Renato Cajá faz a diferença, mas o potiguar Dalberto também brilhou

Edmo Sinedino,

caja12_09Qualidade técnica fazendo a diferença. Renato Cajá, meia habilidoso que já defendeu grandes clubes do futebol do Brasil, foi o destaque na vitória do Juventude sobre o Imperatriz. Além de organizar jogadas de ataque, o meia, 34 anos, marcou três gols.

Renato Cajá, natural de Cajazeiras, Paraíba, foi revelado pelo Mogi Mirim, defendeu Grêmio, Botafogo, Ponte Preta, Bahia, Vitória, Goiás, entre outros, além de ter jogado na China e no mundo árabe.

Suas últimas passagens por clubes brasileiros - Bahia, Ponte Preta e Goiás - não foram proveitosas, até ser contratado pelo Juventude, em junho, para a disputa da Série C coroada com o acesso.

Dalberto

Também destaco a grande atuação do potiguar Dalberto. Ele não marcou nenhum gol, mas participou de três. No primeiro, no chute-cruzamento de Renato Cajá, ele subiu na frente do zagueiro, quase resvalando de cabeça, tirando, assim, a visão do goleiro. No terceiro gol, ele arrancou pela esquerda, ganhou do zagueiro e deu para Carlos Henrique que só teve o trabalho de empurrar para as redes. No quarto, ele ganhou do zagueiro na direita, mas foi travado na hora do arremate, a bola sobrou livre para Cajá fazer o quarto tento do jogo e fechar o placar.

Dalberto, natural de Bento Fernandes, jogador que apareceu no Alecrim, e que brilhou no ABC, mas o clube alvinegro não fez força nenhuma para mantê-lo no plantel. Os jogadores que saem são sempre os "culpados". 

Ele começou no América, onde não teve oportunidades, passando depois pelo Alecrim, onde marcou três gols, depois marcou nada menos que dez gols no alvinegro, mas depois saiu. No Juventude, na temporada, anotou seis gols.

Foto: Arthur Dallegrave/ECJuventude

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