Istoé destaca que campanha ‘Lula Livre’ é bancada com dinheiro público

Revista diz ter acesso a documentos que mostram utilização de recursos do fundo partidário.

Da redação, Equipe Nominuto.com,

ISTOEIstoé

Campanha Lula Livre é bancada com dinheiro público

O PT sempre cantarolou que o movimento “Lula Livre” era uma iniciativa intrinsecamente popular — bancada pelo militante abnegado ou no máximo pelos cofres de sindicatos devotos ao petismo — visando pressionar o Poder Judiciário a libertar o ex-presidente Lula, que cumpre pena por corrupção desde abril do ano passado, na sede da Polícia Federal em Curitiba. Contudo, documentos obtidos por ISTOÉ mostram que o movimento dificilmente ficaria em pé e sua voz ecoaria Brasil afora se não houvesse farta utilização de recursos públicos.

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VEJAVeja

Livrai-nos do mal

Jovens abusados por padres revelam seus dramas pela primeira vez

O pecado abjeto foi premeditado em detalhes. Após celebrar uma missa na zona rural de Araras, cidade a 180 quilômetros de São Paulo, o padre Pedro Leandro Ricardo convidou o coroinha Ednan Aparecido Vieira, então com 17 anos, para dormir na casa paroquial. A desculpa: estar a postos no dia seguinte para ajudá-lo na missa do domingo de manhã. Embora soubesse que não haveria mais ninguém na residência, o menino jamais desconfiaria que estava prestes a cair em uma arapuca. Chegando ao local, o clima começou a ficar estranho com as perguntas do anfitrião, que só queria saber da vida íntima do garoto. Tinha namorada? Qual era seu tipo físico preferido de menina?

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CARTACarta Capital

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Por que a maioria reporva o comportamento de Moro, mas é contra sua demissão e a absolvição de Lula

Na edição desta semana, a Carta Capital fala sobre a incoerência de parte do Brasil com Moro. A revista traz também os atos em Hong Kong, a votação da Reforma da Previdência, a trajetória de Paulo Henrique Amorim e opiniões de Boulos, Mino Carta, etc. A publicação já está disponível em todas as plataformas.

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EPOCAÉpoca

‘Quero que o Estado me mate’, diz preso ao pedir para ser executado

O pedido de um preso para ser executado

Um detento de uma penitenciária no interior de São Paulo enviou uma carta à revista ÉPOCA para expressar o desejo de morrer. Após a  mensagem, enviada em abril deste ano, ele recebeu autorização para conceder entrevista e contar sua história. “Quero que o Estado me mate. Quero ser o primeiro preso executado do Brasil”, disse o homem de 50 anos, que está no sistema prisional desde 1990.

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