Istoé destaca que 2020 será o ano do parlamento

Revista aponta que atuação de Maia e Alcolumbre evitou crise política no início deste ano.

Da redação,

ISTOEISTOÉ

2020, o ano do Parlamento

Se não fosse a ação determinada dos presidentes da Câmara e do Senado, com o apoio majoritário dos parlamentares, o País iniciaria 2020 em um quadro de crise política e sem rumo na economia. Felizmente, não foi assim. A Reforma da Previdência, que permitiu o reequilíbrio das contas públicas e impediu a quebra do País, foi garantida pelo Congresso. E isso aconteceu enquanto o presidente perdia o foco das necessidades urgentes do País, estimulava sua guerrilha virtual contra inimigos reais e imaginários e voltava suas baterias contra os generais qualificados de sua própria equipe. Nesse momento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, teve um papel moderador essencial para restabelecer a urgência das mudanças e o equilíbrio entre os Poderes.

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VEJAVEJA

Vinte jovens brasileiros para acompanhar nos próximos anos

“Como as demais épocas da vida, quem sabe numa medida mais acentuada, também a juventude é uma construção social e cultural”, observam o italiano Giovanni Levi e o francês Jean-Claude Schmitt na introdução de História dos Jovens (1994-1995), rigoroso estudo sobre o tema organizado por ambos. A assertiva talvez soe intrigante: as fases da existência humana não são delimitadas pela idade? A rigor, as faixas etárias funcionam apenas como ponto de partida da questão. Tome-se a infância, por exemplo. No clássico História Social da Criança e da Família (1960), outro pesquisador francês, Philipe Ariès, sublinha: “Na sociedade medieval, a consciência da particularidade infantil não existia”. De acordo com Ariès, assim que o infante — do latim infans, o que não fala — adquiria “condições de viver sem a solicitude de sua mãe ou de sua ama, ingressava na sociedade dos adultos e não se distinguia mais deles”. Quer dizer: a partir de uma idade ainda muito recuada, a criança passava a ser um adulto em miniatura.

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EPOCAÉPOCA

Ilusões de férias

No poema de Alice Sant’Anna, as férias surgem como fuga primordial. Em Stephanie Borges e Catarina Lins, férias são idílio — assim como para as baleias de Rodrigo Lacerda. No conto de Luiz Ruffato, são a antifelicidade — o que é muito diferente de tristeza. Em Edyr Augusto, as férias dos meninos no Norte do Brasil são marcadas pela criminalidade à luz do dia. Para Arthur Dapieve e Eliana Alves Cruz, erguem-se no plano do confronto.

A convite de ÉPOCA, 23 nomes de destaque da literatura nacional escreveram ficções, poemas e memórias que deixam para o leitor a missão de cavoucar a areia das frestas e interpretar o saldo do descanso — a praia do país em convulsão, o passado e o futuro, a existência fora do Brasil, o cheiro e a música: está tudo contido a seguir.

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CARTACARTA CAPITAL

Ele não

Na edição desta semana da revista, a carta capital informa aos leitores que não irá mencionar o nome do presidente Jair Bolsonaro em suas matérias. Em sua edição especial, a publicação traz também texto de Djamila Ribeiro, Dilma Rousseff, Esther Solano, Juca Kfouri, Celso Amorim, entre outros. Já disponível em todas as plataformas.

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