As cotas do Brasileirão

Edmo Sinedino,

O abismo do futebol brasileiro.

Cotas de patrocínio.

Que absurdo!

Comparações com qualquer outra liga, seja NFL (futebol americano), seja NBA (basquete americano), Budesligue, Premier League,, Espanha, Itália, entre outros, mostra o tamanho do abismo.

E, evidente, a explicação porque nosso futebol está cada dia mais pobre.

O Brasileirão hoje fica muito atrás dos principais campeonatos no mundo.

O mais incrível é que, mesmo diante dessa dinheirama que recebem, das negociações (ou negociatas) que muitos fazem, ainda querem que o contribuinte pague a conta de seus endividamentos.

Vai chegar o dia que os clubes vão querer "virar essa mesa", e aí eu quero ver.

Na Série B, onde figuram os dois representantes potiguares, a coisa deve ser pior ainda.

CONFIRA AS COTAS DO BRASILEIRÃO:

CONTRATO 2012/2015 (ANO)

1) Flamengo e Corinthians: R$ 110 milhões

2) São Paulo: R$ 80 milhões

3) Vasco* e Palmeiras: R$ 70 milhões

4) Santos: R$ 60 milhões

5) Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo: R$ 45 milhões

6) Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Goiás, Sport e Vitória: R$ 27 milhões

7) Chapecoense, Criciúma e Figueirense: Entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões

CONTRATO A PARTIR 2016

1) Flamengo e Corinthians: R$ 170 milhões

2) São Paulo: R$ 110 milhões

3) Vasco* e Palmeiras: R$ 100 milhões

4) Santos: R$ 80 milhões

5) Cruzeiro, Atlético-MG, Grêmio, Internacional, Fluminense e Botafogo: R$ 60 milhões

6) Atlético-PR, Bahia, Coritiba, Goiás, Sport e Vitória: R$ 35 milhões

7) Demais clubes: Entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões

* Vasco recebe R$ 70 milhões mesmo na Série B e, caso não suba, terá direito a apenas uma porcentagem do valor em 2015.



CBF informou ao Novo Hamburgo a situação do jogador Preto

Edmo Sinedino,

Vendo a notícia no site da FNF, nossa federação, entendi o erro do Novo Hamburgo.

Quando estaria cumprindo o segundo jogo de suspensão, supostamente, na verdade, o meia Preto estava sem contrato.

No segundo jogo, ele atuou de forma irregular porque, com novo contrato em vigor, aí sim ele teria que pagar a punição.

E a CBF deu ciência ao clube gaúcho.

Veja abaixo:

O presidente da FNF, José Vanildo está atento aos acontecimentos sobre a irregularidade do meia Preto do Novo Hamburgo, que atuou sem contrato na primeira partida contra o ABC no estádio Frasqueirão no dia 23. Preto foi expulso na primeira partida contra o JMalucelli, cumpriu a automática no segundo jogo em Curitiba e não jogou na primeira partida contra o ABC, cumprindo a segunda partida de punição, porém, o contrato do atleta terminou no dia 18 de julho e a renovação se deu no dia 28, o que significa que no primeiro jogo contra o ABC ele estava sem contrato. José Vanildo determinou que a área jurídica da federação preste o assessoramento necessário ao filiado ABC Futebol Clube e estará reunido neste sexta-feira com a direção do clube potiguar "se for o caso estarei pessoalmente no Rio de Janeiro apoiando o filiado neste caso".


Maeterlinck explica caso a caso as contusões do América

Edmo Sinedino,

migcaelle_09O entrevistado do Esporte em Pauta desta quinta-feira (31), o médico Maeterlinck Rêgo, do América, falou das contusões.

Uma por uma.

Explicou o caso do Arthur Maia, que ainda não tem previsão para voltar a jogar.

Disse o médico que, recentemente, em encontro de “médicos da bola” foi narrado para ele um caso igual ao do meia e que o jogador citado teria se submetido a cirurgia.

A contusão, fascite plantar, que é uma inflamação na parte debaixo do pé, está sendo tratada da melhor forma possível e o jogador deve passar por novas avaliações.

Artur está sem treinar e até andando com apoio de uma muleta para não forçar o pé no chão e agravar o caso.

O meia Morais, que estava a seis meses sem jogar, sofreu uma contratura muscular de grau 1, por isso permanece em tratamento.

Em casa, o atleta usa permanentemente uma “calha”, espécie de proteção criada para que ele não faça qualquer esforço no local.

“Normal para qualquer atleta que tenha passado muito tempo sem jogar”, explicou ao elogiar muito o desempenho do meia.

O atacante Max, segundo Maeterlinck, “azucrinou seu juízo” nos últimos dias querendo ser liberado para jogar já neste sábado.

Por segurança, no entanto, ele só deve mesmo estar à disposição para a partida contra o Fluminense.

Sobre Cléber, que sofreu uma pancada no joelho, ele disse que não seria problema para o jogo contra o Santa Cruz.

Perguntei sobre Zé Antônio, e ele festejou o fato do jogador já está quase pronto para começar a trabalhar – o zagueiro passou por uma cirurgia de ligamento cruzado anterior do joelho.

Edson Rocha, outro jogador no DM, sofreu grave contratura muscular no músculo adutor da coxa e está em tratamento progressivo, com um bom retrocesso da lesão.

E por último, o goleiro Andrey, que sofreu traumatismo após sofrer uma queda e contusão no joelho.

Ele já treina com os preparadores Paulo Rui e Rodrigo.

No geral, o médico que tem mais de 40 anos de América, falou, sem rodeios, dos “chinelinhos (atleta que só quer viver no DM)” que existem sim no futebol.

Citou que a contusão preferida de quem quer enganar é a inflamação no púbis.

Disse também que, mesmo com todos os exames, “interrogatório” prévio e cuidados que se toma, nenhum clube está livre dos “chinelinhos”.

“Afinal, infelizmente, não existe um aparelho para descobrir se o jogador está ou não sentindo dor”, disse no final do bate-papo comigo e Migcaelle Crescêncio.

*Foto: Fátima Helena


Nóia utiliza jogador irregular e ABC pode continuar na Copa do Brasil

Edmo Sinedino,

O "Tapetão" pode salvar o ABC.

O Novo Hamburgo utilizou um jogador irregular - o meiocampista Preto - e pode ser eliminado da Copa do Brasil.

Com isso, claro, a vaga seria herdada pelo alvinebro potiguar.

Falei ontem  no começo da noite desta quinta-feira com o dirigente Judas Tadeu Gurgel.

Ele ficou sabendo do caso e já acionou o supervisor Cléber Romualdo para cuidar do assunto.

O Departamento jurídico alvinegro também já tomaria as primeiras providência e o advogado Osvaldo Sestário, que trabalha para o ABC assume o caso.


A matéria teve repercussão na mídia nacional.

Veja abaixo na Agência F1

Novo Hamburgo escala jogador irregular e pode ser eliminado da Copa do Brasil

Preto estaria suspenso, mas a diretoria do Nóia não informou o técnico Itamar Schülle

A festa de classificação do Novo Hamburgo às oitavas de final da Copa do Brasil não durou nem 24h. Nesta quinta-feira, o Nóia foi denunciado pela Confederação Brasileira de Futebol ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por ter escalado o jogador Preto de forma irregular na partida de volta diante do ABC, e pode ser eliminado da competição.

João Luiz Ferreira da Silva, mais conhecido como Preto, foi expulso na primeira partida da segunda fase diante do J.Malucelli. Conforme a decisão do STJD, o jogador teria que cumprir dois jogos de suspensão. O primeiro foi cumprido no confronto de volta diante o próprio clube paranaense.

O segundo, consequentemente, seria na partida de ida contra o ABC, pela terceira fase da Copa do Brasil, que aconteceu após o recesso para a disputa do Mundial. Nesse período, porém, o jogador acabou ficando sem contrato, que foi renovado apenas dias antes do confronto de volta, ou seja, Preto não estava inscrito no Boletim Informativo Diário da CBF, o BID, no dia 23 de julho, data do confronto diante do clube potiguar, e, por isso, a suspensão não foi cumprida.

Então, como o Novo Hamburgo não disputa nenhuma competição além da Copa do Brasil, o jogador teria que ficar de fora da partida de volta diante do ABC, realizada na última quarta-feira e vencida pelo próprio clube gaúcho, por 2 a 0, resultado que o colocou nas oitavas de final. A escalação de Preto, porém, foi bancada pela diretoria do clube, que não avisara o técnico Itamar Schülle sobre a irregularidade do meia, mesmo com o aviso emitido pela CBF.

Com a denúncia em mãos, cabe ao STJD definir uma possível punição ao Novo Hamburgo. O julgamento será marcado em breve.

O Nóia deve ser enquadrado no Art. 214: "Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009)".

PENA: perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais).

O Portal Futebol Interior entrou em contato com o vice-presidente de futebol do Novo Hamburgo, Luisinho Valentin, que se negou a comentar o caso. O técnico, Itamar Schulle, revelou que ainda não tinha sido comunicado de alguma denúncia e disse que os problemas administrativos são sempre tratados pela diretoria do Nóia.

“Não estou sabendo e nenhuma denúncia, mas acho que se aconteceu alguma coisa, a diretoria irá resolver e analisar o caso”, falou.

POSIÇÃO DO ABC

O diretor de futebol do ABC, Bira Marques, confirmou ao FI que a informação já chegou até o clube. O dirigente, porém, disse que esperará a determinação da CBF para depois lutar pela classificação caso ela realmente seja de direito do clube potiguar.

"A informação já chegou até a a gente e estamos analisando. A gente vai aproveitar a oportunidade para checar se realmente eles escalaram jogador irregular e se isso aconteceu, vamos tomar as medidas cabíveis. Acho que a a própria CBF já encontrou o erro", disse o dirigente ao Futebol Interior.

HISTÓRIA RECORRENTE

Infelizmente, por motivos dos mais diversos, vários resultados de partidas vêm sendo decididas no STJD. No ano passado, a Portuguesa acabou rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro após perder quatro pontos por ter escalado o meia Héverton na partida da 38ª rodada do Brasileirão, contra o Grêmio.

Neste ano, dois times também foram denunciados e punidos por escalações irregulares: o Criciúma, no Brasileirão e o Brasília, na Copa Verde.

Diante de tantas confusões e irregularidades, a CBF demitiu, no início desta semana, o diretor de registros da entidade, Luiz Gustavo Vieira. Mais uma vez, Marin e seus "companheiros" usam demissões como escudos para esconder a má administração.



América não acerta com o meia Cascata

Edmo Sinedino,

A negociação com o meia Cascata não andou.

Não progrediu.

O jogador estaria voltando ao Brasil, e por conta de sua amizade com o ex-presidente Alex Padang chegou a fazer uma proposta ao clube rubro.

E, é claro, havia interesse das partes, até porque o filho do meia é jogador do clube rubro.

O que aconteceu é que a proposta do atleta não foi aceita pelo clube.

O América enfrenta problemas financeiros e deve, ao contrário de reforçar, dispensar alguns jogadores.

Uma pena. Diante da mediocridade de nosso futebol. Da falta de meias, Cascata seria uma grande contratação.



Cascata está de volta ao time do América

Edmo Sinedino,

cascata_09O jogador Cascata, que já foi ídolo da torcida do América, está de volta ao clube.

O meia havia se transferido para os Emirados Árabes, masn não se adaptou e pediu rescisão contratual.

Cascata, além do América, tinha propostas do Icasa de Juazeiro, do São Caetano e do Bragantino, mas, claro, preferiu voltar ao América.

A informação me foi dada pelo ex-presidente Alex Padang, ontem à noite (madrugada).


Alex Padang está de volta ao América para atuar em três frentes

Edmo Sinedino,

alex_09O ex-presidente Alex Padang está de volta ao convívio do América Futebol Clube.

Ele foi convidado e não refugou.

Padang recebeu convite de Gustavo de Carvalho, muito envolvido em sua eleição, para agir e ajudar o América com seu dinamismo em três frentes.

O time rubro, acreditem, apesar de sua tradição e importância, e todos os títulos conquistados, e sua força incontesti no Nordeste e no Brasil, está fora do segundo grupo da Timemania.

Para Alex isso é incompreensível.

A outra grande batalha do dirigente que teve atuação marcante como presidente do clube já lançou uma promoção: o torcedor do América que levar dois para se tornar Sócio Dragão ganha o seu cartão de graça.

Outra frente encarada pelo dirigente, com quem conversei longamente ontem à noite é a missão dura de levar o torcedor de volta aos estádios.

Inteligente, Alex já atacou na frente que ele considera mais importante: crianças. Ele conseguiu junto à administração do Arena das Dunas a redução do preço dos ingressos.

Atrás dos gols, criança até 12 anos vai pagar agora somente R$ 10,00 e nos lados – Leste e Oeste – apenas R$ 20,00.

Alex entende e eu também, que as crianças no estádio significam a continuidade do futebol.

Pois é, a campanha está nas ruas.

Sócio Dragão, Timemania e levar o torcedor de volta aos estádios.



ABC encara mais uma pedreira

Edmo Sinedino,

moacir_09Depois do fracasso em Novo Hamburgo, o ABC tem pela frente outra pedreira.

O América Mineiro. Jogo do Brasileiro.

O técnico Moacir Júnior (foto) não poderá contar com o lateral Gilson, o jogador está suspenso pelo terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão automática.

Mas ele não tem do que reclamar.

Gilson tem substituto à atura e ele vai contar com três reforços para o ataque americano: Ricardinho, Diney e Henrique.

E depois de enfrentar o Coelho no Independência, o alvinegro volta a Natal para de bater contra o Vasco da Gama.

As coisas estão ficando estranhas.

Oremos pela recuperação do alvinegro.

*Foto: Frankie Marcone


Quem é melhor?

Edmo Sinedino,

moises_09Quem é melhor?

Xuxa ou Moisés (foto)?

Luciano Amaral ou Airton?

Alvinho e Felipe Alves ou Lúcio Flávio?

Erivelton ou Daniel Amora?



Atuações: o ABC sem destaques na partida no Rio Grande do Sul

Edmo Sinedino,

O ABC perde de 2 a 0 para o Novo Hamburgo.

Analiso com nota as atuações dos jogadores alvinegros nessa noite que o time deixou toda a Frasqueira de cabeça inchada.

Gilvan – Quase não teve trabalho. Não foi muito chamado a intervir, infelizmente, acho, falhou no segundo gol, esperou dentro do gol a bola. Nota 4.

Suéliton – Nem posso dizer que jogou mal, o mapa da mina do ABC foi sempre Luciano Amaral. Foi prejudicado, como todos, pela mudança de esquema. Nota 5.

Marlon – No mesmo nível dos companheiros. No final, o time tomou um gol que apagar qualquer coisa boa que se tenha feito. Nota 5.

Diego Jussani – A mesma posição dos companheiros. Nota 5

Renato – Não repetiu as boas atuações anteriores, mas pelo menos ainda chegou algumas vezes na linha de fundo para fazer seu papel. Nota 6.

Fábio Bahia – Fraco. Não desarma, não passa, não chega na frente. Volante que só corre não serve, é preciso escalar quem jogue. Nota 4.

Daniel Amora – O mesmo de sempre: batalhador, incansável, lutador, mas não sabe o que fazer com a bola nos pés. Perdeu um gol incrível. Nota 4.

Júnior Timbó – Não apareceu na partida. Posso estar errado, mas me parece ser outra vítima de esquema equivocado. Nota 4.

Luciano Amaral – Disparado, o pior jogador em campo. Não marcou, não apoiou e pelo seu lado o Novo Hamburgo ganhou o jogo. Zé Teodoro não viu. Nota 2.

Lúcio Flávio – Muito ciscado e nada de produtivo. Nota 3.

Rodrigo Silva – A bola chegou sempre mascada, e esteve sempre muito marcado, mas poderia e deveria ter feito melhores finalizações. Nota 4.

Somália – Entrou, ensaiou algumas jogadas, mas logo, logo estava “caindo das pernas”. Sem nota.

Xuxa – Não teve tempo para quase nada. Sem nota.

João Paulo – Outro que está sendo “fritado” pelo treinador. Só entra quando a coisa parece sem jeito. Sem nota.



Uma noite para esquecer em Novo Hamburgo

Edmo Sinedino,

O ABC caiu de 2 a 0 para o Novo Hamburgo. Jogava com a vantagem do empate.

Depois de um jogo como esse de hoje, eu, jornalista esportivo, tenho que respirar fundo, contar até 100...

A vontade era ser um torcedor comum e gritar minha indignação aos quatro ventos.

Apontar, em altos brados, essa incompetência de uma equipe que jogava na vantagem e abdica mudando para pior, seu jeito de atuar.

O primeiro tempo do ABC, uma formação com peças e esquema de jogo trocadas, e que quase mata de raiva seus torcedores.

Os muitos que se colocaram à frente da tevê estiveram a ponto de desistir de ver o restante.

Um time atuando no 3-5-2, mas, imaginem, com alas presos, sem passagem, sem fazer sequer uma jogada de linha de fundo.

Luciano Amaral, a impressão que se tem é que ele estava com uma bola de ferro amarrada aos pés.

Além de não sair, de não ser ala quase em momento algum, ainda se transformou na avenida onde o fraco Novo Hamburgo trilhou seu caminho.

Chega a ser, acreditem, indecente, a forma como o ABC se apresentou nos primeiros 45 minutos.

Alguém, por favor, me diga: o que pretendia Zé Teodoro?

Três zagueiros lentos, dois volantes de marcação de passe muito ruim, e dois alas que não saíam.

Júnior Timbó, craque de bola, está se “enterrando” nesse esquema do Zé Teodoro. Preso, facilmente marcável, pois só existia ele para a ligação.

Como, então, a bola poderia chegar no Rodrigo Silva e Lúcio Flávio?

Esse segundo, inclusive, está no ABC desde o Estadual, nunca foi decisivo, sequer importante, mas o téncico o prefere a João Paulo.

Um dos maiores artilheiros do time, o potiguar fica sendo “punido”, entrando quando as coisas estão quase irremediáveis, quando falta pouco mais de 15 minutos para o final das partidas.

Atuação pífia no primeiro tempo, tomou um gol nesse mesmo período, então por que não volta logo mudado?

E o Novo Hamburgo, time mediano, sentiu o baque, a pressão na segunda metade da partida.

Posso até dizer que, em certos momentos, eles pediram para tomar gol.

Mesmo sem articulação, sem passagens de alas ou triangulações, o ABC teve pelo menos duas chances incríveis de marcar.

Fim da linha na Copa do Brasil.

Um prejuízo de quase meio milhão de reais.

E ainda a perda da possibilidade de mais um jogo grande em Natal.

Uma noite para esquecer.

Assim foi o ABC no Rio Grande do Sul.



Nêgo, Alisson e Jean Carioca no futebol praibano

Edmo Sinedino,

nego_09Durante o Esporte em Pauta, programa esportivo da tevê Assembleia, telespectadores me perguntaram sobre Nego e Jean Carioca.

Não sabia.

Os caras mudam muito, e resolvi pesquisar, pois considero os dois excelentes jogadores.

O Nêgo, nascido em Ceará-Mirim, mas oriundo da Vila de Ponta Negra, esteve recentemente no São Paulo do Rio Grande do Sul e foi contratado pelo Botafogo da Paraíba.

O Belo disputa a Série C do Brasileiro.

Nêgo é companheiro dos conhecidos Lúcio Curió, ex-América e ABC, Chapinha, ex-América, Alecrim e Icasa, e o volante Hércules, ex-Alecrim.

Jean Carioca, meia bom de bola, esteve recentemente no 15 de Piuracicaba, passou pelo CSA e agora foi contratado pelo Treze.

O time de Campina Grande também disputa a Série C.

Os dois, esclareço, não estiveram nas últimas partidas dessas equipes, pelo menos não entraram.

Outro jogador que me foi perguntado, o zagueiro Alisson, natural de Parnamirim, também está de volta ao Treze.

Ele deixou o Náutico e já reforça o Galo. Ao contrários de Nêgo e Jean Carioca, Alisson participou dos últimos jogos.



E Dunga na seleção brasileira...

Edmo Sinedino,

dia_09Futebol nos põe em “parafusos”.

Ciência das mais traiçoeiras, muitas vezes injusta, e se o cara disser que não existe o “Sobrenatural de Almeida”, que tudo é trabalho e competência, mente descaradamente.

Futebol que nunca deu um título de Copa do Mundo a Telê Santana, mas proporcionou quatro a Zagallo, todos sem merecer, como jogador ou técnico.

Conquista a Parreira em uma Copa do Mundo, participação em não sei quantas outras edições, enquanto um Cilinho, Otacílio Pires Gonçalves, nunca teve esse privilégio.

Futebol danado ingrato que já fez de Zinho, Mauro Silva, Dunga, Viola campeões de Copa, enquanto Zico, Dirceu Lopes, Ademir da Guia, Marinho Chagas e Júnior, entre tantos outros, nunca festejaram essa façanha.

Bom, vamos parar os exemplos por aqui, caso contrário meu fígado começa a doer.

Esse “cerca Lourenço” todinho era para narrar a você aqui no blog um jogo que vi.

Portuguesa 0 x 0 Oeste. Um passeio do ex-time do professor Dia. Se houvesse justiça nesse danado mundo da bola, era para ser Oeste 4 ou 5 no time do obtudo Marcelo Veiga.

Vendo tudo isso, sem compreender, traço um paralelo para me referir ao meu amigo Dia.

Vai ter falta de sorte assim, sei lá onde...

O professor chega nos times, arruma, tira os defeitos, faz a equipe agrupar, aprender a sair jogando, chegar no ataque, e no toque...varia os sistemas, faz quase tudo...

Infelizmente, os resultados não vêm.

Aí, quase sempre, assume um outro treineiro, muita vezes que nada sabe de bola, e o time começa a reagir.

Dou uma passadela, retrospectiva e comprovo.

Me acompanhem: no América que subiu da Série C para a Série B.

Ele arrumou o time e assumiu Flávio Araújo, um cara também competente que deu no que deu.

Depois, ele arrumou o Mogi Mirim, pegou todos os jogos duros, caiu, o time depois fez ótima campanha, ficou entre os melhores.

Recentemente, no Icasa. Salvou a equipe do rebaixamento da Série D, já eram “favas contadas”, quase, quase conseguiu ser campeão.

Permaneceu para a Série B, ano seguintes, com uma folha diminuta, armou o time, perdeu jogos normais, foi demitido.

Depois, o Icasa , com o mesmo grupo que ele deixou pronto, mesmíssimo, realizou grande campanha com um treinador que, outras passagens dele já provaram, nada sabia, o Sidney Morais.

Quase que o Icasa subia para a Série A.

Quem não gosta do Diá deve estar zombando deste meu texto, achando absurdo.

Mas basta olhar esse novo Oeste jogar para saber que o time tem o dedo do “professor”.

É o futebol.

Enquanto isso, estão empregados Luiz Carlos Martins, Marcelo Veiga,  Celso Roth, Levir Culpi...

E Dunga na seleção brasileira.



Os meias "diferenciados" do América ainda continuam no DM

Edmo Sinedino,

Não é só o ABC que convive com jogadores no DM.

Os dois meias que, supostamente, fariam a diferença para o América, ainda estão fora de combate.

Artur Maia com o mesmo problema do machucado na planta do pé, continua o tratamento.

Morais sofreu uma contratura muscular e segue no DM.

E o Andrezinho?

Quando vai estrear efetivamente?



Lucas Tamareo não vem mais; e Judson, ainda está no América?

Edmo Sinedino,

Lucas Tamareo, parece, não vem mais para o América.

O procurador do atleta não fez mais contado.

Talvez tenha sido melhor assim.

Um clube evita uma prejuízo a mais, e numa posição que o clube não tem carência.

Por falar em em volante, o garoto Judson, parece, sumiu do time rubro.

Será que também foi dispensado?



Max volta a treinar com bola

Edmo Sinedino,

No América, o atacante Max voltou a treinar com bola.

Recuperado da contusão, o artilheiro rubro deve reaparecer no time na partida contra o Fluminense, jogo da Copa do Brasil.

Na partida deste sábado, contra o Santa Cruz, Isac e Jean Cléber estão de novo à disposição do treinador Oliveira Canindé.

O "Homem de Pedra" foi acometido de um derrame no músculo reto abdominal.


Zé Teodoro ainda não vai poder contar com Rogerinho e Dênis Marques

Edmo Sinedino,

Conversei na manhã desta segunda-feira com o médico Roberto Vital, do ABC.

Dênis Marques e Rogerinho, pelo menos por enquanto, ainda não devem jogar.

O primeiro ainda sente dores no tornozelo e fará novos exames. O segundo, recuperado, começou a treinar com bola.

Camilo ainda se recupera de um quadro de dengue.

Ainda se recuperam também João Henrique e Renan Silva.

Cinco jogadores fora de combate.

Nessa sequência de jogos, sem dúvida, fazem falta.

Os salários continuam sendo pagos normalmente.


Está na hora de jogar

Edmo Sinedino,

Não sei o resultado da reavaliação dos jogadores Rogerinho e Dênis Marques, mas já está passando da hora deles voltarem a jogar.

Não tenho motivos para desconfiar de jogador nenhum, mas se não jogam, acho, a direção tem que tomar uma decisão.

Não pode é ficar pagando salários altíssimos para o cara ficar no DM.

Os dois atletas serias reavaliados na tarde de ontem, e caso positiva os dois poderiam embarcar para jogar, pelo menos, contra o América Mineiro.



Celso Roth de volta ao Grêmio?

Edmo Sinedino,

roth_09É uma piada atrás da outra.

Basta acessar os portais que falam de futebol.

Num deles, parece brincadeira, mas não é, dá conta de que Celso Roth deve estar voltando para o Grêmio.

Esse povo brinca de fazer futebol.

Coitado do Rodriguinho. Parece sina desse menino ser treinado por retranqueiros.



Dunga já começou o seu show de bobagens

Edmo Sinedino,

dungfa_09Começou cedo, muito cedo, o show de baboseiras do demente treinador da seleção brasileira.

Retrógado, se aproveitando do fracasso da seleção, criticou o choro dos jogadores e questionou o trabalho de psicólogos.

Só um demente do quilate de Dunga para pôr em dúvida a importância de se trabalhar a cabeça dos atletas.

As entrevistas, como não poderia ser diferente, foram dadas aos expoentes do flagelo da imprensa nacional- Veja e Globo.

Nada muda nesse reino da corrupção, da incompetência e do faz de conta.

Outro fracasso em curso, a não ser que entre em campo o "Sobrenatural de Almeida".

Só o personagem de Nelson Rodrigues pode salvar a seleção brasileira novamente treinada por Dunga.

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