Veja destaca privilégios concedidos aos integrantes do Poder Judiciário

Levantamento mostra que 86% dos juízes recebem auxílio-moradia, custando ao país quase R$ 1 bilhão por ano.

Da redação,

Veja

VEJA-IN-TPA ciência da felicidade
Pesquisadores identificam as regiões do cérebro responsáveis pela alegria e descobrem que temos meios concretos para construir uma vida mais feliz.

É tempo de ser feliz. No Carnaval, durante aqueles quatro dias que antecedem os sacrifícios e penitências da Quaresma, a ordem é pular de alegria até o sol raiar, em um paroxismo de prazer entremeado de amores fugazes, risos e purpurina. Enquanto a festa durar, reinará, soberana — ou, pelo menos, torce-se para que isso aconteça —, aquela tal felicidade, estado de espírito ambicionado e elusivo que a canção de Tom Jobim e Vinicius de Moraes comparou à “gota de orvalho numa pétala de flor”. Mas a mesma balada ensina que a “doce ilusão do Carnaval” tem prazo de validade, “pra tudo se acabar na quarta-feira”. E aí, na hora de encarar de novo os prazos, o chefe, o trânsito, as contas, vem a pergunta: mas é preciso acabar assim? O avanço da ciência no estudo da felicidade tem uma resposta clara: sim, é preciso, e a culpa é do hipotálamo.

O privilégio é a lei
Levantamento de Veja mostra que 86% dos juízes recebem auxílio-moradia, que só na esfera do Judiciário custa ao país R$ 920 milhões por ano.

A pesquisa feita por Veja — com base em dados enviados pelos próprios tribunais ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — revelou ainda como varia o comportamento dos juízes por estado. Em Alagoas, Rio de Janeiro e Tocantins, a turma mandou ver: 99% dos magistrados na ativa receberam o benefício em 2017. O Paraná, ao contrário, foi o estado com menor porcentual de beneficiados: 67%. No caso do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, onde está lotado o juiz Sergio Moro, o auxílio foi usado por 97% dos juízes — inclusive o próprio Moro. Para receberem o benefício, os profissionais nem sequer precisam requisitá-lo. É automático. A lei não exige nenhum esforço da parte do juiz que preferir usar o dinheiro. Já os que desejam abrir mão dele devem preencher um formulário de solicitação.

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As drag queens cantoras que são as novas divas do Carnaval
Você, provavelmente, nunca ouviu falar de Gloria Groove, Lia Clark, Aretuza Lovi e Kaya Conky. As drags se prepararam para tomar de assalto a festa na onda do fenômeno Pabllo Vittar.


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Carnaval de protesto - A folia politizada
Denúncias contra a miséria, a corrupção e a crise política e moral entram no enredo das escolas de samba e dão o tom da maior festa popular do Brasil neste ano.

A realidade se impôs sobre a imaginação no carnaval deste ano. Desde 1989, quando a Beija-Flor de Nilópolis desfilou, no Rio, com seus “Ratos e urubus: larguem a minha fantasia” e um Cristo censurado, não se anunciava uma festa como essa, tão orientada para denunciar as grandes mazelas nacionais, como a miséria e a corrupção e para avançar, no ritmo do samba, nas referências ao atribulado momento político. O que se verifica neste ano é que a crítica social se aprofundou, assim como a consciência da crise moral que assola o país. A folia se politizou. No Rio de Janeiro, os protestos sociais aparecem em pelo menos três escolas de samba, que se sobressaem por apresentar enredos com questionamentos ao difícil momento nacional: Beija-Flor, Estação Primeira da Mangueira e Paraíso do Tuiuti.

Em São Paulo, a Império da Casa Verde, com seu enredo baseado em “Os Miseráveis”, livro de Victor Hugo, destaca a luta contra a corrupção e os privilégios restritos a uma pequena parcela da população. Também os blocos enchem as ruas cariocas e paulistanas de gritos de guerra contra o cerceamento da liberdade, a volta da febre amarela, os auxílios dados aos juízes, a intolerância religiosa e de gênero e o preconceito racial.

A prisão de Lula
Istoé esteve no Complexo Médico Penal de Pinhais, que se apronta para receber o ex-presidente Lula, tão logo sua prisão seja decretada. Já foram definidos o local em que o petista irá dormir – uma cela de 12 m2, com capacidade para três presos –, o esquema de segurança para o dia da prisão e até sua rotina na penitenciária.

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A folia da máfia no poder
Surgem novas pistas das negociatas na Eletrobras e nos Correios, enquanto a reforma da Previdência aquece o mercado de votos no Congresso.




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