Comissão de Educação faz mediação do diálogo entre professores e governo

Greve dos trabalhadores em educação no RN foi deflagrada no dia 4 de março.

Da redação, Assembleia Legislativa,
Assecom/AL
Objetivo da reunião da comissão foi conversar com a coordenação geral do Sinte para saber como está o andamento da greve da categoria.

Na intenção de promover um diálogo entre os representantes dos professores do Rio Grande do Norte e o governo do Estado, a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa se reuniu, nesta quarta-feira (11), na sede da Casa Legislativa, com a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte). A greve dos trabalhadores em educação foi deflagrada em 4 de março. A categoria cobra a correção do Piso Salarial 2020, no índice de 12,84%, e está insatisfeita com as propostas até então apresentadas pelo Governo.

A Comissão de Educação, através dos seus três membros, os deputados estaduais Francisco do PT (PT), Hermano Morais (PSB) e Eudiane Macedo (Republicanos), se comprometeu a organizar uma reunião planejada para próxima terça-feira (17), às 15h30, na Casa Civil, onde serão convidados a comparecer representantes da Casa Civil do Governo do Estado, da Secretaria de Educação, da Secretaria de Administração, da Secretaria de Planejamento, juntamente com a Coordenação Geral do Sinte.

De acordo com o membro da Comissão de Educação, o deputado Francisco do PT (PT), o objetivo da reunião desta quarta (11) foi conversar com a coordenação geral do Sinte para saber como está o andamento da greve da categoria. “A comissão se propôs formalmente a promover uma mediação junto ao governo, na perspectiva de ouvir da categoria, através da direção do sindicato, sobre quais são os pontos que estão dificultando a negociação e, ao mesmo tempo, propor uma reunião junto ao governo do Estado, com a presença dessa coordenação do Sinte, na perspectiva de buscar uma nova proposta, uma nova alternativa que possa contemplar o desejo justo e legítimo da categoria, de ter o piso pago, respeitado, porque é uma conquista histórica da  categoria da educação”, explicou.

O parlamentar complementou que não há intransigência por parte do Governo do Estado. “O governo está aberto à negociação, o tempo todo tem se colocado aberto ao diálogo, assim como a categoria também está aberta. A categoria não aceitou a proposta inicial ofertada pelo governo e foi o que motivou a greve. Uma greve legítima, inclusive. Não estamos aqui questionando a legitimidade e nem a justiça da motivação da greve, que é muito legítima e muito justa”, disse.

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