Esse povo fofoqueiro e o aniversário de Danilo Menezes...

Edmo Sinedino,

daniloM2_09Eu me chateio, às vezes, com esse povo fofoqueiro, sabe, que vive querendo saber a idade dos jogadores mais antigos, falando que os caras quando vieram jogar em Natal fizeram nova documentação, diminuíram, muitas vezes até 15 anos na idade. Pô, eu não tenho nada com isso!

Estou falando de idade porque neste domingo especial, dia 17, Danilo Menezes, uma das figuras mais queridas da história do futebol do RN, em todos os tempos, está completando mais um ano de vida plena.

Aí vêm os curiosos, que sabem de minha amizade com Danilo, já tem mais 35 anos, perguntar a idade do gringo. E ficam insistindo, insistindo. "Não, Edmo eu pergunto porquê ele diz que tem 71 anos, 72, e eu vi Danilo jogar na seleção do Uruguai, em 1950, ele fez parte da Celeste daquela temporada...", dizem os curiosos.

Mentira, rebato na hora! Danilo não estava naquela seleção campeão da Copa de 1950, disputada no Brasil, não!., Tudo bem, ele foi convocado, participou de alguns jogos das Eliminatórias, mas como era muito jovem ainda, acho que tinha 20 anos na época, não entrou na lista final.

Ainda tem uns fofoqueiros safados dizendo que, já naquela época, a seleção do Uruguai tinha muitos "gatos".

Deixa a idade de Danilo pra lá. O que vale é a gente registrar a felicidade de tê-lo entre nós desde que ele veio para o ABC em 1972 (os mesmos fofoqueiros dizem que ele já tinha passando um pouquinho dos 40 anos) e foi ficando.

Parabéns, Menezes, do fundo do meu coração. E tenho certeza que esse sentimento é de todo mundo que te conhece, e até mesmo os que não te conhecem mais de perto, mas sabem de tua honestidade, humildade, serenidade e bondade do coração.

Coincidentemente, liguei para Danilo, e disse que no dia dele o Vasco lhe deu um presente, ganhou do Fluminense, decisão da Taça Guanabara, e já garantiu mais um vice-campeonato antecipado.

Danilo Menezes Nuñes merece todos os presentes, as homenagens, o carinho, o abraço e o título, justíssimo, de um dos maiores ídolos da história do ABC, da história do futebol do RN, mesmo sendo uruguaio de Rivera.

Felicidades, parabéns pra você, nesta data...!!!

daniloM12_09


Blog do Paulinho,polêmico jornalista, ataca TJD e FNF e põe final sob suspeita

Edmo Sinedino,

blogP_09Não tenho procuração para defender o TJD e muito menos a FNF. Aliás, tenho listado ao longo dos últimos anos, quase de forma solitária, os desmandos e erros, graves erros, da administração José Vanildo, mas o que foi publicado no Blog do Paulinho não procede.

Ele diz em uma postagem no blog que a "final do Estadual está sob suspeita, após clara interferência da FNF em provável conluio com a Justiça Desportiva".

Essa afirmação é falsa.  Não houve nenhuma ação da entidade no caso.

Ele segue dizendo que, de maneira absolutamente ilegal, o STJ (sic), com anuência da FNF, concedeu o efeito suspensivo ao goleiro Gledson, expulso no jogo anterior, diante do Potiguar.

Erra o blogueiro. Houve sim, uma decisão monocrática, que a mim também parece ilegal, me pronunciei aqui, pois segunda a FIFA não existe efeito suspensivo para a suspensão automática.

Bom, daí para a frente, ele fala de "Notícia de Infração" impetrada por interessados no STJD. Bom, daí em diante, não posso dizer mais nada, a não ser esperar o veredito final.

Justiça do Brasil, hoje, seja qual for, não dá para você ter certeza de, absolutamente, nada. Como a notícia saiu no blog de um cara conhecido, e polêmico, nacionalmente, que dia desses mesmo esteve preso, pode ser que gere grande celeuma nos próximos dias.

Mas que ele mentiu ao imputar culpa à FNF, isso ficou claro. Não comungo com inverdades, mesmo que seja para atacar o nosso incompetente presidente da FNF, José Vanildo.



As dívidas trabalhistas do período Rubens Guilherme/Rogério Marinho

Edmo Sinedino,

Como recebi muitos emails, zaps,twitters, enfim, todo tipo de pedidos de correção, e sei que Itamar, editor de esportes do Jornal Tribuna do Norte, jornalista sério, também deve ter recebido, detalho que as dívidas trabalhistas do período 2013/2015, quando o ABC era dirigido por Rubens Guilherme e Rogério Marinho, em valores, são infinitamente superiores ao período de 2017, da gestão interrompida de Judas Tadeu.

Escrevo para fazer justiça, pois sei do zelo que o Judas Tadeu sempre teve para que o ABC, sob sua presidência, entrasse nesse "buraco negro" de dívidas trabalhistas.


Time reserva do ABC joga muito mal, mas consegue empatar com o CRB

Edmo Sinedino,

vanderson_09Acho que Ranielle conseguiu o que queria. Não perder para o CRB. O fraco duelo, principalmente no primeiro tempo, terminou zero a zero, mas graças à incompetência, diria até mediocridade, do atacante Zé Carlos, que teve chances claras de definir a partida. 

Mais uma vez o time alvinegro se valeu do goleiro Edson para não perder. Com o empate, o ABC permanece na sexta colocação, mas pode cair para a lanterninha, caso Moto Clube e Confiança ganhe seus jogos na rodada.

O jogo: ainda bem, diria, que a torcida do ABC não estava em campo. Teria, certamente, chiado demais com o time armado por Ranielle Ribeiro. Um completo "mais do mesmo", sem criatividade, sem ligação de setores, sem passagem de alas, enfim, um time apagado. 

O primeiro tempo sem nada para ver, pois o CRB também não mostrou absolutamente nada. Mesmo assim, no único bom lance dos 45 minutos primeiros, o gol, cara a cara com o goleiro Edson, do CRB, Pepe Alvarez desperdiçou.

No segundo tempo, mudanças no time regatiano e alguma coisa deu certo. O ABC continuava na mesma morosidade. O visitante mandou na partida, criou várias situações de gol, e pelo menos teve três grandes chances de marcar, todas elas nos pés do centroavante Zé Carlos. O "Zé do Gol", que sempre preferi chamar de "Zé Murrinha". Ainda bem, ele perdeu todas.

Mediocridade do atacante, mas também, novamente, méritos do goleiro Edson que, sem dúvida, vem sendo o melhor jogador do ABC nesta temporada de, ainda, pouco brilho.

Na próxima rodada da Copa do Nordeste, o alvinegro natalense recebe  o Salgueiro no dia 02 de março, às 18h30. 

Sem dúvida que o treinador Ranielle entrou em campo neste sábado pensando, muito mais, no clássico de quarta-feira, diante do América, decisão do primeiro turno, na Arena das Dunas.

*Foto: Andrei Torres/ABC FC


A segunda fase da Copa do Brasil

Edmo Sinedino,

Ainda comemoro a passagem de nossos três representantes à segunda fase da Copa do Brasil. Um reforço de caixa, recuperação de ABC e América, e também Santa Cruz, que viviam momento ruins, e super melhora de nosso Estadual.

Hoje, jogando com um time reserva (acho que Ranielle tirou carta de garantia, a desculpa pronta de perdesse) o ABC empatou com o CRB e não "manchou" em nada o time para o clássico.

Não sei se fez bem, acho que ele poderia ter ganho os três pontos.

Bom, voltando à Copa do Brasil, Santa Cruz enfrenta o Bahia, dia 6, na Arena das Dunas, às 19h15, enquanto que o ABC enfrenta o Moto Clube no dia seguinte, 7, 20h30, no Frasqueirão. Também na quinta, o América joga contra o Santos, às 21h30, no Pacaembu.

As maiores chances são do ABC, mas quem sabe o Santinha não surpreende o Bahia e o América consegue outro feito histórico contra o poderoso Santos.

Todos os confrontos da segunda fase da Copa do Brasil:

Terça-feira, 19-02

19h15 – Londrina x Paraná

Quarta-feira, 20-02

19h15 – Luverdense x Figueirense

21h30 – Corinthians x Avenida-RS (partida dirigida por um trio potiguar - Caio Max Augusto, assistido por Jean Márcio e Vinícius Melo)

21h30 – Serra-ES x Vasco

21h30 – Santa Cruz x Náutico

Quinta-feira, 21-02

19h15 – Criciúma x Oeste

21h30 – Goiás x CRB

Terça-feira, 26-02

21h30 – Atlético-CE x Atlético-GO

Quarta-feira, 27-02

15h30 – Bragantino-PA x Aparecidense

19h15 – Foz do Iguaçu x Ceará

20h30 – URT x Vila Nova

Quinta-feira, 28-02

19h15 – Tombense x Botafogo-PB

21h30 – Juventude x América-MG

Quarta-feira, 06-03

19h15 – Santa Cruz-RN x Bahia

21h30 – Fluminense x Ypiranga-RS

21h30 – Mixto-MT x Chapecoense

Quinta-feira, 07-03

19h15 – Avaí x Brasil de Pelotas

20h30 – ABC x Moto Club

21h30 – Santos x América-RN



Sindafern protesta contra importação de árbitros Fifa para o clássico

Edmo Sinedino,

Um protesto que tem minha total solidariedade. Não entendo essa decisão da diretoria do América. Não vejo necessidade de se gastar tanto para importar arbitragens.

Como se não bastassem as contratações equivocadas que o nosso futebol sempre faz.

O Sindicato dos Árbitros do RN se manifestou, corretamente. Não há necessidade de árbitros Fifa para a nossa decisão.

Basta ver os nossos árbitros, e assistentes,  trabalhando em grandes jogos do futebol brasileiro, mais notadamente Caio Max, Augusto Vieira, isso desde o ano passado.

Veja abaixo:

Sindafern

Existe um provérbio popular que diz: "Santo de casa não faz milagre". Ele é bem conhecido do público e tem sua origem na Bíblia ao ser proferido por Jesus quando disse que "o profeta não é reconhecido em sua própria terra”. Infelizmente esse provérbio se repete no cotidiano.

Nossos árbitros são qualificados para trabalhar em qualquer partida. Prova disso é que em menos de um mês nossos filiados foram escalados em dois grandes clássicos da Região Nordeste (Bahia x Vitória e Moto Clube x Sampaio Correia).

Não é de hoje que equipes tentam transferir seus insucessos à arbitragem. Entendemos que pedir arbitragem de fora é um direito que assiste aos clubes, mesmo este Sindicato protocolando, ainda no ano passado, um pedido de inserção de algum dispositivo no regulamento que compense financeiramente a entidade de classe a qual estão vinculados. Compensação esta que seria revertida em prol da categoria. 

Cabe ressaltar que esse expediente já é utilizado em algumas federações, como CE e PE, por exemplo, dentre outras.

Infelizmente não foram aceitos nossos argumentos, mas deixamos claro que não desistiremos desse pleito, até que se chegue a um entendimento plausível que contemple os anseios da categoria. 

Essa escala para o jogo de uma equipe da Série A, válido pela segunda fase da Copa do Brasil, é a prova inequívoca que nossa arbitragem é prestigiada pela Comissão Nacional. 

A Arbitragem Potiguar é maior que um simples pedido de arbitragem de fora do estado, respeitando, claro, quem quer que seja escalado para a partida.

PS: Caio Max Augusto Vieira está escalado para dirigir Corinthians x Avenida/RS, segunda fase da Copa do Brasil. Os assistentes - Jean Márcio dos Santos e Vinícius Melo de Lima - também do nosso quadro.


Gabriel Nunes, reforço que chega para tirar espaço dos meninos

Edmo Sinedino,

gabrielN_09O América contratou Gabriel Nunes, volante, 24 anos, que estava atuando no Boavista de Portugal. É sempre assim, ganha uma partida,  melhora o astral e lé vêm as contratações.

Todos iguais. Moacir Júnior não poderia ser diferente. Esse reforço, não lembrava, passou pelo ABC em 2014.

Não quero ser leviano, vi apenas alguns vídeos desse atleta e me pareceu absolutamente comum, por isso vejo sua aquisição como absolutamente desnecessária;

O América precisa de alas, mais um atacante de beiarada e mais um meia criativo. Dependendo da situação clínica de Allison, ter mais um defensor seria interessante.

Volante, não. Jadson, Judson, Galiardo, Marquinhos, mais um menino da base, acho que é Renan e o excelente Julinho que se recupera.

Não tem jeito. Vai ser sempre assim. As gerações vão passando sem serem aproveitados. Passaram Thiago, Denilson, está passando Anthony, antes o clube teve Bruno, Lailson, Deivison, Rivaldo, enfim...

Começo a escreve sobre esse assunto e me vem um sentimento de revolta e impotência. Maike Van Van, Renato, o menino de 15 anos, zagueiro, o goleiro Rockenedy, todos se vão para dar espaço aos que vêm de fora.

A maioria se perde, pois chegam nos clubes como se estivessem recebendo um favor, o que seria muito diferente se tivessem jogado, tido sequência no profissional.

*Foto: Canindé Pereira/AFC


ABC vence o Galvez e alivia pressão sobre o técnico Ranielle Ribeiro

Edmo Sinedino,

anetogol_09ABC vence o Galvez de 1 a 0, gol de Neto, cobrando pênalti, no segundo tempo. O time potiguar passa à segunda fase da competição - recebe mais de R$ 600 mil-  e enfrenta o Moto Clube, em Natal.

Como eu não vi a partida, e pelo rádio não dá para ter uma ideia exata, reproduzi abaixo relatos do jogo -site do ABC, globoesporte/AC (boa análise) e até de jornalistas tuiteiros acreanos, que acompanharam.

Me impressionei com a decência dos comentários, lúcidos, sem paixão. Gente, os acreanos dão lição de lucidez e profissionalismo, pelo menos nos que li, em pernambucanos, cearenses até mesmo em alguns potiguares que não sabem separar as coisas.

O que ficou, no meu entendimento, é que o ABC começou muito bem. Ataque rápido formado pelos meninos Neto e Wanderson, com Éder participativo, ajudando na criação e recomposição, junto com Xavier e Guedes.

Boas passagens dos alas, e algumas boas situações de gols criadas pelo ABC. O Galvez só reagiu depois da metade da primeira etapa que terminou 0 a 0.

Na segunda etapa, partida equilibrada, e o ABC conseguiu marcar seu gol, pênalti, que alguns jornalistas consideraram duvidoso, Neto converteu com categoria, lembrando que o atacante abcdista é acreano e estava de volta a sua terra.

Depois do gol, o Galvez se lançou, normal, ao ataque e na base do desespero nada conseguiu. As situações criadas foram desperdiçadas.

Ranielle que já fazia mudanças fechando mais sua equipe quando o placar era igual, com o gol se retrancou mais ainda. Perdeu Jonathan e colocou Henrique, desclocando Adalberto para a esquerda; trocou Éder por Valdemir e Joilson por Wanderson.

Final de partida. ABC enfrenta o Moto Clube do Maranhão, em casa (sorteio prévio definiu),  equipe que derrotou o Vitória da Bahia nesta mesma quarta-feira, 2 a 0, partida em Terezina.

No site do ABC

ABC vence o Galvez/AC e classifica na Copa do Brasil

O ABC está na segunda fase da Copa do Brasil. Jogando na noite desta quarta-feira (13), o Alvinegro enfrentou o Galvez/AC, na Arena da Floresta, em Rio Branco (AC), e venceu a partida por 1 a 0. O gol do triunfo foi marcado pelo atacante Neto, cobrando penalidade sofrida pelo atacante Éder.

Com o resultado, o alvinegro potiguar assegurou a classificação à próxima fase e agora Enfrenta o Moto Clube, que bateu o Vitória.

A certeza é que a segunda fase também será disputada em partida única, com mando de campo que já foi definido por sorteio e será do Mais Querido.

Globoesporte/AC (resumo do resumo)

Valendo uma vaga na segunda fase da Copa do Brasil, o ABC venceu o Galvez por 1 a 0, nesta quarta-feira, na Arena da Floresta, em Rio Branco. Aos 29 minutos da etapa final, o acreano Neto fez o único gol da partida de pênalti. 

Para o Imperador, só a vitória interessava, já que a vantagem do empate era do time visitante. Apesar de ter criado boas chances de gol durante o jogo, o Galvez não conseguiu balançar as redes do Alvinegro. Na segunda fase, a equipe potiguar vai encarar o Moto Club, que eliminou o Vitória na noite desta quarta-feira.

Jornalista tuiteiro acreano 

Primeiro tempo bem movimentado. ABC dominou maior parte dos 45 minutos iniciais e teve as melhores chances. Galvez iniciou a partida tímido, mas foi se soltando aos poucos e terminou a primeira etapa mais incisivo, porém errando muito. 

Pênalti duvidoso a favor do ABC. Goleiro Máximo deu rebote após cobrança de falta e na sobra, ao dividir a bola com as mãos com o atacante da equipe potiguar, o árbitro assinalou a penalidade. 

ABC foi melhor na partida e mereceu a classificação. Galvez não mostrou o desempenho que tem apresentado no Campeonato Acreano, perde os 100% de aproveitamento na temporada e está fora da Copa do Brasil 2019. 

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Fotos: Andrei Torres/ABC F.C.



Renato Teixeira é o novo treinador do ASSU

Edmo Sinedino,

O novo treinador do ASSU é Renato Teixeira, filho de Ferdinando Teixeira.

Ele substitui Júlio Terceiro que entregou o cargo após a derrota para o América, domingo.

O novo comandante do Camaleão do Vale não tem experiência como treinador, já teve passagens sem brilho nenhum no beach soccer e futsal.

Vai na písada do pai. Aliás, o ex-treinador, que vai ser consultor técnico. Todos pensavam que ele tinha se aposentado.

Pelo menos é o que dizia.


A Globo sem Marcos Lopes...

Edmo Sinedino,

Mudança no rádio agita a imprensa potiguar. Marcos Lopes deixa a Globo e passa a comandar o futebol da 98 FM.

E a Globo, resiste.? A diretoria da emissora vai investir no novo, contratar um narrador para fazer frente ao concorrente?

O futebol do RN, administração de Zé Vanildo, vale o investimento, faz ter retorno?

A situação é complicada. Se a 98 já dava banho de audiência (é o que diz uma pesquisa), imagine agora com a aquisição de Marcos Lopes.

Agora, definitivamente, melhores narradores, comentaristas e repórteres.

Como diria Roberto Machado, "bando que não tem toalha santista que enxugue", isso no velho linguajar do jornalismo de concorrência.

PS: por falar em pesquisa (esquisitas pesquisas) a que mostrou Exmar Tavares perdendo para o comentarista da rádio Globo é a piada mais absurda e de mau gosto que já ouvi na vida.

Me perdoe quem a fez.


A diretoria do ABC precisa abrir do olho e cuidar do Frasqueirão

Edmo Sinedino,

Vocês viram? Marcos Lopes postou, não me lembro onde, um vídeo de goteiras nas cabines de imprensa do Frasqueirão.

Fico imaginando o fim de mundo, o tirinete dos cardeais com seus "amigos" da imprensa se fosse na gestão Judas Tadeu.

E aí, cardeais, não vão fazer nada?

Será que isso também é culpa de Judas Tadeu Gurgel. Depois de 22 meses sem o comando de Judas a infra-estrutura do ABC está ruindo.

É preciso cuidar das cadeiras, cabines, arquibancadas, banheiros, grades, vestiários, gramado e iluminação.


O futebol brasileiro caminhando para o fundo do poço

Edmo Sinedino,

Vejo Juca Kfouri escrever que o Brasil hoje faz parte da segunda divisão do futebol mundial.

Já, já, acreditem, vamos nos transformar em força menor da América do Sul.

Se essa quadrilha da CBF continuar por mais décadas a atuar no nosso futebol isso vai acontecer, não se enganem.

A Venezuela, que a imprensa de elite todo dia conta as maiores atrocidades (muitas delas inverídicas) já tem hoje um projeto de futebol mais decente que o nosso.

O que nos salva é a tradição, é sangue negro misturado com índio e branco, esse dom que nós temos para a bola e música, não fosse isso.

O Sub 20 do Brasil ficou de fora do Mundial. A equipe escolhida, certamente, por empresários, treinada por uma comissão escolhida também por eles, deixou nossa equipe na quinta colocação.

Quando Dilma era presidenta eu tinha uma esperança que, um governo forte, bem sucedido, daria forças para ela tirar a quadrilha de lá..

A quadrilha acabou tirando, no golpe que todos sabem, alguns fingem não ver, ela do poder.

Perdemos uma grande oportunidade. Morreram os movimentos que tentavam mudar essa canalhice posta e mandante há mais de 40 anos.


Dedé de Dora veio de Currais Novos

Edmo Sinedino,

Dia desses estava ouvindo uma propaganda institucional da Prefeitura Municipal de Natal fiquei surpreso e decepcionado.

O prefeito Álvaro Dias falava das benfeitorias que sua gestão realizou no Estádio Senador João Câmara, nas Rocas.

As Rocas que já revelou mais de uma centena de grandes nomes para o futebol potiguar.

Infelizmente, com tanta gente para lembrar, o único nome citado pelo prefeito, justamente esse, Dedé de Dora, cracaço de bola já falecido, nada tinha a ver com o bairro.

Dedé de Dona Dora, nascido e criado na cidade de Currais Novos, só veio para Natal para integrar a seleção juvenil do Estado e depois atuar no ABC.

Das Rocas, Álvaro poderia ter citado, Cileno, Piaba, Babau, Lula Soberano (pernambucano, roqueiro por adoção, Ferroviário, Fluminense, Internacional e seleção brasileira), Pancinha, Saquinho, Zé Gobat, Edmilson Piromba, Wilson Baú,  Cocó, Jácio Salomão Luiz Rola, Tiê, Niltão, Gilton, Sílvio Madona (jogou no Botafogo), Sérgio Poti (seleção de novos e Vasco), e um rapaz recentemente craque do Brasileirão pelo Corinthians, hoje no Cruzeiro, um certo canguleiro chamado Rodriguinho. Se quiser, prefeito, ainda listo mais uns cinquenta nomes ou mais.


Memória: há exatos 10 anos, testemunhei a morte do Diário de Natal…

Edmo Sinedino,

arquivobalu1_09Trabalhei com Rogério Torquato quase dez anos, creio, no Diário de Natal. Depois ainda fizemos parceria no portal Nominuto, até que o querido Blau passou em um concurso do Estado e deixou o jornalismo para se dedicar à educação. 

A última notícia que tive dele é que se tornara monitor de um colégio na Zona Norte.

Blau escreveu, ao longo do anos, matérias extraordinárias, um texto hilário, até mal compreendido por jornalistas, digamos, mais antigos, conservadores.

Sem falsa modéstia, com Blau na editoria de esportes, junto com Fábio Pacheco, o time de fotógrafos e diagramadores - José Carlos Silva, Eduardo Maia, Frankie Macone, Carlos Santos, Fábio Cortez, José Carlos Santos e Garrafinha - demos alguns shows em coberturas de eventos esportivos.

Blau, disparado, era a figura jornalística mais importante e disputada dos JERNs, muito mais que o editor (eu). Sinto saudades de Blau, tenho certeza que todos que trabalharam com eles sentem o mesmo.

Mas deixo de rodeios para, sem autorização dele, pois, pasmem, perdi o contato do querido amigo, tomo a liberdade de "chupar" do seu blog essa matéria espetacular que ele publicou ontem (eu não tinha visto) e só fiquei sabendo por intermédio de um link postado num grupo de jornalistas que participo.

Leiam! Mesmo você que nunca trabalhou numa redação de um jornal impresso. Essa é, sem dúvida, uma linda homenagem.

Vejam abaixo:

Memória: há exatos 10 anos, testemunhei a morte do Diário de Natal…

O impresso criado em 1939 “foi ao túmulo” em 2012 – mas a primeira de suas três mortes (!) foi a 9 de fevereiro de 2009, quando deixou de ser impresso em Natal.

É bem conhecida – ao menos entre jornalistas em Natal, e o resto a poeira do tempo parece apagar aos poucos – a data do “óbito” do Diário de Natal (1939-2012): terça-feira, 2 de outubro de 2012. Ponto pacífico; quem viu, viu. Foi a data da última edição, oficialmente encerrando uma história de 73 anos, indicando a morte do impresso (com um editorial sobre o assunto, próximo à principal chamada — que também tratava de outro fechamento, o do antigo Colégio Imaculada Conceição). Mas ouso dizer que não: 02.out.2012 foi a segunda e a mais conhecida das três “mortes” que o jornal sofreu — sei porque testemunhei a primeira morte. É o quê?

Calma, explico (fazendo suspense, só de ruim…). Com o fim das atividades da redação do impresso, na noite de 01.out.2012 (nem um dia antes nem depois), ficou o serviço de Internet, o DN OnLine (1997-2013) – que resistiu contra tudo e todos do primeiro dia (a data exata não tenho de cabeça, mas sei que foi em 1997) ao último (por volta de 6 de janeiro de 2013; certo é que a 10.jan.2013 não mais existia, indisponível), e poderia estar agora mantendo o nome do velho DN não fossem umas decisões ao longo dos anos “sufocando” o OnLine em detrimento do impresso… de toda forma, o fim do DN OnLine foi a derradeira morte. E qual foi a primeira?

Digo como testemunha ocular — ainda que por acaso — que a primeira morte do DN foi no dia 9 de fevereiro de 2009.  Hã?…

Cada parafuso que caía da rotativa, doía fundo

arquivoblau2_09

…naquela manhã de segunda-feira RTBlau aqui estava encerrando um período de 12 anos, 10 meses e 5 dias como repórter naquele impresso — eu estava de saída, havia pedido demissão, convidado para o portal Nominuto.com (e como pedi para sair, fui tachado por meia redação de “completo doido varrido”…).

Encerrada a preparação da papelada, reparei um movimento estranho ao pé da rotativa (uma Goss de 1971!). Ué, manutenção às 8 e pouco da manhã de uma segunda-feira? O padrão era um pouco mais tarde. Como a rotativa era quase ao lado do Setor de RH não custava nada dar uma olhada, a última, no que acontecia ao pé da “boa e velha offset” (céus, mais de uma década vendo quase toda noite aquela geringonça reproduzindo textos meus na editoria de Esportes!…). Manutenção encrencada? Era coisa muito, muito pior. “Não, Blau” – respondeu-me, abatido, quase soluçando, o chefe do setor de Pré-Impressão, descartando a hipótese de manutenção – “Estamos desmontando a máquina… O jornal, hoje, começa a ser rodado em Recife… Aqui, acabou…”

Enquanto isso, uns 2 ou 3 gráficos entre os mais antigos, conhecedores profundos do equipamento, iam desmontando a Goss – lenta e respeitosamente, como quem cuida de uma joia -, ao mesmo tempo que enxugavam as lágrimas. Não precisavam dizer mais nada. Sabia-se há algum tempo que o dia que o DN deixasse de ser rodado em Natal seria a morte do velho matutino, ainda que alguns insistissem no contrário. Cada parafuso que caía, doía fundo. O pirulim-lulim das peças ao chão anunciava o fim de uma história (que se estenderia teimosamente por mais três anos). Chegara a hora. Era o luto.

O resto da equipe do parque gráfico – os outros componentes da equipe de pré-impressão, a “Turma da Rotativa”, operadores de chapas de fotolito e a equipe terceirizada que dobrava os jornais para distribuição – ficariam sabendo do desmonte e medidas relacionadas ao longo da tarde, â medida que chegassem. “Oficialmente”, para alguns, a rotativa estava sendo desmontada para recondicionamento no Rio Grande do Sul (!); por outro lado, havia a notícia que as peças seriam vendidas como sucata (algum tempo depois, o acervo quase  teve o mesmo destino), e talvez num futuro próximo o jornal adquirisse uma rotativa mais moderna (afinal, em breve o DN estaria de “casa nova”, um prédio considerável ao lado da Ponte de Igapó, com um belo espaço previsto para o parque gráfico que não mais existia)…

Silêncio de morte

Na redação, naquele momento, salvo um ou outro jornalista com mais de 25 anos de “estrada”, mais ninguém (aparentemente) dava notícia do que acontecia ali no próprio quintal – nem o editor de Esportes, que, ante minha despedida, disse “Bah, vais virar ‘chupão’, é?” em um tom debochado que nem merecia resposta…

Certo é que meia hora depois de ver o desmonte da rotativa, eu começava a escrever n’Nominuto.com, nas fraldas de Candelária. E sabia que o final da tarde no número 245 da Deodoro, em Petrópolis, seria de silêncio sepulcral no parque gráfico, indicativo da primeira (e naquele momento silenciosa) morte do DN – o matutino teria que “fechar” suas edições muito cedo, se aproximando de um vespertino sem sê-lo, findando sem ser uma coisa nem outra, e de imediato dando adeus à cobertura de jogos noturnos de futebol no meio da semana… era a crise, paciência.

Mais 3 anos

Um mês e seis dias depois, uma notícia varreu as redações de Natal – começava a “limpeza” da redação do DN. A “guilhotina” começou a passar por volta de 15 de março, e só parou no dia 10 de abril… e passou rente, quase uma “máquina zero” — da equipe que estava lá no dia que pedi demissão, só ficaram 5 pessoas: uma editora de Política, que findou na direção do impresso; uma repórter de Política, que assumiu a editoria onde estava; o editor de Esportes, que manteve a posição; uma repórter especial de Cultura, virou pauteira; e, salvo engano, o editor de Cultura, manteve a posição (mas viu algo estranho no horizonte – assim ouvi dele alguns anos depois – e, não demorou muito, saltou de banda). Houve uma recomposição com muitos novatos, uma espécie de “refundação”.

Por volta de junho de 2009 o DN se mudou para o prédio vizinho à Ponte de Igapó, onde antes havia apenas o transmissor da Rádio Poti (que mudou para Clube AM por volta de 2007 — eita, a memória está falhando!). O jornal resistiu o quanto pôde, mas não deu: em out.2012 o impresso virou história, o baque foi violento em toda a mídia local — e, ache ruim quem achar, seu fechamento causou um pavor inominável em toda a imprensa em Natal, pavor que é sentido ainda hoje (fev.2019) e não tem data para dissipar enquanto o jornalismo local não encontrar saídas para sua crise.

Em tempo: depois de alguma negociação, o prédio da “maré” foi negociado; atualmente (fev.2019) comporta uma unidade do Sesi. Já onde ficava a antiga sede da Deodoro, há um condomínio em construção.

Digitalizar ou perder a memória

Neste momento (fev. 2019) a luta é para digitalizar o acervo do DN. A UFRN — responsável pela guarda do acervo (parte considerável está depositada no Museu Câmara Cascudo) — tem buscado levantar fundos para viabilizar o escaneamento do material, conforme informação que circulou no Campus em nov.2018.

Afinal, mais de meio século de informação sobre Natal e sobre o Rio Grande do Norte está em jogo — não se trata de uma mera pilha de jornais velhos, quebradiços e poeirentos, mais recortes de jornal, fotos (algumas minhas!) e negativos fotográficos (usou-se filme no DN até meados de jun.2005; após, as fotos são predominantemente digitais), trata-se de uma parte da memória potiguar! — e, apesar de ter escapado de virar sucata, ainda corre risco de se perder. E considerando que quando um povo apaga (intencional ou acidentalmente) sua memória passa a não saber mais quem ele próprio é, tende a repetis os próprios erros e sua cultura tende a desaparecer… Creio que o Departamento de História tem mais informações.

*Fotos: Arquivo pessoal de Rogério Torquato (na primeira foto, a equipe reunida:a cabeleira era minha, tem Lourdinha, Carlos Magno, Iranilton Marcolino; mais perto Eduardo Maia, Fábio Cortez e Roberto Machado); a segunda foto é das máquinas


O rendimento abaixo da crítica da equipe do ABC

Edmo Sinedino,

A situação do ABC é complicada. Essa queda vertiginosa na reta final do turno é muito preocupante e sinaliza sim muita dificuldade para a partida final,diante do América, quando precisa vencer.

O ABc não vem bem faz algum tempo. Aliás, poucos, poucos mesmo foram os jogos em que o time de Ranielle agradou aos torcedores. Sem falar na completa desilusão com os contratados de Giscard Salton.

Assim como no ano passando, o executivo de futebol só tem trazido jogadores sem qualidade, e feito opções, junto com Ranielle Ribeiro, treinador, que supreenderam e desagradaram.

Lembro, ainda, da opção de Henrique em detrimento de Cleiton. O zagueiro nunca se firmou, fraco, lento, ruim na saída de bola, elogiado por seu chute que, até agora, não se fez notar. Esse jogador dá sempre a impressão de estar muito acima do peso.

Cleiton, mais barato, de muito mais qualidade, inclusiuve no chute, foi dispensando. E aí vieram os absurdos maiores com as saídas de Tonhão,  Herivélton, Chiclete,  Arês, todos crucificados por motivos que, até hoje, poucos sabem realmente.

O castigo viria. Óbvio. Outros jogadores da base foram ignorados, dispensados - Daniel, Ítalo e Jardel, estranhamente emprestado ao Globo para manter Pedra de titular, entre outros. 

O ABC hoje não tem,ainda, um time. Falta um ala direito. Seu meio-campo é capenga, fica mais ainda sem o Guedes, meias sem qualidade - Xavier e Pepe Alvarez, esse último contratado como estrela e promessa de ídolo - e um ataque que, entendo, nada pode fazer.

Até mesmo jogadores de qualidade indiscutível - Anderson e Neto - sucumbem, não sei se mal posicionados, mal aproveitados, ou porque estão abaixo do rendimento.

Do centrovante Rodrigo Rodrigues, falar o que? Ele é de área Não tem habilidade, mas força e presença de área. O que pouco adianta se a bola não chega.

Contudo, sem medo de errar, digo que o mal maior do ABC está no meio-campo. A marcação é falha, a criatividade é nenhuma. Difícil encontrar caminhos para vitórias se esse setor não funciona.

O empate, modorrrento, diante do Força e Luz, neste domingo, deixou tudo ainda mais claro. No intervalo, a direção apresentou mais um reforço de Giscard Salton. O chileno Sagredo já recebeu a camisa 10 das mãos do presidente.

Essa camisa 10 um dia foi a segunda pele de um tal Alberi Ferreira de Matos, que tinha como companheiro de meia canxa um senhor uruguaio chamado Danilo Menezes Nuñes.



América goleia ASSU e reverte vantagem para a final do turno

Edmo Sinedino,

pardalel_09O América mostrou mais empolgação. motivação, pois a passagem de fase na Copa do Brasil fez muito bem ao elenco,e por isso a vitória sobre o ASSU começou a se desenhar muito cedo, principalmente pela postura de mandante que o time de Moacir Júnior tomou. 

O gol de Pardal, aos 13 minutos, facilitou tudo. Pardal (2), Adenilson e Diego construíram a vitória que deu a vantagem ao time rubro na final.

Moacir Júnior pode até não ser o treinador dos sonhos do torcedor, mas o que vale no futebol é resultado e ele consegue dois triunfos em poucos dias.

Pode até não ser tanto por seu mérito, mas é ele que está colocando o time em campo. Pelo menos uma coisa temos que reconhecer, ele fez o América jogar como time grande neste domingo.

Vejam abaixo, matéria do site do clube:

Alvirrubro goleia o ASSU, assume liderança e decide na Arena com vantagem do empate

Gols do Mecão foram marcados por Adriano Pardal (2), Adenilson e Diego.

América recebeu o ASSU na tarde deste sábado (10), na Arena da Dunas, e não tomou conhecimento do "Camaleão do Vale" ao vencer por 4 a 0 e assumir a liderança do primeiro turno do Campeonato Potiguar na última rodada. Os gols de Adriano Pardal (2), Adenilson e Diego não só colocaram Mecão no topo da tabela de classificação como também deram ao Alvirrubro, a vantagem de decidir o título em casa com a possibilidade de empate para levantar a taça.

"Todo o grupo está de parabéns pelo que apresentou hoje. A vitória foi muito importante para dar uma sequência boa no campeonato. Isso nos dá forças para seguirmos batalhando para conquistarmos nossos objetivos", disse Adriano Pardal que chegou aos sete gols marcados na competição.

Sem a data da decisão definida, o Alvirrubro terá a segunda-feira (11) de folga e retorna às atividades na terça-feira (12) pela manhã no CT Dr. Abílio Medeiros, em Parnamirim.

FICHA TÉCNICA

Campeonato Potiguar - 7ª Rodada/1ª turno

América 4x0 ASSU

Data: 10.02.2019 – 16h;

Local: Arena das Dunas, Natal (RN);

Árbitro: Leonilson F. Trigueiro Filho (CBF-RN);

Auxiliares: Francisco Jailson F. da Silva e Reinaldo de Souza Moura (CEAF);

GOLS: Adriano Pardal (13' e 21'/1ºT), Adenilson (9'/2ºT) e Diego (37'/2ºT)

AMÉRICA: Ewerton; Vinícius, Adriano Alves, Brand e Kayke; Judson (Murici), Adenilson, Galiardo e Hiltinho (Diego); Tony (Jean Patric) e Adriano Pardal. Técnico: Moacir Júnior

ASSU: Fabinho; Glaubinho, Weder, Luan e Marcílio; Carlos Mipibu, Diego (Adham), Nanin Cearense (Raphinha) e Tininho (Luzinho); Hailton Jr e Deda. Técnico: Júlio Terceiro

Foto: Canindé Pereira/América FC 



Incrível futebo! Em reviravolta surpreendente, América leva vantagem na final diante do ABC

Edmo Sinedino,

artilheiro34_09O futebol é mesmo muito incrível. E, como sempre falo, muda com muita rapidez. E já aconteceu aqui em Natal mostras disso na última rodada da fase classificatória do primeiro turno.

Quem diria, apostaria que o América decidiria o primeiro turno com vantagem?

 A vitória de 4 a 0 sobre o ASSU, somada ao empate sem gols do ABC diante do Força e Luz, deixou o time rubro em igualdade com o alvinegro em todos os critérios de desempate, até mesmo nos cartões vermelhos. Na soma dos amarelos tomados, a supremacia da equipe de Moacir Júnior,  que tomou menos.

Nem mesmo o mais otimista dos torcedores alvirrubros contavam com uma goleada neste domingo, na Arena,  assim como nem os mais pessimistas alvinegros imaginariam um empate sem gols com o Força e Luz e a perda da vantagem, que parecia certa, para a final do turno, jogando dentro de casa contra o lanterninha.

Foi assim. 

Eu, de maneira nenhuma leva fé nestes dois resultados decisivos, confesso. Nunca acreditei que o ASSU pudesse tomar quatro gols de um América que, até então, só tinha marcado sete em seis jogos. Quem poderia supor, em sã consciência que o Força e Luz de Ranilson Cristino, que havia sido derrotado quatro vezes, poderia segurar o ABC, líder com quatro vitórias?

Nos outros resultados da rodada, nem mesmo a vitória do Santa Cruz sobre o Potiguar, 2 a 0, em Mossoró, considero tão surpreendente e explico. O Potiguar, em desalento, pois perdeu seu recurso no TJD e o Santa Cruz vinha empolgado pela histórica classificação na Copa do Brasil e sua primeira vitória na temporada, 1 a 0 sobre o tradicional Tupi de Minas. 

O tal da confiança que faltava aliada à motivação.

O resultado em Goianinha. Também normal, afinal, como destaquei várias vezes, quando se encontra, quando joga bem, o Globo de Hígor César, pelos valores que tem, não fica a dever nada a nenhum dos participantes deste Estadual. Os 2 a 0 no Palmeira não é surpresa.

Portanto, ficou assim: América x ABC, final do primeiro turno. Jogo na Arena das Dunas, ainda sem data definida. É o time rubro que tem a vantagem de jogar pelo empate.

*Foto: Canindé Pereira/AFC


O TJD e Ranilson Cristino

Edmo Sinedino,

No julgamento do recurso do Potiguar ao Pleno do TJD nada de novo. O resultado foi mantido, o Potiguar continua fora da disputa pelos pontos retirados e vai recorrer ao STJD.

Fiquei surpreso com os três votos a favor do recurso. 

A lei e o regulamento são claros, quais os motivos das interpretações. Realmente, a Justiça me espanta em alguns casos.

Acho que Ranilson Cristino seguiu todos os caminhos da correção, direito seu como filiado, e mostrou os erros do Potiguar de acordo com a Lei e com a CLT.

Os três votos, claro, reforçam a intenção de outro recurso da equipe mossoroense, que estuda paralisação do campeonato.



Boris Sagredo, mais um estrangeiro de Giscard Salton

Edmo Sinedino,

boris1_09E lá vai o ABC abraçar mais um estrangeiro. O Boris Sagredo, chileno, 29 anos, atua desde 2016 no San Luis de Quillota, Chile, canhoto e meia.

Outro canhoto para delírio de alguns. Outro estrangeiro para, de repente, num chute ou gol, se transformar em astro.

Não aconteceu com o Pepe Alvarez, mas pode dar certo com Sagredo. Os reforços de Giscard Salton estão passando da conta.

O torcedor do ABC estrila, tem reclamação de todo lado, gente dizendo que Sagredo é de terceira divisão do Chile e coisas do tipo.

Foi atleta do Colo Colo nos idos de 2007, 2008 e 2009.

O atleta deve ser apresentado, em clima de oba oba, no intervalo de ABC x Força e Luz, neste domingo.



Dá para arriscar a final do turno?

Edmo Sinedino,
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