Disputa na eleição suplementar em Passa e Fica promete ser voto a voto em 3 de fevereiro

Município tem atualmente mais de 8 mil eleitores aptos para irem às urnas.

Da redação,
Divulgação
Celú Lisboa com o tio, o ex-prefeito Pepeu Lisboa, que administrou o município de Passa e Fica por várias vezes.

A eleição suplementar em Passa e Fica, no Agreste potiguar promete ser bastante acirrada no próximo dia 3 de fevereiro. A cassação do prefeito Léo Lisboa, que venceu o pleito de 2016 com apenas 3% de diferença já mostrou acirramento nas urnas. Desta vez, a família Lisboa que comanda a cidade há mais de duas décadas lançou o nome do ex-prefeito Celú Lisboa, sobrinho do ex-prefeito Pepeu Lisboa, que administrou a cidade por várias vezes.

Até 2012, o ex-prefeito Pepeu Lisboa conseguiu vencer com 70% dos votos locais, mantendo a margem com alta maioria. Mas, em 2016, novos nomes andaram surgindo e o desgastes do poder fez a família Lisboa perder espaços.  Pepeu lançou outro sobrinho, o prefeito cassado Léo Lisboa e a oposição conseguiu 48,44% dos votos, baixando a maioria para 244 votos.

Em 2018, a família Lisboa não conseguiu derrotar a governadora Fátima Bezerra (PT) em Passa e Fica. Ela venceu nos dois turnos e abriu 309 votos de maioria sobre o ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT), na cidade. Na região Agreste, outros líderes conseguiram derrotar Fátima como o prefeito João Gomes em Brejinho, o prefeito Fernando Teixeira em Espírito Santo, o prefeito Jailton Félix em Monte das Gameleiras e o prefeito Tota Fagundes em Passagem, todos da região.

Cibelly-Fonseca

Nome novo, a professora Cibelly Fonseca foi lançada pela primeira vez na disputa. O vereador Edson Cazuza é o companheiro de chapa. Já o ex-prefeito Celú Lisboa terá Lurdinha de Mariá, que ficou na suplência para a Câmara Municipal. 

Com popularidade em alta no Agreste Potiguar, a governadora Fátima Bezerra já tomou partido pela professora Cibelly Fonseca e agenda data para participar da campanha.  Até o dia 3 de fevereiro, a campanha vai se intensificando nas ruas e comunidades rurais. Passa e Fica tem hoje mais de 8 mil eleitores aptos as urnas.

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