Samu Metropolitano ameaça parar por 24 horas

Os cerca de 60 funcionários reivindicam a volta da produtividade, a gratificação de deslocamento, adicional de insalubridade e melhorias das condições de trabalho.

Ana Paula Oliveira,
Depois das ameaças de greve do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-Natal), sem obtenção de sucesso, agora quem ameaça paralisar as atividades é o Samu Metropolitano. Os cerca de 60 funcionários reivindicam a volta da gratificação de produtividade, a aquisição de gratificação de deslocamento, além de adicional de insalubridade ou periculosidade e melhorias das condições de trabalho.

Segundo o condutor socorrista do Samu Metropolitano, Paulo Martins, a maioria dos funcionários reside em Natal e gasta muito com gasolina e vales-transporte para se dirigir ao local de trabalho. “Como a sede fica localizada em Macaíba, nós precisamos de uma gratificação para o nosso deslocamento”, defende Martins.

Em relação ao adicional de produtividade, ele revela que, quando os funcionários foram solicitados para o serviço, deixaram os vários hospitais públicos da capital e perderam a gratificação.

Atualmente a categoria possui a gratificação de insalubridade, que é de 20%, sobre o salário base. Os funcionários pedem que esse percentual seja dobrado.

Martins afirmou que em 14 de novembro a categoria, por meio do Sindicato dos Servidores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde), enviou oficio para o secretário estadual de Saúde, Adelmaro Cavalcanti, com objetivo de negociação.

“Nós demos um prazo de dez dias. Caso, a audiência não seja concretizada, a categoria irá se reunir, em assembléia no dia 26, às 7h, na sede do Samu Metropolitano, para definir um dia de advertência”, disse.
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