Kim aceita convite de Trump para visitar os Estados Unidos

Ditador da Coreia do Norte participou de encontro histórico com o presidente dos EUA nesta terça-feira.

Da redação, Agência Brasil,
Twitter/The White House
Ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e o presidente dos EUA, Donald Trump, apertam as mãos em encontro histórico ocorrido em Singapura.

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, aceitou o convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para visitá-lo em seu país onde haverá um novo encontro após a histórica cúpula de Cingapura, segundo informaram os veículos oficiais de imprensa de Pyongyang.

Durante a reunião realizada na véspera na cidade-estado asiática, "Kim Jong-un convidou Trump para visitar Pyongyang no momento adequado, e Trump convidou Kim Jong-un para uma visita aos Estados Unidos", segundo a agência estatal norte-coreana de notícias Kcna, em uma ampla nota sobre a cúpula.

A informação coincide com o que disse Trump na véspera. Ele afirmou, em entrevista coletiva após a cúpula, que, "no momento apropriado", está disposto a visitar Pyongyang, e que também quer receber na Casa Branca o líder norte-coreano, que "aceitou" seu convite.

"No momento apropriado, farei isso", disse Trump, sobre sua possível viagem à Coreia do Norte.

"Os dois líderes aceitaram de bom grado os convites mútuos, convencidos de eles servirão como outra oportunidade importante para melhorar as relações entre a República Popular Democrática da Coreia e os Estados Unidos", afirmou a agência.

A agência estatal e o Rodong, principal jornal norte-coreano, ofereceram hoje (13) detalhadas informações sobre a cúpula de Cingapura, na primeira versão dos veículos de imprensa do fechado regime sobre o resultado do histórico encontro.

"A cúpula República Democrática da Coreia-Estados Unidos ocorreu em Cingapura com sucesso entre um apoio entusiasmado e as boas-vindas de todo o mundo, e resultou em um grande evento de importância significativa para promover a tendência histórica de reconciliação e paz", destaca a Kcna, que também afirma a "mudança radical" nas "relações hostis" bilaterais.

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