Pandemia causa estrago no turismo brasileiro: R$ 6,76 bilhões o prejuízo em abril

Airton Bulhões,

   O turismo brasileiro sofreu queda de 55,4% no faturamento de abril em relação ao mesmo período do ano passado, maior retração da série histórica desde 2011.

  Além disso, foi o menor faturamento já registrado, de R$ 5,43 bilhões, com um prejuízo de R$ 6,76 bilhões em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento do Conselho de Turismo da FecomercioSP baseado em números divulgados pelo IBGE.

  Das seis atividades pesquisadas, cinco registraram baixa em seu faturamento real no comparativo anual, com destaque para transporte aéreo (-79,2%) e serviços de alojamento e alimentação (-65,6%).

  Levando-se em consideração que, no fim de março, muitas viagens foram canceladas ou remarcadas em decorrência do início da quarentena, ao somar os meses de março e abril, o prejuízo chega a R$ 9,5 bilhões, queda de 38,9% no bimestre. No acumulado do ano, a retração até o mês de abril foi de 18,3%.
 
  Para o Conselho de Turismo da FecomercioSP, não há expectativa de retomada do segmento em curto prazo: somente no último trimestre do ano que pode haver um respiro.

  Contudo, ao lidar com o vírus ainda em circulação e as rendas retraídas pela crise econômica, os consumidores estarão resistentes às viagens e se concentrarão nos gastos em serviços essenciais.

  O setor aéreo, por exemplo, já sinalizou que a expectativa para 2021 é de metade da demanda que havia antes da pandemia.
 
  A Federação recomenda que empresas que atuem nessa área e estejam registradas no Cadastur utilizem os recursos disponibilizados ao Fundo Geral do Turismo (Fungetur), ligado ao Ministério do Turismo, por meio da Medida Provisória 963.

  Os prazos de carência para amortização são de 12 a 48 meses, com taxa de juros de 5% a.a. mais a taxa do INPC.



Fazenda Nacional estabelece condições excepcionais na cobrança da dívida ativa da União

Airton Bulhões,

     A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional publicou portaria que estabelece as condições para transação excepcional na cobrança da Dívida Ativa da União em função dos efeitos da pandemia causada pelo novo Coronavírus.

  A portaria estabelece que contribuinte pagar os débitos inscritos com benefícios como entrada reduzida, descontos e prazos diferenciados, conforme a sua capacidade de pagamento.

  Podem ser negociadas dívidas de até R$ 150 milhões, com benefícios específicos para pessoas jurídicas, e condições diferenciadas para pessoas físicas, empresários individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, entre outros.

 A transação excepcional na cobrança da dívida ativa da União será realizada exclusivamente por adesão à proposta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, através do acesso ao portal REGULARIZE disponível na rede mundial de computadores (www.regularize.pgfn.gov.br), mediante prévia prestação de informações pelo interessado.

O contribuinte deverá prestar as informações necessárias e aderir à proposta de transação excepcional formulada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no período de 1º de julho a 29 de dezembro de 2020.

   O pagamento das parcelas deverá ser efetuado exclusivamente mediante Darf emitido pelo sistema de parcelamento da PGFN, através de acesso ao portal REGULARIZE, sendo considerado sem efeito, para qualquer fim, eventual pagamento realizado de forma diversa da prevista nesta Portaria.



Comércio potiguar amarga queda recorde de vendas em abril

Airton Bulhões,

 Segundo o IBGE o comércio potiguar amarga queda de 11,6% em abril em comparação a março registrando a maior redução no volume de vendas da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que iniciou em janeiro de 2000.

  Apesar da retração inédita, o resultado negativo é o menor do Nordeste e a quarta menor redução do Brasil. Nacionalmente, a média de diminuição do volume de vendas foi de 16,8%, verificando-se redução em todos os estados e no Distrito Federal.

      O volume de serviços no Rio Grande do Norte, por sua vez, despencou 15,3% em abril na comparação com o mês anterior. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

   Está na hora da governadora abrir o comércio com o sem covid-19, o prejuízo é grande com milhares de desempregados no setor do comércio e de serviços. Todos os estados estão partindo para isso – somente RN, Alagoas e Paraíba persistem nesse fechamento com o governo toda semana publicando um decreto, vai que vai, fixa uma data, protela e a covid-19 continua e o povo morrendo nos hospitais públicos e o desemprego asfixiando a população que precisa trabalhar.

  Temos que aprender a conviver com essa doença, máscaras e distanciamento fazendo com que cada cidadão colabore e saiba se comportar quando sair de casa.PpYwIqq.jpg

PERDAS ACUMULADAS NO COMÉRCIO EM 2020

Quando comparado o volume de vendas de janeiro a abril de 2020 com o mesmo período de 2019, o Rio Grande do Norte registra redução de 6,5%. Das 27 unidades da federação, 24 apresentam números negativos nessa comparação. A média de redução do volume de vendas do Brasil é de 3%, nos quatro primeiros meses do ano.

          Na variação acumulada dos últimos 12 meses, o Brasil possui dois grupos: um com 12 unidades da federação que ainda acumulam variação positiva e outro grupo com 15 unidades da federação com resultado negativo. O Rio Grande do Norte está no segundo grupo com recuo de 1,7 no volume de vendas. A média do Brasil ainda é positiva nesse período: 0,7%.

        Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o Brasil caiu 16,8%. O volume de vendas do comércio varejista no RN teve retração de 18%. No Brasil, a menor queda foi de Santa Catarina (7,4%); a maior, no Amapá (42,8%). Todas as unidades da federação registraram diminuição no volume de vendas em abril.

SAIBA MAIS


        Entre março e abril, o comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, caiu 14% no Rio Grande do Norte, menor do que a média do Brasil, que foi 17,4%.

       

        O volume de serviços no Rio Grande do Norte despencou 15,3% em abril na comparação com março. Essa foi a segunda menor redução em toda a série histórica do estado iniciada em 2011. Só em março de 2020, o tombo foi maior (19,4%). De janeiro a abril de 2020, o volume de serviços é 9,3% menor do que no mesmo período do ano passado.


Síntese do RN

Período

Varejo

Varejo ampliado

Volume de vendas

Receita nominal

Volume de vendas

Receita nominal

Abril/março

-11,6%

-11,1%

-14%

- 12,9%

Abril 2020/abril 2019

-18%

-13,9%

- 25,9%

- 21%

Acumulado 2020

- 6,5%

-1,7%

- 9,4%

- 4,6%

Acumulado 12 meses

- 1,7%

2,4%

-2,5%

1,3%

Fonte: IBGE, Pesquisa Mensal do Comércio

Período

Volume de serviços

Receita nominal de serviços

Abril/março

- 15,3%

- 16,3 %

Abril 2020/abril 2019

- 29,9%

- 27,1 %

Acumulado 2020

- 9,3%

- 7,1 %

Acumulado 12 meses

-2,3%

-0,5 %

Fonte: IBGE, Pesquisa Mensal de Serviços



Hiper Bompreço agora é Big Bompreço em Natal e no Nordeste

Airton Bulhões,

     O Grupo BIG avança dentro do seu projeto de reestruturação dos hipermercados, com as lojas Walmart e Hiper Bompreço passando a adotar a bandeira BIG Bompreço no Nordeste.

  Segundo a diretoria do grupo BIG projeto de reestruturação dos hipermercados, com as lojas Walmart e Hiper Bompreço passando a adotar a bandeira BIG Bompreço no Nordeste no Rio Grande do Norte será adotada a partir de junho. .

  Isso inclui a reestruturação das lojas e faz parte da estratégia de negócios do Grupo Big para a sua marca de hipermercados no Nordeste

  As unidades do Big Bompreço também estão preparadas para atender os novos padrões de segurança que visam combater à propagação do novo coronavírus no país.

  Entre as medidas estão o controle do número de clientes na loja, a instalação de placas de acrílico nos caixas, o reforço na higienização dos carrinhos e o uso de luvas e máscaras por parte dos funcionários.

  Ao finalizar amplas pesquisas e análises para escolha da bandeira das lojas, o Grupo Big optou por marcas regionais que resgatam o vínculo emocional com os consumidores.

  “Big é uma marca forte no Sul do País e bem avaliada no Sudeste, assim como Bompreço, amplamente reconhecido no Nordeste e conta com elementos importantes de afetividade que queremos resgatar” afirma Jorge Herzog, diretor executivo de Hipermercado do Grupo Big.

 Por isso ficou definido que arede de hipermercados da região o nome Big Bompreço, que reforça o respeito por uma das marcas mais fortes do varejo brasileiro. No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os hipermercados passam a ser “Big”.

  A reestruturação da companhia vai muito além da nova bandeira. “Nosso maior desafio é garantir que o consumidor perceba mudanças efetivas na operação” garante Jorge Herzog.

Lojas reformadas, com novo layout, novos serviços e um incremento de 35% no sortimento de produtos, incluindo o crescimento de itens regionais.

Acreditando  que com essas mudanças, o consumidor perceberá que de fato esse é um novo momento da organização.

SAIBA MAIS

  O Grupo BIG trabalha para assegurar o abastecimento em todas as suas lojas e para oferecer um ambiente seguro para funcionários e clientes.

   Como medidas de proteção contra a propagação da covid19, foram adotadas uma série de medidas preventivas em linha com a orientação fornecida pelos órgãos de saúde pública, como o afastamento, com licença remunerada, de todos os funcionários que fazem parte do grupo de risco.

  Outra medida importante é a orientação para que os funcionários utilizem máscaras e luvas durante toda a jornada de trabalho. Além disso, os operadores de caixa agora recebem álcool em gel para realizar a higienização das mãos após o contato as cédulas de papel.

  O uso de álcool também é utilizado para finalizar a higienização dos carrinhos de compra após a lavagem tradicional com água e sabão. O mesmo procedimento foi adotado para a limpeza dos corrimões.

 Na entrada das lojas, os carrinhos voltam a ser higienizados mais uma vez com o álcool em gel. Com as iniciativas, o Grupo BIG reforça o compromisso de manter as suas lojas abastecidas e em pleno funcionamento.

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Corretores de imóveis estão autorizados pelo governo federal para comercializar imóveis da União

Airton Bulhões,

   Corretores de Imóveis passam a partir de agora comercializar os imóveis da União. Uma vitória para a categoria após uma luta que vem desde 1998. Sua importância é ainda maior em função do momento em que o país atravessa e representa mais uma fonte de negócios para quem atua no mercado e está inscrito regularmente no Creci. A lei que abre espaço para os corretores foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro dia 10 de junho.

 O Sistema Cofeci-Creci ainda trabalha para que as avaliações possam ser feitas por Avaliadores inscritos no CNAI. "Ainda será necessário firmar o convênio de cooperação com a Secretaria do Patrimônio da União, da mesma forma com que firmamos com a CAIXA", explica João Teodoro. A venda direta, de acordo com a lei, só pode ser disponibilizada depois de frustradas duas tentativas de venda por meio de concorrência ou leilão público.

 "Hoje, finalmente, nosso esforço foi consagrado com a sanção da Lei nº 14.011, de 10 de junho de 2020, especialmente num momento em que estamos fragilizados em nossas rendas por conta dos reveses trazidos pela pandemia do COVID-19", afirma João Teodoro, presidente do Sistema Cofeci-Creci.

SAIBA MAIS

  A Lei nº 14.011 aprimora os procedimentos de gestão e alienação dos imóveis da União. O artigo 24 da Lei 9636, de 15/05/1996, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 24 A - Na hipótese de concorrência ou leilão público deserto ou fracassado na venda de bens imóveis da União, poderão esses imóveis ser disponibilizados para venda direta”.

 " O parágrafo terceiro estabelece que "A compra de imóveis da União disponibilizados para venda direta poderá ser intermediada por corretores de imóveis. Caberá ao comprador o pagamento dos valores de corretagem".



RN acessa R$ 35,6 milhões da linha emergencial dos Fundos Constitucionais de Financiamento

Airton Bulhões,

    Mais de 6,8 mil operações de crédito emergencial dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO) e do Nordeste (FNE) foram contratadas por empreendedores, cooperativas e informais destas regiões

  O Rio Grande do Norte foi o segundo no Nordeste  movimentando R$ 35,6 milhões (482 contratos). 

  Ao todo, foram concedidos R$ 522,6 milhões a pequenos comércios. A iniciativa do Governo Federal foi criada para mitigar os impactos econômicos da pandemia de Covid-19. São R$ 5 bilhões disponíveis para as duas macrorregiões.

Os recursos são administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e concedidos por meio de bancos públicos: Banco do Nordeste e Banco da Amazônia.

 São R$ 3 bilhões destinados aos estados nordestinos, enquanto outros R$ 2 bilhões atendem o Norte. Nas duas regiões, quase 90% das operações foram realizadas para pequenos e microempreendedores.

“A nossa orientação é de pulverizar as aplicações dos recursos chegando ao maior número de beneficiários e municípios possível. Essas linhas de crédito emergencial são essenciais para que os empreendimentos possam superar esse momento de pandemia e para que economia local possa girar”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

  Os empreendedores do Ceará acessaram R$ 56,3 milhões (750 contratações), enquanto os do Rio Grande do Norte movimentaram R$ 35,6 milhões (482 contratos).

  Na sequência, aparecem Paraíba, com R$ 35,3 milhões (466 acordos); Maranhão, com R$ 34,4 milhões (435 operações); Piauí, com R$ 30,5 milhões (414 contratos); Alagoas, com R$ 18,2 milhões (235 operações financeiras); e Sergipe, com R$ 14,9 milhões (190 financiamentos).

Trabalhadores autônomos, pequenos comércios e cooperativas em municípios do Norte de Minas Gerais e parte do Espírito Santo, também na área de atuação do FNE, tiveram acesso a R$ 42,2 milhões em 584 contratos.



Federação de Bancos publica pesquisa sobre os desejos dos consumidores com a retomada econômica

Airton Bulhões,


  A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançou nesta sexta-feira o “Observatório Febraban” que vai a partir de agora através de pesquisas  vai ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente após a retomada econômica.

  A primeira edição do novo Observatório identifica quais são as expectativas da população que possui contas em bancos para a retomada das atividades econômicas no período pós-pandemia.

  E revela que uma série de tendências de comportamento e consumo adotadas durante o período de isolamento social tende a continuar no pós-Covid. O "novo normal" indica ser, dessa forma, cada vez mais normal no dia-a-dia desses brasileiros.

  Os empresários do comércio de vários segmentos fiquem atentos as demandas dos brasileiros com o término da pandemia para projetar como fazer para atrair os consumidores ávidos por comprar.

  Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) - uma das instituições mais respeitadas do setor, com 35 anos de atuação em estudos de mercado e de opinião pública -, a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas representativa da população adulta bancarizada, de todas as regiões do País, entre os dias 1º e 3 de junho.

Entre outros dados, o estudo identificou que:

45% dos entrevistados afirmam que irão dedicar mais tempo à família e aos filhos;

30% pretendem aumentar as compras feitas via e-commerce;

28% planejam usar mais os serviços de delivery;

27% querem aumentar o trabalho na modalidade home office;

37% preveem, por outro lado, diminuir suas viagens - o que pode indicar receio de contaminação pela Covid-19.

  Esses indicadores otimistas também se revelam em uma série de intenções de consumo - "uma pista de que existe uma demanda reprimida, que pode ajudar em uma recuperação mais rápida da economia", afirma Isaac Sidney, presidente da Febraban.

A pesquisa mostra que, por exemplo:

58% dos entrevistados pretendem manter ou aumentar seu volume de compras;

60% também querem manter ou elevar seu uso do cartão de crédito;

15% planejam usar crédito bancário na compra de material de construção para reformar seu imóvel;

15% têm intenção de financiar a compra de imóveis, apontando o potencial desse mercado;

14% dizem também que irão contratar financiamento para adquirir carros e motos

  Mais desejos dos consumidores:

·  75% vão aumentar a frequência aos supermercados em 78% dos pesquisados 

66% vão aumentar continuar ou aumentar a frequência

55% comércio de rua

47% bares e restaurante

 47% shoppings



SAIBA MAIS

  Realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) - uma das instituições mais respeitadas do setor, com 35 anos de atuação em estudos de mercado e de opinião pública -, a primeira edição do novo Observatório Febraban ouviu amostra de mil pessoas representativa da população adulta bancarizada, de todas as regiões do País, entre os dias 1º e 3 de junho.

 A Febraban - Federação Brasileira de Bancos - é a principal entidade representativa do setor bancário brasileiro. 

O quadro associativo da entidade conta com 119 instituições financeiras associadas, as quais representam 98% dos ativos totais e 97% do patrimônio líquido das instituições bancárias brasileiras.

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Porto de Areia Branca e aeroporto internacional Aluízio Alves terão novos donos

Airton Bulhões,

  O arrendamento do complexo Portuário de Areia Branca e a relicitação do aeroporto internacional Aluízio Alves (São Gonçalo do Amarante) foram incluídos ao lado de mais nove ativos da infraestrutura qualificados dentro do programa de concessões do governo federal, através do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) realizado por este conselho nesta quarta-feira.

  Para o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a qualificação desses projetos demonstra que o programa de concessões governo segue seu curso normal, mesmo diante da pandemia provocada pelo coronavírus.

  "Continuamos trabalhando firme na estruturação de projetos, que é a atividade ordinária do Ministério da Infraestrutura. Esses ativos qualificados hoje têm capacidade de atrair investimentos robustos, melhorias na prestação de serviços e geração de empregos. Com um portfólio sofisticado de projetos, temos plenas condições de alcançar os melhores resultados para o país", avaliou o ministro.

Somente com o arrendamento de sete terminais, cerca de R$ 1,5 bilhão em investimentos devem ser atraídos.

SAIBA MAIS


No setor portuário, foram qualificados para arrendamento os terminais MAC11, MAC12 e MAC13, no Porto de Maceió (AL); MUC01, no Porto de Mucuripe, em Fortaleza, (CE); TERSAB, no Complexo Portuário de Areia Branca, no Rio Grande do Norte; e dois terminais de combustíveis na área da Alamoa, no Porto de Santos, o STS08 e STS08A.

  Somente esses dois terminais devem receber investimentos de R$ 1,2 bilhão durante os 25 anos de concessão previstos.

  O arrendamento desses sete terminais deve acontecer no 2º trimestre de 2021. Ainda no setor portuário, o PPI qualificou também a desestatização do Porto Organizado de Itajaí (SC), que deve ir à leilão no 3º trimestre de 2022.

A concessão da BR-135/316/MA também foi aprovada após a reunião. O trecho de 438 km é fundamental para o escoamento de grãos da região conhecida como Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e deve ir a leilão em 2022.
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foto: abihrn.com.br

Transporte aéreo de passageiros tem queda de 30,4% em comparação com 2019

Airton Bulhões,

    Segundo o Painel CNT Transportes lançados nesta terça-feira os indicadores do Painel do Transporte - Aéreo permitem identificar, por exemplo, que, de janeiro a abril de 2020, o segmento - um dos mais afetados pela crise decorrente da pandemia do novo coronavírus - teve 27,7 milhões de passageiros transportados, o que representa uma queda de 30,4% na comparação com mesmo período de 2019. Já as cargas pagas e correios transportados somaram 353 mil toneladas, o que significa uma redução de 16,7% em relação aos quatro primeiros meses do ano passado.

  Considerando apenas o mês de abril de 2020, a queda no número de passageiros chegou a 95,2% e a de cargas pagas e correios foi de 48% - na comparação com abril de 2019.

  O presidente da Confederação Nacional do Transporte, Vander Costa, explica que a ferramenta é mais uma aliada dos gestores do setor para a auxiliar na tomada de decisão, especialmente no atual momento.

   "A CNT está comprometida em disponibilizar indicadores atualizados, consistentes e confiáveis, que possam ser consultados e analisados de forma ágil. Isso é essencial para o planejamento e a tomada de decisão com qualidade nas organizações", destaca Vander Costa.

  Além disso, o novo painel busca ampliar o conhecimento da sociedade sobre o setor, reunindo, em um único ambiente, números que permitem desde uma visão abrangente até recortes e cruzamentos para análises específicas e segmentadas.

Painéis de outros modais estão em fase de desenvolvimento e serão disponibilizados pela CNT.

SAIBA MAIS

Alguns números que podem ser extraídos do Painel CNT do Transporte - Aéreo

- Em 2019, por exemplo, dos voos internacionais que partiram do Distrito Federal, 40,1% tiveram como destinos os Estados Unidos; 20,7%, Portugal; e 16,9%, Argentina

- No ano passado, dos voos domésticos que saíram de Minas Gerais, 44,5% tiveram como destino São Paulo; 10,6%, Rio de Janeiro; e 9,5%, Bahia

- Em 2019, havia 22.219 aeronaves registradas entre experimentais, privadas, transporte público regular, taxi aéreos e outras.

  O Painel CNT do Transporte está disponível em cnt.org.br/painel- cnt -transporte . O primeiro painel disponibilizado é do transporte aéreo de cargas e de passageiros. Nele, é possível fazer consultas de dados históricos da movimentação de passageiros e de cargas com diferentes filtros, como natureza de voo, origem, destino, nacionalidades das empresas, entre outros.



Crédito imobiliário cresce 64,4% na quarentena nos cinco primeiros meses do ano

Airton Bulhões,

    Segundo a Melhortaxa - maior plataforma digital especializada em crédito imobiliário do Brasil o impacto do coronavírus nas famílias e a queda da taxa básica de juros (Selic), que atingiu recentemente 3% ao ano (menor patamar histórico), foram alguns dos fatores que alavancaram um crescimento de 64,4% na busca por crédito imobiliário no país, nos primeiros 5 meses deste ano em relação ao mesmo período de 2019

 . Foram quase 25 mil (quase 64,5% de todo o ano de 2019) pedidos efetivados entre janeiro e maio por meio da fintech, que teve quase 465.000 usuários neste período. 

  Os créditos contratados com instituições financeiras por intermédio da plataforma já superam R﹩ 65 milhões este ano, apesar dos impactos da crise.oHr1Oy5.jpg

  De acordo com Rafael Sasso, cofundador da Melhortaxa, a queda da Selic intensificou a competição entre os bancos e ajudou a entrada de mais fundos e fintechs no mercado, criando um cenário propício para a portabilidade e a renegociação de dívidas. 

 Além disso, com a Caixa Econômica Federal criando produtos que aproximam o mercado de financiamento imobiliário do mercado de capitais e gerando diversificação, a procura por informações e o fomento a esse mercado cresceram.

"O brasileiro descobriu a portabilidade do crédito imobiliário, difundida em países desenvolvidos e muito importante neste momento de redução de custos para as famílias. Somos pioneiros no processo 100% online de pedidos de portabilidade, o que favorece a busca pelas melhores ofertas e ajuda na redução de custos para as famílias durante a quarentena".

SAIBA MAIS

Maior marketplace especializado em crédito imobiliário do Brasil e único sem o conflito de interesses de ter sua própria linha de crédito e com fluxo 100% de usuários online, a fintech Melhortaxa é uma plataforma online que permite comparar instantaneamente as ofertas das mais importantes instituições financeiras e outras fintechs do país.

 O serviço é totalmente gratuito para quem busca as melhores taxas e condições para financiar ou refinanciar um imóvel, e ainda possibilita o fechamento de contratos diretamente na plataforma, de forma digital, transparente e segura.

 Lançada em 2014, a Melhortaxa está presente no Brasil e no México, e já se aproxima da marca de R$ 700 milhões em contratos de crédito efetivados para seus clientes. Um dos diferenciais é oferecer, em média, redução de 1% ante a taxa balcão do mercado, representando uma economia média estimada de R$ 250 na mensalidade dos financiamentos imobiliários dos clientes, o equivalente a uma redução de R$ 40 mil em toda a duração do contrato.



Banco do Nordeste aplicou R$ 451 milhões em vários setores da economia no RN

Airton Bulhões,

  Segundo informa o Banco do Nordeste foram aplicados no Rio Grande do Norte em pleno período da pandemia  R$ 451 milhões durante o período de 16 de março a 29 de maio, correspondentes a 57,8 mil operações, beneficiando todos os setores da economia e empresas de todos os portes do Estado.

Em termos de valores, as operações não rurais lideram as aplicações no RN, com total superior a R$ 398 milhões, para quase 52 mil operações, enquanto os financiamentos rurais superam 5,9 mil operações, equivalentes a R$ 52,4 milhões.


  Entre as ações trabalhadas pelo Banco, com o objetivo de minimizar os impactos da pandemia de Covid-19 na economia da Região, está o lançamento da linha de crédito FNE Emergencial, que dispõe  de recursos para capital de giro e investimento, com taxa fixa de 0,21% ao mês.

  O empresário Marcelo Galdino, proprietário da Fourtech Informática, localizada em Natal, está entre os clientes que contaram com o capital de giro FNE Emergencial.

   "Num momento em que estávamos com o fluxo de caixa baixo e com o capital de giro já comprometido, o Banco do Nordeste veio com uma linha de crédito emergencial de forma muito tranquila e bem ágil, com taxas e condições muito bacanas, sem contar uma carência de seis meses, que nos dá um fôlego maior para poder pagar. É bom saber que nessa hora nós temos um banco parceiro", afirmou.

No âmbito do Crediamigo do Banco do Nordeste, maior programa de microcrédito urbano produtivo e orientado da América do Sul, o Rio Grande do Norte registrou no período mais de 49 mil operações, somando valores de R$ 144,8 milhões concedidos.



Ministério de Desenvolvimento Regional libera R$ 4,1 milhões para saneamento de Natal

Airton Bulhões,

   Natal terá a liberação de R$ 4,1 milhões destinados a prefeitura natalense para  obras de saneamento integrado nos bairros de Nossa Senhora da Apresentação e Lagoa Azul.

  Os recursos são liberados pelo Ministério de Desenvolvimento Reginal. . Além de Natal empreendimentos em outros 14 estados tiveram repasses liberados, totalizando R$ 21,2 milhões para a continuidade de obras e projetos

 Segundo o ministro Rogério Marinho as iniciativas contribuem também para a economia das localidades atendidas, além das questões relacionadas à saúde.

  “Sabemos que a cada R$ 1 investido no saneamento básico, R$ 4 são economizados na saúde. Outro fator importante, sobretudo nesse período de pandemia, é a manutenção de empregos e possibilidade de gerar novas vagas com essas obras que não paralisaram”, avalia o ministro.

  Além de Natal (RN), os recursos federais também serão destinados para obras no Amapá, Maranhão, em Minas Gerais, na Bahia, em Goiás, no Pará, em Pernambuco, Sergipe, Rondônia, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. 

  As ações são nas áreas de esgotamento sanitário, saneamento integrado, manejo de águas pluviais, abastecimento de água e realização de estudos e projetos para a execução de obras no setor.



Petrobras está vendendo a Termoelétrica Potiguar entre outros investimentos de geração de energia

Airton Bulhões,

   A Petrobras está saindo dos investimentos em empresas de energia elétrica, no Rio Grande do Norte tem a Termoelétrica Potiguar S.A.(TEP) está iniciando a etapa de divulgação da oportunidade (teaser), referente à venda de suas participações em cinco sociedades de geração de energia elétrica: Brasympe Energia S.A. (“Brasympe”), Energética Suape II S.A. (“Suape II”), Companhia Energética Manauara S.A. (CEM) e Brentech Energia S.A. (“Brentech”).

  As principais etapas subsequentes do processo de venda serão informadas oportunamente ao mercado.

  A presente divulgação está de acordo com as diretrizes para desinvestimentos da Petrobras e com o regime especial de desinvestimento de ativos pelas sociedades de economia mista federais, previsto no Decreto 9.188/2017. Essa operação está alinhada à estratégia de otimização do portfólio e melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas.

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SOBRE AS EMPRESAS

A Petrobras detém 20% da Brasympe, que por sua vez possui 60% da Termocabo S.A., que é dona de uma usina termelétrica movida a óleo combustível situada em Pernambuco, com capacidade instalada de 49,7 MW.

A Petrobras detém 20% da Suape II, que é proprietária de uma usina termelétrica movida a óleo combustível localizada em Pernambuco, com capacidade instalada de 381,25 MW.

A Petrobras detém 20% da TEP, que é uma holding que possui participação de 60% na Companhia Energética Manauara S.A. (CEM) e de 70% na Areia Energia S.A. e Água Limpa Energia S.A., proprietárias de pequenas centrais hidrelétricas, localizadas em Tocantins, com capacidade instalada de 11,4 MW e 14 MW, respectivamente.

A Petrobras detém 40% da CEM, que possui uma usina termelétrica de bicombustível (óleo diesel e gás natural) localizada no Amazonas com 85,4 MW de capacidade instalada. A Petrobras detém 30% da Brentech, proprietária da Usina Termelétrica Goiânia II movida a diesel, localizada em Goiás, com capacidade instalada de 140,3 MW.

SAIBA MAIS

  O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://www.investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers.

foto: pt.forsquare.com

Bahia lidera geração de energia solar no Brasil

Airton Bulhões,

   Quem pensava que o Rio Grande do Norte era o primeiro na geração de energia solar e voltaica enganou-se. Segundo levantamento do Informe Executivo de Energias Renováveis da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), realizado em janeiro deste ano a Bahia ostenta o primeiro lugar com 36%, em comparação aos outros estados brasileiros.

  A Bahia, que conta com 29 parques de geração de energia, apresentou só no primeiro mês do ano a geração de 145,4 Gigawatts por hora de energia elétrica e investimento de R$ 3,8 bilhões, ainda segundo a pesquisa.

  Além disso, o estado também lidera a comercialização de parques eólicos a partir dos leilões de energia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com 31,3%.

  Com 169 parques em operação espalhados por cerca de 20 municípios, o investimento é equivalente a R$ 8,3 bilhões.

  Na Bahia, o alto investimento no mercado de geração de energia fotovoltaica está contribuindo com o desenvolvimento econômico e promovendo a sustentabilidade na região.

   Acompanhando as tendências do setor e do estado, a LEDAX promove o uso inteligente da energia, oferecendo soluções de economia com iluminação LED e geração de energia fotovoltaica para clientes corporativos.

   
  Segundo Lucas Batista, Diretor da divisão de Energia Solar da LEDAX, os investimentos em sistemas fotovoltaicos apresentam um enorme potencial para o mercado baiano.

  "A Bahia é o estado com a melhor irradiação solar do Brasil, e uma das melhores do mundo, e cada vez mais pessoas e corporações estão buscando meios de se tornarem mais eficientes e reduzirem seus custos. Esta combinação gera forte investimento em sistemas de energias fotovoltaicos que comprovadamente trazem economias consideráveis na conta de energia", afirma.

SAIBA MAIS

Fundada em 2014, a Ledax é uma empresa que oferece soluções em economia de energia através de iluminação LED, geração de energia fotovoltaica e gestão remota de energia e utilidades. Os clientes foco são grandes consumidores de energia, como indústrias, supermercados e clientes comerciais em geral.

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Apesar da Covid-19 mais de 1 milhão de negócios são abertos no País

Airton Bulhões,

 Pelo menos o consolo o Brasil continua vivo, mesmo com a presença de uma pandemia devastadora como o COVID-19, mais de 1 milhão de novos negócios abertos no país do mês de janeiro até o dia 30 de abril de 2020.

  “Mesmo com uma queda de 34% no número de aberturas (comparação com março de 2020), tivemos quase 200 mil novas empresas no país todo, demonstrando a confiança do brasileiro na economia e no mercado”, diz o empresário e CEO do Empresômetro, Otávio Amaral.

  Essa confiança no mercado é bastante grande, mesmo o Brasil ocupando a posição 124 dentre os 190 países com menor burocracia para negócios, segundo o estudo Doing Business 2020..

“O Brasileiro se mostra disposto a investir, mesmo frente a grandes adversidades. Isso se deve a diversos fatores, um dos mais importantes vem da necessidade de gerar renda e, mesmo com alguma burocracia, a facilidade em regularizar seus negócios” diz Amaral.

  Em comparação, a Austrália vê a confiança de empreendedores cair, sendo que sete em cada dez esperam queda na procura por bens e serviços.

  Da mesma forma, a Nova Zelândia, primeira no ranking Doing Business 2020, um dos países que mais facilita a atividade empresarial no mundo, vê crescer a desconfiança do mercado, como mostram os dados da Trading Economics.

  O Brasil vê, ainda, em atividades que têm pouco investimento e se relacionam com o cotidiano, como serviço de cabeleireiros e de entrega rápida, uma forma quase garantida de se obter renda.

  Em abril de 2020 houve um crescimento na atividade de entrega rápida, 10,5% em relação ao mês anterior. O fornecimento de alimentos prontos em domicílio passou a ser a segunda atividade mais regularizada pelos brasileiros, com mais de 8,4 mil novos negócios no período.

   A mesma realidade é vista nos Estados Unidos, com um crescimento de 25,6% entre fevereiro e março. O consumo de bebidas e comida foi um dos que mais cresceu durante a crise, segundo dados do Statista.

Veja na tabela abaixo o ranking com as 10 atividades mais procuradas no mês de abril de 2020:

RAMO ATIVIDADE

QUANTIDADE DE EMPRESAS

9602501 – CABELEIREIROS

10606

5620104 - FORNECIMENTO DE ALIMENTOS PREPARADOS PREPONDERANTEMENTE PARA CONSUMO DOMICILIAR

8431

4781400 - COMÉRCIO VAREJISTA DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

8057

7319002 - PROMOÇÃO DE VENDAS

6897

4399103 - OBRAS DE ALVENARIA

6873

5611201 - RESTAURANTES E SIMILARES

6318

5611203 - LANCHONETES, CASAS DE CHÁ, DE SUCOS E SIMILARES

4846

4930201 - TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA, EXCETO PRODUTOS PERIGOSOS E MUDANÇAS, MUNICIPAL

4795

5229099 - OUTRAS ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES TERRESTRES NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

4126

9700500 - SERVIÇOS DOMÉSTICOS

3639

Quando falamos em estados brasileiros, foi possível identificar aqueles que mais sofreram com a COVID-19. O mais afetado foi o Piauí, com queda de 47% no índice de abertura de novos negócios em comparação com março de 2020.

Os estados com maior problema de contaminação são aqueles que tiveram grande queda, com São Paulo apresentando uma taxa de abertura 38% menor do que o mês anterior.

SAIBA MAIS 

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Preço médio do litro de gasolina no Brasil foi de R$ 4,01 em maio

Airton Bulhões,

   Conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão o preço médio da gasolina comum no Brasil em maio foi de R$ 4,01.

   Ainda sob impacto da redução da circulação de veículos em razão da pandemia do novo coronavírus, o valor registrou redução de 5,15% na comparação com o verificado em abril (R$ 4,23).

   Em comparação com o valor médio de janeiro (R$ 4,762), a queda já chega a 15,79%.  Rio de Janeiro (R$ 4,482) e Acre (R$ 4,395) permanecem como os estados com o combustível mais caro no país. Já Paraná (R$ 3,58) e Santa Catarina (R$ 3,3699) seguem com os preços mais baratos.  

  Os Estados que tiveram as maiores quedas no valor da gasolina em maio foram Ceará (-7,28%) e Bahia (-6,9%). A menor redução no valor em maio ocorreu no Distrito Federal (-3,37%).  

  Obtidos por meio do registro das transações realizadas em maio com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que Belém (R$ 4,722) e Rio de Janeiro (R$ 4,676) têm os preços mais altos entre as capitais.

  As capitais com preços mais baixos são Curitiba (R$ 3,598) e Brasília (R$ 3,868). 

Alagoas tem maior preço no Nordeste

No Nordeste, a Paraíba apresenta o preço médio mais baixo (R$ 3,849). Já Alagoas tem o valor mais alto (R$ 4,148).  

NORDESTE

Maio

Alagoas 

4,148 

Piauí 

4,085 

Sergipe 

4,083 

Maranhão 

4,052 

Ceará 

4,016 

Bahia 

3,97 

Pernambuco 

3,929 

Rio Grande do Norte 

3,85 

Paraíba 

3,849 

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Brasileiro trabalhou 151 dias em 2020, somente para pagar tributos

Airton Bulhões,

   O Brasil, mais uma vez, figura entre os países com maior carga tributária do mundo, e isso se reflete nos dias trabalhados anualmente pelos seus cidadãos para pagar tributos federais, estaduais e municipais.

  De acordo com o mais recente estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação - IBPT, todos os tributos somados perfazem mais de 41% do salário do brasileiro médio.

 “Por detrás desse número, foi identificada uma carga tributária injusta, pois grande fatia dessa média vem dos impostos pagos sobre o consumo, cerca de 23%, depois renda, cerca de 15% e, por último, o patrimônio, com 3%”. Este ano, o brasileiro trabalhará até o dia 30 de maio para pagar impostos”, afirma o presidente executivo do IBPT e um dos coordenadores do estudo, João Eloi Olenike.

  Segundo dados do estudo, houve crescimento frente aos outros anos, com um dos fatores sendo o aumento no número de tributos a partir do ano de 2015.

  Uma simples comparação: no ano de 2001, eram necessários 130 dias de trabalho para pagar os tributos todos. Hoje, são precisos 1ra51 dias, um crescimento de 16%.

  “Esse crescimento no número de dias trabalhados para pagar tributos foi calculado e apresentado por décadas pelo IBPT, demonstrando que, hoje, trabalhamos quase o dobro do que na década de 70”, revela Olenike.

SAIBA MAIS

  O Instituto também apresentou um comparativo com as maiores economias do mundo, inclusive os Estados Unidos da América. Por lá, o americano irá trabalhar 96 dias para pagar seus tributos, são 36% menos dias quando comparado com o Brasil.

  “Entre os dez países onde mais se trabalha para pagar impostos no mundo, o Brasil está em 9ª posição, entre países como Dinamarca e Alemanha, considerados altamente desenvolvidos e com índices de retorno bem diferentes que o país sul-americano, que, em todas as edições do IRBES (Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade) ficou em último colocado”, afirma Olenike.



Turismo será um dos setores que vai se recuperar mais depressa acredita o presidente do Sebrae

Airton Bulhões,

O presidente do Sebrae nacional, Carlos Melles reconheceu Melles  o empenho do governo federal na adoção de medidas emergenciais de enfrentamento da pandemia, mas ressaltou que um dos maiores desafios é a ampliar o acesso ao crédito para os pequenos negócios.

  Segundo ele, a parceria com a Caixa Econômica para permitir financiamentos por meio Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), já contabiliza R$ 700 milhões em crédito concedido para os donos de micro e pequenas empresas, incluindo os Microempreendedores Individuais (MEI).

  O presidente do Sebrae destacou a grande capacidade de retomada do Turismo brasileiro após a crise. “Eu acredito que o Turismo será um dos setores que vai se recuperar mais depressa porque as pessoas estão ávidas por momentos de lazer e relaxamento. Quando  tudo isso passar, a população vai querer fazer viagens curtas, principalmente dentro do país”, completou Melles.

   Melles reconheceu o empenho do governo federal na adoção de medidas emergenciais de enfrentamento da pandemia, mas ressaltou que um dos maiores desafios é a ampliar o acesso ao crédito para os pequenos negócios.

  A informação foi dada durante promovida pela organização do Festuris Gramado (Festival Internacional de Turismo) via rede social Instagram. 

  “Temos um grande desafio, mas também temos opções para dar a volta por cima. O Sebrae tem se dedicado diariamente na busca de soluções para os empresários que estão com dificuldades, inclusive com foco na criação de um programa de refinanciamento de dívidas (Refis) para salvar as empresas depois da crise”, contou.

SAIBA MAIS 

  O presidente Carlos Melles também provocou os empresários do segmento a utilizarem o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), que disponibiliza linha de financiamento para empresas de turismo. Segundo ele, o Sebrae e a Embratur têm condições de fazer créditos complementares para os pequenos negócios nesse momento de dificuldade.

  Durante a live, os CEOs do Festuris Gramado, Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, destacaram o protagonismo das micro e pequenas empresas no desenvolvimento do Brasil. “Todas essas medidas do governo e do Sebrae são vitais para nós, empresários. Trata-se da sobrevivência da nossa atividade econômica, que gera empregos e renda em todo o país”, declarou Zorzanello

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RN perde empresas no setor da construção civil com a crise e ainda mais com a pandemia

Airton Bulhões,

   O Rio Grande do Norte ganha mais um troféu a perda de empresas de construção civil ficando em primeiro lugar no Nordeste, segundo levantamento realizado pelo IBGE.

  A causa pode ser a lenta recuperação da economia antes da pandemia e agora com o covid-19 essa redução deverá ser drástica, isso significa desemprego, menos impostos arrecadados e atinge o que existe de pior a economia como um todo por ser um grande agregador de mão de obra.

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  O Rio Grande do Norte teve o menor crescimento proporcional no número de empresas da construção, entre os estados do Nordeste, na comparação do ano de 2009 com 2018: 12,3%.

  Em 2009, o estado tinha 728 empresas no setor. Em 2018, eram 818. Esses são resultados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) 2018, que o IBGE divulgou nesta semana.

Na mesma análise, o Maranhão (20,8%) teve o segundo menor crescimento proporcional da região: de 546 empresas, em 2009, para 660 em 2018. A Paraíba (97,7%) teve o maior salto percentual no período: de 576 para 1.139 empresas.

O aumento proporcional de novas empresas no Nordeste (52%) também está acima do percentual potiguar no período.

Conforme a pesquisa, a atividade de construção compreende a construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços especializados para a construção.

  Para identificar mudanças estruturais, a PAIC 2018 prioriza a comparação dos dois pontos extremos de uma série de dez anos: 2018 e 2009.

Valor de obras

O valor das obras, incorporações e serviços de construção do Rio Grande do Norte representa 7,6% do total do Nordeste. Essa participação ficou estável se comparada a 2009, quando o RN tinha 7,5% do total.

  Em números absolutos, o valor das obras potiguares totaliza R$ 3,5 bilhões em 2018. No Nordeste, esse valor é de R$ 47,5 bilhões.

SAIBA MAIS

 Dos nove estados do Nordeste, em sete deles houve diminuição do pessoal ocupado.

 O Rio Grande do Norte teve uma redução proporcional de 8% em 2018 frente 2009. São 2.247 trabalhadores a menos no período.

Na região, o número de pessoas ocupadas na construção aumentou somente na Paraíba (27%) e Ceará (8,6%) no período destacado pela pesquisa.

SALÁRIOS

  No Rio Grande do Norte, o valor total de salários, retiradas e outras remunerações cresceram 60%. Em 2009, o montante era de R$ 367 milhões. Em 2018, chegou a R$ 588 milhões.

  Todos os estados do Nordeste apresentaram crescimento, cinco deles acima do mercado potiguar: Paraíba (179%), Ceará (176%), Piauí (83%), Alagoas (82%) e Sergipe (71%). Embora tenha a maior expansão do valor total de salários no período, a Paraíba (R$ 533 milhões) registrou R$ 55 milhões a menos que o montante norte-rio-grandense.



Comércio varejista do RN deixa de faturar R$ 136 milhões entre março e abril

Airton Bulhões,

 Segundo a Federação do Comércio do RN o estrago da pandemia do coronavírus está traduzido em números entre os meses de março e abril, o setor do comércio varejista deixou de faturar no Rio Grande do Norte R$ 136 milhões.

  Essa informação entre outras sobre a crise e o que se espera foram apresentadas durante a primeira transmissão ao vivo via Youtube promovida pelas entidades do comércio do Estado conduzido pela Fecomércio, na tarde desta quarta-feira.

  O tema girou na análise  "O comportamento do comércio potiguar diante da pandemia do novo Coronavírus e as expectativas para a retomada da economia"

  Revela o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz que 47% dos estabelecimentos autorizados a funcionar, por serem considerados essenciais de acordo com os decretos governamentais, tiveram queda de mais de 70% das receitas.

  Já as empresas que não são consideradas essenciais pelos decretos estaduais, e que totalizam 46 mil. "Elas respondem por nada menos do que 51 mil empregos e pagam algo em torno de 60 milhões de reais em salários, todos os meses. É com estas empresas e com esses postos de trabalho a nossa maior preocupação", acrescentou ele.

O presidente da Associação Comercial do RN, Schiavo Álvares, lembrou existe uma possibilidade de voltar, com segurança, a abertura do comércio. “Teremos que aprender a conviver com o Covid-19, e orientar o comércio como um todo, com o que a OMS recomenda”.

  O turismo um dos setores mais atingidos pela pandemia terá a elaboração pelo Senac RN, Sebrae, Secretaria de Turismo estadual e outras instituições do segmento um protocolo de retomada e procedimentos a serem adotados pelo setor para voltarem a funcionar.

   Participaram da transmissão os presidentes da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado, Afrânio Miranda; da Federação das Associações Comerciais do RN (Facern), Itamar Manso Maciel; da Associação Comercial do Estado (ACRN), Schiavo Álvares; e da vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal), Maria Luísa Fontes

  Durante a live, os representantes das entidades empresariais responderam a perguntas enviadas pelo público. Se você perdeu a transmissão ao vivo, basta acessar o canal do Youtube da Fecomércio RN. 

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