As peripécias de Fernando Henrique

Edmo Sinedino,

Fico impressionado com os enganadores de nosso futebol.

Como é fácil ludibriar.

Vejo o caso do goleiro Fernando Henrique, fraquíssimo em todos os fundamentos, mas faz duas defesas comuns e o cara da tevê diz que foi destaque.

Muita gente acredita. Embarca nessa lorota.

Infelizmente, muito em breve, esse "cortina de fumaça" se desfaz.

Basta analisar, com frieza, e sem paixão, a atuação do FH.

Não sai em uma bola alçada na área e quase todos os chutes que defende têm rebote.

Inseguro, intranquilo, nervoso, não passa segurança para ninguém.

Sair jogando, então...

Encenar. Essa é a meta.

O cara chuta fraco, no alto, como no jogo de sexta-feira, aí ele se atira, cai de uma altura de dois metros, fazendo a famosa "ponte da enganação".

Palmas! Palmas! Para o ator.

Está sempre mal colocado: basta ver todos os gols que ele tomou desde que chegou ao América.

A cada defesa, no entanto, grita gesticula, reclama dos companheiros, bate no peito e, muitas vezes, se benze.

Uma encenação que, por incrível que possa parecer, ainda funciona para alguns inocentes.

Ou, vai ver, o inocente sou eu que não alcanço o motivo para tantos elogios.

Um goleiro fraco. E isso me preocupa em jogos decisivos.


Atuações: só o goleiro Gilvan se salva na apagada atuação do ABC

Edmo Sinedino,

Apesar da atuação pífia do time do ABC, do lenga-lenga que foi esse confronto diante do Paraná, mesmo assim analiso, com nota, o desempenho de todos.

Gilvan – Não teve culpa do gol que tomou, mas, para mim, peca am não sair nas bolas alçadas na área. No entanto, fez defesas importantes e salvou o ABC. Nota 7.

Renato – O jogador do ABC, diria, mais participativo, mesmo sem ser muito efetivo. Se salvou, acho, do marasmo que tomou conta da equipe. Nota 7

Suéliton – Não cometeu pecados graves, mas acho que como seu companheiro de defesa pecam muito na marcação das bolas alçadas na área. Nota 6.

Marlon – Teve atuação regular, mas falhou justamente no lance do gol, se bem que o mal do time hoje não tenha sido a defesa. Nota 6.

Luciano Amaral – Duas más atuações do ala. Contra o Novo Hamburgo e Paraná. Errando passes, sem fazer passagens e ainda cedendo espaços ao ataque adversário. Nota 3.

Fábio Bahia – Um jogador que não aparece, mas para mim, ao contrário do que diz o treinador Zé Teodoro, ele também não joga. Erra muitos passes e não é grande tomador de bola. Nota 3.

Michel – Atuação discreta, mas melhor que seus companheiros de meio-campo. Pelo menos, além de marcar, de fechar espaços, tem bom passe na saída. Nota 6.

Xuxa – Encerando para um lado e para outro. Sem produtividade ou verticalidade. Meia que joga para os lados, só, não serve. E Xuxa vem sendo assim. Nota 4.

Júnior Timbó – Não voltou bem. Em alguns momentos tem lampejos, mas tem sido muito pouco. Talvez ainda falte confiança. Nota 5.

Gilmar – Um atacante que não é atacante. Tem jogado quase sempre do meio para trás,. E nunca está presente para concluir, ser lançado, ser, efetivamente, um atacante de beirada. Nota 3.

Rodrigo Silva – Fora do jogo. Sem presença de área, e voltando para ajudar e atrapalhando. Nota 3.

Lúcio Flávio – Lutou, esperneou, mas pouco pode fazer em campo. Sem nota.

Somália – Entrou e nada fez. Sem nota.

João Paulo – Entrou, de novo, quando o ABC já estava batido e sem jogadas. Sem nota.



O técnico do Paraná preocupado com a média de altura do seu time

Edmo Sinedino,

Olha o nível dos treinadores brasileiros.

Esse Claudinei Oliveira, treinador do Paraná, segundo o repórter do Premier, tem como grande “preocupação” nesse momento do seu time a média de altura baixa.

Não, não é piada. É isso mesmo. Ao invés de se preocupar com a bola ou falta dela no seu time, ele quer jogadores altos.

Estão vendo? É por isso que o futebol brasileiro está no fundo do poço.

Poucos treinadores, quase nenhum, tem a intenção de fazer seus times renderem, jogarem para frente e para a vitória.

Lembrem também que, até dia desses, esse camarada era o treinador do Santos...



ABC "ressuscita" o Paraná e fica atrás do América na classificação

Edmo Sinedino,

parana_09O ABC jogou muito mal, abaixo da média, e perdeu para o Paraná Clube, 1 a 0.

Um time sem criatividade, combatividade, passagens de alas, definição de setores.

Jogando o primeiro tempo com um homem isolado na frente, e no segundo, boa parte, com três atacantes, mas sem meias para "alimentá-los".

O treinador Zé Teodoro fez as mesmas manjadas mudanças, sem que o time mudasse um "milímetro" o seu jeito apático de atuar.

Quer dizer:de novo, o alvinegro potiguar inicia um processo de “ressuscitação” de uma equipe que está na UTI.

Tem sido assim em quase todos os Brasileiros dos últimos anos. Quer se recuperar na competição, então enfrente o ABC.

Não sei se me engano, mas acompanhei o jogo lance a lance, e não lembro, sinceramente, de nenhuma jogada aguda, articulada da equipe do ABC.

O Paraná, mal na tabela, teve sempre mais iniciativa de jogo, mas nada fez no primeiro tempo e em quase toda a partida, que o credenciasse a uma vitória.

Resumindo: tirou muito mais proveito das falhas, dos claros, dos erros de marcação, da pouca combatividade dos comandados de Zé Teodoro.

No primeiro tempo, apenas um chute a gol dos natalenses. O volante Fábio Bahia arriscou de longe, mas sem perigo.

O confronto na primeira metade transcorreu desta forma, o ABC aceitando o domínio do Paraná, que mesmo sem ser efetivo colocou o goleiro Gilvan para trabalhar.

O goleiro alvinegro evitou o gol em chutes do Tiago Alves, de Ricardinho e na falta batida por Lúcio Flávio, que se chocou com a trave, canto baixo, mas Gilvan estava nela.]

A maior defesa do defensor alvinegro foi na bola batida por Chiquinho, e que desviou no Marlon e ainda bateu no chão.

Apesar da meia pressão dos 35 aos 45 minutos, o gol não saiu.

Na descida para o vestiário, e lá dentro, o treinador Zé Teodoro deu uma bronca tremenda no grupo, pedindo mais garra e comprometimento.

Na volta para o segundo tempo, e nada.

O jogo na mesma frouxidão, e muito mais ainda por prte do ABC,

E piorava. Travado, feio, e sem definição clara do que queriam em campo os dois times da Série B.

Zé Teodoro mexeu para nada, aliás como vem acontecendo. Saiu Xuxa e entrou Lúcio Flávio.

Três homens na frente sem a bola chegar. Para que?

O Paraná continuava melhor, mas aquela supremacia sem emoção. Emoção que o torcedor paranista passou a cobrar, gritando muito nas arquibancadas.

Antes dosa 30, saiu de campo Timbó para a entrada de Somália. E o ABC caía ainda mais de produção. Somália nada acerta e fica cada vez mais difícil a vida dos atacantes.

A bola não chega mesmo.

Aos 31, já com as mudanças, mas repetindo a mesma falha do gol sofrido contra o Joinville, em Natal, o zagueiro Marlon, dessa vez foi ele, marca a bola e deixa o zagueiro Alisson abrir o placar.

João Paulo entra aos 35 no lugar de Gilmar, mas, de novo, à toa, pois o ABC naquele momento já era um time desfigurado.

O Paraná que vinha tomando gols nos minutos finais das partidas, desta vez não correu riscos.

Se jogasse mais 90 minutos, o ABC de Zé Teodoro não faria nada.

Final de partida.

O ABC caiu para a oitava posição, justamente abaixo do maior rival, América, que ficou em sétimo.

As duas equipes potiguares têm o mesmo número de pontos, de vitórias, empates, e derrotas, só que o time rubro tem um melhor ataque – 20 a 14 – por isso está na frente, em sétimo, mesmo com o saldo de gols igual.

*Foto: Site do Paraná Clube


As coisas vão se "encaixando" na Série B

Edmo Sinedino,

Nos primeiros jogos dessa Série B me impressionei com a fragilidade de Santa Cruz, Luverdense e Vila Nova.

Dos três, apenas o Vila Nova esteve sempre mal.

O Santa, depois de sete empates conseguiu vencer duas partidas, e agora já amarga, com a derrota deste sábado para o Ceará, em casa, 3 a 2, três reveses seguidos.

A Luverdense, que achei sujeito ao descenso na primeira vez que vi, já saiu do G4.

Por outro lado, desde que enfrentou duas vezes o ABC, não entendia os resultados ruins da boa equipe do Atlético/GO.

Agora, depois da parada da Copa, ao Dragão goiano dá sinais de recuperação e já está na nona colocação.

E mesmo sendo treinado pelo ultrapassado e falastrão Hélio dos Anjos.

O Ceará, que sempre achei uma das melhores equipes, dispara na liderança.

Só que o Vozão tem um problema: muitos bons jogadores, veteranos, experientes, e preguiçosos.

Um clube sempre muito sujeito às crises

E como todas as equipes de maior torcida, correndo riscos por conta de ações de dirigentes ruins, imprensa burra e torcida influenciável.

Se não colocarem o alvinegro em alguma crise inventada, a maioria é assim, é candidatíssimo à elite em 2015.



Ceará dispara na liderança ajudado por tropeços de concorrentes

Edmo Sinedino,

O Ceará venceu o Santa Cruz de 3 a 2 em pleno Mundão do Arruda na tarde deste sábado, e se mantém com boa vantagem na liderança da Série B.

O Vozão ainda contou com tropeços na rodada de seus principais concorrentes – América/MG, Joinville e Luverdente – e soma agora 27 pontos.

Outros três jogos foram disputados à tarde e dois fecham a rodada à noite.

A derrota em casa deixou o Santa Cruz em Crise e o treinador Sérgio Guedes com o cargo seriamente ameaçado.

Ao final da partida, quase toda a torcida presente ao estádio entoava o coro: “burro! Burro! Burro!. Essa foi a terceira derrota e agora caiu para a 13ª colocação, com 16 ponto.

Em Goiânia, a boa equipe do Atlético/GO vem, enfim, fazendo jus ao seu bom plantel e conseguiu sua terceira vitória consecutiva, vencendo o pernambucano Náutico pelo placar de 2 a 0.

O time do falastrão ressuscitado Hélio dos Anjos subiu para a nona colocação, agora com 19 pontos. O Timbu, em baixa, continua com 15 pontos, em 14.º lugar.

Em Campinas, Ponte Preta e Vasco da Gama empataram sem gols, num jogo amarrado. Ambos continuam em posições aquém do esperado.

A Macaca é 11.ª colocada, com 18 pontos, um ponto a menos do que o Vasco, com 19, em 10.º lugar.

A rodada

Começou na terça-feira, com o jogo entre Icasa 2 x 0 Portuguesa. Teve três jogos sexta-feira à noite e vai ser completada nesta sábado com mais dois jogos à noite.

Resultados da 13ª rodada

Icasa 2 x 0 Portuguesa (erça-feira)

Oeste 2 x 1 Luverdense

América/RN 1 x 0 América/MG

Boa Esporte 2 x 1 Bragantino

Jogos deste sábado

Ponte Preta 0 x 0 Vasco

Santa Cruz 2 x 3 Ceará

Joinville 0 x 1 Avaí

Atlético/GO 2 x 0 Náutico

21 horas

Paraná x ABC

Sampaio Correa x Vila Nova


Resultados do começo da 13ª rodada da Série B

Edmo Sinedino,
Frankie Marcone/Nominuto
O América de Natal, pode até não ter merecido, afinal estava muito desfalcado, mas ganhou do Mineiro de 1 a 0.

Futebol doido.

O Oeste venceu na estreia do "Rei do Acesso" e da conversa fiada.

A vitória foi de virada para cima do Luverdense que começar a cair.

O Boa Esporte (que boa!) afundou mais ainda o Bragantino. Quem sabe esse ano ele cai.

2 a 1 foi o placar em Varginha.

O time rubro, pode até não ter merecido, afinal estava muito desfalcado, mas ganhou do Mineiro de 1 a 0.

Um partidaço de Pimpão. O "acrobata" Fernando Henrique faz muita fita, duas defesas boas, mas possíveis, e os sites enchem sua boa.

O nome do jogo foi, de longe, o Pimpão.

Resultados da 13ª rodada

Icasa 2 x 0 Portuguesa (erça-feira)

Oeste 2 x 1 Luverdense

América/RN 1 x 0 América/MG

Boa Esporte 2 x 1 Bragantino

Jogos deste sábado

Ponte Preta x Vasco

Santa Cruz x Ceará

Joinville x Avaí

Paraná x ABC

Atlético/GO x Náutico

Sampaio Correa x Vila Nova

*Foto: Frankie Marcone


Atuações:Pimpão foi o melhor jogador em campo

Edmo Sinedino,

rodrigo_091Análise, com nota, das atuações do time rubro na vitória, importante, de 1 a 0, diante do América Mineiro.

A partida foi realizada na noite desta sexta-feira (25), no Arena das Dunas.

Fernando Henrique – Fez duas defesas importantes no segundo tempo e não cometeu falhas. Participou bem do jogo. Nota 7.

Marcelinho – Teve boa atuação, melhor no primeiro que no segundo tempo, mas mantendo uma regularidade e bom futebol., Apoia e não dá espaços, também marcando. Nota 7,5.

Cléber – Continua sendo um dos destaques do time do América. Seu vigor físico, marcação implacável e mobilidade nas defesas por baixo e por cima o fizeram, mais uma vez, uma figura de destaque do time rubro. Nota 8.

Roberto Dias – Quase no mesmo nível do companheiro. Bem por cima e por baixo, mantendo uma regularidade de atuação, e tendo como ponto forte a sua boa saída de jogo com passes certos. Nota 7,5.

Wanderson – Um jogador acima da média sempre, mas que recebe muito pouco reconhecimento pelo que faz em campo. É a principal válvula de escape de ataque do América, com velocidade e qualidade. Além de manter sua qualidade de ladrão de bolas. Nota 8, 5.

Márcio Passos – Quase impecável enquanto esteve em campo. É visível a falta que faz quando não está em campo. Nota 7,5.

Val – Continua sendo o menos brilhante do meio-campo. Val, repito, tem bom passe, mas deveria e poderia participar bem mais do jogo, tanto na armação como marcação. Nota 6,5.

Fabinho – O mesmo jogador importante de sempre. Carrega o time para o ataque, ajuda na marcaão, divide espaços, marcante pela luta do começo ao final da partida. Nota 8.

Jéferson – Um bom primeiro tempo. Um segundo ausente. Esse é o defeito do meia Jéferson. Não consegue uma regularidade do começo ao fim da partida. Nota 7.

Pimpão – Melhor jogador em campo. Disparado., Autor do gol e das principais jogadas de ataque do time rubro. Pena que fosse ele quase a única opção de ataque. Nota 9.

Alfredo – Um bom jogador, mas não decisivo. Não é daqueles atacantes que fazem a diferença. Nota 6.

Tiago Dutra – Entrou somente para correr atrás. Sem nota.

Gláucio – Fez um bom jogo, correu, marcou, ajudou na defensiva e buscou jogadas de ataques. Nota 6.

Paulinho – Quase não participou da partida. Sem nota.

*Foto: Frankie Marcone


América joga só um tempo, mas consegue vencer seu homônimo mineiro

Edmo Sinedino,

pimpao_092Peças de reposição fazem falta sim.

Assim como jogadores titulares importantes.

E foi isso o que vimos na noite desta sexta-feira, no Arena das Dunas.

Sentindo falta de jogadores importantes, como um centroavante - homem gol - e um meia de ligação, o time de Oliveira Canindé.

Mesmo assim, conseguiu vencer o América Mineiro de 1 a 0, mas passou por alguns apertos, principalmente, no segundo tempo.

O América até poderia ter definido o placar, mas faltaram jogadas articuladas, e mais presença de área do Alfredo.

Quando fez entrar Gláucio, o rubro potiguar já tinha praticamente abdicado de atacar e só se defendia.

Apesar de iniciar alguns ataques, boas jogadas,  o representante potiguar deu somente um chute a gol no segundo tempo.

Isso é muito pouco para quem disputa uma Série B contra várias equipes do mesmo nível.

O gol de Rodrigo Pimpão (melhor da partida), ainda no primeiro tempo, decretou a importante vitória que levou o América para a sexta posição, claro, provisoriamente, mas pelo menos já fez a sua parte.

Na primeira etapa, o América funcionou bem, seus alas participaram das jogadas e o meio-campo – marcação e criação – funcionou a contento.

Os comandados de Oliveira Canindé alternaram o domínio da partida com o bom time mineiro que, não a toa, está no G4 desde o começo da competição.

No segundo tempo, parecendo cansado, e dando muitos espaços em campo, o América de Natal passou a correr perigo.

Foi dos visitantes quase toda a iniciativa de jogo, chutes a gols e posse de bola. O América só se defendia, e mesmo assim não conseguia articular contra-ataques.

Os mineiros tiveram pelo menos duas chances de empatar a partida.

O América, mesmo depois de perder Márcio Passos, contundido, conseguiu segurar o ímpeto do adversário e garantiu a importante vitória.

*Foto: Frankie Marcone


Os desfalques de Oliveira Canindé e as indefinições de Moacir Júnior

Edmo Sinedino,

Explicada a contusão de Max -ele sofreu derrame no músculo reto abdominal -, felizmente, agora é esperar seu tratamento e retorno.

Para o jogo de hoje, Alfredo e Pimpão. Definido desde o começo da semana.

Com Gláucio, Paulinho e Alekito como opções.

São muitos desfalques, e importantes, para administrar.

Arthur Maia, Morais, contundidos, além de Max, e os suspensos Isac e Jean Cléber.

O time rubro para daqui a pouco deve ser: Fernando Henrique, Marcelinho, Cléber, Roberto Dias e Wanderson; Márcio Passos, Val, Fabinho e Jéferson; Pimpão e Alfredo.

Os mineiros

Já o técnico Moacir Júnior ganha o reforço do ala Gilson, que esteve ameaçado de não jogar.

Ele treinou normalmente, mas se não entrar em campo, Eduardo faz sua estreia.

Obina participou das atividades e está confirmado. A formação deve ser a mesma que venceu o Oeste de 3 a 0 na última rodada.

No entanto, o comandante diz que só define minutos antes da partida.

Contra o Oeste o time mineiro jogou com: Fernando Leal; Pablo, André Vitor Hugo e Gilson; Leandro Guerreiro, Andrei Girotto, Tchô e Mancini (Doriva); Willians (Júnior Lemos) e Obina (Júnior Negão).

A partida começa às 21h, no Arena das Dunas, e terá a direção do árbitro Felipe Gomes da Silva (PR)e os assistentes Bruno Boschilia (PR) e Marcos Santos Vieira (AM).



Os meninos do RN

Edmo Sinedino,

Minha gente...aonde anda Felipe Alves, Alvinho (no Remo), Moisés, Marcílio, Rafa Santos, Danilo Lopes...

Tantos meninos bons de bola, me lembro bem, revelados pelo ABC.

Não entendo tanta injustiça...essa bolinha que o Xuxa está jogando, acreditem, sou mais Moisés.

E custando bem mais barato.

E o Airton, jogador que o Fluminense já demonstrou interesse, por que não tem chance de sequer ir no banco de reservas?

Tantos jogadores ficaram pelo meio do caminho por falta de um treinador, de um dirigente, de alguém que exigisse suas presenças pelo menos no grupo.

Esses caras de pau treinadores...todos eles chegam com a mesma conversa. Perguntando pela garotada da base, se dizendo gostar de trabalhar com jovens valores.

Mentira deles! Depois, só querem mesmo trazerem os seus. E muitos que chegam para não jogar, ficar no DM.

Delano, Paulinho, Romário, Isac, João Pedro.

No América, dispensados Bruno, Jamerson, Lailson, Felipe Macena. Um crime! Um crime!

Trouxeram agora um uruguaio.

Será que vai vai jogar. Aposto como não amarra a chuteira do Macena ou do Judson, que nunca mais apareceu.

E Patané? Meia comprido, habilidoso, trabalhador? Deixou de jogar. Enterrou seu sonho.

Agora mesmo, esse menino do Alecrim, o Matheus.

Esses caras contratados por ABC e América, afianço, não amarram a chuteira desse garoto.

Se eu voltar mais no tempo, podem acreditar, vou listar uma centena de meninos bons de bola que tiveram seus sonhos sepultados por conta de incompetentes e descompromissados picaretas travestidos de treinadores que passaram pelo nosso futebol.

Fico, sinceramente, sentido, muito sentido por não poder fazer nada, ou quase nada, por esses meninos do RN.



ABC sai para fazer três jogos; e ainda sem Dênis Marques e Rogerinho

Edmo Sinedino,

denis_09O ABC fará três partidas longe de Natal.

Enfrenta o Paraná Clube/PR no sábado (26), às 21h, no estádio Durival Britto, em Curitiba (PR), pela 13ª rodada da Série B.

Depois faz o confronto de volta pela 3ª fase da Copa do Brasil com o Novo Hamburgo/RS na quarta-feira (30), às 19h30, em Novo Hamburgo/RS.

E, por fim, encara o América/MG, no sábado (02/08), às 16h20, no estádio Independência, em Belo Horizonte (MG), jogo válido pela 14ª rodada da Série B.

Muito bem, prestem atenção: são seis jogos, somando os últimos três, sem contar com Rogerinho e Dênis Marques(foto, com a mão levantada).

Seis! Isso dá mais de um mês de inatividade.

Justo os jogadores que, imagino, e tenho quase certeza, foram os investimentos mais altos feitos pelo clube.

O que dizer?

É justo pagar salários altíssimos, salários de executivos de multinacionais, de diretores de bancos - nem um superintendente de Banco do Brasil, por exemplo, ganha o que esses jogadores recebem por mês - para vê-los somente no DM?

Só que tem uma coisa: Esse povo dos bancos, das empresas, trabalha todo dia.

Não sou contra salários de jogadores nenhuns, longe disso, se merece, se sabe jogar, o mercado paga, mas que jogue!

A direção de um clube de futebol, o dirigente que contrata tem a obrigação de saber tudo isso na hora de fazer um investimento dessa monta.

Não conto os casos de jogadores que vieram para Natal, defender ABC e América, e até mesmo Alecrim, ganhando salários altíssimos, e não participando em 50% dos jogos disputados.

Isso é um acinte.

É uma injustiça com o torcedor que paga ingresso e aquele que adquire o seu cartão de sócio.

Quem vai viajar:

Goleiros: Gilvan e Edilson;

Laterais: Renato, Madson e Luciano Amaral;

Zagueiros: Suéliton, Samuel, Marlon e Diego Jussani;

Volantes: Michel, Fábio Bahia, Daniel Amora e Liel;

Meias: Xuxa, Junior Timbó e Somália;

Atacantes: Rodrigo Silva, Gilmar, Lúcio Flávio e João Paulo.




Henrique Eduardo e a mesma "história de carochinha"

Edmo Sinedino,
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A mesma conversa de sempre.

As justificativas iguais para ajudar a sanar dívidas contraídas irresponsavelmente por cartolas que se locupletaram nos clubes.

Foi no Jornal 96 ( está no blog do Diógenes Dantas neste portal) a entrevista em que o deputado Henrique Alves repetiu essa mesma história da carochinha.

O deputado federal Henrique Eduardo Alves defendeu nesta quinta-feira (24) a votação do projeto da CBF de refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol com a Previdência Social e a Receita Federal.

O débito soma R$ 4,7 bilhões, quase a metade da receita anual do Estado do Rio Grande do Norte.

E disse: "O projeto é amplo, prevê investimentos em vários setores do futebol e faz exigências aos clubes. Não trata apenas do refinanciamento das dívidas, é muito mais amplo".

Parece brincadeira. Como se alguma coisa tivesse mudado. Henrique, assim como José Agripino, parlamentares importantes do cenário brasileiro, e potiguares, sempre fizeram parte da “bancada da bola”.

Não foram poucas as vezes em que vimos, em fotos, visitas, e viagens, Henrique e Agripino ao lado do capo Ricardo Terra Teixeira.

Não acredito em investimentos em outros setores. Somos nós que vamos pagar essas dívidas, com os nossos impostos. E o que é pior: dívidas que continuarão a serem contraídas por dirigentes iguais aos que passaram em enriqueceram nos clubes falidos.

Votem mais esse projeto da CBF...



Assim como nas eras Dunga e Felipão, Levir Culpi também é campeão

Edmo Sinedino,

festagalo_09Não costumo comentar aqui partidas dos clubes do Sul-Sudeste.

Mas ontem, ao assistir a decisão da Recopa – Atlético/MG x Lanús – fiquei impressionado demais, por isso, passo a retratar.

Testemunhei ali, como num filme repetido, o futebol brasileiro dos treinadores medíocres retranqueiros.

O remake do mesmo time de Felipão, ou mesmo da era Dunga, a que passou, e a que vai se iniciar.

Jogando em casa, e mesmo dispondo de bons jogadores, o treinador Levir Culpi, ultrapassado, coloca o time todo na cozinha, escolhido atrás, por conta de uma vantagem ridícula de um gol conseguido na Argentina.

Maicosuel transformado em lateral de marcação, o lateral/ala feito zagueiro, jogando dentro da área, ao lado dos outros dois – Leonardo Silva e Rever.

Na lateral esquerda, sem saber nem de longe o significado da palavra apoio, um negrão de quase dois metros, ruim de bola, de doer – Emerson Conceição.

No meio-campo, Pierre, sempre ele, titularíssimo, preso, murrinha, sem saber sair jogando ou dar um passe de mais de dois metros.

Com ele, amarrado, proibido de jogar, o Leandro Donizete, bom jogador, mas fazendo função só de marcação.

Para criar, só Ronaldinho Gaúcho, morto e enterrado.

Na frente, sem bola, o craque do time e do torneio, Diego Tardelli que, claro, deveria jogar na articulação, e de preferência com mais um.

E Jô. Jô, parece, aprendeu, ou desaprendeu com Fred. Minha nossa!

E o  esquema do retranqueiro?

Todo mundo atrás, encolhido, e quase sem alternativa de contra-ataque.

E eu, com vergonha, assistindo, temendo o pior.

Mesmo saindo na frente, abrindo 2 a 0 de vantagem, o retranqueiro soltou o time, mantendo-se atrás.

O castigo veio. O Lanús virou para 2 a 1. O primeiro milagre aconteceu no final do primeiro tempo: o gol de empate de Maicosuel, numa das raras subidas do Marcos Rocha.

No segundo tempo, a pisada foi a mesma. E passando aperto, Levir Culpi continuou “inovando”.

Tirou Ronaldinho fez entrar Luan, Diego Tardelli para Dátolo e Maicosuel para Guilherme.

E cada vez mais atrás.

O castigo veio no final da partida, nos acréscimos. Gol do Lanús. Pensei: fim. Prorrogação e vitória dos argentinos.

No tempo extra, sem Ronaldinho, sem Tardelli, sem nada, sem ninguém, contando com o “doidinho” Luan, os milagres, de novo, aconteceram.

Os zagueiro do Lanús marcaram dois gols contra e o Galo foi campeão.

O Galo Vingador, nem sombra do histórico time, esse de Culpi.

Pelo menos sua torcida mereceu esse título.

Assim, como na era Dunga, na era Felipão, e na nova era Dunga, vitórias, conquistas que encobrem a nossa imensa incompetência.

Um futebol brasileiro que nos envergonha.

A imprensa, cega, idiota, festejando o Galo e, acreditem, festejando Levir Culpi.

*Foto: site do Galo


Airton e Moisés não vão ser testados, pelo menos?

Edmo Sinedino,

zeteodoro_09Zé Teodoro falou bem de seu grupo. Disse que tem opções, agora.

No entanto, citou a necessidade, talvez, de mais um ala esquerda e outro meia.

E eu aproveito para perguntar: o garoto Airton. Nunca vai ser testado?

E o meia Moisés, está riscado dos planos?

Afinal, quando será que o treinador Zé Teodoro vai aproveitar algum jogador da base?



Qual a contusão, afinal, do atacante Max?

Edmo Sinedino,

Tudo bem, Max não vai mais passar por cirurgia.

Seu mal não é hérnia abdominal, mas então qual o problema do atacante?

O mistério continua.

Fisioterapia foi a recomendação do médico Maeterlinck Rêgo, mas para recuperar que tipo de contusão.

Falta alguém explicar, esclarecer.



Técnicos: de pior a pior...

Edmo Sinedino,

ricardinho_09Pobre futebol brasileiro!

Para sair da crise, o Flamengo anuncia Vanderlei Luxemburgo. Desta vez, pelo menos, ele não deve pedir várias contratações caras.

Está sem moral.

Deve vir manso.

A Ponte Preta demitiu um fraquíssimo Dado Cavalcanti, treinador de mídia, e anunciou Ricardinho.

O “Mandril”, como eu costumava chamá-lo. Um dos jogadores apontados por enquete do placar como “traíra”.

Só perdeu essa coroa para o Marcelinho Carioca.

Um dos maiores enganadores que vi jogar em minha vida. E deve continuar nessa pisada como treineiro.

E no fraquíssimo Oeste de Itápolis, Diá foi demitido. Chamaram pela centésima vez um treinador dos mais fracos do Brasil.

O Luís Carlos Martins. Esse é um “caldo de biloca”, como se diz.

E o site de futebol de Campinas ainda o chama de “Rei do Acesso”.

Quando se trata da relação treinador-mídia, enfim, quando se trata dos treinadores  tudo se transforma em piada pronta.

Piada a volta de Luxemburgo, assim como a escolha de Ricardinho e do Luís Carlos Martins.

Esperança nenhuma de reformas no futebol brasileiro.



Gol de pênalti, aos 48, dá vitória ao ABC sobre o Novo Hamburgo

Edmo Sinedino,
Frankie Marcone/Nominuto
O atacante Rodrigo Silva marcou o gol no final do segundo tempo, já nos acréscimos da partida. ABC 1 x 0 Novo Hamburgo.

Salvo pelo gongo.

O ABC conseguiu fazer seu gol salvador aos 48 minutos do segundo tempo, de pênalti, Rodrigo Silva.

Claro, penalidade contestada pelo treinador do Noia,  normal, é sempre assim.

1 a 0 pode parecer pouco, mas diante do futebol apresentado pelo alvinegro nesta quarta-feira,  no Frasqueirão, está de bom tamanho.

O treinador Zé Teodoro, acho eu, esperou demais para mexer, e quando o fez deixou a equipe sem poder de criação.

Estranho, me parecia tão simples. Bastava que ele repetisse as mexidas da partida passada. O que deu certo precisa ser aprimorado.

Quando fez entrar João Paulo e Somália estranhamente, ele tirou os criadores. Evidente que o time sentiria dificuldade em fazer a bola chegar nos alas.

Aliás, esse defeito já vinha sendo observado.

O Xuxa teve uma atuação apagadíssima, enquanto Júnior Timbó não esteve nos seus melhores dias.

Além do que, João Paulo e Somália não tiveram quase tempo nenhum para apresentar alguma coisa.

Sendo assim, o time se ressente, sem o equilíbrio dos setores, sem ter quem faça os alas passarem, recebendo bolas redondo, consequentemente, a bola não vai chegar, quanto muito vai quadrada aos atacantes.

Talvez fosse o caso de manter o Timbó e fazer entrar o Patrick, passando Renato para a meia.

Somália poderia ter entrado sim, mas como opção para Luciano Amaral que não esteve bem.

De qualquer forma, Copa do Brasil é assim, e a vantagem é muita válida.

Como disse o treinador Zé Teodoro no final da partida: “ levamos essa vantagem para o Sul, e eles vão ter que sair”.


Fancisco Diá é demitido do Oeste

Edmo Sinedino,
FD/Futebol
Francisco Diá, sem vitória em três jogos – duas derrotas e um empate em casa – foi demitido do Oeste (SP).

Eu já imaginava.

O perfil do presidente do Oeste é esse. Por isso que sempre vai ser um time pequeno.

Francisco Diá, sem vitória em três jogos – duas derrotas e um empate em casa – foi demitido.

Veja abaixo:

Oeste anuncia saída de Francisco Diá após nova derrota

A expectativa é de que o novo comandante seja anunciado até o próximo final de semana

Itápolis, SP, 23 (AFI) – A passagem de Francisco Diá no Oeste durou menos de um mês neste Campeonato Brasileiro da Série B. Na tarde desta quarta-feira, o diretor de futebol do clube de Itápolis, Mauro Guerra, confirmou com exclusividade ao Portal FI que o treinador está de saída. Um substituto deve ser anunciado até o final de semana.

“Acabamos de chegar em Itápolis, mas ele (Francisco Diá está de saída sim”, confirmou o cartola. “Ainda vamos estudar alguns nomes. Precisamos pensar bem e sem pressa em um substituto para a sequência da Série B. Até o final de semana deveremos ter alguma novidade”, completou.

Guerra falou em nomes que podem entrar na lista do Rubrão. Enquanto o técnico não em definido, a comissão técnica seguirá comandando os treinamentos. Caso o acerto não aconteça até o final de semana, o time será comandado pelo preparador físico Fabiano contra o Luverdense, na sexta-feira, em Itápolis.

Francisco Diá deixa o Oeste, após apenas três jogos à frente do clube rubro-negro. Após empatar sem gols em casa com o Icasa, o Oeste acabou amargando derrotas para América-MG, por 3 a 0, e Atlético-GO, por 4 a 2, na última terça-feira.

A meta do novo treinador será livrar o time do rebaixamento na Série B, nas 26 rodadas restante. Após 12 partidas, os paulistas ocupam apenas a 17ª colocação, com 11 pontos, dentro da zona de rebaixamento.

Fonte: Agência F1


O preconceito de um perna-de-pau chamado Mauro Silva

Edmo Sinedino,

horrores_09Infelizmente, nesse corre-corre de Copa, Série B,  rádio e tevê, só vi o e-mail do meu amigo Roberto Dias nesta quarta-feira.

Ele fala do perna de pau Mauro Silva que, graças a treinadores medíocres como Parreira e Zagallo ele tem uma copa para contar.

Mauro Silva, a exemplo de César Sampaio, Chicão e outros brucutus horrorosos que fazem parte dessa lista denigrem o futebol do Brasil.

O Mauro Silva, piora tudo, ao se tornar serviçal da patifaria, da canalhice e do preconceito.

Para que todo mundo fique sabendo, o texto abaixo explica:

Vejam:

Olá amigo Edmo tudo bem?

Estava aqui,em Guamaré,relaxando após o almoço, assistindo ao Arena Sportv e acabei de mudar de de canal para "Todo mundo odeia o Chris" pois achei mais produtivo.

O sr. Mauro Silva (foto),que amarelou durante a crise da seleção brasileira em 2001 e se negou a ir à Copa América,e consequentemente também não foi convocado para a Copa do Mundo em 2002, acabou de  dizer, textualmente,sobre os "elefantes brancos" pós Copa:

- Com todo o respeito,construir estádios em Natal,Manaus e Cuiabá,onde não tem futebol, foi um erro.

Interessante ver que pessoas como ele,que enganaram, construíram sua vida com o futebol,têm acesso à internet  e vão até hoje à programas são mal informados e/ou preconceituosos.

Acabei de enviar uma mensagem no site dele "informando" que América e ABC disputam a série B do Brasileiro, campeonato com 20 clubes turno e returno.

Não tenho face nem twitter,mas te peço que divulgue com teus colegas,incluindo aí meu conterrâneo Marcos Lopes.Apenas pra que desavisados não tirem o chapéu quando uma figura destas desembarcar por aqui.

Esse brucutu ridículo, que nada sabe do futebol do Norte e Nordeste do Brasil, acreditem, agora é assistente pontual do "outro". Uma parceria que tem tudo para "dar certo", seguindo, ainda os desígnios da Lei de Murphy - nada está tão ruim que não possa piorar.

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