Polícia Federal prende dois acusados de tráfico de drogas em Macaíba

“Zezinho dos Galetos” e “Chico Bala” foram presos durante a Operação Duna Branca.

Redação,
Divulgação/PF
Droga doi encontrada enterrada dentro de um balde.
Decididamente os Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal não dão trégua aos traficantes. Na quinta-feira (27), quando cumpriam mandado de prisão expedido pela Justiça do Mato Grosso, em virtude da “Operação Duna Branca”, que desarticulou naquele Estado e no Rio Grande do Norte, uma quadrilha que remetia cocaína para Natal diretamente das cidades de Cáceres e Barra do Garças-MT, os policiais conseguiram localizar e prender na cidade de Macaíba/RN, o marchante Jose Marinho da Costa, 51, o “Zezinho dos Galetos”.

Ele estava em uma conhecida “boca de fumo” situada na Rua Pará quando os policiais chegaram e lhe deram voz de prisão. Naquela ocasião também se encontrava no local, o pedreiro Francisco Assis Cipriano da Silva, o “Chico Bala”, 43. Depois de uma minuciosa busca na residência, os agentes acharam enterrado no quintal, dentro de um balde, 305 g de pedras de crack, tendo Francisco assumido que escondera a droga a mando de Jose Marinho, sendo por isso, também preso.

Durante o interrogatório na sede da Superintendência da PF, Jose Marinho, que já cumpriu pena de três anos e meio por tráfico, afirmou que havia adquirido as pedras de crack de um “coroa”, na ponte das Quintas e que através de fotografia identificou tal pessoa como sendo Heleno Pedro da Silva, atualmente recolhido ao xadrez da PF por ter sido preso em Brasília, sob a acusação de traficar drogas para este Estado.

Afirmou ainda que comprou o crack apenas para fazer uma “experiência” mas não tinha conseguido vender nenhuma pedra e por isso pediu ao amigo “Chico Bala” que escondesse a “mercadoria”.

Já “Chico Bala”, por sua vez, informou ao policiais que mantinha relações de amizade com Jose Marinho desde quando foram vizinhos e que guardou a droga apenas para fazer um favor ao amigo, mas nunca comercializou, embora tenha admitido que de vez em quando “encarava umas pedrinhas”, pois se disse viciado.

Fonte: Assessoria PF/RN.
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