CDL: “o comércio não recebe bem esse tipo de feriado”

Superintendente da CDL/Natal, Adelmo Freire, afirma que o feriado, como o dos Mártires, traz prejuízo ao comércio.

Karla Larissa,
Vlademir Alexandre
Comércio ainda não tem idéia do prejuízo com o feriado dos Mártires.
O feriado estadual do dia 3 de outubro (quarta-feira) decretado pela governadora Wilma de Faria, em homenagem aos Mártires de Cunhaú e Uruaçú, não deve ser bem recebido pelo comércio. Segundo o superintendente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Natal, Adelmo Freire, com a data, será reduzido o período de abertura das lojas e, conseqüentemente, o faturamento.

De acordo com Freire, em feriados como este as pessoas não costumam consumir muito, o que gera uma queda nos rendimentos, que é agravada em razão da data cair em um período de baixa. “A única vantagem é porque será no meio da semana e não tem fuga. Além disso, por ser o primeiro, vai pegar muita gente de surpresa”, afirma.

O superintendente diz ainda não ter idéia do prejuízo que o feriado pode provocar ao comércio, mas lembra que além do horário reduzido, os comerciantes ainda têm que pagar hora extra aos funcionários. “O funcionário recebe conforme o regimento”, assegura.

O horário de funcionamento do comércio é facultativo, portanto, o comércio de rua deverá abrir até as 15h e os shoppings das 15h às 21h, com exceção das praças de alimentação, que abrem a partir do meio-dia.
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