Três clássicos sensacionais e doze gols marcados

Edmo Sinedino,

Doze gols em três jogos. Clássicos emocionantes envolvendo equipes da primeira linha do futebol brasileiro.

O Palmeiras retranqueiro de Felipão venceu o Santos super ofensivo de Sampaolli de 4 a 0. É isso mesmo? Futebol, é assim. 

O Santos teve 61% de posse de bola,  o Verde 39%, mas e daí? Marcou os gols. O Santos criou, mas desperdiçou. 

O diferencial do Palmeiras, para mim, a qualidade técnica de alguns jogadores de frente, e o Raphael Veiga, que marcou um gol, é perfeito no passe, e de contra-ataque, então.

Ano passado, emprestado ao Atlético/PR, ele fez o artilheiro do Brasil.

Grande jogo.

Atlético Mineiro 2 a 1 Flamengo. Placar injusto, diria. Na pior das hipóteses, o rubro-negro carioca merecia pelo menos o empate. Os dois gols do Galo, lindos, mas improváveis.

Everton Ribeiro de novo foi destaque. Está jogando como o fez no Cruzeiro, anos atrás. Será que Cuéllar foi escolhido o melhor?

E o Fluminense? A entrada dos meninos em campo pôs fogo na partida e um tal de João Pedro jogou para fazer a diferença com dois gols, o segundo, espetacular.

É nisso que é bom ver os garotos em campo, pois eles arriscam muito mais. E foi assim.

Três jogos, doze gols, média de 4 por partida.

Não sei qual o gol mais bonito, se o de Casares ou do garoto João Pedro.


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