Comércio natalense se adapta para atender clientes durante quarentena

Empresas aderem ao sistema de compras por aplicativos para evitar aglomerações e manter vendas.

Da redação,
Divulgação
Apesar da disponibilidade para compras pela internet, supermercados também se adaptaram para receber os clientes.

SELO-CORONA-100O comércio varejista e atacadista de Natal está investindo em novas estratégias para atender os clientes durante o período da quarentena. O objetivo é levar os produtos, em especial alimentícios, até a casa dos consumidores. Dessa maneira, os empresários esperam evitar aglomerações e filas nos pontos de venda. 

Uma das principais redes varejistas do estado, o Favorito Supermercados garante que suas lojas estão bem abastecidas para atender os consumidores. "Reforçamos nosso abastecimento e temos um estoque para garantir que todos os nossos clientes fiquem tranquilos. Não há risco de faltar comida. Muitos clientes ainda preferem frequentar as lojas, mas reforçamos o serviço de entrega para evitar aglomerações nas filas", destaca Vinícius Gama, diretor comercial da rede. 

Para o novo serviço de delivery, o Favorito fechou recentemente com a rede Ifood, plataforma utilizada normalmente para o pedido de comidas prontas. "Nesses primeiros dias de coronavírus o número de pedidos mais do que dobrou. Aumentamos o número de motoqueiros e estamos atendendo nossa clientela com agilidade", explica Vinícius Gama. 

Delivery vira tendência 

Empresas que não trabalhavam com delivery também implementaram o sistema de entregas para o consumidor final. Especializada em abastecimento de restaurantes, hotéis e comércio varejista, a Ozzy Foods iniciou o serviço de atendimento também para os seus clientes. Uma das medidas adotada pela empresa foi a de retirada dos seus vendedores externos das ruas. 

"É uma questão de demanda. Diferente das grandes redes de supermercado, trabalhamos com produtos e clientes específicos. No entanto, neste momento, todos estão em processo de quarentena. A ideia é garantir que todos fiquem abastecidos durante o período", destacou Ozielbert Wesley, diretor comercial da Ozzy Foods.

Tags: Coronavírus Economia
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