Cuéllar e De Arrascaeta, tratados como astros no Brasil, simples reservas em suas seleções

Edmo Sinedino,

cuellar34_09Meus queridos amigos flamenguistas, me expliquem aí, estou assim, ainda, surpreso. O cracaço Cuéllar é reserva da Colômbia? Continua reserva? Como é que pode um jogador  tão endeusado, festejado, e que é cobiçado por grandes clubes da Europa ser reserva dessa seleção apenas regular?

E ainda teve aquele lance da repórter da Globo, casada com o agente-empresário dele, né? Ficou muito feio e, certamente, repercutiu muito mal para, se existia, os interessados em seu concurso.

Cuéllar é apenas um bom jogador. Muito menos efetivo e útil que o brasileiro Arão, nunca tive nenhuma dúvida sobre isso. Já analisei friamente na ponta do lápis, além de acompanhar quase todos os melhores momentos de jogos do Flamengo e ele não aparece defendendo ou atacando.

Outro exemplo também vem do Flamengo. O uruguaio De Arrascaeta, assim como Cuéllar reverenciado pela mídia. A imprensa quase o empurrou para a titularidade no rubro-negro e, até agora, não vi grande coisa. É outro que, na seleção do seu país, quase não é notado. O Tabárez efetuou três mudanças, mas ele continuou no banco.

Por essas e outras que jogadores como Maxi Biacucchi, Cáceres, Guiñazu (encerrou a carreira recentemente, aos 40, e ainda enganando), Acosta, Trauco, Berrio, kazin, Canteros, Borja, e tantos outros continuam enganando dirigentes idiotas e treinadores acomodados, levados pelo completo desconhecimento de jornalistas.

Ano passado foram quase 50 atuando no futebol Brasileiro, imagine quantos realmente mereciam jogar e a quantidade de dinheiro gasto na aquisição e manutenção desses atletas. É raro um clube no Brasil pelo qual já não tenha passado alguns destes produtos de marketing.

Nunca vi tantos absurdos e uma verdadeira cruzada em busca de estrangeiros, o que para mim, com raras exceções, nunca vale à pena, pois além de custarem muito caro ainda tiram espaço dos jovens valores que poderiam ser aproveitados.

Até os clubes mais pobres do Nordeste, citando o exemplo do ABC que, recentemente tinha o paraguaio Echeverria no time, e esse ano contratou dois - Boris Sagredo e Pepe Alvarez - e ambos foram absolutas decepções.


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