Procuradoria ainda não deu parecer sobre contratos com hospitais

Em reunião com o procurador geral Francisco Sales, na tarde desta terça-feira (28), o secretário estadual de saúde Adelmaro Cavalcanti pediu agilidade.

Karla Larissa,
A procuradoria geral do Estado ainda não deu parecer favorável para que seja feito o pagamento aos hospitais de traumatologia que ameaçam parar o  atendimento. Em reunião com o procurador geral Francisco Sales, na tarde desta terça-feira (28), o secretário estadual de saúde, Adelmaro Cavalcanti, pediu agilidade.

A dívida, que já chega a 1 milhão de reais, é referente ao percentual de 60% que cabe ao Estado, dos meses de abril a junho, aos hospitais de Memorial, Médico Cirúrgico e Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Itorn). E também de dois meses dos neurocirurgiões contratados para completar escala do Estado. “O Governo tem esse dinheiro, está no orçamento, mas o contrato tem que estar dentro da formalidade jurídica”, justifica Adelmaro Cavalcanti.

Segundo o secretário, a responsabilidade pelo atendimento de traumatologia é da Prefeitura, mas um contrato feito pelo Governo do Estado propôs que a secretaria estadual arcasse com 60% do pagamento. “Esse contrato foi feito emergencialmente, no sentido de contemplar os atendimentos. Mas, o tempo que requer para o formato jurídico muitas vezes acaba não atendendo às necessidades sociais”, explica.

De acordo com Cavalcanti, o Estado está tentando realizar um convênio com a Prefeitura para resolver a questão, mas, até agora, não recebeu resposta favorável. “Vamos sentar para conversar novamente”, afirma o secretário, que acrescenta: “espero legalizar essa situação”.
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