O mesmo Flamengo, até mesmo nos pequenos defeitos

Edmo Sinedino,

O mesmo Flamengo do ano passado. Jogando pra cima, em busca do gol e mostrando qualidade nas suas variações de jogadas.

O mesmo Flamengo até mesmo nos erros. E qual o erro? Diminuir o ritmo de forma abrupta, permitindo o adversário gostar do jogo e ameaçar, como aconteceu na decisão da Libertadores contra o Ríver Plate, por exemplo.

Um pecado que Jesus precisa consertar. Um outro defeito que notei no superflamengo, sem dúvida melhor time das Américas, a vulnerabilidade da defesa, falta um pouco de compactação na recomposição quando o time é atacado.

As qualidades do rubro-negro, claro, superam em muito os seus defeitos.

Abaixo matéria com a Agência Brasil

O Flamengo inicia o ano de 2020 como encerrou o de 2019, conquistando títulos. Diante de mais de 48 mil torcedores, a equipe carioca derrotou o Athletico-PR por 3 a 0, neste domingo (16) no estádio Mané Garrincha (Brasília), e conquistou a Supercopa do Brasil.

Esta é a primeira vez que o rubro-negro carioca conquista o título da competição criada em 1990. Tendo inspiração nos torneios europeus, a Supercopa do Brasil reúne os dois campeões nacionais (Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil) no início da temporada seguinte. Até este domingo, haviam acontecido apenas duas decisões de Supercopa. Em 1990 o Grêmio se sagrou campeão ao vencer o Vasco, e em 1991 o Corinthians faturou o título ao derrotar o Flamengo.

Decisões

Após o jogo deste domingo, o Flamengo continua em uma sequência de decisões. A primeira será na próxima quarta (19), quando enfrenta o Independiente Del Valle (Equador) no estádio Olímpico Atahualpa (Quito) na partida de ida da Recopa Sul-Americana.

No próximo sábado (22) disputa a final da Taça Guanabara, no Maracanã (Rio de Janeiro), contra o Boavista que, com o empate, 1 a 1, garantiu o direito à decisão.

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