Morte do ex-PM Adriano da Nóbrega repercute no mundo da política

Revistas questionam se assassinato ocorreu por causa de possível queima de arquivo.

Da redação,

veja1Veja

O que ele sabia?

O ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega era considerado peça-chave para o esclarecimento de dois casos emblemáticos: a expansão das milícias no Rio de Janeiro, muitas vezes com a ajuda clandestina de autoridades públicas, e o esquema de rachadinha no gabinete do então depu­tado estadual Flávio Bolsonaro, hoje senador da República.

No domingo 9 de fevereiro, depois de mais de um ano foragido, Adriano foi morto por policiais da Bahia, que descobriram o seu paradeiro com a ajuda da equipe de inteligência da polícia fluminense. Segundo a versão oficial, ele reagiu a uma ordem de prisão e morreu após uma troca de tiros.


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istoe1Istoé

Queima de arquivo

Tudo indica que o ex-policial e miliciano Adriano da Nóbrega, conhecido como capitão Adriano, era um homem marcado para morrer. Fugitivo da polícia há mais de um ano, ele foi cercado e baleado na madrugada de domingo 9, em um sítio na zona rural da cidade de Esplanada, a 170 quilômetros de Salvador, onde estava escondido.

A operação policial que o vitimou envolveu 75 homens das forças de segurança do Rio de Janeiro e da Bahia e não deu a mínima chance de sobrevivência ao procurado. Ele levou dois tiros, no pescoço e no tórax, e deixou mais perguntas do que respostas para a Justiça.


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carta1Carta capital



Morto na favela

Abatido em circunstâncias estranhas, o ex-PM Adriano da Nóbrega era uma prova de que o Brasil tem um presidente miliciano. Revista questiona também o fato do ‘clã Bolsonaro’ praticamente não ter se manifestado a respeito de um ‘velho conhecido’.

A publicação também traz textos sobre Evo Morales, El Salvador, 5G, Oscar etc., além de artigos de Mino Carta, Celso Amorim, Esther Solano e Walfrido Warde.


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epoca1Época

A nova aposta do centro

Traçar os cenários do que poderá acontecer em 2022 é fundamental para as negociações políticas que contribuem para esse desfecho — ou seja, as expectativas, de certa forma, ajudam a definir os caminhos que se seguirão. Neste momento, por mais paradoxal que possa parecer, quanto maiores as chances do presidente Jair Bolsonaro se fortalecer para uma possível reeleição, maior a probabilidade de que o candidato de centro em 2022 seja alguém que não tenha tanto a perder.

Nesse cenário, entra no jogo o nome do atual governador do Rio Grande do Sul, o gaúcho Eduardo Leite, do PSDB.

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