Veja destaca 'folia dos radicais' envolvendo os três ministros mais polêmicos de Bolsonaro

Última polêmica envolve o ministro da Educação Vélez Rodrigues e a obrigatoriedade do hino nacional e slogan do governo nas escolas.

Da redação,

vejaVeja

A folia dos radicais

A capa da revista Veja desta semana traz uma matéria acerca dos três ministros mais polêmicos do governo Jair Bolsonaro (PSL). Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores, Damares Regina Alves, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e Vélez Rodrigues, ministro da Educação, que na última segunda-feira (25) disparou para a rede pública de ensino um e-mail que se revelou uma bomba de efeito bumerangue. Em texto sucinto, pedia que, no primeiro dia de aula, alunos e professores se perfilassem diante da bandeira ao som do Hino Nacional.

O rito deveria vir acompanhado da leitura de uma carta que evocava o “Brasil dos novos tempos” e se encerrava com o slogan da campanha presidencial — “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”. Detalhe: solicitava-se (assim mesmo) que a cerimônia fosse gravada e que se enviassem as imagens ao MEC. O ministro acabou voltando atrás em boa parte do plano original, mas o estrago estava feito.

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istoeIstoÉ

Venezuela: Até quando vai o caos?

Revista fala sobre o caos na Venezuela e retrata confrontos na fronteira do país com o Brasil.

A publicação ressalta em sua matéria de capa, que ao barrar a entrada de ajuda humanitária para a população Venezuela, o ditador Nicolás Maduro levou a violência do seu regime para dentro do território brasileiro, impondo um novo desafio ao governo Bolsonaro: como incentivar a mudança política no país vizinho de maneira pacífica.


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epocaÉpoca

À sombra do cardeal

Um homem que durante anos foi braço direito do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, admitiu participar de esquema de corrupção na Saúde do governo Sérgio Cabral e se tornou delator premiado.

O ex-padre Wagner Augusto Portugal, um dos colaboradores da Operação S.O.S., desdobramento da Lava Jato no Rio, confessou sua participação no desvio de R$ 52 milhões dos cofres estaduais envolvendo contratos da Secretaria de Estado de Saúde do Rio com a organização social católica Pró-Saúde em 2013.

Uma das linhas de investigação da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) no Rio apura se parte dessa propina bancou despesas pessoais de sacerdotes.

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cartaCarta Capital

A Venezuela racha o mundo e o governo Bolsonaro também.

De volta à Guerra Fria – por petróleo e ideologia EUA e Brasil empenham-se na derrubado do governo Venezuela, enquanto o mundo se divide.

Acuado pela guerra econômica, mas com o apoio de Rússia e China, Maduro escapa ao golpe da “ajuda humanitária”. Até quando aguentará?


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Tags: Revistas semanais
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