer no mercado doméstico, alertando para a relevância da concessão de crédito especial para operadoras de turismo e consumidores como forma viabilizar a estada de lazer no Brasil.

   "Essas medidas serão necessárias, pois o período de férias escolares será alterado, diminuindo a possibilidade de viagens para as famílias, que possivelmente estarão com a renda comprometida", explica Barbosa.

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Serhs amplia prazo de reabertura de seus hotéis no RN

Airton Bulhões,

 O grupo Serhr adiou a abertura dos seus dois hotéis em Natal – Serhs Hotel e Serhs Villas da Pipa Hotel suspendendo suas atividades desde 1º de abril até 31 de maio.

  A medida foi anunciada devido às informações mais recentes sobre a evolução do Covid-19 no Brasil e seguindo as recomendações das autoridades mundiais de saúde.

  Para a diretoria do grupo Serhs  com essa decisão, podemos contribuir para desacelerar o avanço da propagação do coronavírus. Por responsabilidade e priorização da saúde e segurança de nossos hóspedes e de toda a equipe do Serhs Pipa, consideramos que essa é a melhor decisão possível.

  Os clientes que possuem  reservas confirmadas para o período informado, é solicitado que entrem em contato com sua agencia, operadora ou canal online para remarcar para um outro período mais conveniente seguido as politicas vigentes.                                        

  O acompanhamento de perto da evolução dessa situação e no caso de alguma novidade ou decisão que afete a operação do nosso estabelecimento a longo prazo  será publicado através dos diferentes canais de comunicação da Serhs Hotels Brasil.

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Funceme aponta que estiagem tem redução no Nordeste, mas situação ainda é crítica

Airton Bulhões,

   Segundo a Funceme (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos) a avaliação através do Monitor de Secas é que houve uma redução das áreas e dos níveis de seca em maior parte da região Nordeste no mês de março em comparação com fevereiro, conforme o mapa mais recente da ferramenta de monitoramento regular e periódico da situação da estiagem na região e de outros estados fora dela.

  Conforme os dados mais recentes, o Nordeste tinha 79,91% da sua área com algum nível de seca, que vai da grave para a excepcional. Já no último mês, apresentou 75,29%, o que representa uma variação absoluta de cerca de 5%. Neste contexto, o mais relevante é que a região segue sem apresentar os dois piores níveis e ainda passando de 33,44% para 14,115 quanto à porção com seca grave.

  Hoje, os estados mais atingidos com algum grau de severidade são Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Paraíba. Já aqueles com maiores percentuais considerados sem seca relativa são Maranhão e Ceará, que têm 65,06% e 38,85%, respectivamente.

"A atenuação e até a extinção de categorias de seca mais intensa em algumas áreas estão associadas aos desvios positivos de precipitação acima de 100 mm para o mês de março", comenta o pesquisador Funceme, Francisco Vasconcelos Júnior.

SAIBA MAIS

Cenário hídrico

Apesar dos dados positivos, em estados como o Ceará, onde 38,84% do território está sem seca relativa, o cenário hídrico ainda é preocupante. Dos 155 açudes monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Funceme), 57 estão com capacidade abaixo dos 30%.

A boa notícia é que os principais reservatórios do estado recebem água no último bimestre.

"Nos meses de fevereiro e março as precipitações aconteceram de forma mais regulares, quando comparado com o mês de janeiro. A distribuição espacial e temporal das precipitações contribuíu para a gradual redução no nível de severidade da seca em todo o território cearense. Um exemplo foi a alta no nível de água armazenada nos dois maiores reservatórios do Ceará, Castanhão e Orós”, explica o geólogo da Gerência de Pesquisas e Estudos em Recursos Hídricos da Funceme, Gilberto Mobus.

Com capacidade para 6,7 bilhões de metros cúbicos d'água, o açude Castanhão iniciou o ano com pouco menos de 2,5% de água armazenada. Embora a atual condição não seja confortável, hoje o reservatório está com aproximadamente 13% de água armazenada.

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STF mostra impacto da covid-19 e orienta magistrados

Airton Bulhões,

   O presidente do SupremoTribunal Federal (STF), Dias Toffoli  disse que desde 12 de março, órgão passou a contabilizar os casos ligados ao Covid-19 e já registrou 1.119 casos, tendo tomado 802 decisões

Nesta sexta-feira Toffoli, falou sobre o impacto do coronavírus na Justiça, em Live realizada pelo Banco Safra.

  De acordo com ele, o Judiciário está sendo e continuará sendo impactado pelo aumento da litigação devido à pandemia. O STF e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estão orientando os 18 mil magistrados que o Brasil possui a procurarem minimizar a judicialização e trazer segurança jurídica.

Desde 12 de março, o STF passou a contabilizar os casos ligados ao Covid-19 e já registrou 1.119 casos, tendo tomado 802 decisões.

Segundo o ministro Dias Toffoli, mesmo seguindo política de distanciamento social, o Supremo já decidiu mais de 1 mil processos no último mês.

O presidente do STF acredita que a crise vai antecipar a digitalização do Estado. O Brasil tem 78 milhões de processos na Justiça. Desses, 85% já estão digitalizados. No Supremo, 95% dos processos estão digitalizados.

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Aplicação da prova unificada da OAB formou mais 600 mil advogados

Airton Bulhões,

   Para comemorar 10 anos de aplicação unificada do exame da Ordem (EOU) o Conselho Federal da Ordem de Advogados dos Brasil (CFOAB) lança, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o relatório Exame de Ordem em Números.

  Analisando os resultados, entre 2010 e 2019, contabilizam-se 3.555.972 inscrições, o que representa média de 126.999 inscritos por edição e 380.997 inscritos por ano.

  Em 28 edições, 1.077.837 participantes fizeram a prova, destes, 660.298 (61,26%) foram aprovados. Dos advogados aptos hoje a exercer a profissão no país, mais de 50% passaram pelo EOU.

  No Rio Grande do Norte, das 100 Instituições de Ensino Superior, com mais de 100 examinandos inscritos, de acordo com a taxa de aprovação média (entre as edições 27ª à 29ª), o estado tem três instituições listadas, sendo duas públicas e uma privada (veja gráfico)

  No Nordeste, foram 223.044 inscritos no período, dos quais 140.020 foram aprovados. A taxa de aprovação é de 62,8%, ficando atrás apenas da Região Sul, com 64,5% de aprovação média no Exame de Ordem Unificado.

  O Exame de Ordem em Números apresenta um panorama geral da prova, disponibilizando dados e estatísticas nacionais e regionais, tendo como base os resultados da 2ªII à 29ª edição, realizadas entre 2010 e 2019, incluindo desempenho das Instituições de Ensino Superior do país, além de estatísticas e outros dados relevantes.

A publicação traz reflexões sobre o papel do exame como balizador qualitativo do ensino jurídico no Brasil.


SAIBA MAIS

Exame de Ordem em Números

O Exame de Ordem é o instrumento de admissão, certificação e qualificação profissional para o exercício da advocacia no país. A Fundação Getulio Vargas é a organizadora do EOU desde a segunda edição unificada.

  Atualmente, a prova é aplicada três vezes ao ano, em 168 municípios, em todas as unidades da Federação. São duas fases eliminatórias: uma prova escrita objetiva, com 80 questões generalistas; e a segunda prova escrita discursiva de caráter prático-profissional.

Da 8ª à 29ª edição, observa-se que os examinandos oriundos de Instituições de Ensino Privadas corresponderam a 94% dos inscritos, contra 6% da rede pública.

  Entretanto, no universo de aprovados, 13% são oriundos de instituições públicas, enquanto 87% de particulares. Ou seja, proporcionalmente, a taxa de aprovação média é maior entre examinandos de instituições públicas: 39% ante 17% das instituições particulares.  

Outra verificação mostra que mais de 40% dos participantes (469.748 ou 43,6% do total) se inscreveram em seccionais do Sudeste.

  Em seguida, vêm o Nordeste, com 20,7%; o Sul, com 16,3%; o Centro-Oeste, com 12,7% e o Norte, com 6,7%.



Riachuelo dobra as vendas no e-commerce durante a quarentena

Airton Bulhões,

  A Riachuelo registrou aumento de 124% nas vendas do e-commerce, além do crescimento de 56% no tráfego do site, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Com todas as lojas físicas fechadas, a Riachuelo reforçou suas ações nos canais digitais e investiu em upgrades de navegabilidade e agilidade para melhorar a experiência de compra. No período de 4 a 12 de abril.

  Lançado em 2017, o e-commerce da Riachuelo apresenta resultados sólidos e desde o primeiro ano de atividade tornou-se um dos principais canais de vendas da rede, em volume de vendas.

  No centro dos negócios da companhia, o site aliado aos demais canais digitais, como o novo aplicativo da Riachuelo, tiveram investimento superior a R﹩ 168 milhões, em 2019.

Segundo o Diretor de Tecnologia e Inovação, Carlos Alves, as ações de transformação digital da companhia visam, sobretudo, se aproximar ainda mais do consumidor, esteja ele onde estiver. "Queremos estar próximos dos nossos clientes, independentemente do canal. Considerando que estamos a pouco mais de 100 km de qualquer residência, ter nossa capilaridade apoiando a qualidade do serviço que prestamos aos consumidores, presencialmente ou remotamente, fará toda diferença", afirma.

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SAIBA MAIS

  Outra ação que alavancou a marca no digital foi o investimento em conteúdos que estão "quebrando a internet": as lives. Cantores sertanejos, grupos de pagode e DJs passaram a transmitir seus shows pela plataforma do Youtube e do Instagram e vêm quebrando recordes na intenet, acumulando milhões de espectadores.

 Com isso, se abriu um novo espaço para investimento de marca. Após o patrocínio nos shows da cantora Marília Mendonça, que teve 3.2 milhões de acessos simultâneos, e de Gusttavo Lima, que durou 7 horas e 30 minutos, a Riachuelo registrou mais de 50 mil downloads do aplicativo da Riachuelo.

"Temos buscado diversas maneiras de manter o contato e a proximidade com nossos clientes, pois esse é um dos difereciais da Riachuelo. Encontramos nas lives um jeito inovador de nos comunicar de forma leve e objetiva. Além da divulgação das peças e do fomento das vendas nos canais digitais, tão importante para sustentabildiade da companhia nesse período incerto, também conseguimos contar as ações e o exercício do papel social da companhia, durante as transmissões", comenta Elio Silva, Diretor de Marketing da varejista.

  Além de vestir a cantora de sertanejo Marília Mendonça e a esposa do cantor Gusttavo Lima, Andressa Suita, a Riachuelo utilizou o espaço para comunicar suas principais iniciativas no combate ao novo coronavírus, em que está produzindo e doando 500 mil itens hospitalares para profissionais de saúde e população. Marília, inclusive, recebeu ao vivo a notícia de que a varejista estava doando 50 mil máscaras de proteção para uma instituição de sua escolha



Pesquisa do Sebrae aponta que 60% dos micro que pediram empréstimo tiveram crédito negado

Airton Bulhões,

 Segundo dados da segunda pesquisa realizada  pelo Sebrae nacional ““O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios” realizada entre os dias 3 e 7 de abril apesar das medidas anunciadas nas últimas semanas pelo Governo Federal, a maioria (60%) dos donos pequenos negócios que já buscou crédito no sistema financeiro desde o início da crise do Coronavírus teve o pedido negado.

  E ainda há bastante desconhecimento dos empresários a respeito das linhas de crédito que estão sendo disponibilizadas para evitar demissões (29% não conhecem as medidas oficiais e 57% apenas ouviu falar a respeito).

  Nos próximos três meses, o Sebrae vai destinar pelo menos 50% da sua arrecadação, para ampliar o crédito aos pequenos negócios. A operação de socorro deve começar com R$ 1 bilhão em garantias, o que viabilizará a alavancagem de aproximadamente R$ 12 bilhões em crédito para pequenos negócios.

   O levantamento, que ouviu 6.080 empreendedores de todo o país, mostrou que além da dificuldade de acesso a crédito, os pequenos negócios também enfrentam queda no faturamento. Quase 88% dos empresários ouvidos viram seu faturamento cair (a perda foi de 75% em média) e a estimativa é que as empresas consigam permanecer fechadas e ainda assim ter dinheiro para pagar as contas por Segundmais 23 dias (expectativa média dos entrevistados).

  De acordo com a pesquisa do Sebrae, a situação financeira das empresas já não era considerada boa pela maioria dos pequenos negócios (73% disseram que era razoável ou ruim), mesmo antes da chegada da pandemia.

  O estudo mostrou também que mais de 62% dos negócios interromperam temporariamente as atividades ou fecharam as portas definitivamente. Entre os 38% que continuam abertos, a maioria mudou o seu funcionamento, passando a fazer apenas entregas, atuando exclusivamente no ambiente virtual ou adotando horário reduzido. Segundo a pesquisa, nos últimos 15 dias, cerca de 18% dos empresários entrevistados demitiram funcionários.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o levantamento confirma a importância das medidas que vêm sendo anunciadas pelo governo nos últimos dias, em especial a alavancagem que a instituição está fazendo no Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

   “Um dos maiores obstáculos no acesso dos pequenos negócios ao crédito é a exigência de garantias feita pelas instituições financeiras. Nesse sentido, o Fampe funciona como um salvo-conduto, que vai permitir aos pequenos negócios, incluindo até o microempreendedor individual, obterem os recursos para capital de giro, tão necessários para atravessarem a crise provocada pela pandemia do Coronavírus, mantendo os negócios e os empregos”, explica Carlos Melles.

SAIBA MAIS

Outros números da Pesquisa

Sua empresa mudou o funcionamento com a crise?

·  6,6% - não mudaram a forma de funcionar

·  31% -mudaram o funcionamento

·  58,9% - interromperam o funcionamento temporariamente

·  3,5 % - decidiram fechar de vez

Entre as empresas que mudaram seu funcionamento

·  41,9% estão atuando apenas para entregas ou online

·  41,2% - estão com horário reduzido

·  21,6% - adotaram o teletrabalho (home office)

·  15,3% - implementaram o rodízio de funcionários

·  5,9% - adotaram drive thru

Como estava a situação das finanças antes da crise

·  26,6% - era boa

·  49% - era razoável

·  24,4% -era ruim

Como seu negócio está sendo afetadoem termos de faturamento mensal

·  Aumentou - 2,4%

·  Diminuiu - 87,5%

·  Permaneceu igual - 2,9%

·  Não sabe ou não quis responder - 7,2%

Em relação aos funcionários - tomou alguma medida

·  46,8% - ainda não tomou medidas

·  28% -férias coletivas

·  17,8% - suspensão de contrato de trabalho

·  17% - redução da jornada de trabalho com redução de salários

Você precisará pedir empréstimos para manter seu negócio em funcionamento sem gerar demissões?

·  54,9% - sim

·  17% - não

·  28,1% - não sabe ou não respondeu

 Já buscou empréstimo desde o início da crise

·  30% - sim

·  70% - não

Entre os que buscaram crédito

·  11,3% - conseguiram

·  29,5% - estão aguardando resposta

·  59,2% - tiveram pedido negado

SOBRE AS MEDIDAS ANUNCIADAS PELO GOVERNO NAS ÚLTIMAS SEMANAS

Auxílio emergencial para MEI, autônomo e empregados informais

·  63,6% - ouviram falar

·  34,2% - conhecem bem

·  2,2% - não conhecem

Suspensão de contratos de trabalho e redução de jornada com compensação do governo para empregado

·  62% - ouviram falar

·  22,8% - conhecem bem

·  15,3% - não conhecem

Linhas de crédito com juros menores para empresas que não demitirem

·  14,2% - conhecem bem

·  57,3% - ouviram falar

·  28,5% -não conhecem



STF diz que acordos entre trabalhadores devem ser supervisionados pelos sindicatos

Airton Bulhões,

Os empresários de hotéis, bares e restaurantes podem respirar aliviados a propósito da Medida Provisória 936/2020 que permitiu, entre outros pontos os acordos individuais para a redução de salário e jornada e também para a possível suspensão do contrato de trabalho teria que ter a mediação dos sindicatos dos trabalhadores  teve uma reviravolta.

  O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou hoje (13) um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU), que havia pedido a ele para reconsiderar a decisão segundo a qual os sindicatos podem dar aval contrário em acordos individuais de trabalho.

  Mas ao rejeitar o recurso, Lewandowski destacou que sua primeira decisão em nenhum momento tirou a validade imediata do acordo individual ou o acesso dos trabalhadores a verbas emergenciais, apenas permitiu “que os acordos individuais sejam supervisionados pelos sindicatos, para que possam, caso vislumbrem algum prejuízo para os empregados, deflagrar a negociação coletiva”.

“A decisão embargada, à toda a evidência, não acarretou qualquer insegurança jurídica”, afirmou Lewandowski antes de concluir pela rejeição do embargo de declaração interposto pela AGU.

  Mesmo tendo o recurso negado, o advogado-geral da União, André Mendonça, comemorou em redes sociais que o ministro tenha reafirmado a validade imediata dos acordos individuais. “Esta decisão traz segurança jurídica à matéria e garante o direito do trabalhador, o emprego e a sobrevivência de milhares de empresas”, escreveu o AGU. (matéria com informações da Agência Brasil).

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Abrasel denuncia sindicatos de cobrarem taxas para validar acordos individuais e estimular demissões

Airton Bulhões,

     A demissão em massa para trabalhadores de hotéis, bares, restaurantes e similares de todo Brasil começa a ser estimulado após a canetada do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski desfigurando a MP 936.

  A Medida Provisória 936 a chamada MP dos salários trouxe mecanismos como suspensão temporária de trabalho ou redução da jornada de trabalho (que varia entre 25% e 70%), com o Governo pagando boa parte dos salários dos trabalhadores.

  Isso poderia ser feito por meio de acordos individuais entre os trabalhadores e os empresários, dando a celeridade necessária ao processo.

  A canetada de Lewandowski condicionou esses acordos à aprovação dos sindicatos laborais, um prato cheio para muitos deles, que já estipularam taxas que chegam até a R$ 500 por estabelecimento para validar os combinados.

  A comemoração deu lugar ao desânimo para empresários que estavam revendo os planos de desligamento, mas que, com a decisão do ministro, não terão como arcar com mais esses custos estipulados por muitos sindicatos Brasil afora. O caminho, então, passa a ser demitir.

  "Em um momento que está todo mundo pressionado, buscando soluções rápidas para enfrentar a crise e minimizar os impactos na vida de milhões de famílias brasileiras, a decisão de um único ministro coloca em cheque um plano de governo pensado minunciosamente para atender as demandas de empresários e trabalhadores. Com isso, a situação no setor de bares e restaurantes agrava-se e, infelizmente, a estimativa demissão volta a crescer", resume, indignado, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.

 Com o fim do imposto sindical sem dinheiro para bancar seu próprio funcionamento, criou-se a oportunidade para os sindicatos ganharem dinheiro, em detrimento dos trabalhadores que vão perder seus empregos.

 

SAIBA MAIS

Em levantamento inicial feito pela Associação, em pelo menos 12 grandes cidades há cobrança de valores que variam de R$ 25 por colaborador até R$ 500 por empresa. Em Franca, no interior de São Paulo, foi estipulado o valor mensal de R$ 400 por colaborador em caso de suspensão temporária de trabalho, por até 60 dias. Caso a suspensão seja prorrogada, o valor passa a ser R$ 680 por pessoa.

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RN tem segundo maior crescimento em volume de serviços do Brasil em fevereiro

maior

Airton Bulhões,


  Segundo o IBGE  o volume de serviços do Rio Grande do Norte cresceu 4,6% em fevereiro de 2020 em relação a fevereiro de 2019. Esse foi o segundo melhor desempenho entre as unidades da federação nesse tipo de comparação. Apenas o Distrito Federal (4,8%) superou o RN. Essas são informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), de Fevereiro de 2020, divulgada nesta quarta-feira pelo órgão.

Entre janeiro e fevereiro de 2020, o volume de serviços potiguar cresceu 3%, maior da região Nordeste. Por outro lado, o Brasil (- 1%) e 16 unidades da federação apresentaram retração nesse período.

No acumulado do ano (janeiro e fevereiro somados), o volume de serviços no Rio Grande do Norte teve uma alta de 2,8% frente ao mesmo período de 2019. Considerando os últimos doze meses, o crescimento foi 1,1%.

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Governo federal libera R$ 29,9 milhões para RN tocar obras de saneamento e garantir empregos

Airton Bulhões,

  O governo federal, através do Ministério do Desenvolvimento Regional liberou R$ 29,9 milhões para dar continuidade de obras de saneamento básico no Rio Grande do Norte.

  Os empreendimentos estão localizados em 21 estados e no Distrito Federal. No Rio Grande do Norte, os municípios contemplados são Natal e Parnamirim.

 No total foram liberados R$ 256,9 milhões do Orçamento Geral da União com o   objetivo é contribuir com a manutenção de empregos neste momento em que o País enfrenta a pandemia do coronavírus.

  Os investimentos da Secretaria Nacional de Saneamento são destinados a obras para a garantia de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e de águas pluviais, redução e controle de perdas de águas, drenagem urbana, preservação e recuperação de mananciais, além de estudos e projetos na área de saneamento básico.

   Vale ressaltar que a responsabilidade pela execução das obras é das empresas estaduais ou municipais e que os pagamentos são realizados de acordo com a execução dos empreendimentos.

“Levar saneamento básico às comunidades significa oferecer mais saúde para as pessoas, mais qualidade de vida. O presidente Jair Bolsonaro determinou que façamos todos os esforços para apoiar os estados e municípios neste momento, a fim de minimizar impactos econômicos, evitar paralisações em obras e manter empregos”, destacou o ministro Rogério Marinho.CpaYBGn.jpg

 SAIBA MAIS

 Atualmente, a carteira de obras e projetos do MDR na área – contratos ativos e empreendimentos em execução ou ainda não iniciados – é de R$ 24,5 bilhões para financiamentos e de R$ 21,2 bilhões para o Orçamento Geral da União (OGU).

 O setor é prioridade para o Governo Federal. No ano passado, foram destinados R$ 2,1 bilhões para as obras, tanto com recursos de OGU quanto em financiamentos por meio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A ação gerou mais de 195 mil empregos no setor.



Manter os empregos para a enfrentar a crise veja as opções do governo

Airton Bulhões,

  Com a pandemia do covid-19 as empresas e toda a cadeia da economia brasileira foi atingida e sofre suas consequências Para o especialista e contador Daniel Carvalho da Cadete Consultores este é o momento de todos atentarem nas medidas que o governo federal está tomando para frear demissões.

  Em janeiro de 2020 o desemprego atingia 11,9 milhões de brasileiros e, com a nova crise que se instaura, a expectativa é de que esses números subam e o objetivo dessas novas medidas é apoiar os empregadores nesse momento de isolamento e garantir ao empregado o recebimento do salário..

  Com a nova Medida Provisória as empresas podem diminuir a carga horária do trabalhador ou realizar a suspensão temporária do contrato de trabalho.

VEJA AS ORIENTAÇÕES DO ESPECIALISTA

  Nas duas hipóteses o empregado recebe o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, um auxílio do governo ao trabalhador, que não pode ser inferior a R$ 1.045,00 nem superior a R$ 1.813,03.

  “É uma possibilidade muito boa para os empregadores, pois conseguirão manter os empregados vinculados à empresa mas não terão os custos de salários no momento”, analisa Daniel. 

Caso seja escolhida a redução da jornada de trabalho e salário, devem-se cumprir algumas condições, como a preservação do valor do salário-hora de trabalho e o prazo máximo de 90 dias de vigência.

  Além disso, deve ser realizado um acordo individual entre empregador e empregado e é obrigatório ter uma garantia provisória no emprego durante e após o período de redução de jornada.

  Nessa circunstância, se há redução de 25% da jornada de trabalho, o empregado tem direito a 25% do seguro desemprego, se a diminuição for de 50% na carga horária, o benefício acompanha essa porcentagem, assim como se a redução for de 70%. 

Já os empregadores que preferirem a suspensão temporária de trabalho devem atentar para as condições impostas.

  O prazo máximo para essa suspensão é de 60 dias e, assim como a diminuição da jornada, deve ser firmada através de acordo individual.

  Os benefícios pagos aos empregados devem continuar mesmo com a interrupção do contrato e é necessária a garantia do emprego durante o período de suspensão e após o restabelecimento da jornada por período equivalente ao da suspensão.

  No caso da suspensão o pagamento do benefício varia de acordo com a receita da empresa, caso a receita bruta anual seja de até R$ 4,8 milhões, são pagos 100% do seguro desemprego, caso seja mais de R$ 4,8 milhões, cabe à empresa arcar com 30% do salário do empregado, enquanto o governo arca com os 70%.

  “As empresas que quiserem aderir ao programa devem avaliar a situação financeira junto a um especialista contábil de confiança e, a partir da decisão, negociar com o próprio empregado, individual ou coletivamente de acordo com as regras impostas, que podem diferenciar de empresa para empresa, dependendo da forma como está enquadrada”, orienta Daniel.

  Cabe ao empregador, após o acordo, informar ao Ministério da Economia a redução da jornada de trabalho e de salário ou a suspensão temporária do contrato de trabalho com o  prazo de dez dias, a partir da data da celebração do acordo. 

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Bancos negociam pedidos de renegociação de dívidas que já chegam a R$ 200 bilhões

Airton Bulhões,

  Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) os cinco  maiores bancos do país estão processando mais de dois milhões de pedidos de renegociação de dívidas, dando carência de 2 a 3 meses no vencimento de parcelas em várias linhas, como: crédito pessoal, crédito imobiliário, crédito com garantia de imóveis, crédito para aquisição de veículos e capital de giro.

Os valores dessas negociações já chegam a R$ 200 bilhões conforme levantamentos parciais:

Caixa: 1 milhão de pedidos em contratos habitacionais, com oferta de R$  11 bilhões em créditos e carências de até 90 dias.

Bradesco: 635 mil pedidos, que representam 1.036.000 contratos.

BB: 200 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 

60 bilhões.

Santander: 80,9 mil pedidos, em valor equivalente a R$ 11 bilhões.

Itaú: 302,3 mil pedidos, com saldo de R$ 12,1 bilhões e parcelas já prorrogadas em valor financeiro de R$ 679 milhões.

Na linha CAIXA Hospitais, foram disponibilizados recursos da ordem de R$ 5 bilhões para 2020.

  Em outra frente muito importante, os bancos vão se antecipar ao repasse de recursos do governo e, já a partir desta semana  irão disponibilizar crédito para financiar a folha de pagamento de pequenas e médias empresas com faturamento de até R$ 10 milhões de reais, após dois dias da edição da Medida Provisória que criou uma linha de R$ 40 bilhões, sendo que os bancos irão suportar, com recursos próprios, R$ 6 bilhões desse total.

  Estima-se que a medida irá beneficiar até 1,4 milhão de empresas e 12,2 milhões de trabalhadores e os recursos serão concedidos à taxa fixa de 3,75% ao ano, sem qualquer spread adicional para as empresas e sem qualquer custo para os empregados.



Produtores de camarão em Tibau do Sul têm aval da Justiça Federal para ganhar licenças

Airton Bulhões,

     Após mais de três anos um grupo de 50 pequenos produtores de camarão com empreendimentos instalados na Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíras, em Tibau do Sul e outros cinco municípios, vão receber as licenças ambientais do sistema de produção por meio online.

  Segundo o diretor geral do Idema (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte), Leon Aguiar há cinco anos  existia uma demanda reprimida de licenciamentos ambientais para empreendimentos de carcinicultura, localizados na APA Bonfim-Guaraíras, tendo em vista a decisão judicial que proibiu o Idema de expedir licenças para esta atividade, até que fosse elaborado o Zoneamento Ecológico Econômico.

  Como esse licenciamento é um processo lento o Idema passou a requerer junto a Justiça Federal a possibilidade de expedir o licenciamento ambiental para os micro-carcinicultores, que já desenvolviam suas atividades antes da regulamentação prevista na Resolução Conema 02/2014 e também, a viabilidade do Idema voltar a renovar as licenças ambientais, independente do porte, dos empreendimentos já consolidados na APA, desde que não estivessem em área de manguezal e demais Áreas de Preservação Permanente (APP). Os dois requerimentos foram deferidos.

As restrições estabelecidas nas decisões judiciais foram transpassadas, em 2019, quando cada solicitação foi analisada.

  “O mérito desta gestão, neste caso, foi realizar uma espécie de ‘pente fino’, em todos os processos de carcinicultura localizados na APA Bonfim-Guaraíras, e isso proporcionou, até o momento, a emissão de 50 licenças ambientais para empreendimentos de carcinicultura localizados na área. Todas essas ações visam principalmente a sustentabilidade ambiental das atividades de carcinicultura na APA, que devem estar sob o monitoramento e controle do órgão ambiental”, destaca.

SAIBA MAIS

Isso é resultado de uma parceria entre o Sebrae no Rio Grande do Norte, Idema e outras instituições, que ofertaram consultoria para os empreendedores conquistarem essa documentação, imprescindível no momento atual para ter acesso a crédito, financiamento e suporte financeiro para diminuir os impactos causados pelo combate ao coronavírus. As licenças estão sendo entregues aos produtores, instalados na área. 

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